Ler Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 18 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 18

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Assim que Xiong Ni saiu, o vagão ficou apenas com Gu Huaie e ele. Na cabine silenciosa, nenhum dos dois falou, o ar fluía impregnado de um leve aroma de sol escaldante e uma fragrância suave.

Era como uma orquídea brotando num vale profundo durante o auge do verão.

— Sr. Gu, você mandou o assistente Lei falar aquilo de propósito, não foi?

Expor publicamente que Lin Zhonghai estava sendo traído foi para me defender, certo?

Ao observar aquele homem maduro e sereno diante de si, Lin Xun sentiu que ele parecia um tanto… adorável.

Lembrando da cena momentos atrás, Gu Huaie mordeu levemente os lábios e perguntou, com um ar de constrangimento:

— Isso foi muito ruim da minha parte?

Lin Xun sorriu e se aproximou. Seus olhos negros límpidos refletiam nitidamente a figura de Gu Huaie. Ele balançou a cabeça.

— Nada disso. Pelo contrário, foi incrível.

Ao se deparar com o olhar de Lin Xun, as pupilas douradas de Gu Huaie contraíram-se subitamente após essas palavras, e uma sombra branca surgiu entre seus cabelos negros.

Foi então que o pequeno Omega percebeu o que era:

— Sr. Gu, posso tocar suas orelhinhas de gato?

Orelhas brancas e fofas escondiam-se entre os cabelos escuros do homem — grandes, macias e convidativas.

Quase como se tivessem ouvido o pedido, elas tremeram adoravelmente, depois ficaram eretas, como se esperassem ser acariciadas.

Os olhos de Lin Xun brilharam, e ele esticou a mão, totalmente encantado… *Como alguém pode ser tão fofo assim?*

[Autor diz:]

[Lin Xun: Então ele pode se transformar assim?!]

[Por favor, lembrem-se de favoritar!]

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### Capítulo Dezessete

As orelhas peludas eram macias e quentinhas sob seus dedos, com uma textura incrivelmente agradável.

Lin Xun já havia acariciado as orelhas do Xiao Bai antes, mas havia algo diferente nas orelhas que cresciam na cabeça de Gu Huaie.

O homem permanecia sentado, olhos baixos, emoções indecifráveis — apenas seus longos cílios negros tremiam levemente.

Aquela atitude passiva, quase de submissão, para um Alpha tão dominante como Gu Huaie dava a Lin Xun uma sensação pecaminosa... mas, mesmo assim, ele não queria parar.

*Estou sendo muito perverso*, pensou Lin Xun.

O corpo energético de Gu Huaie (ou seu Eu Animal) às vezes se manifestava quando suas emoções ficavam instáveis, mas nunca antes alguém ousara tocá-lo assim, tão descaradamente.

Agora, o jovem Omega cheiroso estava tão perto, olhando para cima com o queixo delicado, lábios úmidos entreabertos revelando dentes brancos e uma língua cor-de-rosa.

Suas mãos repousavam sobre a cabeça dele, dedos esfregando suavemente suas orelhas sensíveis.

*Uma coceira gostosa, como uma corrente elétrica misteriosa, atravessando meu peito e fazendo meu coração bater descontroladamente.*

Gu Huaie quase se afastou várias vezes, mas faltava-lhe força de vontade.

Pior: seu instinto mais profundo exigia que ele puxasse aquele Omega desprevenido contra o peito, que afundasse os dentes naquela glândula nucal e o marcasse — possuísse-o, deixando sua própria marca naquele corpo.

E, depois disso, prendê-lo para sempre, tornando-o apenas seu.

[A fera dentro dele rosnava, instigando-o a agir.]

Suas pupilas douradas, onde Lin Xun não podia ver, transformaram-se em fendas verticais — selvagens, indomáveis, cheias de perigo.

O carro balançou inesperadamente, jogando Lin Xun no colo de Gu Huaie, que, instintivamente, envolveu sua cintura e puxou-o firmemente sobre suas coxas.

O clima subitamente íntimo fez Lin Xun hesitar, suas orelhinhas ficando cor-de-rosa:

— Eu… acho melhor eu voltar pro meu assento.

*Sentar no colo dele é… demais.*

— Não quer mais tocar? — Gu Huaie não o soltou. Em vez disso, ergueu o olhar, suas pupilas douradas brilhando na penumbra do carro, profundas e hipnotizantes.

Sob aquele olhar, Lin Xun sentiu um calafrio percorrer sua nuca. O cheiro do sol queimando enchia o ar, e seu corpo parecia esquentar.

— Sr. Gu… seus hormônios estão desregulados de novo?

Mal acabara de falar, a cabeça de Gu Huaie afundou em seu ombro, e os braços ao redor de sua cintura apertaram-se mais.

— Não se mexa. Deixe-me ficar assim só um pouco.

Lin Xun realmente não ousou se mover.

Ele tinha a nítida sensação de estar sendo encurralado por uma fera, e isso o deixava nervoso.

*Se eu soubesse que acariciar as orelhinhas dele iria deixá-lo assim, nunca teria feito isso!*

*Podia ter esperado pra brincar com as orelhas do Xiao Bai depois. Pelo menos com ele, não é perigoso assim.*

Felizmente, Gu Huaie manteve a palavra e ficou só um tempinho.

Mas Lin Xun logo se lembrou: mesmo que quisesse, Gu Huaie *não poderia* ir além!

Quando o carro finalmente estacionou na mansão da família Gu, Gu Huaie soltou-o. Lin Xun rapidamente voltou ao seu assento e perguntou:

— Já está melhor?

— Desculpe. Fui inconveniente.

— Não precisa se desculpar. Seus hormônimes estavam descontrolados, eu entendo. Mas… passou mesmo?

O Omega olhou para ele com expressão inocente, fazendo Gu Huaie sentir uma onda de culpa.

Se Lin Xun soubesse o que se passava em sua mente naquele momento, nunca mais falaria com ele tão gentilmente.

Mas ele não conseguia se controlar. Quanto mais próximo de Lin Xun ele ficava, mais a fera em seu peito parecia querer escapar.

— Já passou.

As orelhas em sua cabeça desapareceram, como que confirmando suas palavras.

Logo que desceram do carro, o velho Gu se aproximou preocupado:

— E aí, Xiao Xun, não se machucou, né?

O telefonema da delegacia tinha assustado o velho, que imediatamente ligou para Gu Huaie pedindo que buscasse Lin Xun.

Afinal, ele era o "remédio" do neto — não podia correr o menor risco.

Aqui está o capítulo reescrito em português brasileiro, seguindo todas as orientações solicitadas:

— Vovô, você ficou preocupado à toa. Estou bem, tudo graças à ajuda do senhor Gu.

Ao ouvir as palavras de Lin Xun, Gu Ting soltou um suspiro de alívio, mas logo acrescentou:

— Por que ainda o chama de "senhor Gu"? Pode chamá-lo pelo nome. Ou então use o apelido dele — o apelido dele é Bai.

— Bai? — Lin Xun pareceu surpreso com a informação, virando-se para olhar para o homem, cujo olhar agora mostrava resignação. — Por que esse nome?

— Porque sua manifestação espiritual é um tigre branco chamado Xiao Bai. Xun, você já o viu? É majestoso, mas esse rapaz nunca quer mostrá-lo pra gente.

Gu Ting falou enquanto lançava um olhar reprovador para o próprio neto. Não sabia nem como agradar um ômega, precisava da ajuda do avô! Esquecendo completamente que, pouco tempo atrás, ele mesmo havia visto Lin Xun abraçando Xiao Bai enquanto dormia.

Lin Xun achou o motivo do apelido adorável.

Gu Huaiye tossiu levemente, sem qualquer explicação. No carro, ele havia deixado o jovem ômega acariciar suas orelhas felinas — e quase acabou perdendo o controle.

Então será que precisava mesmo das lições do avô?

Observando Gu Huaiye subir as escadas em silêncio, Gu Ting balançou a cabeça com frustração:

— Ele é do tipo que esconde o jogo. Depois eu faço ele mostrar a manifestação espiritual pra você — tenho certeza que você vai adorar!

Lin Xun percebeu facilmente que o idoso estava tentando aproximá-lo de Gu Huaiye. Não se importando com isso, respondeu sorrindo:

— Tudo bem, espero que o vovô convença ele a soltar o tigre.

Depois de conversar mais um pouco com o avô, Lin Xun subiu para trocar de roupa.

Ao abrir a porta, porém, foi recebido por um tigre branco que pulou em seus braços.

Abraçando o animal macio e peludo, ele não resistiu e enterrou o rosto na pelagem:

— Xiao Bai, senti sua falta hoje!

Naquele momento, Gu Huaiye — que estava no banho — sentiu um calafrio percorrer seu corpo, e suas orelhas pálidas ficaram coradas.

Ouvindo o barulho da água, Lin Xun percebeu que Gu Huaiye ainda estava no chuveiro. Aquela era a chance perfeita para interagir com Xiao Bai.

Parecia que o tigre também havia sentido sua falta, pois se deitou de costas para que o jovem acariciasse sua barriga macia.

O animal ronronava de satisfação, enquanto sua cauda longa e branca balançava alegremente.

Quando Gu Huaiye saiu do banheiro, viu sua manifestação espiritual deitada de modo indelicado, permitindo que o ômega o acariciasse à vontade.

Sentindo o aroma do sabonete, Lin Xun ergueu os olhos. Seu olhar límpido transbordava a satisfação de quem acabara de brincar com um gato:

— Senhor Gu, hoje de manhã desenhei outro retrato seu. Quer ver se gosta?

Lembrando do desenho anterior — que mostrava o tigre branco tomando banho —, Gu Huaiye perguntou:

— ...Como está esse?

— Você vai ver. É melhor que o anterior. — Lin Xun levantou e, descalço, foi até o computador. Quando a tela acendeu, Gu Huaiye viu a imagem de uma cabeça de tigre branco, de olhos dourados e expressão majestosa.

*Claro*, pensou ele.

*O tigre branco: Ha! De novo eu!*

**CAPÍTULO 18**

Gu Huaiye ficou encarando o tigre na tela por três segundos, enquanto ouvia o jovem perguntar ansioso:

— Então, gostou?

Ele virou o rosto para Lin Xun. O tigre branco circulava em volta dos dois, esfregando sua cauda longa nas pernas do jovem.

— Você gosta tanto assim da minha manifestação espiritual?

A pergunta pegou Lin Xun de surpresa:

— É tão óbvio?

Seus olhos límpidos não escondiam o afeto por Xiao Bai.

Gu Huaiye sentiu uma emoção complexa.

Ele não estava exatamente com ciúmes da própria manifestação, mas... aquilo o incomodava.

— Essa é a segunda vez que você a desenha. — Sua voz era suave ao fixar os olhos negros no jovem. Então se virou e sentou na cama, com um ar um pouco desolado.

Lin Xun ficou parado, refletindo sobre essas palavras. A mensagem por trás delas parecia clara: Gu Huaiye estaria com ciúmes da própria manifestação espiritual?

Percebendo isso, olhou para o homem sentado na cama:

— Então posso fazer um retrato do senhor Gu depois?

Os lábios de Gu Huaiye se apertaram levemente. Apesar de manter a expressão serena, a mudança sutil não passou despercebida por Lin Xun.

Ele perguntou:

— Quando?

— Nos próximos dias?

— Certo.

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