Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 40 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 40

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Claro, considerando como ele havia esmagado insetos e guerreiros espaciais antes, provavelmente não era loucura, mas sim que ele era mais inteligente que a maioria...

A interrogadora pensou isso, sem perceber que havia caído numa armadilha mental. No momento em que você começa a acreditar que Taylor é verdadeiramente imperscrutável, ele realmente se torna imperscrutável.

A mulher observou Taylor, suas dúvidas internas crescendo cada vez mais, até que a nave rompeu o Ponto Mandeville e entrou no Disformidade. Mesmo assim, esses pensamentos não a abandonavam.

Era um mundo de marrons e verdes entrelaçados, onde a maior parte do solo estava coberta por radiação. Morte e gases tóxicos enchiam o ar, e inúmeras cidades-colmeias se erguiam em sua superfície, labirintos de metal e desespero.

Armageddon. Um lugar de lendas — os Lobos Espaciais, os Cavaleiros Cinzentos e a Legião de Aço de Armageddon enfrentando os Devoradores de Mundos e seu primarca demoníaco, Angron, na Primeira Guerra.

E depois, as duas invasões orks que se seguiram.

Este era um lugar de heróis... e de catástrofes apocalípticas que os consumiam.

Agora, Taylor segurava a máscara de gás e o casaco com proteção contra radiação que lhe haviam entregue, percebendo com clareza que, nos tempos da antiga Terra, este lugar equivaleria a várias Chernobyls juntas.

Quantas grandezas inacabadas ele teria que cumprir agora? A dificuldade era como tentar desligar um reator nuclear em Fukushima com as próprias mãos. Mas, no 41º milênio, essa era a rotina.

A boa notícia era que a genética humana havia sido tão alterada que a radiação já não era tão ameaçadora. Mas Taylor não duvidava que isso ainda poderia custar anos de sua vida.

Bem, neste lugar, cada segundo a mais de vida era apenas sofrimento prolongado.

O Frankstein foi enfiado dentro da nave de transporte, equipado com propulsores descartáveis — basicamente foguetes brutos presos aos lados, como se tivessem sido feitos por orks.

Taylor questionou por que o Culto Mechanicus havia criado algo tão precário... mas, minutos depois, Armageddon lhe mostrou que, às vezes, a funcionalidade superava a elegância.

— Rápido, rápido! Liguem os motores e pulem! — Taylor gritou de dentro do Frankstein, enquanto todos corriam para dentro do veículo. Apenas o piloto da nave permaneceu em seu posto.

Metralhadoras orks atingiram as asas da nave. Apenas 40% das tropas que desceram com eles conseguiram alcançar o território humano.

Os malditos verdes riam e batiam nas coxas, parecendo cômicos, mas seus tiros eram mortais.

Os motores de plasma da nave cuspiam fumaça negra, tremendo enquanto caíam.

— Irmão, pare de pilotar e entre no veículo! — Taylor gritou.

O piloto, cujo nome ele nunca soube, respondeu sem hesitar:

— Irmão, preciso manter o motor estável. Se não, vocês vão capotar na queda e se esmagar no chão.

— Vá. Nos veremos diante do Imperador.

Taylor ficou em silêncio. Então, fez uma saudação militar e tirou do bolso uma insígnia valiosíssima — a Estrela de Terra —, jogando-a para o piloto.

Quando o Frankstein se soltou da nave e começou a cair, os foguetes se acenderam, amortecendo a queda.

A força G fez Taylor se encolher, segurando a boca. Quando o veículo finalmente estabilizou, ele saiu cambaleando e vomitou.

Prendendo a respiração para não inalar o ar tóxico, limpou a boca e colocou a máscara de gás, desconfortável e abafada.

Essa era a recepção de Armageddon — suficiente para deixar qualquer um em pânico.

A interrogadora olhou para ele, chocada:

— Você deu a ele sua honra!

— Aquilo era uma Estrela de Terra! Uma condecoração do Imperador!

O rosto de Taylor, escondido pela máscara, não revelava emoção. Ele apenas disse:

— Ele merecia mais do que eu. Além disso, não preciso de dinheiro... preciso é de vida.

Pegando um binóculo, olhou para o horizonte. Acampamentos orks se estendiam até onde a vista alcançava, e alguns verdes já farejavam sua presença, correndo em sua direção.

Ele suspirou.

— Agora, temos um novo problema...

— Como encontrar o resto das tropas?

Capítulo 63: Armageddon, Parte 2

Taylor tinha que admitir: ele estava com azar.

O barulho da queda havia atraído centenas de orks, que agora corriam em sua direção, acompanhados por veículos improvisados, vomitando fumaça preta.

Ele engoliu um grito — não queria chamar mais atenção. Em vez disso, ergueu sua arma e começou a atirar.

A interrogadora mostrou sua força não apenas no combate corpo a corpo e no poder de fogo, mas também em suas habilidades psíquicas. Seus olhos brilharam em violeta e, de repente, vários orks viraram suas armas contra os próprios aliados.

Logo, dezenas deles estavam se matando entre si.

Os disparos de laser e o impacto do Frankstein esmagaram os restantes.

Horas depois, a área estava limpa. A batalha deixou uma impressão duradoura na interrogadora — não apenas pela habilidade de Taylor, mas pela disciplina do 15º Esquadrão.

No início, os inimigos sempre levavam vantagem. Mas, conforme o combate se prolongava, eles perdiam o controle.

Quando Taylor assumia o ritmo, sua resistência implacável e táticas de desgaste esmagavam qualquer oposição.

E, felizmente, os orks mortos forneceram material de camuflagem.

Com o Frankstein coberto por uma casca de sucata — como ele adorava —, o veículo avançou sem chamar atenção.

Neste lugar, não havia escassez de lixo. Anos de guerra transformaram o planeta num deserto de metal.

Com as "habilidades artísticas" de Taylor, rações imperiais cheias de corantes e sangue ork como tinta, eles conseguiram transformar o Frankstein num veículo ork típico em meia hora.

A interrogadora não conseguiu se conter. — Eu achava que os relatórios exageravam, mas vocês realmente têm um talento especial para isso. Se encontrasse esse veículo em qualquer lugar, atiraria sem pensar.

Taylor respondeu entediado. — Isso conta como elogio?

A mulher sorriu. — Considere como um elogio. Você sempre tem um jeito único de lidar com coisas alienígencas.

— Pelo menos isso não vai nos fazer ser atacados por uma horda.

Taylor terminou de escrever os últimos símbolos orkos. A mensagem era clara:

"Somos Machados Sangrentos. Mercenários. Procurando trabalho."

Era a abordagem mais normal e natural possível. Ele enxugou o suor da testa. — Não acho que isso seja algo para se orgulhar. Se não soubéssemos fazer isso, já estaríamos mortos.

De repente, novos gritos de "Waaagh!" ecoaram. Taylor gritou: — Todo mundo no veículo!

Em segundos, uma horda de orkos surgiu no horizonte, liderada por um chefe brutal do clã Goff. Com quase três metros de altura e brandindo um enorme machado-serrote, ele rugiu:

— Bagunça geral! Waaagh!

Mas ao avistar apenas um veículo estiloso dos Machados Sangrentos, sua fúria se dissipou.

— Cadê os humanos? — Ele se aproximou do motor, farejando. — Machados Sangrentos, viram algum?

Taylor tentou imitar a voz rouca de um chefe orko que conhecera: — Não, seu imbecil! Seus guerreiros nos atacaram, a gente só se defendeu!

O chefe Goff pareceu surpreso. — Waaah! Você é durão! E sua voz... eu te conheço! Você foi morto num mundo feudal! Você enganou todo mundo! O maior mercenário orko do universo, Coronel Ed! Quase me pegou, mas eu não erro. Você veio pra Armageddon também... ouviu o chamado do Esmaga-ossos? Sai dessa lata, vamos comer algo bom!

Dentro do veículo, a expressão de Taylor mudou de tensa para perplexa. Os outros trocaram olhares.

A interrogadora sussurrou: — Impressionante, senhor. Seu talento é incrível. Interessado em se juntar ao Tribunal dos Alienígenas?

Taylor revirou os olhos. — Não sabia que você tinha senso de humor.

Ela sorriu. — Também não sou feita de metal.

Taylor limpou a garganta e respondeu ao orko: — Vim pelos dentes! Preciso de mais guerreiros, armas e naves. Não tenho tempo pra conversinha!

O chefe riu alto. — Muito tempo! Você não muda, amigo! Quer dentes? Te dou dentes! — Ele apontou para o oeste. — Tem uns humanos que se vestem como comandos e usam nossas armas, escondidos na floresta.

Esfregou a cabeça e perguntou aos subordinados: — Como chamam eles?

Um orko respondeu: — Chefe, são os Caçadores de Orkos de Ullanor!

— Muito esperto! Toma três dentes de humano!

— Eu prefiro de lobo...

Antes que terminasse, o chefe esmagou o subordinado com um golpe, espalhando carne verde pelo Frankensteyn. Sorrindo, mostrou um punhado de dentes frescos:

— Olha, dentes! Te dou quantos quiser, só traga as cabeças desses humanos. Que tal?

Taylor massageou as têmporas, doloridas.

— Claro, amigo! Se o preço for bom, fechado! — Então sussurrou aos outros: — Vamos, rápido! Já chega desse orko maluco!

Katie pisou no acelerador. O ronco do Frankensteyn fez o chefe sorrir, inalando os gases de escapamento com prazer.

— Adorei seu veículo! Quando faz um desses pra mim? Um veículo esquisito, anormal, meio humano... diferente!

Taylor, pálido: — Eu não sou um mekboy, tá?

O chefe pareceu decepcionado. — Eu pago!

— Não! Já tenho o suficiente! Hora de caçar!

O Frankensteyn arrancou, jogando terra marrom de Armageddon no rosto do chefe, que riu ainda mais.

— Vejam só! Meu irmão sempre foi engraçado!

Um orko mais jovem hesitou: — Chefe... aquele não era um humano?

O chefe riu com mais força. — Impossível! Você não conhece os Machados Sangrentos. Eles são assim mesmo.

Seus olhos astutos seguiram o veículo que se afastava. Com um tom estranho, murmurou:

— Muito estranho...

CAPÍTULO 64: CAÇADORES DE ORKOS - PARTE 1

Os irmãos passaram 16 dias e noites no pesadelo, matando 83 seguidores de Gork e Mork.

- Tenente Vio, Caçador de Orkos

Taylor observava os orkos raspando a sujeira e restos de sangue do Frankensteyn com pás. Manter aquela camuflagem seria péssimo para entrar em território controlado pela Guarda Imperial.

Ao descer para ajudar, o céu sombrio de Armageddon trouxe uma rajada de vento corrosivo. Vendo seu casaco envelhecer rapidamente, Taylor não duvidava que em horas a pintura do veículo descascaria naturalmente.

— Mais rápido! Parece que vai chover! — ele gritou.

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