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Tradução pronta The Prince of Tennis: The Quincy of Rikkai University / O Príncipe do Tênis: O Quincy da Universidade Rikkai: Capítulo 60

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Depois que a pessoa terminou de falar, mais alguns olhares surgiram de diversos cantos – representantes de escolas de Kansai e outras regiões.

Oishi ficou instantaneamente desconcertado. Ele não entendia como uma simples frase havia irritado tanta gente.

— O Hyotei foi vice-campeão de Kanto de novo este ano, hein? Será que finalmente vão passar das oitavas? Hahaha!

— A Rikkai roubou o título no ano passado porque a equipe principal da Bokuto estava em transição. Esse ano não vai ter essa sorte.

— Ouvi dizer que o capitão da Rikkai está doente. Haha, olha só o preço de levar um título que não merecia.

— Humf! Esse ano, o campeonato vai ser nosso, de Kansai.

— Sonhem bastante! Agora é a vez da região de Tokai.

— …

Cada frase cortante que surgia deixava Oishi ainda mais perdido. Kunimitsu Tezuka franziu a testa, claramente surpreso com a hostilidade tão "natural" dos representantes das outras escolas.

Nas cadeiras do Hyotei, os representantes Keigo Atobe e Oshitari Yuushi, vestindo seus uniformes de tecido refinado, já haviam chegado. Ao ouvir os comentários, Atobe, como representante de uma escola de Kanto, sentiu a irritação crescer.

Ele já estava prestes a se levantar para revidar quando, da entrada, uma voz sarcástica ecoou pelo auditório:

— Parece que a lição do ano passado ainda não foi suficiente para vocês, vira-latas.

— Quem foi?!

— Quero ver quem é o trouxa que tem coragem de falar assim!

— Tá querendo morrer?!

Num instante, todos no auditório se viraram para olhar em direção à porta.

Lá estavam duas pessoas, ambas de camisa branca e o emblema da Rikkai no peito.

— Ah, os anfitriões chegaram. Parece que não vai precisar da minha intervenção — murmurou Atobe, sentando-se lentamente com um sorriso.

Os representantes das outras escolas, ao reconhecerem os recém-chegados, tensionaram.

Era Makoto Yuuki e Sanada Genichirou, novamente representando a Rikkai no sorteio.

— Aquele é um dos "Quatro Titãs" da Rikkai…

— Hmm, realmente têm presença.

— O que falou é o "Juiz" Makoto Yuuki, né?

— Deve ser. E o de boné preto deve ser o "Imperador" Sanada Genichirou.

— …

Além dos provocadores, os outros representantes observavam discretamente. Ao verem os jogadores da Rikkai, pensamentos diversos surgiram.

— E aí? Cadê a coragem agora, hein? Você aí, de Kyoto! No ano passado, ganhou pelo menos um jogo contra a gente?

— E o time de Nara… não me engano, foi um 5x0 bem convincente, né?

— Ah, e vocês, Bokuto… Na final do ano passado, nem chegaram a enfrentar nossos jogadores da quarta partida pra frente. Quer que eu refresque a memória?

— Com o nível de vocês, a presença ou não do nosso capitão não faria diferença.

— … Ninguém mais fala? Ou será que não têm coragem de abrir a boca na nossa frente?

Makoto Yuuki enumerou, um a um, os times que haviam provocado, devolvendo cada palavra com uma frieza afiada. Os representantes citados ficaram com expressões rígidas, mas, por mais que estivessem furiosos, nenhum respondeu. Eles engoliram o orgulho e calaram a boca.

— Uau… que impacto — Oishi, impressionado, viu como os representantes da Rikkai comandavam o respeito. Aqueles que haviam criticado antes agora não ousavam revidar.

Isso só reforçou o quanto a influência da Rikkai era grande a nível nacional.

E também fez com que ele percebesse algo: todo o prestígio de Kanto dependia de uma única escola. As outras não eram levadas a sério.

«Então é assim que as outras regiões enxergam Kanto?»

Oishi apertou os punhos, decidido. Neste campeonato nacional, ele mostraria que Kanto tinha mais a oferecer além da Rikkai.

— Não perca tempo com essa gente. Vamos — Sanada, impassível, puxou Makoto para irem até seus assentos na primeira fileira.

Logo depois, o último representante de escola se acomodou, e um funcionário do torneio subiu ao palco para anunciar o início oficial do sorteio.

[Se não conseguir sair mais um capítulo hoje, fica para amanhã.]

Capítulo 89: O Sorteio e os Grupos

Kanto, Kansai, Kyushu, Hokkaido, Tokai, Chugoku, Hokushinetsu, Tohoku, Shikoku.

Com todas as 24 escolas das nove regiões presentes, o sorteio começou.

Havia duas etapas. A primeira distribuía as oito vagas privilegiadas — os campeões e vices de Kanto, Kansai, Tokai e Kyushu, que teriam bye na primeira rodada.

O torneio era dividido em quatro chaves (A, B, C, D), cada uma com dois subgrupos. Assim, essas oito escolas só se enfrentariam a partir das quartas de final.

— Representante de Tóquio: Hyotei Gakuen!

— Representante de Osaka: Shitenhouji!

— Representante de Kumamoto: Shishigaku!

— Representante de Kanagawa: Rikkai Dai!

— …

O funcionário chamou uma a uma, e os representantes subiram para sortear.

Quando Sanada voltou ao lugar após pegar sua bola, Makoto soltou um comentário irônico:

— Sanada, sua sorte é impressionante.

Ele falava isso porque Sanada havia tirado A1 — a primeira posição da Chave A.

— Ótimo. A Rikkai é a primeira tanto no sorteio quanto nos jogos — respondeu Sanada, rígido como sempre.

Logo, as oito posições estavam definidas.

Além do Colégio Rikkai, que ficou no grupo A1, o Hyotei estava no B6, o campeão de Kansai, Shitenhoji, no D8, e o Makinofuji no C2.

O Shishigaku ficou no B8, o Kuroshio no C7, o Kabuto no A6 e o Rokurigo no B1.

Depois das escolas cabeças-de-chave, veio o sorteio das outras 16 equipes restantes.

— Representante Yamaguchi, Colégio Hikoshima.

— Representante de Shizuoka, Colégio Jyoshuin Daisuzu, Campus Kiyomizu.

— Representante de Kagawa, Colégio Kushimaki Higashi.

— Representante de Fukuoka, Academia Takagi.

— Representante de Tóquio, Colégio Seishun Gakuen.

Um após o outro, as escolas não-cabeças-de-chave subiram ao palco para sortear seus grupos, e a formação dos chaveamentos foi ficando clara.

Yukimura Sanada primeiro analisou a situação do próprio Rikkai. No grupo A, bastou uma olhada nos nomes das outras escolas para resumir em oito palavras: fracas, insignificantes, nenhuma ameaça.

O verdadeiro desafio viria nas semifinais, onde provavelmente enfrentariam o campeão de Kyushu, o Colégio Shishigaku, de Kumamoto. O Shishigaku havia dominado a região de Kyushu o ano todo sem rivais, e a fama da dupla "As Feras de Kyushu" ecoava por todo o país.

Foi então que Yukimura lembrou: o Hyotei também estava no mesmo grupo do Shishigaku. Ao olhar com mais atenção para o grupo B, ele já estava mentalmente se solidarizando com Atobe Keigo.

A razão era simples: depois de um bye na primeira rodada, o próximo adversário do Hyotei seria justamente o Shishigaku.

[Será que a sorte pode ser tão cruel assim...]

Na avaliação de Yukimura, o Hyotei tinha nível suficiente para chegar às quartas de final. Claro, desde que tivesse um sorteio favorável. Mas, claramente, este não era o caso. Parecia que o Hyotei estava fadado a parar novamente nas oitavas.

Depois de analisar a situação do Hyotei, Yukimura voltou sua atenção para o Seigaku. Após procurar um pouco, encontrou o nome da escola no grupo D5. O primeiro adversário deles seria o Colégio Echigohira Segundo, de Niigata.

Mas, se avançassem, enfrentariam o campeão de Kansai, o Shitenhoji, no D8.

[Parece que, este ano, mais uma vez, todas as escolas de Kanto, exceto nós, serão eliminadas logo nas primeiras rodadas.]

Yukimura analisou e concluiu que o cenário deste ano era quase idêntico ao do ano passado.

Quanto ao Colégio Rokkaku, outra semifinalista de Kanto, eles estavam no A3 e enfrentariam o Rikkai já na segunda rodada.

O olhar de Yukimura se voltou para o espaço do Seigaku. Lá, Tezuka Kunimitsu permanecia impassível, observando a tabela de grupos no palco. Ao seu lado, Oishi Shuuichirou estava pálido — afinal, ele havia sido o responsável por sortear o grupo do Seigaku.

E, após o sorteio, Oishi percebeu que as chances de classificação da equipe não eram nada animadoras.

Era a prova viva do "toque divino" para sorteios desastrosos — o mesmo que, mais tarde, no torneio mundial do U17, sortearia a Alemanha como adversária do Japão na fase de grupos.

Se o Seigaku continuasse deixando Oishi responsável pelos sorteios, o próximo ano prometia ser... interessante.

Em outro canto do auditório, os representantes do Shitenhoji, Hirakoba Tetsuya e Shiraishi Kuranosuke, também analisavam a tabela projetada.

— Parece que tivemos sorte este ano. Só encontraremos o Rikkai na final — comentou Hirakoba, o capitão atual do time, com alívio. Comparado ao ano anterior, quando foram eliminados pelo Rikkai nas semifinais, desta vez o Shitenhoji tinha pelo menos a prata garantida.

— Capitão, você parece ter medo deles — respondeu Shiraishi, apoiando o queixo na mão com um sorriso provocador.

— É claro! Ano passado perdemos por 3 a 1. E o cara que ganhou aquele único ponto agora está no Rikkai! — Hirakoba suspirou.

— Ah, está falando do senhor Mori, né? Por que ele acabou se transferindo para o Rikkai? Se tivesse ficado, nossas chances de título seriam maiores... — Shiraishi franziu a testa, imaginando algum drama interno que pudesse ter motivado a saída de Mori Sanjiro.

— Ei, não é nada disso! Mori saiu de Kansai por motivos familiares. E quanto a ter ido para o Rikkai... provavelmente só achou que nenhuma outra escola de Kanto valia a pena — explicou Hirakoba, irritado com a expressão fofoqueira de Shiraishi.

Na verdade, ele não tinha ressentimentos pela transferência de Mori. No fim das contas, em Kanto, só o Rikkai era digno do talento dele.

Com o fim do sorteio, os representantes das escolas permaneceram no auditório por um tempo antes de começar a sair.

Yukimura e Sanada se levantaram para ir embora. Ao saírem, esbarraram em Atobe, que acabara de desligar uma ligação. A expressão do capitão do Hyotei não era das melhores — obviamente, ele também havia percebido que o caminho de sua equipe no torneio seria difícil.

Os três trocaram olhares, cumprimentaram-se com um aceno de cabeça e seguiram em silêncio, cada um com seus próprios pensamentos.

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