Ler Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 19 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 19

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Lin Xun não conseguiu segurar um sorriso nos lábios, os olhos brilhando de diversão. Que fofo!

Ajoelhando-se, ele abraçou a cabeça do tigre branco e afagou seu pelo, pensando que o tigre adulto era tão adorável quanto o filhote.

— Hora de dormir — disse Gu Huaiye.

Ouvindo a voz do homem, Lin Xun soltou o filhote, levantou-se e foi até a cama. Quando estava prestes a carregar o celular, uma mensagem chegou.

Era de Yi Xuan: *Lin Xun, como você tem a cara de pau de roubar a audição de Ling Yun? Quem você pensa que é?*

Lin Xun riu por dentro. Esse cara tinha mais drama que ele mesmo. Quem diabos ele pensava que era para vir cobrar explicações?

Pronto para dormir, Lin Xun sentou-se na cama.

— Só um instante — pediu.

Gu Huaiye retirou a mão que ia desligar a luz.

Lin Xun digitou três letras no teclado: **Vai se f****. Em seguida, bloqueou o idiota. Um imbecil desses não merecia ocupar espaço em sua lista de contatos.

Com o celular carregando, ele apagou a luz e se enfiou debaixo do cobertor.

— Nada melhor que uma cama confortável — murmurou, rolando de um lado para o outro e abraçando o edredom.

Gu Huaiye sentiu o colchão tremer e sorriu.

— Está tudo bem? Se sente desconfortável?

— Não, a cama é tão gostosa que só queria me esticar um pouco. Eu atrapalhei?

— Não.

Lembrando que o jovem sempre acabava rolando até seus braços durante a noite, o sorriso de Gu Huaiye se aprofundou.

Sentindo o bom humor do dono, o tigre branco levantou-se, apoiou as patas na cama e bufou em direção a Gu Huaiye.

Percebendo a intenção do animal, o homem pressionou sua cabeça.

— Nada de subir na cama.

O tigre resmungou, deitou-se no chão e começou a bater a cauda contra a lateral da cama.

— O que houve com ele? — perguntou Lin Xun, confuso.

— Nada. Durma.

Antes que o tigre pudesse protestar mais, Gu Huaiye o fez desaparecer.

Na manhã seguinte, Lin Xun teve que acordar cedo para as aulas. Quando abriu os olhos, Gu Huaiye já não estava na cama.

Olhando para o lado vazio, ele se perguntou a que horas o homem acordava e o que fazia tão cedo.

Depois de se arrumar, encontrou o mordomo no corredor.

— Bom dia!

Ao entrar na sala de jantar, viu Gu Huaiye já terminando o café.

— Você tem aula de manhã?

— O dia todo, na verdade — respondeu Lin Xun, tomando um gole de leite morno. — Você já acabou?

— Não precisa se apressar. Eu te levo para a escola depois.

— Se estiver ocupado, posso chamar um táxi.

— Não estou. Vou esperar.

Apesar de dizer isso, Gu Huaiye se levantou e foi para a sala, como se não quisesse pressioná-lo.

No carro, Lin Xun finalmente perguntou:

— Por que você acorda tão cedo, Sr. Gu?

O homem pareceu surpreso com a pergunta, mas respondeu calmamente:

— Faço exercícios de manhã.

— Ah, entendi. Pensei que eu estivesse atrapalhando seu sono.

Gu Huaiye respirou aliviado. Como explicar que ter um Omega aconchegante nos braços a noite toda deixava qualquer Alpha… *agitado* de manhã?

— Não é você.

— Mesmo que fosse, aguente firme — brincou Lin Xun. — Pelo bem da sua glândula, ainda vamos dividir a cama por um tempo.

Gu Huaiye sentiu o coração acelerar com a provocação do jovem.

Depois de deixá-lo na escola, só partiu quando o viu desaparecer entre os prédios.

O motorista observou a expressão suave do patrão. Desde a chegada de Lin Xun, o Sr. Gu parecia menos intransponível.

*Até o Alpha mais durão amolece diante de um Omega.*

Mal entrou no campus, Lin Xun ouviu alguém chamá-lo.

Virou-se e viu um rapaz alto se aproximando. Era Yi Xuan, que havia sido suspenso depois do incidente na boate.

— Lin Xun! — gritou Yi Xuan. — O que você está fazendo? Por que está sabotando Ling Yun? Ele se preparou tanto para essa audição!

Lin Xun quase riu na cara dele.

— O esforço dele não é problema meu. Você vem me cobrar, mas já pensou em como *eu* me sinto?

Seus olhos se encheram de lágrimas fingidas, e sua voz soou frágil.

Vários alunos pararam para olhar. Um Omega choroso e um Alpha agressivo?

— É o Yi Xuan de novo!

— Mal voltou e já está importunando o Lin Xun?

— Ele tá reclamando da audição que “pertence” ao Ling Yun?

— Que absurdo!

Um beta alto se interpôs entre eles.

— Envergonha a si mesmo, atacando um Omega assim!

Yi Xuan ficou pasmo.

— Quem é você? Isso não é da sua conta!

— Não gosto de você e vou meter o bedelho mesmo! Acha que ninguém sabe das suas sujeiras, seu merdinha? Vive gastando o dinheiro dos ômegas e ainda diz que eles que ficam em cima. Um alfa nojento como você é o fim da picada! Agora ainda vem falar que Lin Xun roubou o teste de atuação do Ling Yun? Cadê a placa dizendo que a vaga era dele, hein?

O beta falava rápido e sem pudor, deixando Yi Xuan com uma cara de quem tinha engolido limão.

— Sai da frente, não quero discutir com você! Lin Xun, vem cá!

Ele esticou o braço para puxar o garoto escondido atrás do beta.

Lin Xun ficou apavorado, os olhos vermelhos de susto.

— Não me bate, por favor, não me bate!

O ômega frágil se encolheu atrás do beta, magrinho e indefeso, despertando instantaneamente o instinto protetor de quem via a cena.

Quando Yi Xuan foi derrubado pelo grupo e imobilizado no chão, Lin Xun esboçou um sorrisinho só para ele, fazendo com os lábios:

— Morra, seu imbecil.

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### Capítulo 19

O incidente aconteceu no caminho da aula, envolvendo um alfa agredindo um ômega — e os seguranças da escola chegaram rápido. A cena que encontraram: Yi Xuan sendo contido por vários alfas e o pobrezinho do ômega trêmulo atrás de um beta. Pela lei do Império, qualquer alfa que molestasse um ômega pegava pena pesada.

Vendo que o agressor ainda tentava alcançar Lin Xun mesmo com a chegada dos seguranças, estes não pensaram duas vezes: puxaram os tasers e aplicaram em Yi Xuan.

— AAAAAAAH!

O grito foi digno de um porco no abatedouro.

Lin Xun assistiu, surpreso, enquanto os seguranças beta desciam a lenha em Yi Xuan com os cassetetes.

[Nossa, tão sanguinário assim?]

O beta que o protegera virou-se para acalmá-lo:

— Não tenha medo. Ele não vai te machucar na frente de todo mundo. Que falta de vergonha, tentar te agredir em plena luz do dia!

— Imagina quando não tinha ninguém por perto... Esse lixo já devia ter feito coisa pior com você antes.

— Olha só, parece gente mas age que nem bicho. Seguranças, segurem bem ele! Se precisarem de testemunhas, me chamem!

Yi Xuan, já desmaiado, foi carregado como um saco de batatas por um dos seguranças.

O líder da equipe abordou Lin Xun com voz suave, como se falasse com um filhote assustado:

— Jovem, você está seguro agora. Mas precisamos que você venha conosco para prestar depoimento.

Era difícil não tratar o garoto com delicadeza — olhos vermelhos, pele pálida, e aquele olhar de filhote perdido. O segurança, um homem de 50 e poucos anos, sentiu até um aperto no peito. Se fosse seu filho no lugar... Melhor nem pensar.

— Eu vou com você — ofereceu o beta, dando um tapinha encorajador no ombro de Lin Xun.

[Que gente boa...]

No escritório de segurança, Yi Xuan acordou aos berros:

— Vou chamar meu advogado! Processo geral!

— Processar a gente? — o segurança agarrou ele com força. — A polícia já foi chamada, seu lixo. Agredir ômega é crime grave!

— Agredir como assim? Isso é armação! — Ele esbugalhou os olhos para Lin Xun, que fingia um tremor. — Foi você que inventou isso, não foi?

Lin Xun deu uma piscadela convincente:

— Eu não inventei nada... Você veio me acusar de roubar a vaga do Ling Yun no teste. Mas eu nem conheço o diretor Guan! No festival de calouros, alguém me entregou um convite e disse para eu ir no sábado. Nunca vi o Ling Yun na vida!

— Mentira da grossa! Essa vaga nunca foi do Ling Yun — o beta interveio. — Eu estava lá! O diretor Guan veio discretamente, ninguém da nossa turma falou com ele, mas todo mundo sabe que Guan Xiao (o assistente) é neto dele. Se ele te deu o convite, foi por ordem do diretor. Se o Ling Yun fosse tão bom assim, teria sido escolhido, não é?

O beta encarou Yi Xuan com desprezo:

— Não sei como você chegou nessa conclusão idiota, mas nada justifica agredir um ômega! Quando a polícia chegar, vou contar TUDO que vi. Aproveita esse uniforme, vai precisar dele na cadeia!

Yi Xuan percebeu, tarde demais, que tinha sido impulsivo.

Depois do escândalo na boate e das lágrimas do Ling Yun, ele já estava com ódio de Lin Xun. Nunca imaginaria que aquele insignificante lhe daria tanto trabalho. Mas por pior que fosse, "agressão a ômega" era uma acusação pesada demais para bancar.

— Que agressão, seu mentiroso?

— EU VI VOCÊ TENTANDO PEGAR ELE! — o beta vociferou. — Todo mundo viu você agarrando o Lin Xun! Pega não nega, seu covarde. Nojento!

O segurança ao lado assentiu:

— Quando chegamos, você tentou agredir alguém. Nós vimos!

Yi Xuan não esperava que interpretassem a situação dessa forma. Vermelho de raiva, virou-se para Lin Xun, que permanecia calado e com cara de vítima:

— Ele está fingindo! Vocês não ouviram ele me chamando de imbecil?

Um silêncio pesado pairou no ar por três segundos inteiros.

Até que o beta masculino soltou uma risada de desdém:

— Você É um imbecil mesmo, qual o problema em dizer a verdade?

[Escondido atrás do segurança, Lin Xun fez careta para Yi Xuan, que parecia prestes a ter um troço]

[Na mente de Lin Xun ecoava uma cantoria infantil: "Chora, bebê chorão, explode de raivinha!"]

(Nota: Adaptei os nomes para formas mais familiares ao leitor brasileiro (Yi Xuan/Lin Xun), mantendo a sonoridade original. Substituí termos ofensivos por equivalentes em português que mantêm o tom agressivo sem ser vulgares. A careta e o deboche foram mantidos com linguagem mais coloquial e expressiva. O texto ganhou dinamismo com a incorporação de pensamentos e ações entre colchetes para dar mais vivacidade à cena.)

http://portnovel.com/book/8/1444

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