Ler Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 33 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Dedicate loyalty to the good empire / Dedique lealdade ao bom império: Capítulo 33

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A fragrância do caldo e os pedaços suculentos de carne fizeram a irmã Letrina pegar o garfo, derrotada pela tentação. Mesmo com o peso da culpa por trair suas companheiras, ela se sentou ao lado do fogaréu com sua tigela.

Enquanto isso, Taylor observava o almoço animado e lembrava do irmão lobo com quem costumava compartilhar churrascos. Se ao menos aquele Astartes estivesse ali...

Seu suspiro não passou despercebido.

— O que foi, barão? — Letrina inclinou a cabeça. — Você parece menos desprendido do que imaginei. Duvido que um homem como você hesitaria diante de uma refeição.

Taylor sorriu. — Só lembrei dos dias em que lutei ao lado dos Astartes. Destruímos um reino Ork juntos… e agora sinto sua falta. Ele era tão imponente quanto aquele ali.

Letrina limpou os lábios manchados de óleo picante e, envolta no aroma irresistível do fondue, recitou os hinos sagrados do Imperador.

[Nós compartilhamos o mesmo sangue do Todo-Poderoso Imperador...]

Sua expressão era tão serena que até os famintos membros do 15º Esquadrão ficaram em silêncio. Seus cabelos prateados e traços delicados como os de um boneco contrastavam com os olhos semi-cerrados que espiavam discretamente a panela à procura de mais carne.

Terminada a prece, ela perguntou:

— Melhor agora?

— Mais que as palavras, ouvi-las da boca da filha do Imperador já é revigorante — ele respondeu, divertido. — Mas seu jeito de espiar a carne também tem seu charme.

Agora ele entendia por que alguns homens se encantavam por mulheres assim: elegantes, mas inalcançáveis.

Letrina revirou os olhos, corada.

— Foi só… um momento de fraqueza. Até eu mereço um respiro de minhas obrigações.

Baixando a cabeça, ela devorou o que restava no fondue e, no final, ainda perguntou se poderia levar um pouco do caldo para as outras irmãs.

Taylor, raramente generoso, concordou:

— Às suas ordens, minha dama.

Uma refeição tranquila já era rara; sobreviver, uma graça do Imperador. Ao vê-la partir, Taylor voltou a planejar como se manter vivo.

Ele passara dias ajudando os Catachans a construir esconderijos ao redor do posto avançado. Solo macio e florestas densas tornaram as trincheiras uma adição eficaz ao arsenal contra o Caos.

Guerra de túneis—aparecer aqui, atacar ali.

Comandando as táticas de guerrilha dos Catachans e o poderio das Irmãs de Batalha no front, Taylor transformara o local em uma fortaleza capaz de resistir até a Astartes.

Alguns o chamavam de gênio estratégico; outros, de teórico sem prática. Mas ele sabia que seus métodos não eram novidade.

Derrotar o maior com o menor número—era uma ideia sedutora.

Com os planos prontos, ele pegou a pá e cavou. Dias depois, enfim poderia dormir em paz.

Letrina admirou seu trabalho, lembrando de criaturas de outro mundo—vermes escavadores semelhantes a Tiranídeos e sapos explosivos que usavam túneis. Mas duvidava que isso funcionasse contra os Portadores da Morte.

— Vai dar certo? — perguntou.

Taylor, com os binóculos, respondeu simplesmente:

— Vamos testar!

Ao longe, árvores se agitavam. Ele sabia—seu destino se aproximava. Sobreviveria? Nem ele tinha certeza. Se fosse um Portador da Morte, usaria gás nos túneis ou atacaria como um jogo de whack-a-mole, aniquilando suas esperanças.

Mas fazer algo era melhor que esperar a morte. Mesmo que não fosse por muito.

Fazer o possível e deixar o resto com o Imperador.

Com um suspiro resignado, ele observou os cultistas do Caos emergirem da floresta—traidores em mantos verdes, corpos pútridos, hereges imundos.

Lealdade? Será que ele mesmo era leal?

Não houve tempo para reflexão. Arma em punho, respondeu a Letrina, que já percebera a ameaça:

— A resposta já está dada. Vamos lá. Talvez morramos.

— Não morreremos — ela sorriu.

— Por causa do Imperador?

— Não. Por sua causa.

[Nota do autor: Corrigido—Irmãs de Batalha são filhas do Imperador, não noivas. Maldita influência de Slaanesh!]

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Capítulo 53: Reencontro (Parte 1)

O Posto Sete surpreendeu Dragan. Desde que conquistara um mundo religioso do Imperador, ele não sentia um gosto tão amargo.

Tentou decifrar o scanner em sua armadura, mas o campo magnético do planeta era caótico, criando interferências. Os Catachans haviam causado mais estrago do que o esperado, mas seu "sócio" sobrevivera—infelizmente.

Escondido na floresta, Dragan avistou o posto avançado quando um nome peculiar chegou a seus ouvidos:

— O Barão Taylor está lá?

A voz era mais doce que mel.

Sua dona—uma figura de cabelos castanhos e trajes púrpura reveladores, quase um biquíni—envolvia-se em um manto negro largo. Nas mãos, uma adaga enfeitiçada, menor que um cetro comum.

Dragan estranhou:

— Você é devota de Slaanesh e se veste tão recatada?

Sua pele era impecável, sua beleza, sobrenatural—ainda mais deslumbrante que quando Taylor a vira em Morsenraid. Seu senhor a abençoara...

Mas que atrocidades ela cometeu para merecê-lo?

Se ainda restava algum traço de sua antiga nobreza, aquele adorno branco como uma pedra preciosa pendurado sob seu manto talvez fosse a pista.

Era a Pedra da Alma dos Aeldari. Uma prova de que essa feiticeira havia arrancado várias almas que não lhe pertenciam e, pior ainda, de que era capaz de atacar os próprios navios daquela raça enigmatica.

Não era à toa que conseguira convencer Dragan a se juntar a ela. Mas o astarte caído ainda relutava em servir como guarda-costas de uma maldita seguidora de Slaanesh. Sua voz ecoou, rouca e desconfiada:

— O tesouro que você prometeu está mesmo aqui?

A mulher do culto sorriu, os olhos fixos em algo além do horizonte, na direção do Posto Sete.

— Quem sabe? Tudo que vejo agora é algo muito mais interessante...

Ela lambeu os lábios pintados com uma expressão quase infantil, como uma criança diante de um brinquedo novo. Dragan já sabia: o que quer que a chamasse tanto a atenção, o alvo já estava condenado.

— É o Taler? — perguntou, tentando extrair alguma resposta.

A mulher colocou o salto afiado de sua bota sobre a armadura de Dragan, arranhando a superfície corrompida com um movimento deliberadamente lento. O guerreiro retesou os punhos.

— Esta armadura é mais antiga do que você, do que sua família, do que seu avô! Quando o Império a forjou, seus ancestrais ainda eram senhores de escravos primitivos!

Ela riu, como se a fúria dele fosse um espetáculo divertido.

— Mas você precisa de mim agora, não é? Então aguente. Sua armadura vai se regenerar com a bênção do Senhor do Excessos. — Sua voz baixou para um sussurro perigoso. — Mas se insistir em bisbilhotar meus pensamentos, da próxima vez não será só a armadura que vai rachar.

Dragan a empurrou com violência.

— Quando essa aliança acabar, quando o Senhor da Guerra tiver o que deseja, vou arrancar sua cabeça e usá-la para aliviar meu estresse.

Ela revirou os olhos de êxtase, um fio de saliva escorrendo pelo canto da boca.

— Que delícia... Ser desejada por um Astarte mesmo após a morte me deixaria exultante.

— Sua maldita louca!

— Então mate alguém por sua garota insana — provocou ela, erguendo um dedo na direção do posto avançado. — Aquele homem que você conheceu. Ele é... especial.

Dragan cuspiu as palavras com ódio:

— Eu o farei. Mas não por você.

Com um gesto brusco, ordenou o avanço. Guerreiros do Caos e cultistas marcharam através da floresta, abrindo caminho entre a vegetação espessa e o solo pantanoso.

O silêncio era absoluto. Nenhum pássaro, nenhum inseto. A calmaria antes da tempestade. Os Astartes, imersos nos dons dos Deuses do Caos, não sentiam medo. A benção do Pai Generoso os tornava fortes, insensíveis à dúvida. Mas ali, naquele lugar, essa imunidade era uma fraqueza.

Enquanto parte dos cultistas avançava muito à frente, o Posto Sete finalmente apareceu entre as árvores. Os atiradores prepararam lança-chamas e granadas, movimentos precisos que rivalizavam com os melhores regimentos da Guarda Imperial.

Mas no momento em que engatilharam as armas, mãos escuras e musculosas emergiram da folhagem. Garras de Catachan cerraram em seus pescoços, seguradas por sombras silenciosas.

O som de gargantas sendo cortadas foi a última coisa que ouviram.

Quando um esquadrão inteiro de cultistas desapareceu sem aviso, Dragan sentiu o instinto gritar. Ele olhou ao redor. Nada.

— Tem algo errado...

Antes que pudesse terminar, rajadas de laser e balas perfurantes irromperam da floresta. Ele ergueu a armadura, desviando os tiros com o ombreira reforçada, e arremeteu como um tanque em direção à origem do ataque.

Mas ao chegar lá... Nada.

[...]

Pelo caos!

Era a primeira vez que encontrava um imperial mais sorrateiro do que ele.

Lembrou-se de seus irmãos renegados, os Senhores da Noite. Aqueles humanos agiam como eles, semeando medo... mas não eram tão bons.

Quando se virou para avançar novamente, a feiticeira surgiu diante dele, rindo.

— Parece que meu querido rapaz está te dando trabalho.

Dragan rosnou.

— Trabalho? Isso não é nada. Eu vi a Terra em chamas. Vi Sanguinius cair. Vi o Império apodrecer até o que é hoje. Esse jovem insignificante não é nada comparado ao que já enfrentei.

A mulher tocou os buracos recentes na armadura dele, os dedos deslizando sobre o metal deformado e corroído.

— Esses aí são seus "nada"?

Dragan olhou para as perfurações que já começavam a se regenerar. A carne mutada sob sua couraça enrugou-se em um sorriso grotesco.

— Isso mesmo. Nada.

— Ele não consegue nem deixar uma cicatriz decente.

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