Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 66 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 66

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O capítulo reescrito em português brasileiro:

A voz dele ecoou forte, muito forte, reverberando por todo o hangar. Taylor, ainda desconhecido em Cadia, tornou-se instantaneamente famoso em toda a fortaleza.

— No primeiro dia já levou uma baita bronca e ainda saiu impune! — comentários assim fizeram muitos curiosos perguntarem quem era Taylor.

Quando ele saiu da sala de repreensões, estranhos no corredor já o cumprimentavam com a saudação da Águia Imperial.

— Mas que droga!

Por onde ele passava, os boatos absurdos o seguiam como uma sombra.

No refeitório, Taylor flagrou a garota de Letlinn conversando animadamente com um cozinheiro:

— O Taylor é um guerreiro incrível! E tem um paladar refinadíssimo...

Enquanto isso, o resto do 15º Pelotão debatia com outros soldados:

— Quem é mais perigoso? Um campeão dos Marines do Caos ou aqueles insetos alienígenas do Golfo de Damocles?

Para a Marinha Imperial, aquilo era novidade. Ninguém ousava falar tão casualmente dos terríveis inimigos do Império, mas o 15º Pelotão discutia tudo sem medo, inventando até táticas absurdas:

— Dá pra matar um Marine do Caos só com uma faca tática!

— E se a gente mirar um canhão pesado num bicho daquela infestação?

Quando começaram a exagerar suas "façanhas", Taylor ficou com o rosto tenso.

— Os traidores estavam dentro do próprio pelotão!

— Imperador, que pecados eu cometi na vida pra merecer essa turma?

Estava prestes a explodir quando uma piloto Imperial esbarrou nele.

— Oh, desculpe! — Ela reconheceu Taylor e seus olhos brilharam. — Você é o Barão Inabalável, o Leal! Que honra! Conte suas histórias você mesmo pra gente!

— Vem cá, fala pra nós!

A voz dela atraiu olhares. Taylor forçou seu sorriso característico e recitou o discurso de sempre:

— Essas histórias não são nada gloriosas, apenas dever cumprido.

Por dentro, ele se torturava:

— Por que não admito que odeio lutar? Sou só um mentiroso com sorte...

O refeitório explodiu em aplausos. Taylor suspirou.

— Bom, pelo menos é melhor que estar cercado por hereges ou alienígenas.

Capítulo 105: Ataque dos Demônios (Parte 1)

A fama indesejada chegou como uma sombra grudenta, perseguindo-o entre as estrelas.

Talvez por causa dela, ou porque o 1º Regimento de Redenção de Scadia realmente tinha expectativas altas, em poucos dias veio a ordem: avançar.

Naves de transporte decolaram em formação da base de Cadia, formando uma constelação de luzes que indicava uma missão dentro do mesmo sistema estelar.

Era difícil acreditar que uma nave de 30 metros cruzasse um sistema inteiro com facilidade. Na época de Taylor, era preciso um esforço nacional só pra chegar à Lua.

Agora, qualquer nobre ou comerciante podia viajar para mundos como Marte por um preço módico.

Enquanto refletia, Taylor avistou um planeta azul-claro à distância, como uma gema. Lembrava a Terra, com continentes marrons entrelaçados e oceanos dominando a paisagem.

Para alguém da era de Armstrong, aquilo seria deslumbrante. No 41º milênio, era só mais um mundo.

Mas Taylor, o "velho" e "caipira temporal", ficou hipnotizado.

Ao pousar no espacoporto Imperial, ele saltou da nave feito um louco, ansioso por sentir o ar fresco após meses no espaço.

No nível mais alto da colmeia urbana, ele esticou os braços, virou-se para o sol e respirou fundo.

E engoliu um ar fétido, mistura de chulé embebido em lama, fermentado dentro de uma bota.

— Aff, puah!

O gosto era tão nojento que ele temeu pegar um fungo nos pulmões.

Ao abrir os olhos, viu trincheiras se estendendo pela planície, bandeiras da Águia Imperial espetadas no solo.

Tanques Leeman Russ avançavam sob a sombra de uma estátua do Imperador de 60 metros, que observava a batalha como um deus.

O inimigo? Os mais cruéis Marines do Caos.

A artilharia trovejava sem parar. A linha de frente se estendia por centenas de quilômetros, com a terra marrom queimada e apodrecida pelo toque dos hereges.

Taylor ficou pasmo.

— Então é por isso...

— É por isso que o planeta é marrom!

Seu joelho fraquejou. Ele caiu de cócoras, segurando a cabeça, até que alguém o segurou por trás.

Uma voz familiar e gentil perguntou:

— O que houve, senhor Taylor?

Ele olhou para cima. Sorriso radiante, cabelos prateados, armadura negra e uma espada motosserra no cinto.

Uma Irmã de Batalha.

— Letlinnah!

Ela recitou um trecho do "Grande Coração":

— O Senhor é misericordioso. Do Trono Dourado, observa Seus filhos. Concede-nos força de vontade e corpos saudáveis.

Taylor se firmou em silêncio enquanto as palavras ecoavam, tentando não parecer tão patético.

— Você foi levado pelo Tribunal, nem pôde comparecer ao banquete de celebração. Fiquei preocupada, mas parece que você realmente tem sorte — disse Letrina após terminar seu cântico, antes de olhar para o campo de batalha com uma expressão tensa. — Este é meu planeta natal, um local importante no mundo da Igreja.

— Aqui são esculpidas as melhores estátuas do Imperador em toda a galáxia e também é o lar de uma ordem das Irmãs de Batalha.

Ela limpou a garganta, com um tom ligeiramente culpado.

— O Tribunal tem ligação comigo. Para ser exata, as Irmãs de Batalha são uma organização da Igreja que funciona sob o comando do Tribunal.

— Principalmente alguém como eu, nascida em um pequeno priorato.

— Então... o que aconteceu com você também é minha culpa...

Seu rosto delicado se tornou sombrio, cheio de autorrecriminação, fazendo o coração de Taylor se contorcer. Como ele poderia culpar alguém cujo planeta estava em chamas?

Se fosse ele, se Cadia, seu mundo natal, estivesse sendo invadido pelo Caos... o que ele sentiria?

Taylor engoliu seco antes de responder.

— Aposto que o Tribunal teria me encontrado de qualquer jeito. É o meu destino. Onde há sujeira, moscas aparecem, senhorita.

A Irmã de Batalha franziu a testa.

— O que são moscas?

— Melhor não perguntar, é difícil explicar — ele respondeu, abanando a mão.

— De qualquer forma, no momento, o Tribunal é o menor dos meus problemas.

A Irmã soltou uma risada.

— Os rumores estavam certos. Você sempre encontra encrenca.

Taylor esfregou o nariz, envergonhado, até que Tykes se aproximou e o chamou para uma reunião emergencial.

O Império tinha o hábito irritante de encher a vida das pessoas com reuniões infinitas, mas, pelo menos, desta vez ele tinha a companhia da Irmã.

Enquanto os lordes da Igreja, vestidos em túnicas brancas, discursavam sobre honra e dever como se estivessem acima de todos, Taylor, como sempre, estava com a mente longe dali.

Eles só estavam defendendo seus próprios interesses, então ele deixou que Tykes lidasse com aquilo.

No fim, ele mal prestou atenção, mas entendeu o básico:

Primeiro, os Astartes do Caos estavam atacando com força, mas as tropas locais estavam conseguindo segurar o avanço, embora com dificuldade.

Segundo, as Irmãs de Batalha liderariam a investida, pois um profeta que usava o Tarot do Imperador previu que os inimigos estavam abrindo uma fenda na Disformaçao para invocar algo.

Por fim, a Irmã se levantou para fazer seu juramento e decidir qual unidade a acompanharia.

Quando ela olhou diretamente para Taylor, ele sentiu que seu destino mais uma vez o havia arrastado para o meio do caos.

Aquela missão seria difícil, mas segurar a linha também não seria fácil. Além disso, ele tinha experiência contra Astartes — talvez até mais do que devia.

Era óbvio que ele seria escolhido. Ele quase se sentiu orgulhoso.

Mas então, a Irmã falou com firmeza:

— Que o Esquadrão Tempestus cubra o avanço. Pelo Trono, não falharei em minha missão.

Taylor ficou paralisado.

Era a primeira vez que o azar não caía sobre ele, mas... por que não conseguia ficar feliz?

Não, ele não queria enfrentar Astartes do Caos, mas também não queria que as Irmãs o fizessem sozinhas.

Tomado por uma onda de conflito interno, ele se levantou de repente.

— Quero assumir esta missão. Lutarei pelo Império.

Falou com toda a coragem que tinha, surpreendendo os oficiais e os altos clérigos presentes.

Eles já haviam ouvido falar do "Taylor, o Leal", mas agora compreendiam verdadeiramente sua grandeza.

Só Tykes quase caiu da cadeira.

Ele já tinha visto muita coisa estranha ultimamente, mas aquilo superou tudo.

Sabia, porém, uma coisa: o campo de batalha ainda não precisava de Taylor. Se ele entrasse, a guerra viraria um verdadeiro pandemônio!

— Não! — Tykes gritou.

Mas mal terminou a frase, o comunicador ecoou um chamado desesperado.

— Névoa! Enorme, vindo em nossa direção! Nã—!

A voz saudável de um homem se transformou em um rosnado distorcido e úmido.

Taylor olhou para a janela e viu.

Uma criatura monstruosa, do tamanho de um Baneblade, avançava como se fosse uma montanha verde.

Seu corpo gordo estava coberto de carne podre, e no ventre havia uma enorme boca rasgada.

Era como se o próprio Nurgle tivesse se materializado.

Qualquer mortal que olhasse para ele sentia dores, feridas brotando na pele e pus escorrendo de suas cabeças — se sua fé não fosse forte o bastante.

Mesmo ali, na sala com o próprio Papa da Igreja, soldados caíam de joelhos, vomitando vermes brancos e repulsivos.

Só podia significar uma coisa...

Um Grande Inquebrável!

O profeta havia chegado tarde demais.

E Taylor entendeu outra verdade:

Aquilo não era o pior.

Pela sua experiência... isto era só o começo.

[Capítulo 106: O Ataque dos Demônios, Parte 2]

Lutar contra demônios?

A 15ª Companhia — não, toda a Primeira Legião Redentora de Scadia — não tinha experiência, mas sabia que, mais cedo ou mais tarde, isso aconteceria.

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