Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 46 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 46

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Enquanto isso, do outro lado, a aeronave Valquíria do Império que sobrevoava os céus testemunhou tudo.

Os batedores da Guarda Imperial a bordo esfregavam os olhos, incrédulos.

— Aquele... aquele é o Capitão Taylor?

— Ele foi capturado pelos orks?

Um veterano do 36º Regimento de Scárdia respondeu com naturalidade:

— Nada me surpreende mais quando se trata dele.

— Basta relatar ao Comissário normalmente.

De repente, seu tom mudou, animado:

— Digam que encontramos nosso herói.

[362566799]

[Grupo Q]

[Como coloco o link de entrada...]

[Afinal, sou um analfabeto digital!]

Capítulo 72 – Aliança Frágil (Parte 1)

Depois de décadas servindo ao Império, o Sr. Taikès sentiu sua pressão arterial atingir níveis perigosos pela primeira vez.

Afinal, como veterano de 18 anos, ele já estava no limite da aposentadoria. Mas, pelo potencial de Taylor, ele adiava sua saída repetidamente.

"Proteger e guiar"?

O termo soava até bondoso demais. Taikès agia como um segundo pai para Taylor no campo de batalha – um guarda-chuva nos momentos de crise, mas também como uma águia que joga seus filhotes do penhasco para ensiná-los a voar.

Segundo a recordação de uma Inquisitora, ele certa vez expôs os defeitos de Taylor sem hesitação, mas também jurou lealdade ao jovem usando sua própria reputação como Soldado Fiel.

Ele garantiu que Taylor era leal. E foi por isso que o Tribunal da Inquisição substituiu a "eliminação" por "observação".

Mas agora, Taikès enfrentava seu maior desafio – pior do que enfrentar legiões de hereges ou um planeta inteiro tomado pelo caos.

Seu soldado havia se tornado um chefe ork!

Na sala de reuniões improvisada, dentro da fortaleza de concreto erguida pela Guarda Imperial, cabos desorganizados e hologramas borrados mostravam a situação do campo de batalha.

O 605º Regimento de Ferro de Armageddon estava pronto para a guerra. O 36º de Scárdia e sua artilharia de apoio também.

Agora, porém, na mesma mesa estavam um Astartes dos Ultramarinos e um Lobos Espaciais, vários oficiais superiores do Exército Imperial e até mesmo um Major-General.

Todos ali para negociar com seus... "potenciais aliados".

Um império ork inteiro.

Mas, em vez de um poderoso Waaagh!-boss como Ghazghkull, quem liderava os verdes era, tecnicamente, um de seus próprios subordinados: Taylor Kyle Anker.

Era como se preparassem para enfrentar um monstro, e de repente um pequeno roedor aparecesse no lugar.

O Major-General dos Ferroviários de Armageddon perguntou, incrédulo:

— Sr. Taikès, eu gostaria que o 36º de Scárdia explicasse a situação. Por que diabos eu estou negociando com um dos meus próprios soldados?!

Taikès esfregou a têmpora.

— Ele sempre foi assim.

— Surpresas, reviravoltas... Depende de como você encara. Mas temos que admitir: seu jeito imprevisível trouxe mais vitórias do que muitos oficiais "perfeitos", mas inúteis.

— Agora, temos uma chance inédita de aliar-se aos orks contra os hereges.

Um outro tenente-coronel resmungou:

— Orks são tão nojentos quanto esses traidores.

— Você não sabe o quão horrorosos são, até ver o Comissário Yarrick esmagando suas hordas...

O Sargento dos Ultramarinos, com seu icônico capacete vermelho, interrompeu:

— Chega. Isso é mesmo um debate?

— Os Devoradores de Mundos estão exterminando este planeta. Se vencerem, não será só Armageddon que cairá. Precisamos de medidas drásticas...

Seu olhar se voltou para o canto da sala – onde um Lobos Espaciais de armadura cinza, já embriagado com cerveja de fungos, batia nas costas de um chefe ork como se fossem velhos amigos.

O selvagem de Fenris gargalhava sem pudor:

— Vocês têm bom gosto para líderes! Já vi esse daqui destruir um Waaagh! inteiro sozinho. Com ele no comando, esta galáxia vai ser de vocês!

— E aí, me contratam? Só preciso de carne e cerveja assim que nem essa!

O chefe ork dos Goffs riu, exibindo seus dentes amarelados:

— Contratamo, sim! Tu é grandão, humano!

— Hahaha! Boa!

Enquanto isso, Taylor só olhava para a cena com os olhos mortos.

"Império e orks juntos...?"

"Isso só pode ser um pesadelo."

Ele devia estar dormindo. Sim, havia um caminho até Frankstein... Se entrasse no transporte, poderia deitar no saco de dormir e descansar um pouco.

Secretamente, ele se levantou e começou a rastejar para a saída, usando os corpos dos orks como cobertura.

Mas o movimento ridículo não passou despercebido.

O Astartes dos Ultramarinos ergueu o Lobos Espaciais pelo pescoço como um gatinho irritado, enquanto Taikès agarrou Taylor pelo colarinho.

Os dois veteranos se entreolharam, como se compartilhassem um pensamento:

"Até a Guarda/Astartes têm seus problemas, hein?"

Para os orks, porém, aquilo não era nada WAAAGH!

O chefe Goff rosnou:

— Larga meu camarada!

O chefe da Lua Maligna também protestou:

— Meu chefe não é brinquedo!

Mas Taikès e o Ultramarinos resolveram o problema da forma mais eficiente possível.

Um soco direto no nariz.

Seja com seu braço cibernético ou o punho de um Astartes, o resultado foi o mesmo.

Crunch.

Os dois orks caíram no chão, narizes sangrando, olhos girando.

No final das contas, a reunião não foi um sucesso.

A hostilidade de Taikès contra o "chefe de guerra" deixou os orks furiosos.

E o ódio ancestral do Império por xenos não desapareceria numa tarde.

Essa aliança frágil – quase cômica – podia desmoronar a qualquer segundo.

O único elo que a mantinha unida?

Taylor, o "meio-orc".

Ele desfrutava do respeito dos soldados e era visto como líder pelos orks. Esse tratamento especial transformou a ridícula aliança em um objetivo tático sustentável.

Agora, nas trincheiras da Guarda Imperial, havia orks ensinando os humanos a lutar, enquanto estes mostravam como cavar túneis.

A imensa legião de ferro misturava-se às criações absurdas dos orks. Máquinas imperiais destruídas viravam tesouros para os mecânicos orks em tempo recorde.

Os Astartes, com sua natureza orgulhosa, agiam de forma independente. Mas, por algum motivo, os orks decidiram que atacar os marines espaciais virou um esporte.

— Se você derrubar um anjo, vira a coisa mais WAAAGH! possível! —

Claro, na maioria das vezes, os orks acabavam mortos pelos Ultramarines. Mas os raros que conseguiam ferir um Astartes ou sobreviver… bem, eles cresciam rápido.

No geral, parecia um bom negócio.

Agora, essa aliança absurda começava a se estabilizar. Depois de uma semana de ajustes, o alto comando decidiu: era hora de atacar os Astartes do Caos.

Enquanto isso, Taylor encarava o Lobo Selvagem que, de alguma forma, havia se apegado ao Frankstein.

— Você vicou nessa máquina, é? — perguntou, sério.

O Lobo, do lado de fora, deu um sorriso largo.

— Já percorri a galáxia inteira, mas essa coisa… como diriam os orks, é WAAAGH! demais! —

Capítulo 73 – Aliança Frágil, Parte 2

Controlar uma horda de orks não era fácil. Taylor sabia disso. Por isso, seu "segundo em comando" não era nenhum dos três líderes, mas sim um oficial da caça aos orks.

Na prática, ele era mais um chefe de guerra. Cuidava do treinamento e da organização da tropa, deixando Taylor livre para dar ordens. Mas agora, com a nova ofensiva se aproximando, Taylor olhou para o Frankstein com dúvidas.

Será que sobreviveria?

— Queria fugir... —

Mas para onde? Todo Amagedon estava em chamas.

Com o coração pesado, Taylor passou os dias até o confronto final. Ao entrar no Frankstein, respirou fundo.

— Calma, calma... —

Desenhou um caractere chinês na palma da mão e "comeu".

A Inquisidora, ao lado, perguntou curiosa:

— O que você está fazendo?

Taylor deu um pulo.

— Você anda sem fazer barulho? —

Ela sorriu, achando que era algum ritual de batalha.

— Andar em silêncio é especialidade da Inquisição. Não imaginei que um herói como você precisasse desses truques.

Taylor corou.

— Sou humano, sabe?

— Duvido. — Ela cruzou os braços. — Você enfrentou Astartes. Nada ali parecia "humano".

— Não acredito que o Imperador me escolheu... —

Não havia nenhum "Escolhido" aqui. Só Taylor, um coitado que só piorava as coisas. Desde que chegara a Amagedon, fora só desgraça.

Com um suspiro, saiu do Frankstein. O visor embaçado da máscara mostrou o mundo cinza: céu sombrio, névoa tóxica.

Imaginou-se sendo esmagado por um Astartes. Mas sua expressão séria fez todos pensarem que era determinação.

Os soldados olhavam com admiração.

— Pelo Imperador, irmão! — dois soldados de armadura pesada cumprimentaram.

Taylor hesitou.

— Eh... sim! Pelo Imperador! —

O que mais estão imaginando?

Pouco depois, recebeu a "honra" de liderar a vanguarda. Ou melhor, os orks seriam a carne para canhão, e Taylor, como "Chefe WAAAGH!", tinha que ir junto.

Ele nem sabia como, de repente, estava no mesmo nível dos comandantes dos regimentos mais antigos da Guarda.

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