Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 30 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 30

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Capítulo 48: O Demônio Verde, Parte 2

1 ou 2, 3 e 4

Esses números representam o começo, o bater do coração, o nascimento de todas as coisas.

5 até 6

É o esgotamento, o fim da vida, a transformação em podridão, o desaparecer no mundo.

7!

Ele representa a transcendência, o dom do Pai Bondoso, e também o amor do grande Primarca, Mortarion.

7, só o 7 é tão especial.

É um número perfeito, que significa conclusão e fim, mas também conceito e processo.

Ele me deu força, mesmo que ele mesmo não quisesse que fosse assim.

Sempre me deu mais, até mesmo antes da minha longa transformação. Agora, mal me lembro disso.

Hoje, é só um hábito, como tantos outros.

A armadura corroída avançava pela mata densa, seu corpo adornado com cabeças de orks e soldados da Guarda Imperial. Seu antigo traje de combate remontava ao final da Grande Cruzada.

Ele se chamava Dragan. Um Caminhante da Morte.

Ele se chamava Dragan. Um Guarda da Morte!

A mira da bolter se ajustou, um disparo certeiro. Enquanto isso, ele fermentava um veneno em seu corpo apodrecido. Bastaria um pouco para que todos no Posto 7 morressem.

De repente, um pequeno e adorável demônio de Nurgle, uma criaturinha verde, escalou seu ombro, saindo de sua barriga rachada, e disse:

— Dragan!

— Nossa mestra, a Senhora, ordena que você pare!

Dragan continuou mirando o posto, observando um jovem oficial com binóculos. A bolter já estava apontada para sua cabeça quando ele respondeu:

— Por quê?

A criaturinha riu:

— Hehe, os Catachans estão rompendo as linhas! Precisamos ajudar!

— Os cálculos dela não podem ser interrompidos!

Dragan rosnou:

— Maldita bruxa, dando ordens pra mim!

Ele puxou o gatilho. O projétil disparou, e ele se virou antes mesmo de ver o alvo cair.

Mas, em vez de gritos ou morte, o que veio foi um berro de raiva:

— Caralho!

Dragan se virou, surpreso. O humano havia erguido uma faca estranha bem na frente do rosto, rachando a bala no meio.

Provavelmente, a munição vinha de uma fábrica humana conquistada, não dos mundos sagrados do Mechanicus. A bala não explodiu, e o sujeito sobreviveu por pura sorte.

Dragan poderia ter atirado de novo, mas não o fez.

Era o destino. Aquele não era o dia da morte dele. Mas da próxima vez...

O demônio verde desapareceu na mata, dissolvendo-se na escuridão.

Dentro do forte, Taylor olhou para o projétil cravado na parede, na altura exata de sua cabeça, e quase morreu de susto.

Ele tremia, olhando em volta. Mesmo vendo o Astarte recuar, mal conseguia acreditar que quase tinha morrido.

Na verdade, Taylor havia percebido o Astarte antes mesmo de ser visto.

No instante em que viu o cano escuro da bolter apontado para si, instintivamente ergueu a faca, protegendo o rosto, enquanto se encolhia atrás do abrigo.

A boa notícia? O Astarte atirou com precisão absoluta. A lâmina da faca Catachan rachou o projétil no meio.

A má notícia? Na próxima vez, ele não teria tanta sorte.

Sentiu um frio na espinha, mas, como comandante, não tinha escolha a não ser continuar.

No fim, creditou tudo à proteção do forte.

Pela primeira vez, Taylor falou com seriedade absoluta:

— Agora, esqueçam tudo o que fizemos até aqui. Nosso inimigo é um anjo caído, um traidor do Imperador!

A Senhora Kattie perguntou, aterrorizada:

— Um Astarte?!

Era outro nome para os Marines Espaciais—não, na verdade, "Astartes" era o nome verdadeiro, significando "Irmãos de Batalha".

No Império, poucos além de veteranos ou altos comandantes sabiam da existência dos Astartes do Caos. Afinal, em um império tão vasto, talvez apenas 1% dos mundos já tivessem sido invadidos por eles.

A maioria enfrentava apenas rebeliões, corrupção ou ataques de raças menores—coisas que até a Guarda Planetária poderia resolver.

Por isso, alguns soldados mais burros perguntaram:

— Por que um anjo trairia?

A resposta de Taylor foi seca:

— Sei lá. Quer sair lá fora e perguntar pra ele?

Os coitados calaram a boca na hora.

Ninguém quer saber qual é o gosto de uma bomba, e nem todo mundo tem a sorte absurda e o equipamento top de linha do Taylor para sobreviver debaixo do nariz dos Marines Espaciais.

Os coitados logo ficaram bem comportadinhos, afinal, ninguém quer virar alvo desses super-soldados.

Não demorou para o Taylor começar a planejar melhorias nas defesas do forte.

A estrutura em si era sólida – o problema tinha sido a falta de visibilidade durante o ataque.

A área ao redor era limpa regularmente, mas arrancar árvores grandes e arbustos dava um trabalho danado. Por isso, só mantinham cerca de cem metros desmatados.

Como o foco era segurar os orks – aqueles trogloditas que às vezes erram socos a cinco centímetros do alvo –, não precisavam de um campo de visão exagerado.

Assim que confirmou que não havia inimigos por perto, Taylor pegou o Frankstein (sua ferramenta multiuso) e foi capinar, serrar, desmatar. Depois de uma noite inteira de trabalho, montes de arbustos tinham virado lenha.

Com o campo de visão ampliado, ele ainda teve a ideia de cobrir as paredes de concreto do forte com a vegetação arrancada. Aquele forte cinza chamava atenção demais.

E Taylor não era do tipo que gosta de holofotes.

O clima úmido da região ajudava – até plantas arrancadas demoravam a murchar. E material para camuflagem era o que não faltava por ali.

Depois do trato, o forte parecia um morro cheio de mato. Para dar mais veracidade, Taylor ainda plantou samambaias ao redor, criando a impressão de um lugar abandonado há tempos.

Quando terminou, foi dormir. Mas logo foi acordado por tiros.

Esfregando os olhos, pegou o binóculo e espiou pelas frestas do forte camuflado. Um bando de orks verdes atirando uns nos outros.

– Que porra é essa? – perguntou, bocejando.

– Chefe, acho que não nos acharam – disse Roland, o artilheiro. – Tão usando o terreno vazio pra resolver rixas. Deve ser briga de tribo normal.

Taylor suspirou, resignado.

– Minhas noites sempre acabam assim. Deixa esses imbecis se matarem. Amanhã queimamos os cadáveres.

Virou de lado no colchonete e, entre roncos, sonhou com uma vida de nobre imperial, cheia de regalias.

Mas o que ele não sabia era que os Marines do Caos já haviam liquidado o ataque da Guarda Imperial e estavam se preparando para o contra-ataque.

Sob sugestão de Dragan, um veterano das Cruzadas, os Death Guard decidiram mirar no Posto Sete...

Só porque o número parecia auspicioso.

[Demônio: Mortarion, você não acha que tá sendo supersticioso demais?]

Capítulo 49: Demônios Verdes, Parte 3

De manhã, Taylor acordou grogue e escovou os dentes com a escova e pasta de dente descartáveis do Exército.

Falando nisso, pouca gente sabia: mesmo com a indústria imperial sendo uma porcaria, o kit básico do soldado era surpreendentemente completo.

Garfo que quebrava fácil, pratos, escovas de dente, pasta com gosto de veneno e aquelas rações misteriosas...

Até cuecas – três por soldado. O que Taylor nunca entendeu era como conseguiam fazer TODAS de tamanhos diferentes.

Na sua equipe de dez homens, trinta cuecas e nenhuma servia direito. Se perguntasse, a resposta era sempre a mesma: "Magia do Warp".

Nesse universo, até o surreal tinha explicação.

Mas isso era o de menos. Ele bocejou, olhando para a paisagem silenciosa e caótica.

Árvores verdinhas, cadáveres de orks por todo lado, marcas de balas nas paredes do forte e nos troncos.

Cheirando o sangue fresco no ar, soltou:

– Um dia de merda como qualquer outro.

A guerra nunca dava trégua. Para Taylor, aquela cena era quase rotineira.

Já ia começar a limpar os corpos – queimá-los sem receber um tostão por isso, mais uma tarefa ingrata – quando os soldados avistaram um grupo de Catachans saindo da floresta.

Eram uns dez, todos machucados, alguns com queimaduras.

Até aqueles guerreiros da selva não perceberam de cara o forte camuflado. Ficaram olhando em volta, confusos, como se perguntassem: "Cadê o Posto Sete?"

No final, Taylor teve que ligar o rádio e avisar:

– Tô aqui, seus cegos!

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