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Tradução pronta The Prince of Tennis: The Quincy of Rikkai University / O Príncipe do Tênis: O Quincy da Universidade Rikkai: Capítulo 32

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O garoto Akaya Kirihara arregalou os olhos, achando que tinha ouvido errado.

— Pfft!

Ao lado, Bunta Marui cobriu a boca para conter o riso, mas sua expressão já o traía.

— Viu só, Yanagi? Ainda bem que não ficamos em primeiro lugar. Agora não vai me culpar, né? — brincou Yagyu Masaharu, virando-se para Yanagi Hōshi com ar de deboche.

— Hmm, parece que vou ter que retirar o que disse antes — respondeu Hōshi, mantendo a compostura, mas pensando que perder a primeira posição tinha lá suas vantagens.

— Dá pra eu recusar o prêmio, senhor Yūki...? — Kirihara tentou esquivar, mas logo se deparou com o olhar severo de Yūki Mayu.

— Então não quer aceitar a gentileza do seu senpai? — disse Mayu, fingindo estar ofendido.

— Não é isso, mas... obrigado, senpai — balbuciou Kirihara, finalmente abaixando a cabeça resignado.

No fundo, estava se arrependendo amargamente e jurou a si mesmo que, da próxima vez, jamais brigaria pelo primeiro lugar em nenhuma competição.

Enquanto o grupo de Rikkaidai trocava essas palavras, dentro da quadra começava a preparação para o terceiro jogo individual.

[O terceiro jogo individual está prestes a começar. Os jogadores podem entrar na quadra.]

O árbitro anunciou a entrada dos competidores.

— Técnica, vou entrar — disse Kunimitsu Tezuka calmamente, pegando a raquete e olhando para Ryūzaki Sumire.

— Vá e traga esse ponto para Seigaku — ela respondeu com um aceno.

— Certo.

Com essa resposta simples, Tezuka entrou na quadra. Seus olhos cruzaram brevemente com os de Yūki Mayu, entre os jogadores de Rikkaidai, antes de se fixarem no oponente.

— Então aquele é o Tezuka... Só pela postura já dá pra ver que não é qualquer um — comentou Yanagi Renji, que só havia ouvido falar dele pelos outros. Era sua primeira vez vendo o rapaz ao vivo.

— Pfft, claramente não é o tipo de cara que eu gostaria de enfrentar — disse Masaharu, franzindo o nariz. Seu instinto de raposa lhe dizia que aquele jovem tranquilo escondia perigo.

— Tezuka...

Sem dizer uma palavra, Genichirō Sanada fixou o olhar nele desde o momento em que entrou na quadra, seu rosto escurecendo gradualmente.

Do outro lado, na área de Seigaku, Syūsuke Fuji observava atentamente os membros de Rikkaidai.

— Aquela é a equipe completa de Rikkaidai? — perguntou Kikumaru Eiji, cutucando Ōishi Shūichirō com o cotovelo.

— Segundo meus dados, o capitão deles está doente e não veio para o torneio de Kantō. Então, tecnicamente, não é a formação completa — respondeu Inui Sadaharu sem hesitar.

— Ele também está lá — murmurou Fuji, identificando Yūki Mayu facilmente no meio do grupo.

— Só de ficarem ali parados, já fazem as pessoas ao redor se afastarem. Que presença impressionante — observou Sumire, que, como adulta, via além dos jogadores.

A equipe de Rikkaidai parecia um exército invencível, capaz de intimidar qualquer adversário a ponto de fazê-lo jogar abaixo do seu potencial.

— A propósito, se chegarmos à terceira fase, vamos ter que enfrentar aqueles caras, né? — Eiji arrependeu-se da pergunta assim que a fez.

— Eiji, se chegarmos à terceira fase, nossa chance de enfrentar Rikkaidai é de 100% — Inui foi direto. — É mais certa do que a nossa própria classificação.

Eiji estremeceu, e por um instante pensou que talvez não valesse a pena avançar. Mas rejeitou a ideia imediatamente, assustado consigo mesmo por sequer considerar isso.

— Não pense demais, Eiji — Shūichirō interrompeu seus devaneios. — O jogo ainda não acabou. Vamos focar no desempenho do nosso vice-capitão.

As palavras dele lembraram ao grupo que ainda havia uma partida em andamento, e todos voltaram sua atenção para a quadra.

Dentro da quadra, os jogadores já estavam frente a frente para o sorteio.

Kiyosumi Sengoku escolheu "cara", e Tezuka optou por "coroa".

A raquete caiu no chão, mostrando "cara". O saque seria de Sengoku.

— Ahaha, sorte como sempre não me abandona — ele sorriu, olhando para Tezuka. — Da última vez, perdi pra você por puro azar. Fiquei bem chateado, sabia?

— Mas desta vez tenho uma arma secreta. Você está acabado.

Diante do comentário provocativo, Tezuka apenas o encarou impassível antes de se virar e ir para sua posição.

Sem graça com a falta de reação, Sengoku também retornou ao seu lado.

[Início do jogo: Sengoku Kiyosumi contra Tezuka Kunimitsu. Melhor de uma partida. Primeiro saque: Sengoku.]

Com os jogadores prontos, o árbitro deu início ao terceiro jogo individual.

Toc, toc, toc...

Sengoku quicou a bola algumas vezes, testando seu peso, e então a lançou ao ar.

Ao mesmo tempo, dobrou levemente os joelhos e saltou como uma mola, alcançando a bola antes que começasse a cair.

Com um movimento rápido, bateu com força, enviando a bola como uma flecha em direção à linha central do lado de Tezuka.

— Ele já começa com o "Canhão do Tigre"? — alguém comentou, reconhecendo o golpe.

No banco de reservas do time Yamabuki, Nankentaro, que estava descansando há bastante tempo, ficou extremamente surpreso ao ver aquela cena. Ele não esperava que Senri Kiyosumi usasse uma técnica especial logo no começo do jogo.

— Aposto que foi ideia do treinador Kamio — arriscou Toyama Masami, sentado ao seu lado.

Os dois olharam para Kamio Kanya no banco de técnicos. Desde que Kunimitsu Tezuka entrou na quadra, o velho treinador já não mantinha aquele sorriso característico, e até sua postura relaxada havia se tornado mais ereta.

A bola disparada como um míssil caiu no campo de Tezuka, quicando exatamente na linha central. Mas antes que pudesse escapar, uma raquete apareceu como por arte mágia, interceptando sem esforço o poderoso saque.

Toc!

A bola devolvida cruzou a quadra como um raio, explodindo aos pés de Kiyosumi antes que ele pudesse reagir, indo parar contra as grades do fundo.

— Hehehe...

Na arquibada, Yuuki Mayon sorriu involuntariamente ao assistir à cena, atraindo olhares curiosos dos outros membros da equipe Rikkai.

— O que foi, Yuuki? Aconteceu alguma coisa? — perguntou Marui Bunta, confuso, pois não havia notado nada digno de riso por perto.

— Nada não, só lembrei de uma coisa engraçada. Nada a ver com o jogo — respondeu Yuuki, balançando a cabeça.

Os outros deixaram pra lá e voltaram a atenção para a partida.

Mas Yuuki sabia exatamente por que aquilo era engraçado. Ele entendia o princípio por trás do saque "Canhão do Tigre" — um lance onde o jogador arremessa a bola muito alto e, usando sua incrível capacidade de salto, acerta no ponto mais alto possível do arco, gerando um saque ultra-rápido em direção à linha central, pegando o oponente desprevenido.

Porém, havia um problema fatal: se o sacador pulasse alto demais e o adversário conseguisse rebater, ocorria a cena cômica do sacador ainda no ar enquanto a bola já voltava ao seu campo. E Yuuki percebeu que Kiyosumi ainda podia pular ainda mais alto... Se Tezuka continuasse pegando aqueles saques...

Os olhos de Yuuki brilharam de antecipação.

CAPÍTULO 47: SORTE

Ver seu saque especial "Canhão do Tigre" ser devolvido tão facilmente por Tezuka abalou Kiyosumi por dentro. Mesmo assim, ele não demonstrou, apenas se concentrou na próxima sacada.

Inspirando fundo, lançou a bola ainda mais alto que antes, saltando com força total.

— Este é o verdadeiro Canhão do Tigre! — gritou, desferindo um golpe que fez a bola voar como um projétil.

Dessa vez, a bola explodiu na linha central, e Tezuka pareceu não reagir, apenas virando a cabeça para observar quando ela passou.

— 15 a 15 — anunciou o árbitro, enquanto Kiyosumi apertava os punhos, animado.

— Ótimo, primeiro ponto! — pensou, sentindo a confiança aumentar.

— Bom saque — comentou Tezuka, impassível.

— Obrigado, mas não vou pegar leve por causa disso — respondeu Kiyosumi, sorrindo.

Sem demora, ele sacou novamente com tudo. Quando a bola disparou em sua direção, Tezuka nem pestanejou — apenas girou a raquete e interceptou a bola num piscar de olhos.

Toc.

A bola cortou a quadra e saiu rente à linha de fundo. Kiyosumi ainda estava no ar, impotente.

— O quê?!

Ao tocar o chão, seu rosto se contorceu em choque. Sua arma secreta, meticulosamente preparada, havia sido anulada no segundo uso. Aquela confiança que começava a brotar desmoronou rapidamente.

Nas arquibadas, Yuuki já não sentia vontade de rir. Agora, só via um Kiyosumi patético, esmagado por uma diferença de nível brutal. E pior: ele estava enfrentando um Tezuka saudável, sem lesões.

Aquilo era esmagamento puro. Kiyosumi era fraco? Longe disso — era um dos melhores do torneio. Mas contra um monstro de verdade, só restava tentar perder com dignidade... Se Tezuka permitisse.

Em quadra, sem surpresas, mais dois pontos depois, Tezuka quebrou o saque e acabou com o primeiro game. Agora, era sua vez de sacar.

Com movimentos precisos e econômicos, Tezuka lançou a bola e acertou um saque perfeito.

Toc.

A bola já estava no campo adversário antes que Kiyosumi percebesse.

— Que rápido...

Sua visão aguçada permitiu ver a trajetória, mas seu corpo não acompanhava. Ele só começou a se mover quando a bola já batia no chão.

— Ponto de Tezuka, 0 a 15.

Três saques matadores depois, o placar mostrava um abismo:

0 a 30.

— Quarenta a zero.

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