Ler Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 3 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Top Alpha's wife is paying off debts / A esposa do Top Alpha está pagando dívidas: Capítulo 3

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Assim que os outros saíram, Lin Yan não perdeu tempo:

— Mãe, você não disse que aquelas coisas iam ser minhas um dia?

He Huishan tapou a boca do filho às pressas:

— Cale a boca! Acha que já não está bagunçado o suficiente?

Aquela pestinha do Lin Xun tinha encenado aquela cena de repente, pegando-a totalmente desprevenida. Ela precisava pensar bem em como lidar com aquilo.

Vendo a mãe se levantar, Lin Yan foi atrás:

— Mãe, onde você vai?

— Não é da sua conta. Vá para a escola agora.

As malas de Lin Xun já haviam sido enviadas de manhã para a mansão da família Lin. Nesse momento, os empregados as empurravam para dentro do quarto de Gu Huaiye.

Ao descer do carro, Lin Xun avistou um idoso de cabelos brancos, vestindo um fraque preto, parado diante do enorme portão da mansão.

Apesar de magro, o homem não parecia frágil. Postura ereta, maneiras impecáveis, ele se curvou levemente:

— Jovem Lin Xun, bem-vindo à família Gu. Sou o mordomo da residência. Pode me chamar de Tio Liu.

— Olá, Tio Liu.

Sob a luz do sol, o sorriso doce do jovem transbordava simpatia e inocência — nada da aura sombria dos boatos.

Aquela imagem fresca e cheia de vitalidade era simplesmente cativante.

Pelo menos na primeira impressão, o velho mordomo ficou bastante satisfeito.

Sorridente, ele conduziu o visitante para dentro, apresentou-o aos empregados e então explicou:

— O velho senhor está conversando com o médico particular do jovem mestre. Ele teve compromissos de trabalho hoje e só voltará à noite. Você pode descansar um pouco — o almoço ainda vai demorar.

Com toda a cortesia, Tio Liu acompanhou Lin Xun até a porta do quarto, onde chá preto e biscoitos já o aguardavam.

Preocupado que o jovem pudesse se sentir desconfortável no novo ambiente, o mordomo teve o tato de não prolongar a visita.

Observando a porta fechada, Lin Xun ficou surpreso com a recepção da família Gu.

Ele havia se preparado para ser tratado com frieza, mas a realidade foi exatamente o oposto. Sem dúvida, os Gu eram mesmo uma família de elite — o nível de hospitalidade era impecável.

Pegando um biscoito do prato, Lin Xun foi até a janela. A vista do imenso jardim era deslumbrante. Ao abrir a janela, uma brisa fresca entrou. Ele mordeu o biscoito — crocante, com um aroma intenso de manteiga.

— Doutor Si, seja direto.

Uma voz inesperada fez Lin Xun estremecer.

Em seguida, outra voz, mais jovem, hesitante:

— Velho senhor Gu, analisei o relatório do hospital. Pela condição atual de Huaiye... certas funções podem já estar comprometidas...

O biscoito escorregou da mão de Lin Xun e caiu no chão.

[...]

Lin Xun nunca imaginaria ouvir uma conversa daquelas. Não pôde evitar um acesso de compaixão por Gu Huaiye.

Pensar que o homem tinha linhagem, fortuna, mas... problemas naquela área. Realmente, todo mundo tem seus obstáculos na vida.

Assoprando o biscoito que pegou do chão, Lin Xun começou a ficar ansioso para conhecer Gu Huaiye.

Enquanto isso, Gu Ting despedia o médico particular quando avistou o mordomo descendo as escadas:

— E então? Ele já chegou?

— Sim, parece um jovem dócil e obediente — respondeu o mordomo, sorridente. Ele servia a família Gu desde a adolescência, há mais de sessenta anos. Sua relação com Gu Ting ia além de patrão e empregado — era quase como família. — Bem diferente dos boatos.

Originalmente, Gu Ting desconfiava do Omega enviado pela família Lin. Os rumores pintavam o garoto como sombrio e mimado, perseguindo o jovem Alpha da família Yi pela cidade, gerando todo tipo de fofoca.

Se não fosse pelo estado crítico de Gu Huaiye, ele jamais concordaria com algo tão absurdo.

Usar o próprio filho para pagar dívidas — só mesmo uma família medíocre como a dos Lin faria isso.

Mas, diante dos fatos, ele só podia se consolar pensando que o Omega era jovem e talvez ainda pudesse ser educado:

— Melhor assim. Quando Huaiye volta?

— O jovem mestre não disse. Quer que eu ligue?

— Sim, lembre-o. Ele costuma se perder no trabalho. — Gu Ting sentou no sofá, perturbado pelas palavras do médico.

Na hora do almoço, Tio Liu levou pessoalmente a refeição ao quarto. Lin Xun sorriu ao ver o prato balanceado:

— Obrigado.

— Não há de quê, jovem mestre. É meu dever. Se precisar de algo, é só chamar.

O velho mordomo saiu, fechando a porta atrás de si, e encontrou Gu Ting do lado de fora.

— Ele disse algo?

— Nada. Quer conhecê-lo? — O mordomo entendia o conflito de Gu Ting: por um lado, achava o Omega dos Lin indigno de Gu Huaiye; por outro, não podia arriscar a saúde do neto.

Mas, na sua opinião, um jovem com olhos tão claros e luminosos dificilmente teria uma índole ruim.

Gu Ting balançou a cabeça:

— Não há pressa. Observe-o um pouco mais.

Ignorante da cena à sua porta, Lin Xun saboreou a refeição. O chef da família Gu era talentoso — até um simples prato de legumes estava delicioso.

Após comer, ele abriu o notebook. O grupo da turma acabara de enviar a tarefa: quem não entregasse antes do início das aulas perderia todos os pontos da disciplina História do Cinema.

Lin Xun: [...]

Ex-aluno de Pintura Tradicional Chinesa, ele agora sentia na pele os rigores do curso de Cinema.

Mas, estando apenas no segundo ano, se não levasse a sério, provavelmente rodaria em tudo. Um diploma universitário ainda era essencial.

Baixando os filmes para análise, Lin Xun decidiu dedicar os próximos dias a uma maratona intensiva.

Eram dez filmes no total. Mesmo considerando apenas 90 minutos por filme, seria uma longa jornada. Enchendo uma caneca de chá preto, ele se preparou para virar a noite.

No terceiro filme, o cansaço bateu. Dormira pouco na noite anterior, e nem o chá preto adiantava.

Faltava ainda muito pela frente. Ele se levantou para espreguiçar.

Nesse momento, a porta se abriu. À sua frente, um homem alto, de traços nobres e aura imponente. Seus olhos dourados revelaram surpresa por um instante, logo controlada:

— O que você está fazendo aqui?

Na verdade, essa era uma pergunta que ele também queria fazer: como o Gu Huaie tinha entrado ali?

— O tio Liu me trouxe — respondeu Gu Huaie, observando o jovem que parecia desconfortável com sua presença.

O quarto mal iluminado ainda ecoava os diálogos do filme. Sem a astúcia do dia anterior, o rapaz parecia tão inocente quanto uma flor branca desabrochando num vale solitário — pura e inofensiva. Mas Gu Huaie já tinha visto seu lado raposa e sabia que aquela aparência frágil era só fachada.

Ao fechar a porta e acender a luz, ele declarou com naturalidade:

— Este é o meu quarto.

Enquanto desabotoava o colarinho, deixou claro que não tinha intenção de sair. Lin Xun processou rapidamente o significado daquela frase. O sono tinha evaporado.

— Quer que eu peça ao tio Liu para trocar de quarto? — perguntou, pausando o filme. Ele ainda não entendia as intenções de Gu Huaie. Será que precisava "acompanhá-lo" na cama? Considerando o clichê de dramas românticos sobre dívidas, era bem possível. Mas ele não estava preocupado — afinal, Gu Huaie, apesar do físico imponente, tinha... limitações. Se fosse preciso uma "luta corporal" na cama, ele não sairia perdendo.

Apertando discretamente a barra da camisa para reforçar o ar de inocência, ele se preparou psicologicamente.

Gu Huaie pendurou o paletó e desabotoou as mangas da camisa, respondendo com indiferença:

— Como quiser.

Lin Xun não esperava por essa. O homem simplesmente devolveu a decisão a ele.

[...]

Lin Xun ficou sem palavras. Como era para ele escolher?

Notando o espanto passageiro no rosto do jovem, Gu Huaie tirou o cinto e virou-se em direção ao banheiro. Lin Xun aproveitou para espiar os abdominais definidos sob a camisa aberta — mesmo de relance, dava para imaginar que seriam firmes ao toque.

Que desperdício. Um corpo daqueles... e justo "aquilo" não funcionava.

Sentando-se novamente, Lin Xun analisou a situação enquanto o outro tomava banho. Se o tio Liu o levara até ali, certamente fora por ordem do patriarca da família Gu. O objetivo? Fazer com que ele e Gu Huaie convivessem sob o mesmo teto para "ajudar" com a condição do herdeiro. Pedir para trocar de quarto seria contraproducente. Além disso, os Gu o trataram com respeito — ele não ia ser rude. Enquanto ele não ficasse constrangido, o problema seria dos outros.

O som da água parou. Quando Gu Huaie saiu do banheiro e viu que o jovem Omega ainda estava lá, surpreendeu-se. Ele realmente não fugira.

— Senhor Gu... — murmurou Lin Xun, virando-se com olhos negros e vulneráveis.

— Hmm. — Gu Huaie parou, esperando.

Banhado, o homem parecia mais suave, quase paciente.

— Posso... ficar? — Lin Xun baixou a cabeça, cílios escuros tremendo sob a luz, pele de porcelana levemente pálida, lábios rosados pressionados. Era a pose perfeita de fragilidade e inocência — algo que ele tinha praticado depois de horas imitando personagens de dramas. Sabia exatamente como explorar seus pontos fortes... quando quisesse.

Gu Huaie observou a raposinha atuando. Se não tivesse visto suas artimanhas no Clube do Prazer, teria caído no conto.

— Pode. Dorme no chão.

Lin Xun ergueu o rosto, chocado, deparando-se com aqueles olhos dourados e gelados. Depois de toda a encenação, essa era a resposta? No mínimo, esperava ser expulso — assim teria desculpa para ir para um quarto de hóspedes. Ou dividir a cama, pelo menos! Mas no chão?!

Maldição!

Com razão estava solteiro.

E com razão "aquilo" não funcionava!

Discretamente, Lin Xun lançou um olhar à região inferior de Gu Huaie antes de manter a pose de coitadinho:

— Não vou incomodar o senhor.

Gu Huaie quase riu. O garoto realmente sabia se humilhar quando necessário.

Veremos quanto tempo até a máscara cair.

Deitando-se na cama, ordenou:

— Apaga a luz.

Ranger os dentes foi inevitável. Lin Xun levantou-se para desligar a luz, xingando mentalmente o outro. Desumano! Achava que ele era empregado, ou quê?

— Quando você vai desligar isso? — resmungou.

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