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Tradução pronta Douluo: Soul Demon Eye, I am the natural disaster / Douluo: Olho do Demônio da Alma, eu sou o desastre natural: Capítulo 47

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Quando o assunto surgiu, Ning Rongrong foi a primeira a corar de vergonha, explicando rapidamente:

— Vovô Espada, na verdade isso não tem nada de especial, vamos falar de outra coisa?

Mas depois, animada, começou a elogiar:

— Esse grande maluco é incrível! Mesmo tendo olhos como espírito marcial, ele luta tão bem quanto qualquer guerreiro de combate.

— Quando encontramos o Titã da Floresta Estelar, foi ele quem me salvou do perigo. E aquele Dai Mubai tentou bater nele, mas acabou derrotado em um instante. Até os esquemas que trouxe de volta foram ele quem me deu.

Ela não parava de enumerar as qualidades de Gu Changfeng.

Mas para Chen Xin, cada palavra era uma facada no coração. A princesinha do Clã Sete Tesouros de Cristal, criada com tanto esmero, estava sendo levada assim, sem mais nem menos.

Capítulo 72: Ponta de Espada contra Ponta de Lança

Chen Xin afirmou, com voz grave:

— Rongrong é a futura líder do Clã Sete Tesouros de Cristal e não pode se casar com um estranho! Se você quer ficar com ela, terá que se juntar ao nosso clã!

Gu Changfeng sorriu:

— Se eu não quiser, de que adianta me forçar a entrar? Não ajudaria vocês nem trataria o clã como minha família.

Chen Xin rosnou:

— Então como ousa vir aqui pedir ajuda?!

Gu Changfeng manteve a calma:

— O Clã Sete Tesouros é o mais rico do mundo, comércio é seu forte. Podemos tratar isso como negócio.

— Os esquemas já foram pagos, mas a Flor de Jade Dourada que fez a Torre de Cristal de Rongrong evoluir para Nove Tesouros... isso ainda não foi compensado.

Ele falava com tranquilidade porque sabia que Ning Rongrong o apoiaria.

— Seu idiota! — Ning Rongrong beliscou seu braço duro como ferro. Se não estivessem na frente dos outros, teria mordido.

Gu Changfeng sussurrou:

— Não tive escolha. Quem mandou seu avô me ameaçar?

Ela então exclamou, nervosa:

— Vovô Espada, a verdade é que eu já sou dele!

Os olhos de Chen Xin se arregalaram. Ele levantou de um salto, incrédulo.

— Vocês... o que...

Ning Rongrong imediatamente se agarrou a Gu Changfeng, pressionando-se contra ele, deixando Chen Xin atordoado.

— Rongrong, isso é um absurdo! Seu pai ficará furioso quando descobrir! — lamentou Chen Xin.

Ela revidou, determinada:

— Não me importo! Já decidi que é ele que eu quero.

Não só pelo rosto bonito, ou pelo talento, mas pelo modo único como ele a tratava. E, além disso... ele sabia levá-la ao céu.

Chen Xin suspirou:

— Isso ficará para quando seu pai voltar. — Olhou para Gu Changfeng e disse secamente: — Leve-o para descansar.

Ning Rongrong puxou Gu Changfeng para longe do salão.

— Como teve coragem de dizer essas coisas na frente do Vovô Espada?! Ele é um Título de Douluo!

— Sério que não quer mesmo entrar no clã? — perguntou, franzindo a testa.

Gu Changfeng respondeu:

— Não é questão de querer ou não. O problema é que o Clã Sete Tesouros está confiante demais. Acham que podem enfrentar o perigo que vem, mas estão enganados.

Ela contestou:

— Não é tão grave assim...

— Melhor parar por aqui. Isso não é problema seu — ele cortou.

— Como não?! Sou parte do clã!

— Mas só é uma pequena Mestre do Espírito. Na hora do perigo, seria apenas um peso.

— Agora me chamou de peso?! Vou te morder! — Ela avançou com os dentes à mostra.

Gu Changfeng a pegou no colo, segurando sua bunda redonda e macia.

— Cuidado para não quebrar os dentes — zombou.

— Seu corpo é duro demais! — ela resmungou, batendo nele inutilmente.

Ele riu:

— Vamos para seu quarto. Mostro algo ainda mais duro.

Ning Rongrong corou, repreendendo:

— Aqui é o clã! E se o Vovô Espada aparecer? Ou meu pai voltar?

— Sem falar que você demora tanto que no fim eu fico mole, sem forças nem para andar direito...

— Você é uma Mestre do Espírito, não uma pessoa comum. — Ele sorriu. — Além disso, eu sei tratar disso.

Ela revirou os olhos:

— Pare! Você é um cachorrinho insaciável, nunca quer parar. Melhor nos comportarmos antes que alguém nos descubra.

— Vou te mostrar o clã. Mesmo que não queira entrar, não tem como escapar — você ainda será o genro.

Diante de um salão deslumbrante, ela o puxou adiante.

— Aqui é meu quarto. Enquanto estiver no clã, ficará comigo.

Gu Changfeng olhou ao redor, impressionado pelo luxo. Se nem mesmo os palácios imperiais seriam tão opulentos, pensou.

— Já que seu pai não está, não quer me apresentar à sua mãe? — perguntou.

O rosto de Ning Rongrong escureceu.

— Minha mãe verdadeira morreu quando eu nasci. — Hesitou, então completou: — Mas meu pai tem outras esposas, mães dos meus irmãos. Quer conhecê-las?

Gu Changfeng afagou o rosto de Ning Rongrong com carinho e disse em voz baixa:

— Eu preciso ver sua mãe, não seus irmãos.

Ele enxugou as lágrimas que escorriam sem querer no canto dos olhos dela e continuou, sorrindo:

— Vamos, me conta qual é o segredo para convencer seu pai a me ajudar a conseguir um anel espiritual sem interferir no nosso relacionamento.

Ning Rongrong suspirou, recuperando o fôlego:

— Isso vai ser difícil!

Seu rosto deixou escapar um sorriso frio antes de completar:

— Meu pai e meus irmãos me mimam demais. Se descobrirem o que você fez comigo, vão arrancar sua pele, torcer seus tendões e pendurar seu corpo no teto para chicotear!

Gu Changfeng riu, indiferente:

— Se você me ajudar com eles, eu te dou um presente.

Ela revirou os olhos, bufando:

— Você acha que um presentinho resolve tudo? Está subestimando a situação. Mas, antes, eu quero te perguntar uma coisa.

— Pode perguntar.

Ning Rongrong hesitou por um instante:

— Desde que meu pai ficou sabendo sobre a Flor Dourada de Qiluo, ele tem mandado gente procurar por ela em segredo... Mas não encontrou nada.

Ela se inclinou para frente, animada:

— Você ainda tem outra Flor Dourada? Ou algum jeito de ajudar o espírito dele a evoluir também?

Seu sorriso voltou, esperançosa:

— Se você conseguir ajudá-lo, tenho certeza que ele não vai mais criar problemas pra gente ficar junto.

Gu Changfeng balançou a cabeça:

— Só tinha aquela flor, e já dei pra você. Quanto a evoluir o Espírito da Torre de Sete Tesouros outra vez... Não tenho muita certeza se vai funcionar.

Ning Rongrong franziu a testa:

— "Não tenho certeza" quer dizer que depende do quanto meu pai se esforçar, é isso?

Capítulo 73 – Técnica do Controle Dividido

Ele sorriu, mudando de assunto:

— Ouvi dizer que o Clã Sete Tesouros tem uma técnica de controle mental. Como meu espírito é do tipo psíquico, deve ser perfeita pra mim. Me ensina?

O canto da boca dela se ergueu, orgulhosa:

— A Técnica do Controle Dividido não é algo que a gente ensina para qualquer um!

Seu rosto ficou sério de repente:

— Mesmo depois de tudo que aconteceu entre a gente, você nunca me confessou seus sentimentos. Nem dá pra dizer que somos namorados oficialmente.

Gu Changfeng sorriu, puxando-a para sentar no sofá. Enquanto isso, com movimentos discretos, pegou uma moeda de ouro e, usando apenas a força dos dedos, moldou-a até virar um anel simples.

Colocou-o na frente dela e disse, sorrindo:

— Desde que você era pequena, eu já sentia algo... Quando te vi na Academia Shrek, reconheci você na hora e me apaixonei.

Ele segurou sua mão:

— Rongrong... Quer namorar comigo?

O coração dela disparou. Seu corpo ficou mole, sem força, e ela se apoiou contra o peito dele, o rosto corado.

— Nunca imaginei que você fosse capaz de dizer coisas tão melosas...

— Você é a primeira mulher a me ouvir falar assim.

Gu Changfeng pegou sua mão esquerda e deslizou o anel no dedo, ajustando-o até ficar perfeito.

Ning Rongrong olhou para o anel, sentindo algo quente no peito. Tantos sentimentos misturados, mas no final, tudo virou um único pensamento: ela estava apaixonada.

E então, o clima esquentou.

— A porta... — ela sussurrou entre beijos — A porta da frente está aberta. Alguém pode ver...

— Relaxa. Se alguém chegar perto, eu aviso.

Ela tentou resistir, mas era inútil. A tensão só aumentava a excitação, deixando tudo diferente da última vez.

O sol já se punha quando os dois se deitaram na cama, brincando como namorados.

Foi então que Gu Changfeng sentiu três presenças se aproximando — duas com energias impressionantes e outra mais parecida com a dele.

— Seu pai chegou.

Ele parou os carícias, ajudou Ning Rongrong a se vestir e começou a arrumar o quarto bagunçado.

— Olha o que você fez! — ela resmungou, colocando roupas espalhadas de volta numa bolsa dimensional — Como eu vou explicar isso se ele descobrir?

Gu Changfeng segurou seu rosto, firme:

— Respira fundo. Fica calma. Nada vai acontecer.

Ela obedeceu, tentando se controlar. Só então percebeu que, no susto, tinha esquecido de se arrumar direito. Correu para o espelho, trocando o vestido branco por um azul-celeste, mais conservador, que cobria até o pescoço.

— Agora sim, parece que nada aconteceu.

Ele sorriu, tranquilizando-a.

Foi quando uma voz ecoou do lado de fora:

— Rongrong? Você está aí? Pai chegou.

Gu Changfeng olhou para ela:

— Ele está te chamando.

Ela fechou os olhos, estressada:

— Você vai ter que atendê-lo primeiro. Preciso me arrumar melhor — ela apontou para o pescoço — Tem marcas por toda parte. Se ele ver, eu vou morrer de vergonha!

Enquanto trocava de roupa, Gu Changfeng aproximou-se e perguntou baixinho:

— Princesa, está com fome?

A voz dela saiu como um miado sonolento:

— Não... Só quero dormir.

Ele riu:

— E o presente que eu prometi? Você não quer ver?

— Pode deixar pra amanhã. — Ela bocejou, murmurando — Seu monstro... Você é um animal. Nunca imaginei que você ainda fosse... inexperiente. Por isso que às vezes age como um cachorro com fome.

Ele levantou uma sobrancelha, divertido:

— E você não é diferente? Sem mim, você jamais teria virado uma mulher de verdade.

Enquanto isso, do lado de fora, a voz do pai dela insistia. Era hora de enfrentar a música.

Ouvindo os passos que se aproximavam, Gu Changfeng abriu a porta e saiu, encontrando-se frente a frente com Ning Fengzhi e Gu Rong, que nunca haviam se visto antes, além de Chen Xin, que encontrara mais cedo.

À frente deles, um homem de meia-idade de aparência imponente vestia um traje branco impecável. Seus cabelos curtos estavam bem cortados, e seu rosto suave como jade exibia um sorriso gentil, destacado pelos óculos de armação prateada que emolduravam seu olhar amigável voltado para Gu Changfeng.

— Você... deve ser o namorado da Rongrong, não é? — perguntou o homem com voz calma. — Ela fala muito de você. Já faz tempo que quero conhecê-lo e bater um papio.

Gu Changfeng curvou-se levemente, as mãos unidas em sinal de respeito. — Gu Changfeng saúda o Mestre Ning.

Ning Fengzhi o ergueu com um gesto suave, dando-lhe um afável tapinha no ombro. — Nada disso, não precisa ser tão formal. Pode me chamar de tio. Você e a Rongrong podem não estar casados ainda, mas já que é o namorado dela, você faz parte da família.

Gu Changfeng assentiu com um sorriso. — Tio Ning.

Ning Fengzhi sorriu de volta. — E a Rongrong? Ela está no quarto?

Ao ouvir a conversa, Ning Rongrong deu uma última olhada no espelho, certificando-se de que estava apresentável antes de se apressar para reunir-se ao grupo. Posicionou-se ao lado de Gu Changfeng e, num gesto natural, entrelaçou o braço no dele — firme e forte, tão capaz de levantá-la com apenas uma mão — antes de esboçar um sorriso radiante para os três.

— Pai, Vovô Osso, vocês voltaram! Deixem-me apresentar: este é o meu namorado, Gu Changfeng!

O semblante de Gu Rong se contraiu ao ver a intimidade entre os dois, e seu olhar sobre Gu Changfeng tornou-se repentinamente gélido.

Como líder do Clã Sete Tesouros de Cristal, Ning Fengzhi e seus companheiros tinham uma percepção afiadíssima. No instante em que Ning Rongrong apareceu, ele já a avaliara minuciosamente. O rosto rosado e radiante da filha, o brilho nos olhos e o ar levemente embaraçado que ainda não haviam se dissipado... Como alguém experiente, ele reconheceu imediatamente o motivo por trás daquela expressão.

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