Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 59 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 59

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— Como é que elas trouxeram essa bagunça emocional pro campo de batalha? — Taylor estava irritado. Ele não queria ver ninguém morrer nesse mundo.

Bem, exceto aquele Tecno-sacerdote.

Aquele filho da mãe merecia.

O velho Taikés bateu na mesa tática, cortando as discussões.

— Ah, e tem mais uma boa notícia: os Ladrões de Genes e o Culto Mechanicus estão trabalhando juntos.

— Impossível! — Taylor praguejou.

O Tecno-sacerdote gritou: — E tem que incluir "das Trevas"! Eu não tenho nada a ver com isso!

Ignorando o protesto, Taikés continuou:

— Nada é impossível. Nossos soldados viram com os próprios olhos. Bem ali... — Ele apontou no mapa.

Era justo o local onde Taylor queria se posicionar antes — uma caverna estratégica, agora marcada como "área sem ameaça".

Traduzindo: não era que não tinha inimigos, mas que bombardearam tanto que virou um campo vazio.

— Vocês arrasaram o lugar? — Taylor ficou frustrado.

— Os Ladrões de Genes cavaram túneis. Queriam um ataque surpresa. Se você não tivesse avisado, já estaríamos perdidos.

Os olhares de admiração se voltaram para Taylor de novo. Ele só fez sua cara habitual, pensando:

Menos mal que não fui...

Enquanto os outros discutiam táticas, Taylor sentiu o calafrio na espinha. Algo ruim estava por vir. Na hora de dar o fora, seu rádio chiou com uma voz distorcida:

— Há quanto tempo... Preciso de um aliado. Um aliado ridículo.

Todos olharam para Taylor. Aquele tom nojento só podia ser uma coisa: Caos.

— Dregãn?! — Taylor quase engasgou. — Quando você invadiu meu rádio?

Capítulo 94: A Pior Aliança (Parte 4)

Cooperar com o Caos? A ideia era heresia pura... mas não impossível.

Com os Ladrões de Genes avançando, talvez os Marines Espaciais pudessem abrir caminho. Dregãn e ele tinham história. Taylor sabia que, enquanto não resolvessem suas rixas, o traidor não o trairia.

Entre o Caos e os Ladrões de Genes, a escolha era óbvia.

Mas antes que ele respondesse, Taikés explodiu:

— Nem pensar, seu maldito traidor! Se confiarmos em lixo como você, a destruição vai vir junto!

Dregãn rosnou pelo rádio: — Cale a boca, mortal! Não vim falar com você. Vim pelo Taylor. Isso não tem nada a ver com lealdade. Ele, ao contrário de vocês, entende o que está em jogo.

— Os Ladrões de Genes são a verdadeira ameaça, e vocês ainda babam pelo "Imperador Cadáver"?

O desdém era claro. Dregãn vira coisas que nenhum humano normal suportaria. Mas suas palavras ainda eram heresia.

No silêncio pesado, Taylor falou primeiro:

— Eu aceito.

Taikés protestou: — Isso pode ser o primeiro passo pra sua corrupção!

— Mas é nossa única chance — Taylor riu amargamente. — Acredite em mim. Não vou cair.

Taikés suspirou. Aquele desgraçado sempre foi teimoso. Desde o primeiro dia.

Agora, ele ia se juntar ao Caos pra salvar bilhões de vidas...

Eu não errei sobre ele.

Mas subestimei a burrice dele.

Por mais que parecesse esperto, no fundo, Taylor era um idiota.

Que tipo de colmeia criou um cara desses? Certamente não foi Scadi. Lá, fraqueza não era opção.

Taikés deu um tapinha no ombro dele:

— Não morre, tá? Faz como sempre fez.

Taylor ficou paralisado. Seu corpo tremeu levemente.

— Não menciona isso, porra! Eu quase esqueci o que vamos enfrentar... Uma Máquina Divina...

— Droga! Dregãn só quer trabalhar COMIGO. Se eu não aparecer, eles vão atirar em VOCÊS!

Ele resmungou, depois suspirou.

De novo, ele tava no centro da tempestade. Se antes podia se esconder atrás dos Cavaleiros, agora precisava ir pra linha de frente.

Maldição...

— Preparem o Frankstein pra mim — ele disse, sorrindo amargamente. — Vou pro meu encontro heroico. E façam um túmulo bonito, hein?

Os oficiais riram, achando que era piada.

Mas Taylor não estava brincando.

Horas depois, ele estava sentado no Frankstein, olhando a terra arrasada. Um trem de combustão rugia ao lado, levando suprimentos pra frente de batalha.

O chão era uma mistura de neve, lama e destroços.

O cheiro da morte pairava no ar.

Taylor respirou fundo — fumaça, ferrugem, podridão.

— Olha só — ele resmungou. — Um Marine Espacial me chamando. Dizendo que sou o único que pode lutar ao lado dele.

— Que piada. O que eu sou? Um verme insignificante.

— Agora querem que eu destrua um Titã, um deus da guerra? — Taylor murmurou, ainda meio atordoado.

A companheira de equipe, a experiente Letlin, entregou-lhe um café com naturalidade.

— Chefe, você está delirando de novo.

— Você já explodiu uma fortaleza móvel dos orks, detonou um Tanque Venenoso e ainda conseguiu derrubar duas Valkyrias só por estar dentro delas.

— E saiu ileso todas as vezes. Mas isso não é nada, chefe. Você tem um dom pra destruir veículos. Exceto o Frankstein, nunca vai conseguir pilotar nada direito.

Taylor ficou parado, processando as palavras enquanto tomava um gole de café. Só depois de um tempo ele reagiu, bufando:

— Pare de me amaldiçoar!

Seu sonho era simples: andar num carro voador da nobreza pelos labirintos da parte alta da colmeia urbana, ser elogiado por suas façanhas militares e saborear um bom vinho roxo de Amset.

Mas antes que seu devaneio continuasse, um grupo híbrido de ladrões genéticos e adeptos do Mechanicus apareceu no horizonte. A cena era quase cômica — parecia uma mistura de gangues de rua com robôs de combate.

Taylor, já acostumado, ordenou a retirada e uma rota alternativa. Mas os inimigos já haviam formado um cerco. Sem opção, ele gritou para avançar em uma direção, usando o Frankstein como aríete.

Antes mesmo que o motor esquentasse, uma rajada de projéteis perfurantes abriu caminho com brutal eficiência, atravessando vários inimigos em um instante.

Se não soubesse que os tiros vinham de outro inimigo, Taylor até teria sorrido de alívio.

Amargurado, ele saiu do veículo e cumprimentou a distância:

— Há quanto tempo, Dragan.

Falou como se encontrasse um velho amigo — um "amigo" que, não fazia muito tempo, tentara matá-lo e o jogara em uma tumba ancestral, onde quase foi despedaçado por Necrons.

Dragan permaneceu em silêncio, apenas eliminando os inimigos restantes. Ele se aproximou do Frankstein, e Taylor teve que conter o impulso de ordenar que seus soldados atropelassem o sujeito.

Dragan finalmente falou, frio:

— Não fique vaidoso com meus elogios. Você só é menos podre que o resto.

Taylor revirou os olhos.

— Esse tipo de discurso já está ultrapassado.

— Tudo está mudando. Não sei que tramas vocês ainda têm, mas uma coisa eu sei: você não é dos bons.

Dragan bateu com o punho no Frankstein, fazendo o veículo tremer. Ele franziu a testa ao ver que não havia nem um amassado.

— Bom, pelo menos você sabe que eu não sou santo.

Esfregando o braço, ele se afastou, abrindo caminho para Taylor. Ao fundo, os Cavaleiros Imperiais e o regimento de morte de Krieg já se agrupavam, junto com legiões do Mechanicus.

Era uma guerra de interesses, mas no fim, três facções se destacavam:

Caos, Império e Xenos.

E Taylor estava prestes a enfrentar o maior combate de sua carreira.

Olhando para o Titã colossal que escurecia o céu, ele suspirou e resmungou:

— Imperador, o que eu fiz pra você me odiar tanto?

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Capítulo 95: Agradecimentos

Aos que me apoiaram até aqui, meu muito obrigado.

Para ser sincero, meu estilo não é muito popular — nem mesmo típico de webnovels. Influenciado por autores clássicos como Tolkien, nunca gostei de sistemas que auxiliam o crescimento do protagonista.

Não é crítica, claro. Sistemas aceleram o ritmo e reduzem enrolação. Mas, sem um, minha narrativa acaba mais lenta que a dos colegas.

Isso, somado ao nicho de Warhammer, tornou tudo mais difícil.

Então, não peço muito. Se em um mês eu alcançar 500 assinaturas médias, continuo escrevendo.

Mas até isso será complicado.

Talvez autores com estilo marcante como o meu devam ser varridos pelo mercado. Afinal, escrever profissionalmente não é brincadeira.

Pelos próximos 30 dias, nem vou olhar os dados. Vou focar em criar a história e torcer para que gente suficiente goste.

Mas amor sem motivo não existe, assim como ódio. Se cansarem, podem partir sem culpa. Não morrerei por isso — no máximo, tentarei outra história até desistir de vez.

O próximo capítulo sai ao meio-dia.

Ah, e obrigado ao leitor que sempre aponta meus erros. Quem diria que eu erraria o nome de Cadia, esse "ponto turístico" famoso? (Risos.)

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Capítulo 96: Eu, Derrotar um Titã? Parte 1

http://portnovel.com/book/29/4663

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