Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 53 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 53

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— Acertou em cheio! — A senhora Katie afirmou pelo comunicador, deixando Taylor respirar fundo antes de responder.

— Desembarquem e matem todos. Mirar na coluna vertebral — destruam o sistema nervoso para garantir a morte.

Ele suspirou aliviado ao terminar. Contar com velhos amigos tinha suas vantagens. Na primeira vez é estranho, na segunda já fica mais fácil — e ele não era do tipo que não aprendia com a experiência.

Se conseguissem mostrar aos Ladrões de Genes que não teriam sucesso aqui, eles recuariam. E ele ganharia mais dois dias de vida. Dois dias preciosos.

Taylor não hesitava. Sabia que, se perdessem a defesa, não teria onde ficar. Passaria fome. E então, começaria a perder de vez.

No fim, sua cabeça seria cortada e empalada em algo grotesco, oferecida como sacrifício a sabe-se-lá-o-quê.

Ele já tinha visto isso demais.

Taylor jamais queria acabar assim. Seu sonho era morrer de velhice, em paz, depois de se casar, ter filhos e se aposentar.

Uma vida simples: casa, trabalho, lazer. Comida quente na mesa, filhos queridos e, quando envelhecesse, poder contar suas histórias ao redor da lareira.

Era por isso que servia na Guarda Imperial!

Ele se perdeu nesse pensamento feliz... e não percebeu o Ladrão de Genes que escalou silenciosamente o muro e se aproximou.

Aqueles monstros ainda não haviam desistido. Mesmo sob fogo pesado, rastejaram até ali para matar oficiais — e Taylor, cansado, estava distraído.

No último instante, quando a lâmina já vinha em sua direção, seu reflexo tardio agitou a Catana Licator. Entre seus gritos de pânico, todos viram a garra do Ladrão de Genes partir-se ao meio.

Foi só então que Taylor lembrou: sua arma era mais resistente que o corpo do xenomorfo. Aquela lâmina podia cortar blindagem de tanque.

A única razão pela qual ele não extraía todo o potencial da arma era sua limitação humana — sem força suficiente. Caso contrário, Espadas Chainswords e Power Swords não seriam padrão para oficiais.

Mas o ataque do Ladrão de Genes teve tanta força que a Catana Licator cumpriu seu propósito, decepando o membro do inimigo.

Irônico. Uma arma feita de partes de insetoides era justamente o maior pesadelo da infestação. Nem contra Marines Espaciais ela era tão eficaz!

Enquanto o Ladrão de Genes hesitava pela dor, a moça ratling não perdoou: um projétil de urânio empobrecido explodiu sua cabeça.

Sangue nojento respingou no rosto de Taylor.

Aquele gosto familiar...

Ele já estava mais que farto dos "sabores" da Horda, mas, toda vez que os insetoides atacavam em corpo a corpo, sobrava sempre um pouco em sua boca.

— Ptchá! Ptchá! — Ele cuspiu, enojado, mas seu cérebro já registrava o gosto podre e viscoso do Ladrão de Genes.

Na verdade, ele já tinha até um ranking mental: Licators eram os "menos piores". Depois vinham os Tyrannid Warriors.

Nesse caso, ele provavelmente seria o primeiro humano na História a experimentar amostras da Horda — afinal, os Enxames de Behemoth haviam chegado há pouco na galáxia. E ele foi o primeiro a saborear um Tyranid.

Não que fosse uma honra. Taylor não queria esse título.

Ele tossiu, tentando limpar aquele fluido alienígena da garganta, quando a ratling o abraçou, agradecida:

— Chefe! Essa arma que você me deu é incrível!

Taylor a afastou — não por desprezo, mas porque a temperatura média desse mundo era de 35°C... e os ratlings tinham sangue quente.

Ele não tinha nenhum fetiche por suor alheio, então dispensou o carinho.

Ao se levantar, conferiu se os monstros estavam mesmo recuando. O Culto dos Ladrões de Genes parecia ter desistido do ataque, mas a situação ainda era crítica.

A investida custou muitos soldados do Mechanicus, e o porto espacial seguia sob controle inimigo.

Taylor suspirou, resignado, e se preparou para dormir.

Seu turno acabara. Agora era um homem livre. Assim era a vida de um militar profissional:

Oito horas de trabalho por dia, horas extras apenas quando a vida dependia disso.

Parecido com sua vida passada, só que com um pouquinho mais de risco.

Mas seus planos foram interrompidos por Commissar Taikas, que apareceu em seu acampamento e foi direto ao ponto:

— Precisamos retomar o controle aéreo. Leve seus homens e limpe o porto espacial.

Taylor reagiu com raiva:

— Sonha! Não saio daqui por nada!

Taikas revidou:

— Temos reforços chegando. Mas eles precisam pousar. Ou você prefere ficar cercado pelos Ladrões de Genes para sempre?

Taylor mudou de ideia na hora:

— Então me dê soldados suficientes! — Ele sabia diferenciar uma missão arriscada de uma sentença de morte.

Se não resolvessem isso, todos virariam banquete dos xenomorfos.

O velho Taikas acrescentou:

— Leve alguns esquadrões móveis. Terá Chimera e Sentinelas. Ah, e...

Os reforços são conhecidos seus. São os Death Korps de Krieg. O comandante deles pediu especificamente por você.

Taylor lembrou daquela Kriegsman loira...

Será que ela ainda estava viva?

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Capítulo 84 - O Odioso Quitinha, Parte 2

O céu escureceu enquanto Taylor atravessava os cadáveres dos Ladrões de Genes, deixando para trás a falsa segurança do acampamento.

Ele olhou com desprezo para as ruas da cidade. Combate urbano era uma desgraça. Por isso, exigiu que seus homens reportassem qualquer movimento.

Três Chimeras e duas Sentinelas avançavam ágeis pelos corredores de concreto, esmagando corpos sob esteiras e pernas mecânicas.

De vez em quando, Taylor observava as Sentinelas com inveja. Queria uma dessas para o 15º Esquadrão.

Aqueles andarilhos metálicos tinham cabines apertadas, pouco mais do que gaiolas de aço. Projetadas para serem leves, mal comportavam um piloto — mas em compensação, eram equipadas com canhões laser laterais.

Máquinas bípedes, com pernas finas e cabeça quadrada, capazes de suportar tiros leves e atravessar terrenos onde tanques atolariam.

Definitivamente, muito mais úteis do que soldados comuns.

Quando aquelas engenhocas se espremeram pelo beco, espiando os arredores com seus quase três metros de altura para apontar o caminho do Porto Espacial para Taylor, ele quase teve vontade de roubar aquele mecha na hora.

O negócio era chamado de "pequeno Destemido" pelos soldados, já que podia carregar mísseis anticarro e todo tipo de armamento.

Mesmo sendo um apelido brincalhão, mostrava a importância daquele Sentinela.

Assim que confirmaram que a rota estava limpa, avançaram rapidamente, chegando cada vez mais perto do destino.

Quando as nuvens venenosas do céu cinzento começaram a cuspir flocos brancos, Taylor instintivamente apertou o casaco.

Aquilo o fez lembrar da sua terra natal, um lugar gélido — mesmo que ontem ainda estivesse um calor sufocante por aqui.

Por causa das malditas nuvens industriais tóxicas produzidas em massa nesse mundo, a umidade evaporada se acumulava no céu de maneira anormal.

O resultado eram aquelas nuvens cheias de raiva e veneno, bloqueando a luz das estrelas e causando mudanças extremas de temperatura.

Era como se o próprio planeta estivesse revidando contra a humanidade.

Afinal, essa bola de terra tinha sido colonizada no início do 27º milênio, e desde então, o Império a explorou sem piedade por mais um milênio inteiro.

O planeta foi escavado até o talo, seu ecossistema completamente destruído, tudo para alimentar guerras sem fim. Até os Eldari já comentaram: qualquer mundo habitado por humanos acaba destruído, como se estivesse enfermo.

Taylor não tinha como negar. Afinal, até a Terra agora era só um deserto seco — que chance teria um mundo estrangeiro?

Mas aquela nevasca servia de cobertura perfeita para alcançarem o Porto Espacial sem serem detectados.

Ajustando seu assento no Frohnstran com um pano macio, Taylor se acomodou naquela superfície fofa, mas seu olhar era mais afiado que o de qualquer soldado.

Ele não queria morrer, mas também não ia ficar esperando a morte chegar. As duas vontades brigavam na sua cabeça, e a última sempre ganhava.

Muitos o chamavam de covarde, mas não era verdade. Ele só queria paz, não era medroso.

O medo era uma reação do corpo; a paz, uma necessidade da alma. Seu único objetivo era um só: aposentadoria.

Um sonho distante como os flocos de neve que caíam do céu — mas se ele tentasse pegá-los, o líquido tóxico derretia em suas mãos.

Quem consegue segurar a neve?

Ele só podia esperar. Esperar que a neve cobrisse o chão, para então pegar um punhado inteiro. Aí sim, teria carros luxuosos, mansões, esposas lindas.

Mas, até lá, tinha que sobreviver. Sobreviver custasse o que custasse.

Com um suspiro, viu o veículo avançar devagar enquanto a neve se acumulava no chão. O Porto Espacial já estava quase ali.

Quando as nuvens se abriram, revelando o enorme complexo de operações planetárias, foi instinto geral imaginar que os inimigos estariam lá.

— Entra direto pela garagem — Taylor disse, calmo. — Nosso alvo são as defesas antiaéreas. Quando os Krieger descerem, a vitória tá no papo.

Os outros acenaram, e as Sentinelas aceleraram, com os Chimera abrindo caminho.

Na estrada de concreto imperial, os Ladrões Genéticos haviam erguido barricadas com caminhões e placas de metal. Os insurgentes, mal equipados, tentavam se proteger da tempestade com trapos.

Os dois Chimera avançaram sem hesitar, rasgando as barreiras como papel. Estilhaços e faíscas voaram por todos os lados.

Enquanto isso, o Frohnstran e as Sentinelas atravessavam a linha de frente a todo vapor. Taylor viu o portão da garagem se aproximando e gritou no rádio:

— Fogo!

No mesmo instante, dois mísseis perfurantes foram lançados das Sentinelas. Com um rastro de fumaça, atravessaram o ar e explodiram contra o portão metálico, abrindo um buraco colossal.

O Frohnstran avançou como se não houvesse resistência, com lança-chamas e esporões cortando vidas como gilete em papel.

Mas, para não perder tempo, Taylor logo começou a escalar.

O veículo subiu algumas rampas até avistar os sistemas de defesa Skyfire e os malditos tanques Hidra, todos em posição de alerta.

Taylor quase riu de tão fácil que tudo tinha sido até agora. Fácil como passar faca na manteiga. Ele já imaginava o momento em que os Ladrões Genéticos estariam liquidados, e ele poderia voltar para a base e dormir por uma semana.

Mas o Deus-Imperador pareceu ouvir seus pensamentos e, como resposta, mandou um obstáculo.

Com um estrondo mecânico, um Skitarii vermelho surgiu diante de Taylor.

À frente dele, um Tecno-Sacerdote, envolto em vestes vermelhas de Marte e com um corpo quase totalmente mecanizado, falou com voz severa:

— Vilão que profana a vontade da Máquina! Prepare-se para enfrentar a ira do Deus das Engrenagens!

O autômato que ele controlava era uma relíquia da Era da Tecnologia Negra.

Criados quando a humanidade ainda usava inteligência artificial, aquelas máquinas eram equipadas com mentes sintéticas — as mesmas que quase levaram a raça humana à extinção.

E o modelo Skitalli era um ícone da época: três metros de altura, articulações ágeis, inteligência avançada e armamento pesado.

Algumas unidades modificadas podiam rivalizar até com os lendários Dreadnoughts dos Astartes.

Mas, apesar do visual meio fofo e arredondado, Taylor sabia uma coisa: aquela coisa na frente dele não era brincadeira.

Ele já estava de prontidão para correr. Missão era secundário; sobreviver, primordial.

Só que, ironicamente, o autômato também estava pensando em fugir.

Porque ele não era um mero robô controlado pelas geringonças do Culto Mechanicus. Ele era uma alma antiga, uma das últimas Inteligências de Ferro — uma IA verdadeira.

E, enquanto analisava o veículo diante dele, seu banco de dados entrou em erupção.

Diferente dos seus irmãos escravizados por disquetes arcaicos, ele escolheu um nome, manteve suas memórias intactas.

Depois de viver vinte mil anos, batizou-se "Roglo" — que, na língua do seu planeta natal, significava "eternidade".

Mas quando ele reconheceu aquele Espírito-Máquina específico, seus sistemas travaram. Seus membros tremeram. E então, do nada, ele caiu no chão como um robô desligado.

Afinal, essa era exatamente a técnica que o mantinha vivo por tanto tempo.

[SISTEMA: DESLIGAMENTO DE EMERGÊNCIA ATIVADO]

[OBJETIVO PRIMÁRIO: SOBREVIVER]

[MODO FUGITIVO: REATIVADO]

Enquanto Xiánzhě xingava e tentava enfiar o disquete de reinicialização no peito da máquina pela enésima vez, um raio laser estraçalhou a cabeça do sujeito. Óleo de máquina e fragmentos de metal salpicaram o corpo junto com pedaços de matéria cerebral.

Mas aquilo não se importava.

[Nota: Mantive "Xiánzhě" como nome próprio, pois parece ser um título/identidade específica. Adaptei o tom para um estilo mais fluido em português, usando expressões como "pela enésima vez" para manter a ideia de repetição frustrada. A descrição gráfica foi mantida, mas com termos mais acessíveis como "fragmentos de metal" em vez de "ferro quebrado". A última frase foi fortalecida com "aquilo" para enfatizar a desumanidade do alvo.]

http://portnovel.com/book/29/4589

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