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Tradução pronta Thanks for the invitation, I just entered the chat group / Obrigado pelo convite, acabei de entrar no grupo de bate-papo: Capítulo 67

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CAPÍTULO 70 - ATO 16: O BANQUETE DOS DRAGÕES

— Lumingze? Não é aquele seu primo gordinho? — Nono olhou para Lu Mingfei. — E de onde surgiu esse outro irmãozinho?

— Como explicar... — Lu Mingfei coçou a cabeça. — Digamos que é o irmão da minha verdadeira versão?

— Olha só, e você tem uma versão original agora? — Nono zombou dele com expressão neutra. — Vossa Majestade Lu, tão imponente e majestoso.

— Bem... isso... — ele ficou constrangido.

— Ficou assustado? — De repente, Nono soltou seu sorriso mais travesso de pequena diabrura. — Brincadeira, parei de zoar você.

— Então, qual é o café da manhã, garoto? — Ela perguntou a Lumingze.

— Resposta para Vossa Alteza. — O pequeno demônio fez uma reverência cerimoniosa. — Tenho aqui caviar com torrada integral assada na hora, pão dinamarquês com passas, peito de frango grelhado com suco de limão, salsicha branca assada de Munique...

Falou como um mordomo meticuloso e prestativo:

— Para beber, Vossa Alteza deseja café, mingau de leite ou suco de kiwi?

— Tanto faz. — Nono virou-se para Lu Mingfei. — E você, junior? O que quer comer?

— Queria um pouco de youtiao e doufunao...

— Então tá combinado. — Nono não resistiu e beliscou a bochecha de Lumingze. — Seu irmãozinho é tão fofo.

— Uhnhn... Cunhada, assim não... Eu também tenho minha dignidade! — Lumingze murmurou, embolado.

— Primeira vez sendo dominado, hein? Gostou? — Lu Mingfei ficou contente ao ver o diabrete levar a pior nas mãos da senior.

Lumingze conseguiu escapar das garras de Nono e levantou a tampa de prata, revelando um conjunto de louças chinesas brancas: seis youtiao perfeitamente fritos, três tigelas de doufunao macio e alguns acompanhamentos. Nada do cardápio francês que prometera.

— Garoto, acha que quatro youtiao e duas tigelas de doufunao fazem de você um chef francês? — Nono riu.

— O atendimento do Xiao Zezi é primeiro mundo. Se a cunhada quisesse café da manhã francês, seria café francês que encontraria aqui. — Lumingze pulou para sentar na beirada da cama. — Vocês ficam com quatro youtiao e duas tigelas. A porção extra é minha.

— Até que está bom. — Nono mordeu um pedaço e deu seu veredito.

No fundo, ela estava feliz. Logo estariam de volta à Academia Cassell, onde só teriam comida alemã - aquelas salsichas, chucrute e joelhos de porco sem fim que a enjoaram no semestre passado.

— Você não colocou mostarda amarela nesses youtiao pra me sacanear, né? — Lu Mingfei desconfiou, olhando fixamente para o diabrete.

— Como assim? — O garoto fez cara de cachorrinho abandonado. — Irmão, como pode desconfiar de mim? Meu coração está partido...

— Ah, para! Você tem coração? — Lu Mingfei revirou os olhos, mas cedeu ao aroma e mordeu um youtiao.

Estava divino - tão bom que ele mastigou tão entusiasmado que mordeu a própria língua. Mesmo se o diabrete tivesse enchido de mostarda, valeria a pena.

— Abre a boca. — Nono pegou uma colher de doufunao e levou à boca dele.

— Senior... eu sei comer sozinho... — ele protestou, fraco.

— Falei pra abrir a boca. — Nono arregalou os olhos, e Lu Mingfei cedeu na hora.

O sabor picante do doufunao lembrou o da barraquinha perto da casa do seu tio.

— Irmão, a senior te domina completamente, hein? — Lumingze também comia, cutucando o ombro de Lu Mingfei.

— Eu gosto de ser dominado pela senior! — ele rosnou. — Mas você veio pra quê? Se tem coisa pra falar, fala logo!

— Logo começa a tão aguardada sessão de leilões. — Lumingze sorriu com inocência que parecia luz do amanhecer em folhas verdes - até sabendo das suas maldades, era impossível odiá-lo.

— Quer que eu use "show me the money" de novo? — perguntou Lu Mingfei.

— Não. — O diabrete piscou e bateu no braço dele. — É só ligar pra Suenxi quando precisar.

— Mantenha aquele celular com você e me avise por mensagem se precisar.

— Ah, e deixaram um bilhete pra você na recepção. Trouxe comigo - está no carrinho. Boa sorte, irmão. — Falou tudo num piscar de olhos e saiu pulando.

— O que foi isso? — Lu Mingfei ficou confuso, até sentir um frio ao seu lado.

— Junior, quem é Suenxi? — Chen Motong perguntou, semicerrando os olhos.

— Não, senior, deixa eu explicar... — Ele imaginou uma gota de suor escorrendo pela testa e pingando no chão com um "ploft".

Maldito diabrete!

— Fala!

— É só uma funcionária do meu irmão! — Lu Mingfei estava desesperado. — Não tem nada a ver comigo.

— Seu irmão tem funcionários? — Nono ainda duvidava.

— Depois eu explico, senior! — Ele apontou para o carrinho, onde havia um envelope amarelo com a inscrição em letras elegantes: "Ricardo M. Lu e Nono".

"Caros Ricardo e Nono:

Esta é uma missão urgente. Ao receberem esta mensagem, desçam imediatamente. Um Maserati preto com placa de Illinois 'CAS001' os aguarda na entrada. Detalhes serão fornecidos no carro.

Atenciosamente,

Norma"

A carta estava impressa no papel timbrado do Hyatt. Nono aproximou-se para ler junto.

"Norma é minha salvadora", pensou Lu Mingfei, enxugando o suor.

— Junior, já que seu irmão falou de leilão — Nono disse, mastigando youtiao —, quero trocar de roupa. Esta não é adequada.

— Tá bom.

— E me maquiar, e passar esmalte, e...

Ao ouvir a lista, Lu Mingfei perguntou, atordoado:

— Mas a Norma não mandou a gente descer agora? Não dá tempo de fazer tudo isso.

— Pelo menos vou trocar de roupa! — Ela o empurrou para fora. — Espera aí do lado de fora.

Lu Mingfei agarrou Nono e os dois saíram correndo do hotel, direto para o carro Maserati preto estacionado na calçada. O carro era caríssimo — claro, não chegava aos pés do Bugatti dele, mas ainda assim era um belo veículo de luxo, vendido nas mesmas concessionárias das Ferrari.

O capô longo tinha linhas afiadas como um tubarão saindo da água, e os vidros escuros impediam que qualquer um visse quem estava dentro. Era uma máquina que chamava atenção, sem dúvida.

A porta se abriu sozinha, quase acertando a cabeça de Lu Mingfei, que se abaixou rapidamente, pulando para dentro junto com Nono.

Lá dentro, o homem vestia um terno preto sob medida, sapatos italianos reluzentes, cabelo tão bem arrumado que dava para se olhar no espelho e uma rosa vermelha no paletó. Se não fosse pelos cabelos prateados, ele pareceria um velho tarado. Mas com aquela cabeleira prateada, ele se transformava em… um tarado chique.

— Velho bonitão, quanto tempo! Vamos dar um abraço? — disse Lu Mingfei, animado.

— Olá, diretor — cumprimentou Nono, muito mais formal.

— Bom ver vocês, Mingfei, Nono. Desta vez, trabalhamos juntos — respondeu o diretor Angre, erguendo uma taça de vinho com um sorriso tranquilo. — Quanto ao abraço, podemos deixar para depois da missão.

O velho claramente sabia aproveitar a vida. O som alto tocava uma ópera dramática, e no lugar do copo de refrigerante, ele segurava uma taça de vinho tinto. O teto solar estava aberto, deixando escapar fumaça do charuto que subia em espirais.

— Você nos chamou por algum motivo especial? — perguntou Nono.

— Mais ou menos. Eu já planejava ficar aqui por alguns dias para participar de um leilão — disse Angre, entregando-lhes um catálogo luxuoso. — A Sotheby’s, uma das maiores casas de leilões do mundo, onde obras de arte valiosas circulam.

Nono pegou o catálogo das mãos de Lu Mingfei e folheou rapidamente. Parecia que, depois de anos longe de casa, ela não fazia ideia de como a China estava avançada — agora até leilões internacionais vinham com brochuras em chinês.

Prato de porcelana dourada da era Qianlong… Vaso em forma de cabaça com motivos florais… Garrafa cerâmica da dinastia Song com relevo da música triunfal de Qin Wang… Bacia de jade esculpida de Buda…

Todos os lotes tinham nomes pomposos e preços assustadores, o que logo deixou Nono confusa.

— Não se preocupem com isso, não é o que nos interessa — disse Angre, acenando com o charuto. — Este é um leilão privado da Sotheby’s. Ou seja, só certas pessoas têm acesso, porque alguns itens não podem circular livremente por questões legais.

— Parte das peças nem sequer está listada no catálogo. Só descobrimos o que será leiloado quando chegamos lá.

Lu Mingfei observou Angre gesticulando com o charuto e não pôde evitar imaginar o velho abrindo o porta-luvas e jogando uma Colt carregada no seu colo, dizendo: "Hoje o negócio é com vocês dois!"

— Diretor, você quer que a gente assalte o leilão? — soltou Lu Mingfei, sem pensar.

— Como assim? — Angre franziu a testa. — Se estamos indo a um leilão, é para comprar algo.

— Ah, ótimo, ótimo! Então continue, diretor — disse Lu Mingfei, assentindo vigorosamente.

— Às vezes aparecem artefatos alquímicos que parecem inúteis. Colecionadores normais os ignorariam, mas para nós são relíquias valiosas. Por isso somos clientes VIP desses eventos. Para a Academia Kassel, leilões são como… uma loja de achados. O slogan não era "Encontre o que você ama"?

— O senhor está por dentro, hein? — elogiou Lu Mingfei. — Então qual é a nossa missão hoje?

— Você vai se passar por um comprador novato, e Nono será sua acompanhante. Alguns itens precisamos que você arremate por nós — Angre entregou-lhe um fone de ouvido sem fio. — É simples: siga minhas instruções. E lembre-se, no leilão, nós não nos conhecemos.

— Entendido! Missão garantida! — Lu Mingfei bateu no peito, determinado.

— Hmm? — Angre olhou para ele, um tanto surpreso. — Pensei que teria que explicar mais coisas, mas parece que não será necessário.

— Mas ainda falta algo — o diretor deu uma tragada profunda no charuto e ficou em silêncio por alguns segundos. — Enquanto eu e o Vigia ainda podemos proteger esta academia, vocês precisam aprender… rápido. O tempo está acabando.

— Acabando? — Nono interrompeu, captando a melancolia nas palavras dele.

— Na minha idade, quanto mais vocês acham que me resta? — Angre encolheu os ombros. — Eu sou da primeira geração da Sociedade do Coração de Leão. Depois de atravessar o século XX, a morte passa a ser só mais um detalhe.

— Que isso, diretor! Um velho estiloso como você ainda tem uns trinta anos pela frente, no mínimo! — insistiu Lu Mingfei, convicto.

Nono não disse nada, apenas olhou pela janela.

Ela nunca tinha imaginado que alguém tão influente como o diretor pudesse morrer. Para qualquer aluno da Kassel, Angre e o Vigia eram os pilares da academia. Um homem de cento e trinta anos que ainda podia brandir uma adaga e decapitar um dragão como se fosse nada… Era quase um monstro lendário! E monstros lendários não eram imortais?

Ouvir um "monstro" falar sobre a morte era ao mesmo tempo hilário e trágico.

— Ótimo! Vou torcer para que você esteja certo! — Angre riu, abrindo um sorriso largo antes de atirar a ponta do charuto pelo teto solar. Com uma mão no volante, ele pisou fundo no acelerador.

O "tubarão" rugiu e avançou, ignorando o semáforo que mudava de cor, metendo-se no meio do trânsito. Os carros atrás tiveram que frear bruscamente, bloqueando o cruzamento inteiro.

— Opaaa! Isso é que é emoção! — gritou Lu Mingfei, sentindo o "empurrão nas costas" tão elogiado pelas revistas de automóveis.

O velho Anges saboreou o vinho tinto num gole só antes de acelerar ainda mais o carro.

...

...

— Evite conversar muito com os outros. Nesse leilão, o que importa é dinheiro e bom gosto, não fazer amigos — Anges estendeu um charuto em tubo de alumínio para Lumingfei. — Lembre-se do seu personagem: você é um cliente rico da China. Pela sua idade, um herdeiro de família que trabalha com imóveis.

— Você ama arte porque está saindo com uma garota da faculdade de belas-artes e quer impressioná-la com uma coleção de obras — ele completou, erguendo o queixo na direção de Nono.

— Que personagem mais cafajeste! Não dá pra levar a sério! — Lumingfei protestou.

— Se quer me agradar é cafajeste? Não gostou, é, junior? — Nono franziu a testa, irritada.

— Não, senior, é que...

— É cafajeste mesmo, mas combina com você... Quer dizer, com a missão — Anges acendeu outro charuto e deu uma tragada profunda.

— Isso dói, hein? Meu amor pela senior é até o fim da vida! Como pode ser só "agradar"? — Lumingfei, sem saída, recorreu à cara de pau. — Se meu limite moral não tivesse sido quebrado tantas vezes, eu estaria arrasado.

— Você reprovou em duas matérias no semestre passado — Anges comentou, do nada.

— Ei, diretor, sem jogar sujo! Não precisa cutucar minha ferida. Como vou bancar o descolado assim? — Lumingfei segurava o charuto Churchill, que parecia enorme em suas mãos.

[Nota: O maior tamanho de charuto, com 17,78 cm de comprimento.]

— O que quero dizer é que, como diretor, posso aprová-lo nessas matérias. Se a missão for bem-sucedida, você só precisa escrever dois trabalhos — Anges estendeu a mão. — Fechado?

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