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Tradução pronta The Prince of Tennis: The Quincy of Rikkai University / O Príncipe do Tênis: O Quincy da Universidade Rikkai: Capítulo 34

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— Que técnica é essa? Nunca vi nada parecido…

— Isso dá pra chamar de tênis de ensino fundamental?

— …

A maioria do público nos últimos anos não conhecia Echizen Nanjiro, o "Samurai" que brilhou brevemente no cenário mundial do tênis. E muito menos conheciam o lendário [Domínio de Nanjiro]. Mas para quem viveu a era de Echizen, o [Domínio] executado por Tezuka Kunimitsu foi como um choque.

Na área técnica da equipe de Yamabuki, o técnico Kanta Banji olhava para Tezuka com uma expressão perplexa, sem palavras para descrever o que sentia. No instante em que o garoto usou o [Domínio], ele reconheceu imediatamente a origem daquela técnica.

— Incrível… Um garoto do ensino médio nesse nível…

Banji lançou um olhar amargo para Ryuzaki Sumire, sentindo que a velha treinadora do time rival tinha sorte demais. Primeiro Nanjiro, agora esse Tezuka. Como podiam todos os talentos irem parar nas mãos daquela mulher? Seu time tinha bons jogadores, é claro, mas nada comparado a esse garoto capaz de usar o [Domínio].

O [Domínio]!

Banji suspirou, sentindo que o destino lhe negava sorte. Com um jogador como Tezuka, Yamabuki não seria eliminado já na primeira rodada do torneio nacional todo ano. Mas, refletindo melhor, ele se conformou: ter um talento como aquele desperdiçado numa escola como Seigaku era quase um pecado, igual aos anos perdidos de Nanjiro.

Do outro lado, Ryuzaki Sumire pareceu sentir o olhar invejoso de Banji. Voltando-se, ela encarou o rival e soltou um sorriso sutil, mas suficiente para provocar.

Na quadra, o quinto jogo começou com Tezuka sacando novamente. O saque era igual aos anteriores, sem variações. Do outro lado, Kintarou Sengoku continuava sua estratégia arriscada, usando sua visão ágil para tentar cansar Tezuka.

Mas nada funcionava.

Desde a primeira bola, Tezuka não precisou se mover do lugar. Não importava se era um lob, um drop shot ou um smash — todas as bolas eram atraídas para ele como por magia. O [Domínio].

[Toc!]

A bola quicou e saiu da quadra, finalizando o quinto jogo.

— Game, Tezuka vence, 5 a 0.

Kintarou respirava pesado, exausto. Contra o [Domínio], não havia o que fazer. Enquanto ele corria de um lado para outro, Tezuka mal se mexia. A diferença de desgaste era brutal.

Banji já não sorria mais. A derrota era inevitável, e os próximos jogos dependeriam da misericórdia de Seigaku.

[Toc! Toc! Toc!]

O jogo seis foi rápido. Kintarou, no limite, mal conseguia reagir.

40 a 0. Ponto de jogo.

No saque de Kintarou, Tezuka rebateu com um simples passing shot em linha reta. Kintarou alcançou e devolveu com um backhand.

Desta vez, Tezuka não usou o [Domínio]. Em vez disso, avançou para a rede e, com um movimento suave de backhand, executou um drop shot perfeito.

A bola caiu lentamente do outro lado. Kintarou correu, mas quando chegou, a bola já não pulava mais — rolava suavemente até a rede.

Silêncio.

— Jogo encerrado. 6 a 0. Vitória de Tezuka Kunimitsu.

Com essa vitória, Seigaku começava sua revanche após duas derrotas.

— Que exibição desnecessária — comentou Sanada Genichirou, abanando a cabeça. — Usar o "Drop Shot Zero" no último ponto foi pura ostentação.

— Talvez ele quisesse deixar claro a diferença entre eles — sugeriu Makoto Yuushi. — Mostrar que nem precisou se esforçar.

Ele pensou por um instante e percebeu que, às vezes, agia da mesma maneira. Lancou um olhar discreto para Sanada, mas o rosto do colega permanecia inexpressivo.

Na quadra, os jogadores cumprimentaram-se.

— Perdi de novo… Hoje não é meu dia de sorte — disse Kintarou, com um sorriso cansado.

Tezuka apertou a mão dele brevemente.

— Foi um bom jogo.

Capítulo 50 - A Virada: O Fim da Primeira Rodada

— Ei, cara, isso foi meio pesado, não acha? — Sengoku Kiyosumi ficou sem palavras. O que significava aquele "jogou bem"? Que ele tinha sido massacrado por 6 a 0?

— Teremos outra chance de nos enfrentar. — Kunimitsu Tezuka respondeu de forma breve antes de se virar e seguir para o banco da equipe de Seigaku, onde foi recebido pelos outros membros.

— Muito bem, Tezuka. — A treinadora Ryuzaki Sumire sorriu satisfeita. Ela confiava plenamente no capitão, e o jogo tinha transcorrido exatamente como esperado: uma vitória sem sustos.

— Agora é sua vez, Syusuke. — Ela olhou para trás, direcionando-se ao jogador que já havia terminado seu aquecimento. — Está na hora de contra-atacarmos.

— Pode deixar, eu... — Syusuke Fuji franziu os olhos em um sorriso tranquilo, mas depois fez uma pausa, abrindo lentamente os olhos azuis e completando: — Já esperei tempo demais por isso.

Sem mais delongas, ele passou pelos membros de Seigaku e entrou na quadra.

Agora era a hora da revanche.

(Nota: Os próximos jogos individuais entre Yamabuki e Seigaku não serão descritos em detalhes, encerrando este capítulo diretamente.)

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[Cena Paralela - Atualização do Mangá]

Hoje, 4 de julho, a partida entre os irmãos Echizen começou no mangá, mas novamente o autor, XF, arrumou confusão. Para quem não leu, vou explicar:

Ryoma entrou no estado "Traje Celestial" e acertou um saque, mas Ryoga devolveu e absorveu a técnica. Em seguida, o mangá deu um close em Ryoma, que deixou claro que fez de propósito. O detalhe importante aqui é que ele pode estar abandonando o estilo de tênis do pai, Nanjirou.

Depois de mais alguns rallies, Nanjirou, sentado no banco, desmaiou e caiu perto da linha da quadra, segurando na rede. Os irmãos acharam que era fingimento.

— Você não quer mesmo que eu jogue contra meu irmão, não é? — Ryoma ironizou.

Ryoga foi pior ainda, começou a rir loucamente.

Mas no fim, Nanjirou realmente passou mal – descobre-se agora que ele tem um aneurisma cerebral. Foi Medanoreu quem correu para ajudá-lo, chamando Fuurio para pedir uma ambulância. Agora os irmãos estão em choque.

O jogo foi suspenso, e a dupla 1 entrou em quadra antes. O capítulo termina aí.

Só posso dizer: que confusão sem sentido. XF fez de tudo para adiar o confronto entre os irmãos Echizen.

Mas se é a segunda partida individual, por que precisa ser o destaque principal?

Agora uma piada terrível que lembrei: um fã já brincou que o jogo entre os irmãos Echizen vai do Ano do Dragão até o Ano do Cavalo... porque o nome do protagonista é Echizen Ryoma (Ryoma = Dragão + Cavalo).

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— Agora começará a segunda partida individual! — anunciou o árbitro.

Na rede, Syusuke Fuji já estava posicionado, enquanto o jogador de Yamabuki, um veterano do terceiro ano, ocupava o lado oposto.

Após o sorteio, Syusuke garantiu o primeiro saque.

Em pouco tempo, o som das raquetes ecoou pela quadra.

Em questão de minutos, ele já vencia por 2 a 0.

Era claro que Yamabuki tinha esgotado seus melhores jogadores nos confrontos anteriores. O oponente atual era ainda mais fraco que os atletas das duplas.

Mesmo se esforçando, diante da diferença de habilidade, não houve milagre.

A derrota de Yamabuki foi ainda mais rápida que a anterior.

Em menos de 20 minutos, o jogo chegou ao fim.

Toc!

Com um movimento preciso, Syusuke executou um "Pássaro de Tsubame" – a bola girou, passou rente à rede e, após quicar, deslizou pelo chão sem saltar, saindo da quadra.

— Game, Syusuke Fuji vence por 6 a 1.

O ponto final veio com um de seus três contra-ataques especiais. Syusuke deixou a quadra sorrindo, após o cumprimento de praxe, e voltou ao banco de Seigaku.

— Bom trabalho, Syusuke — elogiou Ryuzaki.

— O adversário não era dos mais fortes, foi tranquilo — ele respondeu modestamente.

— Incrível, Syusuke! Agora empatamos! — Eiji Kikumaru pulou de animação, totalmente recuperado depois das partidas anteriores.

— Aquele último Pássaro de Tsubame deve ter destruído o moral deles.

Ao ouvir isso, o sorriso de Syusuke congelou por um segundo.

Antes, ele ficaria feliz com elogios assim, mas desde aquela derrota esmagadora para Yukimura, ele sabia que suas técnicas ainda eram amadoras diante de verdadeiros monstros.

Sem que os outros percebessem, ele olhou em direção a Rikkaidai, até que seus olhos encontraram os de Yukimura.

— Hmm?

Yukimura sentiu o olhar e virou-se, travando contato visual com Syusuke. A expressão do jogador de Seigaku estava séria, como se transmitisse uma mensagem.

"Interessante... Ainda está remoendo aquela derrota." Yukimura captou o sentimento por trás daquele olhar.

Levantou a mão esquerda e acenou casualmente, deixando Syusuke surpreso – ele não esperava ter sido percebido num instante.

— Só falta uma partida. Se vencermos, avançamos — disse Oishi, tenso.

— Relaxa, Oishi. Eu me preparei totalmente para isso — respondeu Inui, tranquilo, enquanto ajustava os óculos.

Inui Sadaharu era o escolhido para o jogo decisivo, e ele não pretendia decepcionar.

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