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Tradução pronta I, the Elf King, Join the Chat Group / Eu, o Rei Elfo, entro no grupo de bate-papo: Capítulo 2

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Demorei um tempinho para explicar o conceito do grupo de chat.

Subaru Natsuki, sendo moderno, foi o primeiro a sacar:

— Ah, tipo um WhatsApp! Entendi!

Já Tanjiro ficou impressionado:

— Então é uma coisa tão incrível assim? Mais impressionante que os demônios...

Naruto não perdeu tempo:

— @Subaru Natsuki, como você fez isso? Me ensina!

Subaru levantou as mãos:

— Foi mal, nem eu sei direito o que aconteceu... Não consigo te ajudar.

Naruto, insistente, chamou Luo Wen:

— @Luo Wen, esse grupo faz mesmo qualquer coisa?

Luffy, sempre animado, interrompeu:

— Hahaha! Que bagulho massa! Bora marcar uma festa pra comemorar?

Luo Wen observou as mensagens e já tinha uma ideia da linha do tempo de cada um ali.

Subaru Natsuki, do Re:Zero? Pelas mortes e revives, e aqueles ferimentos, devia ter acabado de enfrentar a Caçadora de Entranhas na taverna.

Naruto era óbvio — devia estar no trecho pós-morte do Jiraiya.

Tanjiro? Já devia ter esbarrado com os demônios.

Já Luffy... aí era mais difícil adivinhar.

Luo Wen nem pensou em bancar o profeta. Resolveu compilar as informações que lembrava — detalhes escapavam, mas o básico tava na memória.

Foi quando um puxão de orelha o trouxe de volta à realidade.

— Luo Wen, você tá viajando desde quando? — A voz preocupada era de Mei, que o encarava franzindo a testa.

É, ele devia estar parecendo um doido, rindo sozinho.

— Mei, acho que virei protagonista! — ele soltou, animado.

Mei revirou os olhos:

— Lá vamos nós de novo...

Ela já tava acostumada com as "viagens" dele. Mas Luo Wen insistiu:

— Dessa vez é diferente!

Ele ia explicar sobre o grupo de chat e as conexões entre mundos. Afinal, esconder seria impossível — eles praticamente viviam grudados, e no mundo Pokémon, viagem interdimensional nem era coisa tão rara assim.

Mas antes que ele abrisse a boca, um grasnado ecoou do quintal.

— Drooooo!

Luo Wen riu:

— Olha só, o esfomeado voltou. Bora preparar a comida — e de quebra te conto tudo.

Mei deu uma risadinha:

— Se o Dracoide te ouvir chamando ele assim, vai ficar bravo...

Pra Luo Wen, Pokémon e Mei vinham sempre em primeiro lugar. Ele rapidamente resumiu as histórias dos colegas de grupo e postou:

[@Todos: Isso aqui é um resumão dos seus universos. Se vira pra achar o de vocês.]

Estavam indo pro quintal com potes de ração premium quando algo escamoso e verde esmeralda espremeu-se entre eles.

— Drooo!

Era Dracoide, o parceiro inicial de Luo Wen, em toda sua glória dragônica.

— Dracoideeee! — Mei cumprimentou, afetuosa. Ela o vira evoluir desde pequeno, quando ainda era um Draconídeo miúdo e travesso.

O dragão-fantasma pegou dois pacotes de ração com as patinhas dianteiras, orgulhoso.

— Mandou bem! — Luo Wen esfregou o queixo do bicho, que fechou os olhos, ronronando.

— Sempre foi um dengoso, né?

— Dro!

No quintal, mais quatro criaturas os aguardavam.

Primeiro, um Metagross brilhante — todo branco, com olhos vermelhos — equilibrava-se como uma mesa de quatro pernas. Um shiny raríssimo que Luo Wen caçou em Sinnoh depois de meses seguindo pistas dos antigos episódios.

No seu dorso, sentava-se uma Hatterene estilosa, de vestido rosa e ar de dama — a "médica" da equipe, chocada de um ovo obtido num evento entre Galar e Sinnoh.

Ao lado, um Garchomp azul-turquesa cortava o ar com suas barbatanas. Outra caçada épica, dessa vez nas montanhas de Johto, levando meio ano pra domar.

E não podia faltar o Honedge evoluído, Aegislash — parte espada, parte escudo, com detalhes que pareciam asas. Tinha história por trás dessa captura em Kalos...

Mei sorriu ao contar os presentes:

— Só falta a Diani. Quando será que ela volta?

— Quando terminar o treinamento dela...

Diani, a última do time, era uma Diancie em formação. Começou como um Carbink comum, mas sofreu uma mutação rara. Após a Liga, Luo Wen foi até Kalos atrás de Xerneas ou do Reino Cristalino...

Só que, ironicamente, Xerneas apareceu pra ele logo na chegada.

Agora, sob a aura da lenda, ela aprendia os segredos da própria espécie junto à princesa dos Carbink.

Seis Pokémon. Nada mais.

Veja bem: Luo Wen era um membro do Alto Comando de Unova, mas não tinha time reserva — e nenhum Pokémon sequer era nativo da região.

Por dois motivos:

Primeiro, ele sempre foi do time "menos é mais". Cuidar de muitos bichos? Jamais.

Segundo... bem, três semilegendários no mesmo time? Só quem tinha bolso fundo bancaria essas férias!

E Unova? Nunca teve tempo de explorar direito. Quando voltou, simplesmente arrasou a liga local e virou campeão.

Fácil? Nem tanto. Mas definitivamente sem firula.

Os quatro Pokémon se aproximaram dele assim que o avistaram, especialmente a Brionne, que tentou se aconchegar em seu colo.

— Bruuum! — Ela e a Diancie eram as mais grudadas nele.

— Meta... — O Metagross permaneceu calmo, pousando no chão sem se aproximar, consciente de seu tamanho.

Já a Garchomp mantinha uma postura altiva, aparentemente indiferente, mas seus olhos não paravam de seguir Luowen. Era visível que queria se aproximar, mas ficava com vergonha. Apesar de sua aparência imponente, a Garchomp era uma verdadeira donzela orgulhosa!

Por fim, o Aegislash pousou silenciosamente ao lado de Luowen, sem emitir um som. Havia uma história por trás dessa lealdade — Luowen conquistara seu respeito de maneira especial. O Aegislash só queria uma coisa: proteger Luowen a qualquer custo.

Acariciando a cabeça da Brionne, Luowen disse:

— Treinaram tanto, devem estar famintos. Vamos, hora de comer!

Ele e Mayu encheram as tigelas com a comida especial de cada Pokémon. Primeiro, serviram a Garchomp. Luowen ficou um tempinho a mais ao lado dela e, quando a viu abaixar a cabeça para comer, aproveitou para afagar sua cabeça.

A Garchomp emitiu um som de protesto, mas não fez nada para se esquivar. Pelo contrário, sua cauda balançou levemente, traindo sua felicidade. Era um hábito que aprendera com o Arcanine dos pais de Luowen.

Sabendo bem como ela era, Luowen sorriu e se dirigiu ao Metagross. Seu corpo prateado era simplesmente magnífico!

Depois de servir todos, Luowen e Mayu se sentaram para observá-los comer, sorrindo. Mayu, lembrando-se do que acontecera antes, perguntou:

— Luowen, por que você disse que vai se tornar o protagonista? Vai estrelar um filme de Pokémon?

Filmes de Pokémon eram uma especialidade de Unova, conhecidos por todos.

— Não é isso. É porque... — começou ele.

Capítulo 3: A Missão de Tanjiro

Ao ouvir a explicação de Luowen, os olhos de Mayu se arregalaram de espanto.

— Um mundo sem Pokémon? Como as pessoas vivem lá? — Ela certamente não conseguiria imaginar uma vida assim. Sua curiosidade até diminuiu por um instante.

— Cada mundo tem suas peculiaridades. Mas confesso que também não me vejo num lugar sem Pokémon — respondeu Luowen, rindo.

Se existisse um ranking dos melhores mundos para se viver, o mundo Pokémon estaria no topo da lista para a maioria — e, no caso dele, em primeiro lugar!

— Então... você pode acabar indo para outros mundos no futuro? — Mayu perguntou.

Luowen confirmou com um aceno.

Mayu não ficou surpresa. A maioria dos treinadores tinha espírito aventureiro, especialmente Luowen. Ela não iria impedi-lo, mas fez questão de dizer:

— Não importa o que aconteça, prometa que vai se manter seguro. Pelo que você disse, esses outros mundos não devem ser muito tranquilos, né?

— Pode ficar tranquila. Eu tenho eles comigo! — Luowen olhou com carinho para seus Pokémon, seus companheiros de confiança.

O mundo Pokémon era como uma utopia, mas suas criaturas estavam longe de serem frágeis. O Dragapult, que terminara de comer rapidamente, veio esfregar o queixo no ombro dele. Luowen riu e coçou o queixo do Dragapult, um hábito que mantinham desde que ele era um Dreepy.

Os dois ficaram sentados, acompanhando os Pokémon enquanto comiam, em um momento de simples cumplicidade.

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