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Tradução pronta The Prince of Tennis: The Quincy of Rikkai University / O Príncipe do Tênis: O Quincy da Universidade Rikkai: Capítulo 55

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— E aí, Sanada, já está maravilhado com a minha atuação espetacular? — Keigo Atobe sorriu, cheio de si.

Sanada Genichirou olhou para ele sem alterar a expressão e respondeu com indiferença:

— Espero que você ainda consiga sorrir quando o jogo acabar.

— Hum, o vencedor desta partida só pode ser eu — Keigo Atobe retraiu o sorriso ao ouvir aquilo.

Sanada Genichirou ignorou completamente, como se não tivesse ouvido.

— Começa agora a terceira partida individual: Sanada Genichirou de Rikkai contra Atobe Keigo de Hyotei!

— Melhor de uma partida, saque de Hyotei!

Com o sorteio concluído e sob o sinal do árbitro, a terceira partida individual começou oficialmente.

[Observação do narrador: A diferença entre Atobe e Sanada é algo que todos devem entender... Será que os fãs do Atobe vão me criticar depois desta cena?]

Capítulo 81: Mesmo entre os melhores, há diferenças

— Esses dois já se enfrentaram antes? — Inui Eiji, observando de longe, perguntou, confuso, ao ver Sanada Genichirou e Keigo Atobe se posicionando na linha de fundo.

— Segundo meus dados, esta é a primeira vez que eles se enfrentam oficialmente — Inui Sadaharu respondeu prontamente, esclarecendo a dúvida.

— Mas no ano passado, Hyotei não enfrentou Rikkai? — Eiji continuou.

— Verifiquei os registros. Na final do torneio de Kanto, Hyotei perdeu para Rikkai por 3 a 0, e o capitão da Hyotei nem chegou a jogar — Sadaharu afirmou com convicção.

— Além disso, no torneio nacional, Hyotei foi eliminado na segunda rodada e não teve outra chance contra Rikkai.

— Ah, é mesmo... — Eiji fez uma cara de entendimento.

— Esta partida deve ser incrível, ambos são jogadores de nível nacional. Quem você acha que vai vencer, Tezuka? — Fuji Shusuke perguntou, animado.

Ele estava ansioso pelo confronto entre jogadores de alto nível — a última vez que vira algo assim foi no duelo entre Tezuka Kunimitsu e Yukimura Enji de Rikkai, no dia anterior.

Fuji perguntou a Tezuka porque, entre todos no time, apenas ele estava no mesmo patamar que os dois jogadores em quadra. Além disso, Tezuka já havia derrotado Atobe no torneio metropolitano.

Tezuka Kunimitsu, que até então permanecera em silêncio, olhou para os dois jogadores e respondeu com calma:

— Esta não será uma partida equilibrada.

— Tezuka, o que você quer dizer? — Fuji ficou surpreso, parecendo captar algo nas palavras de Tezuka, mas sem certeza.

— Você entenderá em breve — Tezuka evitou explicar. Algumas coisas só fazem sentido quando vistas.

Fuji refletiu por um momento e então voltou sua atenção para a quadra, ainda mais concentrado, determinado a entender o que Tezuka quis dizer.

Na quadra

Keigo Atobe, com o primeiro saque, posicionou-se na linha de fundo e preparou-se para sacar.

— Vamos ver qual é o nível do "Imperador" de Rikkai — Atobe resmungou, irritado com a indiferença de Sanada.

A bola foi lançada ao ar e, quando atingiu o ponto mais alto, Atobe golpeou com força.

Toc!

A bola cruzou a quadra como um raio, em direção à área de recepção de Sanada.

O saque de Atobe, embora aparentemente simples, tinha força e velocidade impressionantes. Para um observador comum, seria apenas um borrão amarelo passando.

Mas para Sanada Genichirou, aquele saque era apenas o esperado de um jogador de nível nacional.

Ele previu a trajetória, posicionou a raquete e rebateu com facilidade assim que a bola quicou.

Em um piscar de olhos, a bola já estava de volta ao lado de Hyotei, caindo rapidamente no fundo da quadra.

Atobe correu para interceptar e, com um revés preciso, direcionou a bola para o lado oposto de Sanada, forçando-o a recuar.

— Reação boa. Melhor do que eu esperava — Sanada avaliou mentalmente, recuando sem pressa para devolver o golpe.

Toc! Toc! Toc!

O ritmo das trocas de bola ecoava pela quadra, e o jogo já começava a esquentar.

Mas, a cada rebatida, Keigo Atobe sentia-se mais pressionado.

Ele percebeu que, no meio daquele vai e vem, era ele quem estava em desvantagem.

Em poucos lances, Sanada Genichirou já o colocara na defensiva, criando um contraste gritante com a entrada triunfal de Atobe no início.

Do outro lado, após algumas trocas, Sanada já havia analisado o suficiente.

Ele entendera o estilo de jogo de Atobe: fundamentos sólidos e uma ótima capacidade de leitura de jogo, o que lhe dava resistência mesmo em desvantagem.

— Chega de testes. Já sei o seu nível — Sanada Genichirou fixou o olhar, seus músculos tensionando-se num movimento súbito.

Zum!

Um som agudo cortou o ar, e a bola apareceu ao lado de Atobe antes que ele pudesse reagir.

— Quer quebrar meu saque? Não seja tão presunçoso! — Keigo Atobe ficou irritado ao perceber a intenção do adversário.

Ele concentrou o olhar, capturando o exato momento em que a bola quicou e traçou sua trajetória. Com um movimento rápido da raquete, interceptou o saque e devolveu a bola com força extrema para o campo de Genichirou Sanada.

— Hmph! — Atobe fez um meio sorriso de satisfação, mas antes que pudesse comemorar, a bola que ele havia rebatido passou como um furacão ao lado de sua perna direita, cruzando a linha de fundo antes que ele pudesse reagir.

— O quê?! — Atobe ficou paralisado, sem acreditar no que acontecera. Naquele breve momento de distração, ele não só falhou em defender, como sequer conseguiu ver a trajetória da bola. Pior ainda: nem percebeu se Sanada havia movido a raquete.

— Ponto para Sanada! 15 a 0! — anunciou o árbitro.

Do outro lado da quadra, Sanada baixou a raquete lentamente e disse com frieza e um tom de provocação:

— Atobe, você está ficando desleixado.

— Tch! Ganhou um único ponto e já vem dar lições? Você é mesmo arrogante, Sanada — Atobe ficou com a expressão sombria. Um simples descuido, e Sanada já achava que ele era fraco?

— Se não quer admitir a diferença entre nós, tudo bem. Vou te arrastar para o abismo da derrota agora mesmo — Sanada ergueu o queixo com altivez.

— Hmph! — Atobe revirou os olhos, o rosto fechado de raiva.

Ele se preparou para sacar novamente. Dessa vez, não haveria mais hesitação.

Capítulo 82: Vento e Fogo

O jogo continuou com mais um saque de Atobe. O movimento era o mesmo, mas a força, o efeito e a velocidade da bola eram ainda maiores do que no primeiro saque.

Mesmo assim, Sanada devolveu com a mesma tranquilidade de antes. Os dois trocaram golpes, mas, diferentemente do rally anterior, o ponto não se prolongou. Em poucas jogadas, Sanada balançou a raquete como um vendaval, criando um borrão no ar, e a bola explodiu aos pés de Atobe antes que ele pudesse reagir.

30 a 0.

40 a 0.

— Game para Sanada! 1 a 0! — anunciou o árbitro.

Com um golpe rápido e preciso no canto inalcançável da quadra, Sanada fechou o primeiro game em menos de sete minutos.

— E aí? Sua confiança ainda está no mesmo nível de antes? — provocou Sanada, com um sorriso irônico.

— Cala a boca — Atobe respondeu gelado, retornando à sua posição com o rosto fechado.

— Segundo game! Saque de Sanada! — o árbitro anunciou o início da nova partida.

— Espero que pelo menos consiga tocar na minha bola dessa vez, Atobe — disse Sanada, segurando a bola antes de sacar.

Whoosh!

Atobe ouviu o som do impacto, mas, num piscar de olhos, a bola já estava a seus pés.

— Quando...?! — Ele ficou arrepiado, sem tempo para reagir, e só pôde assistir à bola quicar fora da quadra.

Sanada, que já havia terminado seu movimento, permanecia imóvel na linha de fundo, como se nada tivesse acontecido.

— Ponto para Sanada! 15 a 0! — anunciou o árbitro.

Na área reservada do time de Rikkai, Renji Yanagi sorriu satisfeito.

— Parece que Sanada está levando a sério agora. O jogo deve terminar logo.

Mas Shinya Yukimura, sentado ao lado, apenas acenou levemente, observando a quadra com atenção. Ele sabia que Sanada venceria, mas duvidava que a partida fosse tão unilateral assim. Afinal, Atobe era um jogador de nível nacional — certamente teria algum trunfo na manga.

Dentro da quadra, Sanada sacou novamente. Dessa vez, Atobe concentrou o olhar, determinado a enxergar o saque do adversário.

Whoosh!

O som do vento cortando o ar ecoou, e a bola veio como um furacão. Antes que Atobe pudesse processar, ela já passou por seus pés e saiu da quadra.

Ele não viu nada.

Desta vez, conseguiu acompanhar o movimento ultrarrápido da raquete de Sanada, mas seu cérebro ainda calculava a trajetória quando a bola já havia quicado.

30 a 0.

Mais um ponto para Sanada. Mais dois, e ele fecharia o segundo game.

Whoosh!

Terceiro saque. Mesmo resultado. Atobe não conseguiu reagir, mas, pelo menos, o movimento da raquete de Sanada parecia um pouco mais nítido em seus olhos.

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