Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 42 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 42

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Ele logo percebeu que algo estava errado. Aqueles meteoros não eram fenômenos naturais, mas sim armamentos dos orks atacando em massa.

— Cápsulas de desembarque? — Taylor achou estranho. — Aquilo são cápsulas de desembarque?!

— Estão vindo na nossa direção. São Astartes? Os Anjos do Imperador?

Um sorriso surgiu no rosto de Taylor.

— Parece que vamos ser salvos. Os Astartes estão descendo!

A Inquisitora, porém, franziu a testa.

— Nunca ouvi falar de reforços chegando. Seria algum grupo em patrulha nas redondezas? Talvez os Anjos Sangrentos?

Mas o sorriso de Taylor desapareceu. Ele olhou para as cápsulas e o rosto ficou pálido.

— Não... não pode ser...

O Cabo Kady perguntou:

— O que foi, chefe?

— Essas cápsulas não são do Império. Aquelas coisas vermelhas têm pernas embaixo.

A Inquisitora ficou séria.

— Garras do Inferno... Esse modelo foi descontinuado desde a Grande Revolta. Se ainda existem hoje...

— Como são as cápsulas? — perguntou com urgência.

— Vermelhas. Com caveiras, enfeites exagerados e o símbolo de um machado.

O rosto da Inquisitora escureceu.

— Eles são... os Devoradores de Mundos!

Capítulo 66 – Os Grandes "Devoradores"

Muito antes de o Sagrado Imperador me convocar, eu já vagava pelas estrelas sombrias por cinco gerações. E eu posso te dizer uma coisa:

Nesta galáxia infestada de monstros, criaturas tão repulsivas que um simples olhar é capaz de parar o coração de um homem, nenhuma mente mortal está preparada para a depravação insana que os xenos trazem.

Então, se quisermos sobreviver neste universo assustador... quando o Sábio precisou criar sua própria versão do mal, quem poderia culpá-lo?

— Kolarok Jaak Hahrog

Mercador Imperial Legalizado

Registro sobre a 13ª Frota de Expedição "Sangrenta", 895.M30

Os Devoradores de Mundos nasceram em um tempo antigo. Eles já foram a espada do Imperador. Agora, são uma faca apontada contra o próprio Império.

Traidores. Astartes do Caos. Anjos Caídos. Eles têm muitos nomes... mas o mais antigo, o que quase ninguém mais menciona, é simples:

Os Cães de Guerra.

Mas hoje, eles abandonaram esse título. Sob o comando de um Primarca demoníaco, eles trabalham sem descanso para destruir o Império decadente.

No campo de batalha, Kossolax limpou o sangue de sua armadura. Seu machado serrilhado cortou ao meio o líder ork que antes desafiava Taylor.

Ele ergueu a arma, ainda empalando o corpo do ork, e os chifres de latão em seu capacete rasgaram o que restava do alienígena. Sangue respingou sobre ele.

Ele saboreou a chuva de Armageddon, a morte, a fúria. Os Devoradores haviam retornado.

Mas ele não ficou satisfeito.

— Se este mundo só tem lixo assim, então minha vinda foi inútil.

— Eu vim porque ouvi falar de um grande WAAGH! e de tropas imperiais resistentes. Não para brincar com esses idiotas.

Ele esmagou cabeças de orks sob seus pés e olhou para seus guerreiros descendo do céu.

— Eu já estive aqui. E sei que este mundo tem mais valor do que parece.

— Agora que toquei o solo de Armageddon novamente, darei um presente ao meu pai.

— SANGUE AO DEUS DO SANGUE! CRÂNIOS AO TRONO DE CRÂNIOS!

Kossolax olhou para o horizonte. Como se seguisse o vento da guerra, ele sentiu para onde deveria ir.

Seus olhos se fixaram em uma floresta densa à distância. Era a linha de defesa humana. Ele sempre preferiu matar seus "irmãos de sangue" a xenos.

Seu corpo gigante avançou... mas ele subestimou a resistência dos orks. Alguns deles, ainda vivos, rastejaram em direção à selva equatorial...

Na floresta, Taylor tremia. Ele sabia o que eram os Devoradores de Mundos. Sabia o que eles significavam.

Morte. E dor.

Eles eram uma Legião fundadora. Astartes lendários.

E ele?

Taylor pensou consigo mesmo.

— Sou apenas um coitado que ganha 12 thrones por mês. Por que diabos eu deveria arriscar a vida?

Mas ele não tinha escolha. Se aqueles monstros chegassem, tudo estaria perdido.

— Que azar é esse?

Mesmo que os Astartes do Caos fossem mais numerosos que os leais, eles não eram tão comuns assim.

Taylor só podia recorrer ao que sabia fazer: cavar trincheiras, atirar e se esconder rápido, memorizar o terreno, encontrar rotas de escape e minimizar perdas.

O Pelotão 15 entendeu na hora.

Eles não eram especialistas, mas já tinham experiência. Trincheiras, sacos de areia, folhagem para camuflagem...

A Inquisitora ficou impressionada.

Ver uma unidade de infantaria comum demonstrar táticas de guerrilha comparáveis a tropas de elite era... incomum.

Agora ela entendia como eles tinham resistido tanto tempo contra os Guardas da Morte.

Ela queria ajudar, mas percebeu que não conseguia acompanhar as decisões de Taylor.

Não por falta de conhecimento, mas porque sua estratégia era feita na hora.

Ela finalmente entendeu: o que vira antes não era o "forte" do Regimento 15.

Taylor parou de carregar sacos de areia e olhou para ela.

— O que foi? Por que está rindo?

— A grande Inquisitora gosta de ver brutos como nós construindo barricadas?

— Aprender nunca é demais. É um antigo provérbio de Terra — ela respondeu.

Taylor esfregou o nariz.

— O que há para aprender? Isso aqui é coisa de guerra!

Resmungando, ele largou o saco no chão.

A verdade era que Taylor nunca havia estudado táticas militares.

Ele só sabia duas coisas na guerra: sobreviver... e matar.

A melhor tática para os irmãos de armas era se dividirem em grupos de três — um cobrindo enquanto os outros dois avançavam, ou os três se apoiando mutuamente com fogo cruzado.

Outra regra importante: atirar e mudar de posição imediatamente. Combinado com o faro tático de Taylor — tão afiado que até um Astarte ficaria impressionado —, isso o tornava um adversário irritantemente eficaz em qualquer terreno.

O problema era que seu pelotão era pequeno demais. Mesmo somando os caçadores de orks rebeldes, ele só tinha quarenta combatentes decentes.

A menos que cada um deles conseguisse matar um Astarte do Caos, estariam em desvantagem numérica.

Um frio pessimista subiu pela espinha de Taylor. Ele sabia que as chances eram mínimas, mas mesmo assim organizou as defesas.

Foi então que ouviu o barulho de folhagem sendo esmagada na floresta — algo barulhento e desengonçado, definitivamente não era um Astarte.

Orks?

Nessa hora?

Ele ergueu a arma e afastou a cobertura do abrigo, avistando uma horda de criaturas verdes marchando com bandeiras brancas e gritando:

— Enlatado ruim! Enlatado ruim!

Orks sabiam distinguir o bem do mal? Não, eles julgavam pelo fato de alguém servir ou não os deuses do Caos.

Como diabos até orks entendiam que os Quatro Deuses eram canalhas, enquanto no Império ainda havia gente querendo se juntar a eles?

Será que cérebros humanos valiam menos que os desses brutos?

Taylor trocou olhares perplexos com seus companheiros.

— O que vocês acham? Verdade ou armadilha?

A soldado ratling respondeu:

— Chefe, eles estão machucados.

Taylor, cauteloso, retrucou:

— Pode ser um truque. Não subestime a esperteza deles.

Virando-se para a inquisidora, perguntou:

— Senhora Inquisidora, consegue ler as memórias deles?

O rosto bonito da mulher ficou sombrio.

— São xenos...

— Só um rápido, como um detector de mentiras — insistiu Taylor.

Ela suspirou. Seus olhos brilharam com poder psíquico por um instante antes de responder:

— Eles viram os Astartes... Maldito seja, e tem mais um monte de coisas estranhas...

Taylor ergueu a arma e gritou para os orks:

— O que vocês querem?

Imediatamente, os verdes se jogaram no chão, berrando:

— Chefe morreu! Nós quer novo chefe!

— Nós quer esmagar enlatado ruim!

Capítulo 67: Eu, Chefe de Guerra (Parte 1)

A inquisidora ia ter pesadelos.

Era a primeira vez que via orks sendo comandados pela Guarda Imperial. Será que ler as memórias deles tinha causado alucinações?

Ela esfregou os olhos, mas não havia dúvida — aquelas criaturas verdes carregando sacos de areia e montando armas improvisadas eram orks de verdade.

Virou-se para Taylor, incerta:

— Isso... está certo?

O acampamento, agora expandido, fervilhava de atividade. Eles construíam depósitos de munição e áreas de armazenamento, enquanto Taylor — usando um chapéu roubado de um chefe ork — parecia mais um líder de guerra verde do que um humano.

Ele ergueu os olhos e respondeu:

— Certo ou errado? O que nos mantém vivos é certo. Se os orks são úteis, eu uso.

A inquisidora franziu a testa.

— Você parece... feliz.

— Claro que estou! São reforços! — Taylor deu uma risada quase desesperada. — Olha só, agora sou... um chefe ork...

Sua voz tremeu. Ele sabia muito bem o que isso significava.

Ser um chefe ork significava que outros verdes tentariam derrubá-lo. Em apenas nove minutos no comando, ele já havia abatido três candidatos ao posto.

Mas, entre orks e Astartes do Caos, a escolha era óbvia.

A única boa notícia era que os caçadores de orks finalmente o respeitavam. Irônico, já que agora eles pareciam mais selvagens que os próprios orks.

Taylor até suspeitava que seu novo "título" era o motivo — os caçadores só seguiam os fortes.

Pelo menos todas as forças na floresta estavam sob seu controle. O lado ruim? Um humano comum jamais conseguiria dominar esse poder por muito tempo.

Mas logo isso mudaria.

Os inimigos chegaram.

No momento em que os Astartes do Caos adentraram a floresta, o barulhento acampamento caiu em silêncio absoluto.

Taylor acionou um alarme camuflado que imitava o som de insetos. Os orks se esconderam nas trincheiras com eficiência militar.

Sem perceber, ele havia suprimido a natureza bagunceira deles. E os verdes, vendo suas armas — a lâmina de Catachan, a adaga de Kroot —, só confirmaram sua convicção:

Aquele humano era um chefe digno!

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