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Tradução pronta The Prince of Tennis: The Quincy of Rikkai University / O Príncipe do Tênis: O Quincy da Universidade Rikkai: Capítulo 30

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Capítulo 43: Repetindo a Estratégia, Primeira Derrota do Time Seigaku

O quarto set começou com o saque de Seigaku.

— Vamos lá! — gritou Kikumaru Eiji, lançando a bola rapidamente e avançando em direção à rede.

Enquanto isso, Oishi Shuichiro se posicionou habilmente no fundo da quadra, cobrindo os espaços e prevenindo possíveis contra-ataques dos adversários.

Do outro lado, Yamabuki respondeu ao saque. Minami Kentaro, após devolver a bola, trocou um olhar rápido com Higashikata Masami.

Depois de algumas trocas, o jogo parecia equilibrado. De repente, os dois jogadores de Yamabuki inverteram suas posições. Higashikata, que parecia preparar um golpe de direita, surpreendeu com um revés preciso, enviando a bola em um ângulo fechado para o lado esquerdo de Kikumaru.

— Oh não! — Oishi, vendo a jogada, achou que o ponto estava perdido.

Mas, contra todas as expectativas, Kikumaru, já desequilibrado, deu um salto lateral, trocou a raquete de mão no ar e conseguiu resgatar a bola no último instante, enviando-a para o alto.

— Hmph, ainda não acabou! — Minami não perdeu tempo. Correu, saltou e executou um smash potente, mirando novamente o lado oposto de Kikumaru.

— Não me subestimem! — Kikumaru, que ainda estava no ar após o resgate, apoiou a mão esquerda no chão, girou o corpo e, com um impulso, alcançou a bola no último momento. Com um movimento rápido, rebateu-a direto entre Minami e Higashikata, marcando o ponto.

— 15 a 0! — anunciou o árbitro.

Os dois jogadores de Yamabuki ficaram parados, encarando a bola que havia quicado fora da quadra. Não esperavam que Kikumaru, com movimentos quase circenses, conseguisse virar o jogo assim.

— Hahaha! Impressionados com o meu "Tênis Acrobático"? — Kikumaru bateu na poeira das calças, orgulhoso.

— "Tênis Acrobático", é? — Higashikata e Minami trocaram um olhar, reassessando mentalmente a ameaça que Kikumaru representava.

O jogo continuou com o saque de Oishi. Kikumaru, cada vez mais agressivo, parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, salvando bolas impossíveis e dificultando a vida dos adversários.

Ploft!

Ploft!

O placar subiu de ambos os lados, mas Seigaku, controlando o ritmo, conseguiu equilibrar o jogo.

— Ponto para Seigaku! Jogo empatado, 2 a 2!

Após a troca de lados, o quinto set começou. Curiosamente, os jogadores de Yamabuki não pareciam nervosos, mantendo expressões calmas. No banco, o técnico Taro ainda sorria, tranquilo, com os braços cruzados.

— Quinto set, saque de Yamabuki!

Minami sacou rápido e, antes mesmo de a bola cruzar a rede, já correu para a frente, fazendo um gesto discreto com a mão esquerda nas costas. Higashikata captou o sinal e sorriu.

Kikumaru recebeu o saque e avançou, mas estranhou quando Minami, em vez de atacar, deixou Higashikata rebater a bola em um ângulo fechado para o fundo da quadra de Seigaku.

— Oishi, é sua! — avisou Kikumaru.

— Peguei! — Oishi correu e devolveu a bola.

No entanto, Minami já estava posicionado no caminho e, com um golpe forte, mandou a bola de volta para o lado oposto de Oishi.

Em questão de segundos, Oishi foi forçado a correr de um lado para o outro, tentando cobrir todos os espaços. Kikumaru, preso na rede, não conseguia ajudá-lo a tempo.

[Nota do Narrador]

A dupla "Golden Pair" não foi formada logo no início. Oishi inicialmente jogava com um veterano, mas foram derrotados por Yamabuki no torneio regional, forçando a treinadora a reorganizar as duplas.

A parceria entre Oishi e Kikumaru só se consolidou após o torneio regional, antes do torneio de Kanto. No começo, eles tiveram um desempenho fraco, mas com o tempo, desenvolveram uma sintonia única, chegando até a dominar a técnica de "Sincronização" nas finais contra Rikkai.

No entanto, seu limite era o nível nacional. No cenário internacional, onde os monstros do tênis dominavam, eles acabaram ficando para trás.

[Fim da Nota]

O jogo continuou tenso, com Yamabuki explorando a exaustão de Oishi. A estratégia estava funcionando. Será que Seigaku conseguiria reagir?

Sempre que Eiji Kikumaru tentava se mexer, recuar para ajudar seu parceiro Shuuichirou Oishi, o adversário mudava a trajetória da bola na jogada seguinte, mandando-a direto para o vão no fundo da quadra e marcando o ponto com facilidade.

Em pouco tempo, a dupla do Seigaku, incapaz de sair dessa enrascada, perdeu toda a vantagem que tinha construído antes.

— Game, favor Yamabuki, 4 a 2 — anunciou o juiz.

Nas laterais da quadra, os jogadores se reuniram para se hidratar. Eiji esvaziou metade da garrafa d'água de uma vez só antes de reclamar:

— Que raiva! Esses caras estão jogando de um jeito nojento!

Nos últimos games, ele não conseguira fazer nada. Toda vez que tentava algo, os rivais do Yamabuki já estavam lá, explorando qualquer brecha.

Ao seu lado, Shuuichirou mal conseguia responder. Com o corpo encharcado de suor e a respiração ofegante, ele se concentrava em recuperar o fôlego.

Os outros titulares do Seigaku observavam a cena com preocupação.

— Shuichirou, o Yamabuki está usando a mesma tática que aplicou no torneio metropolitano contra você — comentou Sadaharu Inui, analisando friamente a situação.

A cena era familiar demais, quase idêntica àquela derrota.

— Sim — respondeu Kunimitsu Tezuka, sem tirar os olhos de Shuuichirou.

Inui notara, e Tezuka também. Mas perceber o problema não adiantava. Só o próprio Shuuichirou poderia encontrar uma saída.

Ao lado deles, Syuusuke Fuji deixou escapar um mau pressentimento ao abrir os olhos por um instante.

O jogo recomeçou após o intervalo. Assim que o Yamabuki sacou, a estratégia se repetiu: foco total em Shuuichirou. Mas, no segundo ponto, Eiji e ele surpreenderam com uma troca rápida de posições.

Eiji correu para o fundo da quadra, interceptando a bola com um movimento acrobático típico dele. Antes de voltar para a quadra, os dois haviam combinado essa mudança caso o Yamabuki insistisse no mesmo jogo.

A jogada pegou a dupla adversária de surpresa, mas logo os dois do Yamabuki revidaram com sorrisos desdenhosos.

— Acabou. O Seigaku já perdeu este jogo — murmurou Mayu Yuuki nas arquibancadas, balançando a cabeça.

Trocar as posições poderia frear os pontos do Yamabuki por um tempo, mas era um suicídio lento. A visão ampla de Shuuichirou, sua maior vantagem como defensor do fundo, perdia eficiência na rede. E ele não tinha habilidades de voleio para ameaçar o Yamabuki ali.

Já Eiji, com seu estilo acrobático, cobria bem o fundo, mas essa área exigia muito mais deslocamento que a rede. Seu físico não aguentaria por muito tempo.

E, como previsto, dez minutos depois:

— Huuh... haah... uff...

Eiji curvou-se, mãos nos joelhos. Gotas de suor despencavam de seu rosto. Cada respiração doía nos pulmões.

— Eiji, você está bem? — Shuuichirou olhou para ele, remoendo a culpa.

— To... bem... vamos... vencer... esse game. — As palavras saíam aos tropeços, cortadas pela falta de ar.

Vendo o estado do parceiro, Shuuichirou não aguentou:

— Vamos voltar às posições originais. Assim não dá.

— Mas se a gente... — Eiji tentou protestar, mas foi interrompido por um aperto no ombro.

— Não dá pra carregar tudo sozinho, Eiji — disse Shuuichirou, suave. — Somos parceiros, lembra?

— Shuuichirou...

Os dois se entreolharam, até Eiji suspirar e aceitar. Voltaram às posições iniciais para enfrentar o resto do jogo.

Mas não houve milagre. Sem conseguir reagir, o Seigaku sucumbiu à pressão do Yamabuki.

— Fim de jogo! Yamabuki vence por 6 sets a 2!

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[O que acharam da nova capa, pessoal? Alguns acharam que parece capa de BL (risos). Dêem suas opiniões! Curtiu? Responde "1". Não gostou? Responde "2". Se a maioria não curtir, volto com a capa antiga e invisto um trocado pra melhorá-la.

Ah, e quem puder contribuir com aquela forcinha no investimento, seria ótimo! Até migalhas ajudam. E passem no fórum pra bater um papo também, tá muito quieto por lá!]

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Capítulo 44: Dois jogos perdidos - Seigaku encurralado (A capa voltou ao normal)

Eiji caíra exausto no chão. Shuuichirou, quase tão mal quanto, ajoelhou-se, segurando a raquete como muleta enquanto lutava para recuperar o fôlego.

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