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Tradução pronta I, the Elf King, Join the Chat Group / Eu, o Rei Elfo, entro no grupo de bate-papo: Capítulo 62

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— Bzzzt~

Uma aura rosa envolveu o Haxorus, seguida por gotas de vida que se fundiram em seu corpo. O Dragapult havia segurado seus golpes, apenas deixando Haxorus incapaz de lutar. Mesmo sem cura, ele logo recuperaria os sentidos, mas com a ajuda da Hatterene, ele já se levantou de imediato.

— Grrrr~

Luo Wen se aproximou do Haxorus e ofereceu um pouco de comida para Pokémon.

— E então, agora acredita em mim? Na possibilidade de ficar ainda mais forte?

O Haxorus assentiu e emitiu uns rugidos. Ele contou sua história.

Como Luo Wen imaginava, o Haxorus realmente era invencível nas áreas selvagens da Vila dos Dragões, e por isso normalmente parecia relaxado. Além disso, havia outro motivo importante: seus treinos antigos já não traziam mais progresso.

— Claro que era difícil evoluir. A Vila dos Dragões tem muitos Pokémon poderosos, vários deles capazes de se tornar líderes em outras regiões. Mas no fim das contas, a Vila é pequena demais e não há competição de verdade. Chegar ao seu nível já é impressionante.

Para continuar evoluindo, ficar preso na Vila dos Dragões não adiantaria. A Vila não proibia as batalhas entre Pokémon, mas mantinha um certo controle sobre elas. Sem preocupações com comida, sem a luta pela sobrevivência do mundo selvagem, sem adversários à altura, ficar mais forte se tornava quase impossível.

A única saída seria deixar a Vila dos Dragões — algo que, até então, o Haxorus nunca havia considerado.

O Haxorus ficou pensativo.

A Vila dos Dragões era pequena?

Era grande o suficiente para abrigar tantos Pokémon do tipo Dragão, então não dava para dizer que era minúscula. Mas comparada ao mundo Pokémon como um todo, ou mesmo só à região de Unova, era apenas um cantinho.

Chegar ao nível de Elite Four já era seu limite ali.

Luo Wen aproveitou o momento.

— E então, quer viajar comigo? Quem sabe você não descobre coisas novas pelo caminho?

Ele não estava mentindo. Graças ao Chat Group, ele podia até visitar outros mundos.

O Haxorus não pensou muito antes de estender a garra.

— Grrr!

Ele aceitou!

Luo Wen não conseguiu conter o sorriso. Em seguida, pegou uma Pokébola personalizada, encomendada de um mestre artesão — Dragapult e Garchomp haviam confirmado que era mais confortável para Pokémon do tipo Dragão.

Sem hesitar, o Haxorus tocou a Pokébola.

Um flash vermelho depois, ele foi absorvido, e a bola nem chegou a balançar.

Luo Wen olhou para a Pokébola, ainda sorrindo.

Era seu sétimo Pokémon!

---

Capítulo 86: A Cunha Genética e o Reencontro com N

— Digam xis!

Luo Wen e o Haxorus posaram juntos enquanto Iris tirava a foto. Era uma tradição sempre que um novo companheiro se juntava ao time, e todas as fotos eram guardadas com cuidado.

— Valeu, Iris.

— Sem problema! Quando eu capturar meus Pokémon, também vou tirar fotos assim.

Iris não entendia muito de tecnologia, mas adorava a ideia de guardar memórias. Já estava pensando em comprar uma câmera quando começasse sua jornada.

Depois de guardar tudo, Luo Wen levou o Haxorus até a Vovó M.

— Então foi esse garoto que você capturou? Ele tem muito talento. Cuide bem dele.

A Vovó M conhecia cada Pokémon da Vila dos Dragões como a palma da mão.

— Pode deixar, Vovó M.

Luo Wen levava os Pokémon a sério.

A Vovó M acenou com a cabeça.

— Imagino que você esteja de partida, então. Toma isso aqui. Pode ser útil.

Na palma dela estava um objeto em forma de pirâmide, com camadas de cores diferentes: cinza na base, preto acima, depois branco, e o topo pontiagudo em cinza novamente. Na parte inferior, havia ainda uma pequena pirâmide amarela.

Luo Wen quase engasgou.

Ele conhecia muito bem aquele objeto. Era um item crucial.

A Vovó M, achando que ele não sabia, explicou:

— Isso parece ter ligação com os dragões lendários de Unova, mas ninguém sabe ao certo para que serve. Iria para o Líder Drayden, em Opelucid, para que ele escolhesse alguém digno. Mas como você já foi reconhecido por um dos dragões, decidi entregar a você.

Luo Wen sabia exatamente o que era aquilo.

A Cunha Genética.

O item que permitia a Kyurem se fundir com Reshiram ou Zekrom, liberando todo o seu poder e absorvendo as habilidades de um deles.

Ele nunca imaginaria encontrar a Cunha na Vila dos Dragões.

A Vovó M notou sua expressão.

— Você conhece este objeto?

Luo Wen confirmou.

— Sim, está ligado ao corpo abandonado do dragão lendário. Mas no momento, ainda não temos como usá-lo.

Para fundir Kyurem com um dos outros dragões, seria preciso controlar tanto Kyurem quanto Reshiram ou Zekrom — e fazer com que ambos aceitassem a fusão.

Naquele momento, em toda Unova, ninguém seria capaz disso.

A realidade não era como nos jogos, onde lendários eram capturados facilmente.

A Vovó M acenou.

— Entendo. Mas o item é seu agora. O que fazer com ele é problema seu.

Aquilo estava na Vila dos Dragões há incontáveis anos, sem nunca ter servido para nada. Por isso, ela decidira entregá-lo a Luo Wen.

Xiaque, como líder do ginásio, tinha contato com muitos treinadores talentosos. Talvez pudesse encontrar alguém adequado.

Mal teve a ideia, e eis que encontrou Lo Wen, aprovado pelo dragão lendário. Sem perder tempo, ela entregou o objeto.

— Entendido, Vovó — Lo Wen guardou o Cune Gênico com cuidado.

Ele não esperava que, em tão pouco tempo, já tivesse obtido dois artefatos relacionados a criaturas lendárias.

A anciã acenou com a cabeça e disse:

— Se não for urgente, fique até amanhã. Deixe a vila te receber como merece, herói aprovado pelo dragão lendário.

Lo Wen não recusou. Afinal, não tinha pressa.

Sob os cuidados calorosos dos moradores da Vila dos Dragões, ele só partiu no dia seguinte, rumo a Trípoli City.

— Lo Wen, Campeão! Um dia eu vou te desafiar! — Gritou Iris, repetindo o que tinha dito quando ele chegara.

Ele sorriu, acenou e desapareceu no horizonte.

...

Como partiu cedo, Lo Wen chegou a Trípoli ainda no mesmo dia.

Ming Yi ainda não tinha aparecido, e a Equipe Plasma continuava por lá.

Ele já planejava irritar Ghetsis de novo quando encontrou uma figura conhecida: N, o "Rei" da Equipe Plasma.

N o viu, mas não fugiu. Pelo contrário, veio direto até ele.

— Nos encontramos de novo, N. Veio me convencer a libertar Pokémons outra vez? — Lo Wen não se esquivou.

N balançou a cabeça.

— Sei que você nunca vai libertá-los, não importa o motivo.

Lo Wen sorriu.

— Então mudou de ideia?

— Meu desejo de libertar os Pokémons nunca morreu. Mas, ultimamente, tenho visto muitas coisas. Alguém me disse que cada pessoa é diferente... Mas quanto mais pensamentos existem, mais confuso o mundo fica, e mais os Pokémons sofrem. As pessoas nunca vão abrir mão do poder que têm. Nem você, nem a Equipe Plasma.

— "Nem a Equipe Plasma"... Essas não são palavras que deveriam sair da boca do Rei deles. — Lo Wen sabia que N acabaria descobrindo a verdade sobre a Equipe Plasma, mas não esperava que demorasse tanto.

— É exatamente isso. A Equipe Plasma é grande demais, as pessoas têm ideias diferentes, e surgiram coisas que não deveriam existir. Percebi que, para alcançar meu ideal, preciso de uma força que todos reconheçam. — N não escondeu nada.

Lo Wen riu alto.

— Muito bom! Bem melhor do que aquela ingenuidade de antes. Pelo menos entendeu que discurso sozinho não resolve nada.

N não se abalou. Fitou Lo Wen com determinação.

— Vou desafiar a Liga. Quero me tornar Campeão e criar o mundo que imagino.

— Desafiar a Liga... Pensei que fosse tentar algo mais extremo. — Lo Wen já esperava por isso.

N negou com a cabeça.

— Isso só causaria mais mortes desnecessárias de Pokémons. Quero um poder absoluto. Vou encontrar o dragão lendário, Lo Wen. E quando o fizer, vou te desafiar.

Lo Wen suspirou.

— Ainda está sendo ingênuo. Paz sob ameaça de força absoluta? E quanto à vontade dos próprios Pokémons? No seu mundo ideal, por que eles lutariam contra seus treinadores? Você já pensou nisso? Um mundo baseado só em sonhos só vai gerar conflitos maiores. O certo é enfrentar os problemas, não evitá-los!

N não recuou.

— E se não tentar, como pode saber? Você consegue negar que alguns Pokémons sofrem nas mãos de treinadores cruéis e ainda assim não os abandonam? Ou que Pokémons abandonados carregam feridas emocionais pelo resto da vida? Separar humanos e Pokémons é a única solução definitiva!

[Capítulo 87 - A Chegada de Ming Yi]

Lo Wen observou N se afastar e depois seguiu seu caminho.

Ele não concordava com as ideias de N, e N certamente também não mudaria de opinião.

Para ser sincero, Lo Wen tinha vontade de prender N ali mesmo, mesmo sem provas.

Mas ele sentiu algo familiar na presença de N.

Zekrom!

Na última vez, era só uma suspeita. Agora, não havia dúvidas: N era o escolhido de Zekrom. O dragão ainda não havia revelado sua forma plena, mas se Lo Wen atacasse agora, as coisas poderiam fugir do controle.

Após a despedida, Lo Wen tirou a Pedra da Luz do bolso.

— A vovó disse que você me aprovou... Então por que não dá nenhum sinal? O escolhido de Zekrom já está me desafiando na cara dura...

Ele apertou a pedra com frustração.

— Não sei quando vai aparecer, mas não vou depositar todas as minhas esperanças em você.

Zekrom era um oponente difícil, forte como era de se esperar de uma criatura lendária.

Reshiram era uma esperança.

Mas, se não desse certo... ele ainda tinha outro plano: a Pena Prateada.

Com ela, poderia chamar Lugia. Em outra situação, talvez o lendário não atendesse, mas para deter Zekrom, ele certamente viria.

Lo Wen não era um idealista como N. Se a Equipe Plasma descobrisse a Torre Espiral e a Pedra da Luz continuasse inerte, ele iria direto para o litoral.

Reshiram era branco. Lugia também era branco. Quem disse que um herói não poderia cavalgar sobre Lugia?

Guardando a pedra sem reação, Lo Wen voltou para o Centro Pokémon.

Parece que a Equipe Plasma havia partido no mesmo dia. Será que encontraram uma nova pista? Ou apenas partiram para discursar em outro lugar?

Três dias depois...

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