Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 70 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 70

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A defesa quase impenetrável e a força aterradora, o corpo imenso e a aparência capaz de destruir tudo.

Apenas as toxinas expelidas pelo corpo do Grande Demônio já eram suficientes para transformar este lugar num inferno, quanto mais o próprio demônio, uma existência tão terrível e impura?

Ele havia batido a cabeça há pouco, e agora sentia uma dor latejante inexplicável no crânio, como se o Imperador tivesse instalado uma lâmina de promécio dentro do seu cérebro.

Do lado de fora do veículo, ele ouviu o som do tridente do Grande Demônio sendo erguido, viu Roland lutando desesperadamente para religar a vela de ignição, e a garota Ratling balançando-o pelo canto embaçado da visão.

Além disso, a suboficial Katy não parava de limpar o ferimento em sua testa.

Todos eram bons soldados. Agora, parecia apenas que haviam seguido a pessoa errada...

Ele não era um bom líder, sempre os colocando em perigo, sempre provocando a ira de forças terríveis sem motivo algum.

Ele era um chefe incompetente...

Mas então, de repente, ouviu o estrondo de canhões, esteiras de tanques esmagando a terra, gritos e o barulho da batalha.

Alguém o levantou, fraco como estava, e o carregou para fora do Frankenstan. Uma dor aguda percorreu seu braço.

– Ai!

Imediatamente, ele se levantou, revigorado, e percebeu que estava numa maca, com um médico de campo encarando seu braço como um predador.

Na mão, o médico segurava uma serra cirúrgica manchada de sangue, fazendo Taylor questionar se ele havia aprendido com um médico Ork insano.

Do outro lado, a garota Ratling se jogou sobre ele, chorando:

– Chefe, você está bem!

Taylor olhou em volta, confuso. Claro, era o campo de batalha. O Frankenstan estava próximo, e ele estava deitado numa trincheira, recebendo tratamento emergencial.

O médico explicou:

– Apliquei um coquetel de estimulantes: adrenalina, taurina, acelerador metabólico e analgésico, além de uma dose generosa de anti-inflamatórios.

– Pelo Imperador, já usei isso para trazer um Grox morrendo de volta do inferno.

Taylor resmungou:

– Então é remédio de bicho, porra! Não é à toa que doeu tanto!

Esfregando as têmporas e acariciando a pestinha grudenta em seus braços, ele perguntou:

– Qual é a situação?

Roland respondeu:

– Os tanques Leman Russ chegaram e usaram bombardeio para ganhar tempo. Eu liguei o motor e trouxe você até aqui.

– Agora temos cerca de três companhias de infantaria completas, um regimento blindado e três Valkyrias de ataque.

– Todos estão dispostos a seguir seu comando, chefe. Um comandante respeitado...

Ele engoliu em seco, como se também percebesse que Taylor não era imortal, nem invencível.

–... o comando de um herói do Império!

Taylor só pôde suspirar, resignado.

Ele não era um herói. Nem sabia comandar.

Mas se não quisesse morrer ali, precisava pensar em algo. Pensar rápido!

Como sempre: mate ou seja morto.

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Capítulo 111: Eu Contra o Grande Impuro? (Parte 2)

Primeiro, Taylor tinha que admitir que não era um bom comandante. No mínimo, ele nunca tinha aberto o manual de estratégia do Império ou o guia de campo da Academia Militar. Provavelmente nunca nem leu, usou ou proveu aquelas páginas.

Na verdade, era bem possível que nunca tivesse tido contato físico com eles. A versão digital, então, nem se fala. Portanto, em comandos de larga escala, Taylor não era exatamente um especialista.

Ele admitia isso, e por isso estava encarando o mapa estratégico como se estivesse diante de um quebra-cabeça cósmico.

Para que diabos aquilo servia? Aqueles símbolos e letrinhas malditas... O inimigo estava logo ali, e ele precisava mesmo ficar olhando isso?

Ele perguntou:

– O Frankenstan está consertado?

Roland respondeu:

– Dá pra mover, mas o lança-chamas quebrou.

– Então vamos. Não quero ficar aqui.

Taylor falou com sinceridade.

– E me traz um café e um sanduíche. Esses remédios me deixaram com fome, sede e a cabeça latejando.

A Ratling respondeu animada:

– Sim, senhor!

A suboficial Katy subiu no veículo e ligou o motor. Roland limpava sua arma meltagun enquanto o 15º Esquadrão se preparava.

Mas, antes de entrarem, um oficial perguntou:

– Senhor, qual é o código da operação? Precisamos preencher os formulários para o Departamento Militar, informando o consumo de munição...

Taylor pensou por uns míseros segundos e respondeu:

– O código é: Vai se foder, mapa estratégico! Tô lutando contra um Grande Demônio, e você quer relatório?!

O oficial respondeu, sério:

– Sim, senhor. Vou registrar exatamente assim.

Taylor franziu a testa. Essa reação não estava certa!

Ele ia reclamar, mas o Frankenstan já começou a se mover. Ele gritou:

– Esse idiota vai mandar um relatório cheio de insultos pro Departamento Militar! Volta lá, essa porra vai–

Nesse momento, o rádio tocou. A voz de Tycus vinha cheia de raiva:

– Vai cair no meu colo!

– Aqueles imbecis deviam estar loucos pra te colocar no comando! Mas, por mais que eu odeie admitir, você é a única opção.

– Taylor, ouça bem: eu resolvo sua logística, e você resolve esse problema. Se não, nem pense em voltar!

A comunicação foi cortada abruptamente. Taylor ficou pálido:

– Eu sabia! Eu sabia!

– Agora temos que lidar com DOIS monstros: o Tycus puto da vida e um Grande Impuro enraivecido!

Roland tentou ser justo:

– As freiras e aqueles Astartes estranhos estão lidando com milhares de demônios. Comparado a isso, nosso trabalho nem parece tão assustador.

Taylor concordou:

– É verdade. Pelo menos temos isso.

Ele falou no rádio:

– Setor D3, bombardeio programado, agora!

No instante seguinte, projéteis caíram como trovões, explodindo desde as colinas distantes. O poder do ataque foi tão grande que até o demônio frenético parou por um momento.

Seu corpo foi dilacerado, mas Taylor já gritou:

– Equipes de assalto, avançar!

Vários veículos Chimera, carregando soldados com lança-chamas, avançaram sem medo. Eles confiavam no plano do herói do Império e, mesmo diante da morte, se aproximaram do Grande Demônio enquanto seu corpo se regenerava.

Parte das pessoas foram mortas pelo veneno, outras esmagadas, mas a maioria conseguiu acender as chamas. Serpentes de fogo gigantes surgiram do chão, fazendo o enorme "irmão gordo" — inflamável, mas intragável — arder em chamas.

Os gritos de agonia ecoavam, atraindo o olhar de demônios distantes. Mas Taylor não era homem de piedade. Ele ordenou:

— Pelotão de infantaria, fogo! Esquadrão Riemannus, disparem o canhão principal!

Assim que os soldados com lança-chamas Chimera se retiraram, rajadas de laser saíram das trincheiras. À distância, os pesados Riemannus Smashers começaram a atacar sem hesitação.

O estrondo era constante, a carne se desfazia. Logo, o monstro não passava de um esqueleto — a gordura derretida, deixando apenas "resíduos oleosos" no chão e uma estrutura negra, com meio crânio ainda preso.

Dieta radical...

Mas Taylor, cauteloso, avisou:

— Esquadrão Valkyria, soltem as bombas.

No instante seguinte, aeronaves sobrevoaram o céu. As bombas de 500 kg que carregavam reduziriam o demônio a pó, enviando-o de volta ao Caos, para o encontro com seu maldito "pai".

Taylor não conteve o desprezo:

— Que volte para a panela de onde saiu! Este é o mundo dos mortais!

Porém, naquele momento, pequenos objetos cinzentos subiram pelos ares — as asquerosas aeronaves dos demônios de Nurgle, moscas pestilentas revestidas de metal corroído.

Suas metralhadoras tóxicas derrubariam facilmente as aeronaves do Império. O rosto de Taylor ficou tenso. Ele não tinha certeza se os bombardeiros conseguiriam passar por aquilo.

— Garota Ratling, consegue acertar essas coisas?

A atiradora esfregou o nariz, confiante:

— Moscas? Deixa comigo! Até a cozinha mais imunda tem seu dia de faxina.

Taylor virou-se para o próximo:

— Roland, pegue os projéteis explosivos e cubra o céu. Garanta que as bombas caiam.

O homem robusto acenou e começou a disparar. Uma a uma, as aeronaves inimigas caíam. Mesmo assim, Taylor não ficou tranquilo.

Ergueu sua arma de plasma, observando o horizonte. Quando os bombardeiros estavam prestes a passar sobre o demônio imóvel, ele avistou uma pequena aeronave.

Imediatamente, apontou. Não podia errar. Mas acertar um alvo tão pequeno, a dezenas de metros, era um desafio absurdo.

Prendeu a respiração. Disparou. Talvez fosse o efeito dos opioides e da adrenalina, mas seu tiro foi preciso e mortal, uma calma quase sobrenatural.

O projétil de plasma raspou a cabeça do demônio enquanto a nuvem em forma de cogumelo se elevava. Taylor observou por um longo momento até ter certeza.

— O demônio está morto. Vamos ajudar as Irmãs de Batalha!

Ele suspirou aliviado e caiu de exaustão. Mesmo assim, ainda não sabia como resolver a infestação de demônios dali.

Todos sabiam que as fendas do Caos eram difíceis de fechar. Ele até suspeitava que o destino daquele lugar seria uma Ordem de Extermínio...

Ordem de Extermínio...

O que a Senhora Letrina pensaria, vendo seu mundo natal destruído?

Enquanto isso, dentro de Frankstein, as comunicações fervilhavam com agradecimentos e celebrações. O povo vibrava por ter derrotado o maior inimigo da humanidade.

Mas o desconforto de Taylor persistia.

A batalha tinha sido mesmo tão simples?

Ao se aproximar do campo de batalha das Irmãs, ele se deparou com cenas de cair o queixo.

O chão estava coberto de membros demoníacos. Como essas criaturas se dissipavam após a morte, aquilo era apenas o que restara dos feridos. Uma camada de carne e ossos amassados cobria o solo, difícil de descrever.

Sob as esteiras dos veículos, a matéria orgânica se espalhava. Mais adiante, em um estranho altar triangular, Taylor avistou os Cavaleiros Cinzentos e as Irmãs.

Demônios incontáveis emergiam de um portal que tingia o mundo de um verde sombrio. A morte e o desespero pairando no ar.

Um dos Cavaleiros Cinzentos, diante daquela visão, revelou às Irmãs o único meio de salvar seu planeta:

O sacrifício de sangue leal e puro.

Sim, os Astartes estavam usando as Irmãs como oferenda.

Elas cortavam seus próprios ventres, deixando o sangue escorrer de seus corpos imaculados para cobrir a pirâmide profana.

No topo da estrutura marrom, uma fenda roxa continuava a cuspir demônios. Três Cavaleiros e algumas Irmãs mais velhas lutavam desesperadamente.

Será que essa era a única alternativa à Ordem de Extermínio?

Taylor refletiu, embora a maioria dos soldados do Império jamais aceitaria aquilo...

Agora, alguns demônios fugiam para o Caos ao perder um membro.

Porque morrer pelas mãos dos Cavaleiros Cinzentos ou das Irmãs era o fim. Os pedaços cortados rolavam pela pirâmide, transformando-se naquela...

Substância nojenta.

Enquanto isso, o ritual seguia, mais macabro que os cultos hereges.

Os corpos das Irmãs eram dispostos no altar, formando um contorno, enquanto os Cavaleiros usavam seu próprio sangue para traçar um símbolo antigo e misterioso.

Um deles ergueu o olhar para Taylor. O capacete ocultava sua expressão, mas o homem sentiu um estranho elogio naquele gesto.

Foi então que a próxima a entrar no altar fez seu coração se contrair.

Letrina.

Ela havia limpado sua armadura e agora estava no centro do altar, cortando seu próprio pulso. O sangue escorria.

Uma energia branca e fria envolveu as ruínas. O portal demoníaco começou a se fechar.

Taylor não conseguia acreditar:

— O que você está fazendo? Está... usando a alma delas para selar a fenda?

O Cavaleiro Cinzento respondeu, impassível:

— É um sacrifício necessário.

— Um mundo inteiro ou algumas almas leais.

— A Senhora Letrina escolheu o que considerou correto.

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