Ler Douluo: Soul Demon Eye, I am the natural disaster / Douluo: Olho do Demônio da Alma, eu sou o desastre natural: Capítulo 19 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Douluo: Soul Demon Eye, I am the natural disaster / Douluo: Olho do Demônio da Alma, eu sou o desastre natural: Capítulo 19

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— Não vieram atrás de mim? São mais cautelosos do que eu pensava.

— Não é à toa que são um grupo de caçadores acostumados à floresta das espírito-feras.

Gu Changfeng ergueu a cabeça por entre os arbustos. Graças aos seus olhos mágicos e sua forte percepção espiritual, conseguia enxergar perfeitamente naquela noite de tempestade.

Depois de esperar dez minutos sem ver nenhum sinal de Buck e seus companheiros, Gu Changfeng decidiu deixar o local. Suas roupas negras e seu rosto elegante estavam agora cobertos de lama e água da chuva. As duas bestas de prata em suas mãos já estavam armadas e prontas para disparar.

Mas era tudo em vão agora.

— Essa chuva não vai acabar nunca?

Com um suspiro, Gu Changfeng seguiu adiante sob o dilúvio.

Pelo menos a noite não havia sido em vão. O Pesadelo lhe concedera uma habilidade espiritual excelente — Arrebatar Alma! Uma técnica que permitia invadir a mente de outros, causando dano espiritual e ainda tendo outros efeitos, como confusão, ilusões, controle de pensamentos e ações.

Era incrivelmente poderosa!

Era justamente por isso que o Pesadelo era uma espírito-fera tão temida. Mas para usar toda sua capacidade, Gu Changfeng precisaria de uma força espiritual ainda maior. Felizmente, a habilidade se tornava mais forte conforme sua percepção espiritual aumentava.

...

A tempestade finalmente parou ao amanhecer.

Um raio de luz rompeu as nuvens e iluminou Gu Changfeng, agora vestido com trajes brancos e uma máscara prateada — nada que lembrasse a figura negra da noite anterior.

— Talvez eu fique um tempo na Floresta do Pôr do Sol. Nunca estive em lugares como a Cidade de Tiandou... E agora que preciso de um artefato espiritual que armazene criaturas vivas, talvez eu dê sorte e encontre um por lá, para guardar a Erva-Azul Imperial.

Decidido, ele se preparou para retornar à vila dos caçadores e depois seguir para Tiandou.

Foi quando a floresta, até então tranquila, se agitou violentamente. O chão tremeu com passos pesados, e rugidos selvagens ecoaram entre as árvores.

Guiado pelo barulho, Gu Changfeng avistou uma coluna de fogo subindo aos céus antes de desaparecer, seguida por um estrondo ensurdecedor e um grito feminino decidido.

— BOOM!

Do alto de uma elevação, ele viu uma mulher lutando como uma guerreira furiosa contra um dragão de chifre flamejante.

Era uma fera de pelo menos cinquenta mil anos.

A mulher, ágil e poderosa, tinha seis anéis espirituais — amarelo, amarelo, roxo, roxo, preto, preto — e características de dragão flamejante, parecendo uma pequena dragoa em forma humana. Ao seu lado, uma coruja negra de cinco metros de envergadura ajudava no combate.

— Essa mulher é selvagem! pensou Gu Changfeng, impressionado.

— Uma Mestre Espiritual conseguindo enfrentar um dragão de cinquenta mil anos assim?

Não demorou para o dragão cair sem vida, sob os pés da guerreira flamejante. A coruja então se dissolveu, revelando um homem magro e alto, de olhar arrogante e traços marcantes.

— Er Long, espera um pouco, disse o homem, franzindo a testa. — Tem alguém ali. Não parece amigável.

A mulher — Liu Erlong — seguiu o olhar do companheiro e cruzou o olhar com Gu Changfeng.

— Não importa. Preciso absorver o anel espiritual primeiro, disse ela, fechando os olhos. — Cuide para que ninguém me atrapalhe.

Ela começou a canalizar a energia do anel, deixando escapar um suspiro profundo enquanto seu corpo se estabilizava.

Gu Changfeng observou, mas não se moveu.

— Se eu absorver a energia desse dragão, talvez suba um nível...

Um dragão de cinquenta mil anos, com sangue de dragão puro e atributo de fogo — um monstro capaz de dizimar o grupo de Buck num instante.

Capítulo 26: A Generosa Dragoa Flamejante

Só mesmo alguém como aquela mulher, com forças excepcionais para uma Mestre Espiritual, conseguiria enfrentar uma criatura daquele nível, e ainda com a ajuda de um Cavaleiro Espiritual.

Minutos depois, o reflexo das pestanas da mulher tremendo revelou que ela estava prestes a despertar.

Foi então que Gu Changfeng avançou.

Assim que ele se aproximou, Liu Erlong abriu os olhos, liberando uma onda de energia ígnea que irradiava raiva e fúria.

— Essa mulher... é violenta até nos poderes!

Ela tinha cerca de trinta anos, com um corpo esculpido em trajes vermelhos justos, uma figura exuberante e uma longa cauda negra amarrada em um rabo-de-cavalo. Seu rosto era esculpido em linhas perfeitas, com pele de porcelana e olhos ardentes que mesclavam beleza feroz e charme maduro.

Ao vê-lo, Gu Changfeng tirou a máscara e inclinou-se levemente.

— Saudações, senhores.

Os dois se entreolharam, surpresos.

— Senhor?

— Eu pareço tão velha assim?

Liu Erlong franziu a testa, seus olhos cintilando de irritação.

— Você estava aqui desde o começo. O que quer?

O homem magro, Flandre, deu um passo à frente, seus olhos afiados atrás dos óculos examinando Gu Changfeng com desconfiança.

— Melhor explicar rápido.

— Eu só queria perguntar se poderia ficar com o corpo do Dragão de Chifre de Fogo? — Gu Changfeng notou o brilho nos olhos de Flandre e sua expressão traiçoeira involuntária, fez uma pausa e continuou: — Estou disposto a pagar por ele.

— Quanto você está disposto a pagar?! — Flandre perguntou ansiosamente, com um olhar de caçador diante de uma presa, fixado em Gu Changfeng.

Ao ouvir isso, Liu Erlong suspirou levemente.

Gu Changfeng hesitou, mostrando uma expressão constrangida, e perguntou: — O que acha... de quinhentas moedas de ouro?

— Quinhentas moedas de ouro? É melhor você pedir que eu simplesmente te dê de graça! — Flandre arregalou os olhos, sentindo que Gu Changfeng era ainda mais esperto do que ele.

Um Dragão de Chifre de Fogo de cinquenta mil anos valia muito mais do que quinhentas moedas de ouro!

Chamar de "ancião" só para depois tentar passar a perna nele!

— Flandre, não precisa ser tão mesquinho com um jovem — Liu Erlong franziu as sobrancelhas. — Deixemos o dragão de lado por enquanto. O que você está fazendo aqui sozinho? Esta floresta está cheia de bestas espirituais milenares, é muito perigoso.

— A equipe de caçadores que contratei para me ajudar a obter um anel espiritual foi morta por bestas. Agora só restou eu, por isso fiquei na Floresta do Pôr do Sol — explicou Gu Changfeng.

— Entendo... — Liu Erlong franziu ainda mais as sobrancelhas. — Se você quer o corpo do dragão, pode ficar com ele. Mas é melhor sair daqui logo, antes que seja atacado.

— Obrigado, irmã — disse Gu Changfeng.

Liu Erlong acenou satisfeita: — Muito melhor. Você é esperto, esse "irmã" soou bem. Lembre-se: nunca chame uma mulher de "anciã". Homens, tudo bem.

— Erlong, você... — Flandre suspirou profundamente.

Ver a valiosa carne do dragão sendo simplesmente dada de graça doía no coração dele. Era como jogar moedas de ouro no lixo!

Mas aquela era a decisão de Liu Erlong.

E qualquer decisão dela, ele jamais contestaria.

— Sorte sua, garoto — Flandre olhou para Gu Changfeng com desdém, sentindo um nó na garganta.

Gu Changfeng então jogou as moedas para Flandre.

— Aqui estão mil moedas de ouro, ancião. Aceite, por favor.

— Plaft!

Liu Erlong interceptou as moedas no ar e as devolveu para Gu Changfeng.

— Fica com elas.

— Erlong, você... você não quer o dinheiro, mas também não me deixa ganhar... — Flandre fez uma cara de choro. Dinheiro era sua alma; sem ele, ele ficava sem vida.

Mulheres sempre se deixam levar pela compaixão.

Elas não percebem que algumas pessoas usam essa aparência "ingênua" para enganar justamente as mais bondosas.

— Nós estamos voltando para a Cidade de Tandou. Que tal vir conosco? Será mais seguro — sugeriu Liu Erlong.

Gu Changfeng ficou surpreso.

Agora ele finalmente entendia quem eram aquelas duas pessoas, pelos nomes que haviam mencionado.

A "Pequena Dragão de Fogo" era a própria Liu Erlong.

E o outro, com cara de coruja, era o diretor da Academia Shrek, Flandre.

Flandre correspondia exatamente à imagem que ele tinha.

Mas Liu Erlong... ela o surpreendeu.

— Minhas coisas e meu cavalo ainda estão na Vila do Pôr do Sol. Preciso voltar para buscá-los, então não posso incomodar você, linda irmã.

Essas palavras "linda irmã" soaram extremamente melosas.

Mas tudo bem.

Não era a primeira vez que ele usava esse tipo de abordagem.

Com o tempo, acabou se acostumando.

O que importava era o benefício.

Gu Changfeng não era o único a achar "linda irmã" meloso demais. Flandre também, tanto que seu rosto se contorceu como um sapato velho, cheio de rugas.

Liu Erlong se aproximou, olhando para Gu Changfeng, que era só um pouco mais baixo que ela, e sorriu: — Que bocão doce.

— E você cheira tão bem — respondeu Gu Changfeng com sinceridade.

Em toda sua experiência, apenas a beleza de Cloé, aquela que teve a cabeça esmagada, podia se comparar à de Liu Erlong.

— Estamos no mesmo caminho. Vamos juntos.

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