Ler Extreme Doomsday: I Plant a Divine Tree for Immortality / Extremo Apocalipse: Cultivo a Árvore Divina para a Vida Eterna: Capítulo 60 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Extreme Doomsday: I Plant a Divine Tree for Immortality / Extremo Apocalipse: Cultivo a Árvore Divina para a Vida Eterna: Capítulo 60

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De repente, um som eletrônico ecoou no ambiente.

[Atenção: Teste iniciado. Por favor, levante o olhar e fixe no pesquisador.]

Zhang Yuqi ergueu o rosto, franzindo a testa em seguida.

— Esse lixo de equipamento nem é inteligente direito — reclamou uma voz irritada. — Preciso avisar a equipe de manutenção pra adicionar função de reconhecimento. Com alguém do meu tamanho, o sistema não devia pedir pra 'levantar o olhar' e sim pra abaixar!

Um pequeno cientista de jaleco branco, minúsculo até para o traje infantil, bufou indignado. Subiu numa cadeira com um pulo desengonçado, depois saltou sobre a mesa. Ali ficou, mãos nos quadris, encarando Zhang Yuqi.

— Li todos os seus dados — anunciou, limpando a garganta. — Meu nome é Gao Zaishang.

— Pode me chamar de Senhor Zaishang, Professor Zaishang ou até Acadêmico Zaishang — prosseguiu, inflando o peito. — Mas nunca apenas pelo sobrenome, entendido? Senão vou achar que está tirando sarro da minha altura.

Zhang Yuqi assentiu, esperando a próxima fase do interrogatório.

Satisfeito, Gao sacou uma pasta abarrotada de papéis. Folheou a primeira página com ar solene.

— Você leu a carta. Está prestes a se tornar o salvador da humanidade com nossa ajuda — declarou. — Mas antes, precisa responder dois mil testes pra provar que não é uma ameaça.

— Acadêmico Gao, recuso-me — cuspiu Zhang Yuqi, levantando para sair.

— Está me insultando?! — Gao bateu o pé na mesa com força, fazendo o móvel tremer. Quando viu que Zhang seguia indiferente, quase ultrapassando a porta, gritou: — Não pode ir embora! Você é o escolhido!

Zhang Yuqi virou-se lentamente. Do chão, sua altura de 1,70m se equilibrava com a do homenzinho em cima da mesa.

— Acadêmico, seus pesquisadores se enganaram — disse ela, voz cortante. — Não sou eu que preciso salvar a humanidade. É a humanidade que precisa ser salva. Antes de me testar, deviam pensar em dois mil motivos pra eu me importar.

Gao Zaishang arfava, olhos esbugalhados. Nunca esperara tamanha ousadia, dita com tais palavras.

— Hehe — riu subitamente, mostrando dentes pequenos. — Excelente. Adorei seu estilo. Só responda uma última pergunta, sim?

— Faça.

— Você tem... o que, um metro e setenta?

Zhang Yuqi semicerrou os olhos.

— E daí?

— Perfeito! Exatamente a altura ideal para um salvador! — Gao atirou os papéis ao ar, deixando-os cair como neve no escritório.

— Maluco.

— Só um maluco para conceber a ideia de um salvador mesmo — concordou ele, pulando da mesa. Ao chegar perto, bateu no joelho de Zhang. — Fala aí. O que precisamos oferecer pra tornar você o salvador oficial do Instituto?

— Do Instituto? Não era da humanidade?

— Óbvio!

Zhang Yuqi soltou uma risada curta.

— Gostei da sua franqueza também.

Vila Colina Baixa.

O amanhecer encontrou Huo Ying já acordado. Na outra cama do abrigo, Bai Xizhi e Liang Yao se aconchegavam juntas, sonolentas. Na noite anterior, ele resistira às provocações, mantendo sua promessa. Mas não por virtude — Huo Ying aguardava o desfecho natural da disputa entre as duas. Afinal, mesmo fora do apocalipse, esse tipo de jogo tinha seu charme.

Enquanto as mulheres dormiam, ele desceu ao porão. Seus olhos sharingan copiaram as anotações de Bai Xizhi nos projetos. Com técnicas de terra, ergueu em minutos um refúgio completo — sistema de ventilação, canos de escoamento, tudo. Para reforçar a segurança, combinou madeira, rocha e eletricidade: os dutos eram compostos de carvão vegetal, álamo e diamante sintético.

Os pontos de ventilação foram distribuídos em outras três casas da área. A reforma consumiu todas as suas pedras energéticas.

Sem voltar para dentro, Huo Ying entrou numa câmara especial de álamo. Lá, libertou uma das sombras zumbis que mantivera presas.

Corre!

A criatura cinzenta esvoaçou loucamente pela sala, batendo nas paredes de madeira. Acuada, encolheu-se num canto, tremendo diante de Huo Ying.

— Tem medo? Então não resista — murmurou ele.

Seu olho direito brilhou vermelho, os dois tomoe do sharingan girando lentamente. No mesmo instante, a sombra obedeceu à ordem mental: ergueu-se, postura militar perfeita, e começou a marchar no lugar, pernas e braços sincronizados com precisão robótica.

— Exatamente como imaginei.

Com o sharingan, Huo Ying tinha padrões milimétricos. Cada movimento da criatura era impecável, prova do controle absoluto.

Ele estendeu a mão. A sombra imitou o gesto.

Técnica da Espora de Madeira.

Habilidade avançada do Mokuton. Originalmente, criava esporas invisíveis que se transformavam em criaturas brancas. Mas Huo Ying adaptara o jutsu: moldou estruturas humanoides onde inseriu a sombra.

A absorção começou. As esporas, contendo fibras de álamo, comprimiram a entidade em forma de esqueleto. Cinco minutos depois, surgiu diante dele um zumbi esquelético, versão aprimorada dos cadáveres possessivos — pele translúcida sobre ossos, olhos vermelhos como os seus, mas com pupilas marcadas por tomoe gêmeos.

[Holograma: Zumbi Artificial Completo]

— Meus dotes artísticos deixam a desejar — resmungou Huo Ying, estudando a criação.

Huó Ying tentou dar ordens ao Bai Jue.

— Avançar marchando — pensou, em silêncio.

O corpo do Bai Jue se moveu de forma mecânica, levantando devagar o pé esquerdo, balançando um pouco, e depois erguendo o braço direito com uma rigidez quase robótica.

Os olhos de Huó Ying giraram novamente, ativando o Sharingan:

— Ordeno que você se infiltre no corpo do Bai Jue.

Na mente da sombra cinza, houve resistência, mas, num instante, o Sharingan a suprimiu. No momento seguinte, a sombra penetrou no corpo do Bai Jue, e seus movimentos se tornaram fluidos e naturais.

— Entendi — murmurou Huó Ying.

Através da conexão mental, ele percebeu que o Bai Jue possuía propriedades da madeira de álamo, diferente de um cadáver comum.

Se a sombra cinza se fundisse ao Bai Jue, não poderia escapar. Se o corpo do Bai Jue fosse destruído, a sombra também morreria, presa pela natureza da madeira. Controlada pelo Sharingan, a sombra não teve escolha a não ser se render, oferecendo sua consciência em troca da própria vida.

— Não sei por quanto tempo o Sharingan vai segurá-la — pensou Huó Ying, antes de ordenar:

— Continue marchando até eu mandar parar.

Ele saiu do cômodo, trancou a porta e selou-a com um jutsu de terra.

[Pedido aos leitores: Por favor, não deixem de acompanhar a história! Ontem, dois capítulos foram publicados, mas o de 6 mil palavras teve apenas 400 leituras, enquanto o de 3 mil teve 650. Talvez capítulos menores sejam mais fáceis de acompanhar. A partir de agora, vou dividi-los em partes menores.]

Capítulo 99: O Raio que Gera Energia

Depois de testar a sombra cinza, Huó Ying voltou para o quarto.

Liáng Yáo e Bái Qiànzhī já estavam acordadas e haviam preparado a comida. Enquanto Liáng Yáo praticava flechas mirando em um alvo na parede, Bái Qiànzhī vestia um braço mecânico.

— Vou coletar pedras solares — explicou Bái Qiànzhī. — Estou quase me tornando uma infectada. Se me expuser mais à radiação delas, posso despertar habilidades e ajudar vocês melhor.

— Espere um pouco — disse Huó Ying, entrando no porão e retornando com uma armadura de madeira.

— Vista isso. Os cadáveres não vão te atacar, e com o braço mecânico, você consegue lidar com criaturas infectadas. Quanto à chuva maligna, carvão vegetal é suficiente. Leve um bom estoque.

Bái Qiànzhī vestiu a armadura rapidamente, fez um gesto de confiança e saiu equipada: braço mecânico na mão direita, tocha na esquerda e um balde de madeira nas costas, metade cheio de carvão e a outra pronta para as pedras solares.

Depois de uma refeição rápida, Huó Ying também deixou a caverna, carregando um balde com fragmentos do Martelo Solar e algumas balas de rifle, seguindo em direção ao ponto de encontro.

Lá fora, a chuva continuava implacável, alimentando o medo entre os sobreviventes. Os Zhang, pai e filho, conversavam com Élisa e sua mãe no pátio, todos buscando recursos úteis.

Ao avistar Huó Ying, os Zhang se aproximaram rapidamente.

— Irmão, isso é…? — perguntou o mais velho, os olhos arregalados ao ver os fragmentos do Martelo Solar no balde.

Era impressionante que uma arma tão poderosa tivesse sido reduzida àquele estado. Mas o que mais os surpreendeu foi a mudança em Huó Ying: antes, ele precisava do braço mecânico para carregar o martelo, mas agora o segurava com apenas uma mão.

Zhāng Zhǎnhóng olhou para ele com admiração ardente, enquanto Zhāng Fāmào sorriu, satisfeito por manter uma boa relação com Huó Ying através das trocas.

— Houve um acidente, e o Martelo Solar quebrou — explicou Huó Ying. — Queria saber se é possível consertá-lo. Também trouxe balas para serem modificadas com pedras solares. Digam o que precisam em troca.

Ele entregou as balas a Zhāng Fāmào, mas manteve o balde consigo.

— O material das balas já foi pago antes, e o conserto do martelo é garantia pós-venda — disse Zhāng Fāmào, esfregando as mãos com um ar profissional. — Nós honramos nossos compromissos.

— Lojistas honestos como vocês são raros — respondeu Huó Ying, contendo um sorriso sob o elmo de madeira. — Mas também preciso de mais algumas armas: facas, machados, duas de cada. Se sobrar material, alguns punhais também. E que sejam leves.

Zhāng Zhǎnhóng ficou surpreso:

— Nossa, as mulheres do irmão também são tão habilidosas? Capazes de usar duas armas ao mesmo tempo!

Ele imaginou Liáng Yáo brandindo lâminas duplas, mas Zhāng Fāmào interrompeu o devaneio do filho com um pisão discreto.

— Irmão, essas armas são para mulheres, certo? Se for para uso alternativo, tudo bem, mas se for para empunhadura dupla… uma das lâminas precisa ser mais leve?

Huó Ying hesitou antes de responder:

— Não. Não é para empunhadura dupla. Tratem como armas reserva.

Zhāng Zhǎnhóng engasgou, mas antes que pudesse falar, o pai o calou com outro pisão.

— Certo, armas reserva são melhores mesmo — concordou Zhāng Fāmào, lançando um olhar reprovador ao filho. — Assim, se quebrarem como o martelo, não ficamos esperando conserto.

— Vamos trocar por carvão de novo? — perguntou Huó Ying.

Com a chuva maligna à solta, todos precisavam de carvão.

Zhāng Fāmào sorriu, constrangido, e olhou para o filho, sinalizando que era a vez dele falar.

— Irmão, você é poderoso… consegue arranjar diesel ou gasolina? — pediu Zhāng Zhǎnhóng, envergonhado. — Nós usamos ferramentas de construção para fazer as armas, e hoje a demanda é grande. O gerador a diesel que encontramos está sem combustível.

— Irmão, só para fazer seu Martelo Solar, usamos quase todo o diesel — acrescentou, temendo que Huó Ying ficasse irritado.

— Justo — respondeu Huó Ying, sem se aborrecer. — Quanto tempo levará para fazer essas armas?

— Alguns dias, mas usamos o gerador só em um dia para finalizar tudo. Só precisamos de diesel suficiente para um dia de trabalho.

— Diesel é difícil de conseguir, mas entendo um pouco de geradores — disse Huó Ying. — Vou com vocês até a oficina e resolvo o problema da energia. Vocês cuidam da produção, e eu pago com carvão.

Ele colocou o balde no chão.

— Vou buscar o carvão.

Luna observava Huo Ying à distância e, assim que viu ele terminar a conversa com os Zhang, correu para interceptá-lo:

— Espere! Eu também tenho algumas coisas para trocar com você.

Bloqueando o caminho de Huo Ying, Luna abriu a caixa que carregava consigo. Dentro, havia um saquinho de farinha branca.

Huo Ying pegou um pouco entre os dedos, cheirou e reconheceu: era farinha de trigo.

— Você tem sementes de trigo? — perguntou, visivelmente interessado.

Luna sorriu levemente:

— O rendimento normal do trigo já é baixo, e no apocalipse é ainda mais difícil de cultivar. Não guardei sementes viáveis, mas... por causa de experimentos, tenho algumas sementes inativas que mantive como espécimes de coleção.

Sob o capacete de madeira, a expressão de Huo Ying permaneceu inalterada. Era um teste de Luna — se ele demonstrasse interesse até por sementes mortas, estaria entregando seu segredo.

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