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Tradução pronta I, the Elf King, Join the Chat Group / Eu, o Rei Elfo, entro no grupo de bate-papo: Capítulo 56

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— Ué? — Meiyin ficou chocada por dentro. Aquele não era um qualquer, mas sim o rei da Equipe Plasma.

Rowan continuou:

— Na verdade, muitos Pokémon não querem deixar seus parceiros humanos. Por exemplo, na distante região de Johto, há uma Ninetales que, mesmo após a morte de seu treinador, permaneceu guardando a antiga mansão por séculos, sem querer partir.

— Você acha que separar essa Ninetales de seu treinador a deixaria feliz? A Equipe Plasma diz querer libertar os Pokémon, mas na verdade nunca perguntou a opinião deles, ou simplesmente não se importa. Isso não é arrogância?

Ficaria feliz?

A resposta era óbvia.

Uma Ninetales que esperou por séculos só ficaria triste se fosse separada à força de seu treinador, sem um pingo de alegria.

N franziu a testa:

— Eu nunca pensei em forçar os Pokémon. Na verdade, muitos realmente sofrem opressão e maus-tratos.

Rowan balançou a cabeça:

— Cada um pensa de um jeito. O mundo não é preto no branco. Esses problemas podem ser resolvidos sem precisar negar tudo. Se a Equipe Plasma impuser suas ideias, vai causar uma grande revolta.

N olhou para Rowan:

— Quanto mais ideias os humanos têm, mais turvo o mundo fica. Mais Pokémon sofrem. Precisamos mudar isso.

Rowan suspirou internamente.

Décadas de doutrinação não se desfazem com um papo.

N acreditava firmemente que libertar os Pokémon era o melhor para eles.

Era uma disputa de ideais, não algo fácil de mudar.

[Capítulo 76: N e Ghetsis]

No final, N foi embora.

Rowan não tentou prendê-lo — esse era o problema de ser do lado da lei.

Mesmo se o capturasse, logo seria solto.

O maior problema da Equipe Plasma era seu tamanho e o apoio popular.

Qualquer passo em falso poderia causar um tumulto.

Além disso, N não tinha feito nada de errado — ele apenas expressava suas crenças.

Ghetsis pregava a causa da Equipe Plasma por ambição e planos próprios.

Já N realmente queria o melhor para os Pokémon.

Criado por Ghetsis, ele foi alimentado com essas ideias desde pequeno, vendo o mundo através dessa lente. Difícil mudar.

[A Equipe Plasma sabe se disfarçar]

Rowan lembrou das palavras de Alder.

Fazia sentido — se não fossem bons em se esconder, a Liga já os teria capturado.

Nos jogos originais, quando a Equipe Plasma foi exposta, seus líderes foram presos rapidamente.

— Nenhum trabalho que envolva um Membro da Alta Liga é simples! — comentou Meiyin, pensativa. — Awen, aquele cara era o rei da Equipe Plasma? Não parecia...

Ela tinha um bom faro.

Com Ghetsis, sentia que ele escondia más intenções.

Mas com N, a vibe era diferente.

Rowan explicou:

— Porque os ideais da Equipe Plasma são algo que ele realmente acredita. Mas quem manda mesmo no grupo é outra história.

Meiyin entendeu:

— Então esse N é um fantoche?

— De certa forma. Mas controlar N não será fácil para Ghetsis.

O ideal de N era tão puro que até despertou um dragão lendário. Ghetsis não teria como dominá-lo.

No fim, foi N quem encontrou e conquistou o dragão lendário, agindo contra os planos de Ghetsis.

Resumindo: Ghetsis armou tudo para N conseguir o dragão, mas no final N percebeu que seu ideal era extremo, pegou o dragão e foi embora em busca de respostas.

Sem o dragão, a Equipe Plasma caiu diante da Liga.

Mesmo sem querer, N acabou usando Ghetsis.

Meiyin, sem saber dos detalhes, ficou confusa.

— Deixa pra lá. Vamos nessa — Rowan mudou de assunto. — Já cumprimos nosso objetivo em Tangela Town. Agora vamos visitar a Professora Juniper em Nuvema Town, depois desafiar o primeiro ginásio em Striaton. Pronta?

Ao ouvir "ginásio", Meiyin esqueceu a confusão.

— Preciso treinar minha Snivy e capturar mais Pokémon... — Ela não parecia nervosa com o desafio.

— Beleza, então vamos sem pressa para Nuvema. — Rowan já tinha avisado a professora.

— Combinado!

A Equipe Plasma deixou Tangela Town no mesmo dia, sem continuar a propaganda. Talvez por não terem ganho nada com Rowan.

Mas Rowan também partiu, rumo a Nuvema Town, deixando Meiyin treinar no caminho.

[...]

— Ghetsis, a Equipe Plasma captura Pokémon e os usa para seus objetivos. Isso não vai contra o que pregamos? — N questionou o "pai" após deixarem a cidade.

Ghetsis franziu a testa:

— N, quem te falou isso?

Como pai adotivo, ele conhecia N bem. O garoto estava cada vez mais rebelde, mas não diria algo assim sem motivo.

N negou:

— Ninguém. Só estou pensando... Se queremos libertar os Pokémon, devemos dar o exemplo. Do contrário, ninguém vai acreditar.

Ghetsis rebateu:

— N, você sabe que alguns só entendem a força. Precisamos ser fortes.

Era o mesmo argumento que N usou com Rowan — e que Ghetsis plantou na cabeça dele.

— Você já viu... Algumas pessoas não libertam seus Pokémon só porque a gente pede.

N ficou pensativo. Antes, ele concordaria.

Mas depois de falar com Rowan, as dúvidas cresciam.

Vendo isso, Ghetsis finalizou:

— Descanse. Reflita. Não importa o que te disseram, lembre-se do seu ideal. São só palavras para te confundir.

Como afilhado, N ainda tinha um certo respeito por seu padrasto, Quinze. Ele acenou com a cabeça e se retirou para descansar.

Assim que ele saiu, a voz de Quinze ficou gélida:

— Vão investigar com quem N se encontrou em Tangela Town hoje. Além disso, já sabem o que precisam fazer para fortalecer sua convicção, não é?

— Sim, Lorde Quinze — três figuras escuras se afastaram de seu lado.

Eram seus subordinados, o Trio das Sombras, leais capazes de enfrentar até um Campeão da Liga. A dupla tarefa estava em boas mãos.

Mesmo assim, Quinze não estava totalmente tranquilo. Chamou um dos Sábios da Equipe Plasma, seu alto comando, o sábio Rood:

— Ordene que todos os membros próximos ao N andem sem Pokémon por enquanto.

— Entendido. Algum problema com o N?

— Um pequeno incidente, nada grave. Depois de tantos anos, ele não abandonaria seus ideais facilmente. Além disso, nossas pesquisas estão próximas de encontrar o Dragão Lendário.

— O N realmente pode despertá-lo?

Quinze exalou confiança:

— Com certeza.

Tantos anos de preparação não seriam em vão. Desde o primeiro encontro com N, ele tivera esse pressentimento – que só se fortaleceu com o tempo.

— Espero que dê certo. — Rood sabia que, naquele ponto, era tudo ou nada.

Para alguém descendente da união entre humano e Pokémon, criado naquele ambiente, era notável que N mantivesse sua própria identidade sem ser completamente doutrinado.

[...]

A realidade, claro, era bem diferente dos jogos. O que nos pixels era uma curta distância entre Tangela Town e Cervilha Town, para Rowan e Mei levou três dias de viagem.

Mas os três dias renderam bons frutos. O Snivy de Mei evoluiu com velocidade impressionante – tão rápido que já mostrava sinais de próxima evolução, com habilidades de batalha crescendo a olhos vistos. Rápido até para um Pokémon inicial.

Além disso, capturaram dois Pokémon: um Pidove e um Cottonee.

O Pidove era comum, o pássaro típico de Unova. Já o Cottonee... bem, sua evolução era a infame Whimsicott, com a Habilidade "Espírito Brincalhão", um suporte insuperável em batalhas.

Ambos excepcionais – Rowan atribuía à sorte da garota.

O Pidove foi capturado em batalha, enquanto o Cottonee se juntou a eles após tentar pregar uma peça em Mei. Não muito depois, chegaram a Cervilha Town.

CAPÍTULO 77 - O Dragão Lendário

Cervilha Town era pequena, mas famosa em Unova por abrigar o laboratório da Dra. Juniper.

— Dra. Juniper, boa tarde.

— Olá, doutora! Sou a Mei. — A garota cumprimentou com animação contida.

A cientista sorriu:

— Campeão Rowan, bem-vindo a Cervilha Town.

— Por favor, me chame só de Rowan. Vim especificamente buscar informações que você tenha sobre a Equipe Plasma.

Juniper acenou, guiando-os:

— Claro. Venham. Na verdade, a Equipe Plasma atacou meu laboratório recentemente. Foi assim que descobri que estavam em Tangela Town.

— Atacaram seu laboratório? Sabem o motivo? — Rowan chegara apressado, sem detalhes.

— Provavelmente por este aparelho.

Ela os levou a um estranho dispositivo, ao lado de um Munna cor-de-rosa. Explicou:

— Foi desenvolvido em parceria com a Dra. Fennel. Um dispositivo de ressuscitação fóssil... ainda incompleto. Roubaram parte da pesquisa, mas a Dra. Fennel mantém a outra metade.

— Por que roubariam um protótipo? — Mei franziu a testa, lembrando dos dispositivos completos que vira em Sinnoh com Rowan.

Juniper suspirou:

— Também não entendo. Outras regiões já possuem versões funcionais.

Rowan pensativa:

— Dra. Juniper, qual a principal diferença do seu dispositivo?

Os olhos da cientista brilharam:

— Nosso método é radicalmente diferente! Utilizamos energia dos sonhos para a ressuscitação.

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