Ler Infinite Reincarnation: I am the Beast / Reencarnação Infinita: Eu sou o Monstro: Capítulo 9 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Infinite Reincarnation: I am the Beast / Reencarnação Infinita: Eu sou o Monstro: Capítulo 9

(Ctrl + esquerda) Capítulo anterior   |    Índice    |   Próximo capítulo (Ctrl + direita)

Sentado na cama de madeira, Bai Cangzhu sorriu ao pensar nisso. A crueldade do espaço [Aventura Infinita] era ainda mais intensa do que imaginava.

Quem diria que uma missão de teste, logo no início, já determinaria todo o rumo dos acontecimentos.

Um novato comum provavelmente ainda estaria perdido e inseguro, desperdiçando a melhor oportunidade sem perceber.

Até mesmo Bai Cangzhu, que se considerava acima da média e não era um humano comum, havia perdido a chance por querer observar a situação antes de agir.

Claro, ele ainda não havia percebido o quão "especial" essa missão de teste realmente era.

Bai Cangzhu não se considerava louco justamente porque acreditava ser extremamente racional.

E racionalidade, para ele, significava pesar ganhos e perdas sem se deixar levar pelas emoções.

Levou apenas dez segundos para descartar o plano que já não poderia executar e começar a considerar outra forma de [impedir que o Esquadrão 64323 matasse Tao Pai Pai].

Além de salvar Tao Pai Pai, havia outra opção: matá-lo antes!

Bai Cangzhu revisou cuidadosamente a descrição da missão. O objetivo era "impedir" que o esquadrão de viajantes matasse Tao Pai Pai.

Ou seja, o cerne da missão era frustrar a ação do esquadrão, não necessariamente a sobrevivência de Tao Pai Pai.

Portanto, desde que Tao Pai Pai não fosse morto pelo esquadrão, a Missão Especial II estaria cumprida.

Naturalmente, Bai Cangzhu começou a pensar em como ele mesmo poderia matar Tao Pai Pai.

Como mencionado antes, Tao Pai Pai, com seu Ki abundante, era um mestre das artes marciais sobrenaturais.

Quase impossível de ser derrotado em combate direto por um humano comum.

Com sua habilidade de voar em um pilar a mais de 2000 km em quatro minutos, nem mesmo as superpotências do mundo real conseguiriam mirar nele com precisão.

Apesar de Bai Cangzhu sempre ter sido temido por sua força física e mental acima da média, ele ainda estava dentro do limite de um humano comum.

Olhou para o revólver prateado [Batida do Azar] em sua mão e balançou a cabeça.

— Não, essa arma não tem poder suficiente. Uma sniper talvez, mas isso não é uma opção.

Revirou os pertences dos cadáveres no quarto — facas, espingarda — mas nenhuma daquelas armas poderia ser levada para fora daquele espaço.

Seus olhos pousaram sobre as duas adagas verde-esmeralda.

Envenenamento...

Mas ainda não parecia suficiente.

[Faltam 21 horas e 07 minutos para a entrada do Esquadrão 64323 no mundo.]

O tempo era curto, eliminando a possibilidade de Bai Cangzhu provocar um conflito entre Tao Pai Pai e os discípulos do Mestre Kame para se beneficiar da disputa.

Procurar as Esferas do Dragão para fazer um desejo também era absurdo. Se fosse tão fácil encontrá-las, o espaço não teria criado uma missão de teste como essa.

As Esferas do Dragão desse mundo eram capazes de coisas muito além de simplesmente matar Tao Pai Pai.

Bai Cangzhu olhou para a lua pela janela e, de repente, tomou sua decisão.

Levantou-se da cama com agilidade, pegou as adagas envenenadas e discou o último número no telefone do hotel antes de desaparecer na noite, descendo a montanha sob a chuva.

Seus movimentos eram rápidos e precisos. Em poucos minutos, já estava de volta à cidade.

Os dedos indicador e médio da mão direita ainda estavam enfaixados, mas seu rosto já exibia aquele sorriso natural de sempre.

Bai Cangzhu gostava de sorrir porque havia percebido que um sorriso era a expressão mais conveniente.

Era uma máscara perfeita — impenetrável e socialmente aceitável.

Seus passos eram calculados, cada um exatamente igual ao anterior, uma imitação consciente da postura de Tao Pai Pai. Sua habilidade de controle muscular parecia quase inata.

Na sombra do hotel, Tang Baduan observava Bai Cangzhu se aproximar com aquele sorriso perturbador. Seu rosto estava sombrio, a respiração ofegante, o coração batendo forte.

— Você deve estar realmente louco para dizer uma coisa dessas!

— Não tem medo de eu contar ao Grande Tao Pai Pai que você quer matá-lo?!

Ao ver Tang Baduan aparecer, Bai Cangzhu sentiu-se mais confiante.

Avançou até ficar cara a cara com ele, forçando Tang Baduan a recuar dois passos, já em desvantagem.

O sorriso de Bai Cangzhu se aprofundou.

— Tao Pai Pai é paranóico. Se você disser isso, ele vai suspeitar de você também.

— Além do mais, se o senhor Tang Baduan veio me encontrar, é porque... também deseja a morte dele, não é?

— Cale a boca! — Tang Baduan quase engasgou com o próprio coração, a visão escurecendo por um instante.

Ele olhou para trás, temendo que Tao Pai Pai tivesse acordado, mas não houve nenhum movimento.

Voltou-se para Bai Cangzhu, furioso.

— Foi você que me ameaçou, seu maldito!

Bai Cangzhu encolheu os ombros, sem nenhum remorso.

— Não foi uma ameaça, senhor Tang Baduan.

— Eu já deixei um bilhete escondido no hotel, detalhando como você cobiça a fortuna de Tao Pai Pai e tem medo de sua crueldade...

— E como secretamente recrutou seu discípulo — ou seja, eu — para ajudá-lo a matá-lo.

Era verdade. Bai Cangzhu realmente havia deixado o bilhete.

Ele não estava ameaçando Tang Baduan — já havia agido.

Com a mente paranóica de Tao Pai Pai, bastaria uma suspeita para que ele matasse Tang Baduan sem hesitar.

E Tang Baduan sabia disso. Por isso, em vez de alertar Tao Pai Pai, ele veio encontrar Bai Cangzhu no meio da noite.

Se olhares pudessem matar, Bai Cangzhu já estaria em pedaços.

Bai Cangzhu acenou com a mão, tirando das costas os dois punhais que haviam sido mergulhados em venenos de cobras verdes, e sorriu:

— Pare de me olhar com tanto sentimento, Sr. Tang Baduan. Melhor focarmos em planejar como sobreviver até amanhã. O mestre Tao Baibai não é exatamente do tipo compreensivo.

Vendo que Tang Baduan ainda o encarava com rancor, Bai Cangzhu balançou a cabeça, resignado, e continuou:

— Por que não pensa no lado bom? Se dermos certo amanhã, toda a fortuna que Tao Baibai acumulou ao longo dos anos será sua!

Tang Baduan teve um sobressalto. Instintivamente, perguntou:

— Você realmente não quer nada...?

Bai Cangzhu abriu as mãos, seu sorriso ficando ainda mais radiante. As pessoas são fracas justamente porque se deixam dominar pelas emoções. Até alguém covarde como Tang Baduan, diante da tentação da riqueza, conseguia superar o medo que Tao Baibai inspirava.

Com mãos trêmulas, Tang Baduan pegou os punhais envenenados, mas ainda não parecia muito confiante. Felizmente, Bai Cangzhu não precisava que ele pensasse ou planejasse. Ele deu um tapinha no ombro de Tang Baduan e sussurrou:

— Você só precisa fazer assim...

A lua se escondeu atrás das nuvens. Tang Baduan sentiu como se um demônio o estivesse arrastando para um caminho sem volta, mas... ele simplesmente não conseguia resistir.

O tempo passou rápido. Quando o sol nasceu e se pôs mais uma vez, o crepúsculo se aproximava, e as estrelas ainda não brilhavam no céu, quando várias figuras surgiram do nada no campo fora da vila.

Cada uma delas tinha uma aparência peculiar. O líder, com cabelos vermelhos espetados, desafiava a gravidade, mostrando claramente que seu poder não era comum. Ele conferiu rapidamente as informações da missão e assobiou:

— Parece que temos sorte. Logo na primeira missão em equipe, caímos num mundo derivado exclusivo de outros viajantes.

Atrás dele, um homem gordo que, mesmo sentado, media mais de três metros de altura, soltou uma risada:

— Ha! Então podemos começar nosso saqueio divertido de novo. Ainda bem que comprei algumas [algemas de escravo] antes de entrar...

— Bulma pode não valer tanto no espaço, mas ainda é uma raridade, hehe... — O gordo riu de modo obsceno, enquanto sua parte inferior inchava rapidamente.

Do outro lado, um homem alto e magro, de meia-idade, vestindo um manto verde, tinha uma cicatriz em forma de lua crescente atravessando o rosto.

O homem de cabelo vermelho, vendo que o outro permanecia em silêncio, resmungou:

— Lua das Sombras, deixe de lado essa falsa bondade. Somos viajantes, algo pior que o Quarto Flagelo Celestial!

— Nossa função é extrair todos os recursos desses planos para nos fortalecer. Além disso... — Ele deu uma risada seca. — Esses NPCs insignificantes não merecem pena.

O homem chamado Lua das Sombras não disse nada, apenas lançou um olhar para os dois antes de desembainhar a enorme espada em forma de cruz que carregava. A lâmina era negra, com um punho dourado incrustado de gemas — era a [Espada Negra da Noite], uma das doze lendárias lâminas supremas do mundo de One Piece.

— Chega de conversa. O alvo desta vez, Tao Baibai, não será fácil de matar.

Atrás de Lua das Sombras, uma mulher vestida como uma freira, com os olhos vendados por faixas brancas, permanecia imóvel como um cadáver.

O homem de cabelo vermelho de repente começou a queimar em chamas, com uma aura de mana intensa envolvendo-o. Escamas vermelhas surgiram em sua pele, e suas pupilas se tornaram verticais e douradas. Ele avançou em direção a Lua das Sombras, lambendo os lábios com uma língua afiada.

— Falando nisso, Lua das Sombras, você nunca capturou uma escrava, não é?

— Nem mesmo aproveitou essa porca aqui...

Ele rasgou o vestido da freira, expondo sua pele branca e imaculada, tão perfeita que não parecia humana. As chamas do homem queimaram sua pele, criando bolhas negras, mas ela permaneceu impassível, como se não sentisse nada.

Entediado, o homem apagou as chamas e arremessou a mulher para longe, então deu mais dois passos em direção a Lua das Sombras, com um sorriso malicioso.

— Lua das Sombras, por trás dessa fachada... você não seria uma mulher, seria?

ZUMBIDO!

O som de uma espada cortando o ar ecoou. Uma lâmina gelada desceu como um raio. O homem de cabelo vermelho teve um sobressalto quando um clarão verde passou por ele, abrindo uma fenda no chão que se estendeu por centenas de metros, rachando o deserto ao meio.

Lua das Sombras baixou os olhos e falou calmamente:

— Você é tão patético quanto dizem, Demônio das Chamas.

— Mas fique tranquilo. Depois dessa missão, teremos nosso confronto. Então, o grande mestre verá qual dos [Quatro Demônios do Leste] merece receber aquela [Carta].

http://portnovel.com/book/7/610

(Ctrl + esquerda) Capítulo anterior   |    Índice    |   Próximo capítulo (Ctrl + direita)

Discussão do capítulo:

Ninguém comentou ainda...
Para comentar Faça login ou Cadastre-se

Configurações

Pronto:

100.00% CP = 1.0

Baixar como arquivo .txt
Baixar como arquivo .fb2
Baixar como arquivo .docx
Baixar como arquivo .pdf
Link para esta página
Sumário da tradução
Interface de tradução
QR-code

Como usar:

  • Pegue um telefone celular com câmera
  • Abra um aplicativo de leitura de QR-code
  • Aponte a câmera para o código
  • Obtenha o link