Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 26 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 26

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O instinto de sobrevivência pulsava dentro de Taylor.

Ele enfrentava um monstro gigantesco de quase três metros de altura, revestido por uma carapaça quitinosa dura o suficiente para cortar o blindado de um tanque Riemann.

Mas o jovem tenente estava se saindo incrivelmente bem — dançando entre as lâminas mortais da criatura como um esquilo voador. Irritar um licantor, conhecido por sua paciência e talento para assassinatos, já era difícil por si só.

Essas criaturas possuíam inteligência própria, mas seu temperamento era frio e calculista, como todo predador letal deveria ser.

No entanto, este em particular estava longe do comportamento usual. Estava furioso.

Sim, furioso. Poucos imaginariam que uma palavra como essa poderia descrever uma criatura da Enxame. Normalmente, termos como "fome" ou "ganância" seriam mais adequados.

Agora, Taylor sentia seu estômago embrulhar. A respiração ofegante e os golpes incessantes o deixavam à beira do colapso. Pior ainda, a maior parte do Esquadrão 15 não podia atirar, com medo de atingi-lo.

Os disparos de laser que conseguiam acertar o licantor eram inúteis — a carapaça quitinosa resistia a quase tudo, deixando apenas pequenas marcas superficiais.

Taylor já tinha aguentado o suficiente. Com um movimento rápido, sacou sua faca Catachana e contra-atacou.

No instante em que a lâmina atingiu o membro afiado da criatura, faíscas explodiram no ar.

A dor foi imediata — seu braço latejou como se tivesse sido fraturado. Mas, para sua surpresa, a faca Catachana realmente parou o golpe.

— Porra, essa coisa é resistente! — pensou.

Era de se esperar. As árvores de Catachan eram capazes de matar até um Astartes. Uma lâmina feita dos cristais daquele inferno não seria destruída tão fácil.

Aproveitando a abertura, Taylor pegou sua arma de plasma com uma só mão, carregou e atirou direto na articulação do licantor.

POW!

O membro afiado se partiu ao meio, arrancando o braço direito da criatura.

O recuo da arma, no entanto, arremessou Taylor para trás, fazendo-o cair no chão.

O licantor soltou um grito agonizante e, usando a voz de algum humano que havia devorado, falou em Gótico:

— Taylor... humano! Perigo... pelo Enxame... você morre!

Taylor quase riu.

— Que honra, hein? Ser perseguido por uma "bela" como você... — resmungou, rolando no chão para escapar do próximo golpe.

Mas agora ele estava sem armas, dolorido e em uma posição terrível.

Sabia que um único corte daquela fera o mataria. Mas, pensando bem, morrer pelas garras de um licantor não era pouca coisa.

Esses monstros normalmente caçavam nobres de Hive, comandantes da Guarda Imperial, bispos de mundos religiosos... até mesmo sargentos dos Astartes.

E ele?

— Só um coitado qualquer... — murmurou.

Por um momento, Taylor viu sua alma ajoelhada diante do Trono Dourado, banhada pela luz do Imperador, prestes a deixar esse mundo cruel para trás...

Mas o que o trouxe de volta à realidade não foi a lâmina do licantor, e sim o som de tiros de bolter.

Era Roland, descendo do Frankstein e abrindo fogo contra a criatura, empurrando-a para trás.

Mesmo com o corpo crivado de buracos, o licantor ainda se movia. Seu núcleo neural não havia sido destruído.

Os tiros desviaram o golpe mortal, mas não o pararam completamente.

Os olhos múltiplos do monstro brilharam em vermelho, e ele avançou novamente em direção a Taylor.

Era a lealdade absoluta ao Enxame. Seu propósito: eliminar qualquer ameaça ao Devorador de Mundos.

Mas Taylor não ia desistir. No último instante, ele agarrou a arma de plasma novamente, apontando para o licantor no mesmo momento em que a lâmina se aproximava.

POW!

ZZZZZT!

O plasma superaquecido vaporizou o membro da criatura, enquanto gotas de metal derretido escorreram como lava sobre o peito de Taylor.

Se não fosse sua armadura selada, seu torso viraria churrasco.

Mas o licantor ainda tinha outra arma: os dentes.

A criatura abaixou a cabeça, pronta para dar a Taylor um "beijo" fatal.

Felizmente, um tiro de bolter acertou sua cabeça, fazendo-a cambalear. Taylor não perdeu tempo — disparou mais uma vez, dessa vez direto no crânio.

PLOFT!

Pedacços de quitina, carne e massa cerebral voaram, espalhando-se pelo rosto de Taylor.

O sangue negro escorreu por seu queixo, entrando em seu nariz e garganta. Ele tossiu, cuspindo pedaços nojentos.

— QUE MERDA! Tem gosto de amêndoa podre! Isso é venenoso? Alguém me dá água! — gritou, enquanto uma soldada de Lethe despejava um cantil em sua boca.

Mas o que realmente o deixou arrepiado foi a arma de plasma.

O cano brilhava em azul, a energia instável pulsando como uma lâmpada prestes a queimar.

Armas de plasma comuns tinham um limite: um único disparo supercarregado.

Taylor já havia usado TRÊS.

A primeira vez já era arriscado. A segunda, um milagre.

E agora?

— Essa porra vai explodir... — ele murmurou, olhando para a arma que quase o matou tanto quanto o licantor.

Taylor lembrava de algo que nunca acreditou ser verdade:

"Plasma leal não superaquece..."

— Não pode ser! — pensou, incrédulo.

Mas a realidade era que sua arma havia disparado duas rajadas sem falhas. Entre a exaustão e a dor no braço, uma ideia lhe ocorreu: aquela arma tinha uma alma máquina. E era leal!

— Tragam óleo sagrado e cotonetes! — gritou, referindo-se aos itens básicos de manutenção.

A cabo Katie perguntou:

— Chefe, não quer cuidar do braço primeiro?

— O braço pode esperar. Essa arma salvou minha vida! Temos incenso no kit de manutenção? — Taylor já agia como um verdadeiro devoto de máquinas, acendendo oferendas e lubrificando a arma com reverência.

[Preces sussurradas: "Ninguém vai ler isso... Tô ferrado..."]

Capítulo 42: O Regimento de Krieg (Parte 1)

Taylor era um dos poucos humanos que havia provado o gosto de um Lictor Tyranid — a maioria das vítimas não vivia para contar. Entre talas para a fratura e os coquetéis de estimulantes e analgésicos do Império (chamados de "Bênção Imperial"), ele já podia atirar novamente.

["Uma dose: revigora. Duas doses: encontra o Imperador."]

O preço? Fome intensa e anos a menos de vida — detalhe que tentou ignorar enquanto a dor desaparecia. Diante da carcaça do Lictor, ordenou:

— Joguem o corpo fora, mas guardem as garras. — O instinto prático de um habitante de colmeia falou mais alto: transformou a lâmina de um metro em uma espada improvisada, com cabo de madeia e bainha de metal. Sob o sol do planeta oceânico, afiava a lâmina com ferramentas básicas, orgulhoso do resultado.

A soldado Ratling aproximou-se, curiosa:

— Chefia, passou a tarde toda pra fazer isso? — Sua expressão mudou ao notar os detalhes. — Se esses bichos são tão úteis, posso cozinhar o resto?

Taylor revirou os olhos, lembrando do gosto amargo:

— Se tentar, eu te mato.

— Na cama? — ela retrucou, rindo.

Ele a empurrou, resignado. No 36º Regimento de Scadia — dizimado por um culto Genestealer e recrutado às pressas — só dois veteranos sobreviviam desde o início: ele e o velho Taikais.

Enquanto o sol se punha, Taylor organizava a guarda noturna. Os clarões ao longe lembravam que a calmaria era ilusão. Deitado no saco de dormir, divagava:

"Onde estaria o Lobos Espaciais que conheci? E os Primarcas... Será que um dia verei Guiliman ou o Leão voltarem?"

O som de cascos interrompeu seus pensamentos. Sombras saltaram pela trincheira — seguidas por explosões.

Taylor ergueu o rosto, protegido por uma barricada, e avistou ao longe vários cavaleiros montados em criaturas musculosas que lembravam cavalos.

– Cavalaria de Krieg!

Eles empunhavam lanças explosivas, usando máscaras antigás e capas longas. Vários "Carrascos" – tanques biológicos gigantes – eram perfurados e dilacerados com facilidade. Aqueles cavalos descomunalmente musculosos galopavam pelo campo de batalha. Quando as lanças se esgotavam, os cavaleiros trocavam para armas de fogo.

De repente, o silêncio da guerra foi quebrado por passos metódicos e sincronizados. O céu, já coberto por nuvens negras, testemunhou a queda de inúmeros módulos de entrega envoltos em biomassa.

A cena pareceu terrivelmente familiar para Taylor. Em um instante, ele entendeu.

– O enxame está lançando seu ataque final!

E, como resposta, a humanidade contra-atacou com sua força mais letal: a Legião da Morte de Krieg!

E lá estava ele, no coração do campo de batalha, testemunhando o auge do conflito.

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