Ler Shrouding the Heavens: Twelve Ancestral Witches, Axe Splits the Eldritch Abyss / Cobrindo os Céus: Os Doze Ancestrais Wu, O Machado que Fendeu o Planalto Sombrio: Capítulo 3 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Shrouding the Heavens: Twelve Ancestral Witches, Axe Splits the Eldritch Abyss / Cobrindo os Céus: Os Doze Ancestrais Wu, O Machado que Fendeu o Planalto Sombrio: Capítulo 3

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— O que está acontecendo? Por que ainda tem outra montanha à frente?

Depois de escalarem penosamente uma montanha, o grupo olhou adiante e avistou apenas... outra montanha à frente.

Parecia que, não importava o quanto avançassem, sempre havia mais uma serra separando-os daquele pico distante, onde o palácio celestial brilhava ao longe.

De repente, um cheiro fétido invadiu o ar, e as árvores balançaram violentamente. Uma besta negra, com quase cinco metros de altura, ergueu-se sobre duas patas e investiu contra o grupo, garras afiadas reluzindo sob a luz do sol.

A maioria das pessoas no local congelou de medo — uns até caíram no chão, aterrorizados.

— Ie Fan, cuidado! — alguém gritou.

Enquanto Ie Fan empurrava duas pessoas para longe do perigo, Li Qingxu, que caminhava nos fundos do grupo, teve os olhos brilharem de determinação.

Num movimento rápido, arrancou do cinto um bastão de vajra e arremessou-o com força letal.

— Zuum!

Com um som cortante, o bastão dilacerou o ar e cravou-se no meio da testa da besta. A força do impacto foi tão brutal que o monstro negro foi arremessado por mais de dez metros, até cair no chão com um baque surdo — morto instantaneamente.

O grupo ficou boquiaberto, incapaz de processar o que acabara de acontecer.

Só Ie Fan virou-se para trás, murmurando: — Que força assustadora...

Ignorando os olhares perplexos, Li Qingxu caminhou calmamente até a besta abatida, arrancou o bastão da cabeça do monstro e limpou-o na terra, sem demonstrar qualquer repulsa pela cena sangrenta. Na verdade, sentiu até um desejo estranho: a vontade de devorar aquela criatura.

Os outros, percebendo que fora ele quem os salvara, respiraram aliviados e começaram a cochichar entre si.

— Ele é mais selvagem que o próprio Ie Fan...

— Como alguém tão magro pode ter ficado musculoso da noite para o dia? Mas o rosto ainda parece o de um adolescente.

Li Qingxu ignorou os murmúrios, retornando ao grupo com o bastão em mãos — uma silhueta imponente, como um guardião.

Ao anoitecer, com o último vestígio de sol desaparecendo no horizonte, o desânimo tomou conta de todos.

Foi então que uma luz colorida irrompeu no céu, como um meteoro cortando a escuridão.

— O que é aquilo?!

Todos estavam pasmos ao ver que, dentro do brilho arco-íris, havia a figura de uma pessoa.

Num piscar de olhos, a luz desviou-se e desceu veloz como um raio, parando diante do grupo.

Era uma jovem, aparentando não mais que dezoito ou dezenove anos, flutuando no ar com naturalidade. Seu rosto era límpido como jade, e suas vestes azul-claro ondulavam suavemente, dando-lhe uma aura etérea e celestial.

Li Qingxu ficou impressionado. Mesmo depois de ler sobre ela, a beleza de Vivi ultrapassava suas expectativas.

— Se ela já é assim, como serão as Três Belezas de Donghuang? — pensou.

Mas, em um mundo como aquele, ele almejava algo maior: poder puro e absoluto.

Os outros só conseguiam encará-la em êxtase, como se estivessem diante de uma deusa.

Após algumas palavras iniciais, Vivi surpreendeu-se ao descobrir que aquele grupo havia saído do Território Proibido Arcaico.

— Sobreviveram? Impressionante... — murmurou. — Mas esses são mesmo os rostos verdadeiros de vocês?

Ie Fan explicou:

— Não, todos temos vinte e poucos anos. Só que alguns envelheceram misteriosamente, enquanto nós, que comemos certas frutas, permanecemos jovens.

Vivi observou Ie Fan e Pang Bo com um brilho cobiçoso nos olhos, como se estivesse diante de tesouros raros.

Mas então seu olhar pousou sobre Li Qingxu, e ela emitiu um som de surpresa.

— E ele...?

— Só bebi um pouco de água de uma fonte. Quando saí do território, meu corpo mudou assim.

Ele manteve-se impassível, permitindo que Vivi, com seus olhos capazes de ver o espiritual, o examinasse. Afinal, até ele queria saber o que havia acontecido dentro dele.

Uma garota, com a voz já trêmula de chorar, suplicou:

— Por favor... os que envelheceram podem ser salvos?

Várias mulheres se aglomeraram, implorando à bela jovem que lhes devolvesse a juventude.

Vivi sorriu com gentileza.

— Não desesperem. Mesmo que a aparência não volte, isso pode ser uma oportunidade para vocês. Mas agora, deixem-me tirá-los desta floresta.

Com um gesto suave, um arco-íris de luz envolveu o grupo, erguendo-os no ar ao lado dela.

Pouco depois, chegaram a uma vila iluminada por lanternas.

Assim que pousaram, mais sete ou oito raios coloridos subiram ao céu.

— Vivi está de volta! Encontrou algo no território proibido hoje?

Dentro dessas luzes, estavam anciãos de expressões sábias.

— E esses são...?

— Sim — confirmou Vivi. — Eles sobreviveram ao Território Proibido.

— Ótimo, ótimo! — Os velhos sorriram. — O Mar de Amargura deles já está ativado. São todos sementes promissoras para a Via da Cultivação.

Encaminhando-se para um salão iluminado, os anciãos ficaram especialmente surpresos ao ver Ie Fan e Pang Bo.

— Como permaneceram jovens?! — questionaram, incrédulos.

Depois de trocarem informações, o grupo soube que estavam agora no sul de Donghuang, em um reino mundano chamado Yan — um território de dois mil quilômetros de norte a sul e três mil de leste a oeste.

Mas Yan era apenas um grão de areia em Donghuang, um entre inúmeros reinos.

Um mortal poderia viver dezenas de vidas e ainda assim não ver tudo.

Enquanto os anciãos cercavam Ie Fan e Pang Bo com sorrisos afáveis, o som de risadas altas ecoou do lado de fora.

— Ouvi dizer que encontraram vários talentos promissores!

Mais de dez raios coloridos desceram do céu, e homens e mulheres — todos acima dos quarenta anos, cada um com uma aura distinta — entraram sem cerimônia.

Representando várias facções, todos queriam recrutar aqueles dotados para a cultivacao.

Quando as palavras não foram suficientes... a disputa começou.

Luzes coloridas explodiram no céu noturno, iluminando a batalha que decidiria o futuro do grupo.

O céu distante brilhava com raios de luz, arcos celestes cruzavam os ares, ocasionalmente explodindo em trovões enquanto um vento furioso levantava areia e pedras.

Li Qingxu saiu do salão principal junto com os outros, erguendo os olhos para observar o espetáculo celestial.

Após uma demonstração de poder, foi Vivi quem se mostrou ligeiramente superior, garantindo ao Templo Espiritual Xu a primeira escolha.

— Nunca imaginei que Vivi, nesta idade, já nos superaria! O Templo Espiritual Xu está nutrindo um talento raro!

— Já que perdemos, não há o que reclamar. Vocês podem escolher dois primeiro.

Os anciãos do Templo Espiritual Xu pareciam indecisos, alternando o olhar entre Pang Bo, Ye Fan e Li Qingxu, sem saber quais dois selecionar.

Especialmente aquele jovem forte e imponente, cujo vigor físico pulsava como um dragão ou elefante, quase transbordando de seu corpo.

Foi então que, ao examinarem o corpo de Ye Fan, os anciãos mudaram de expressão.

— É... é um Corpo Sagrado da Era Antiga!

Com as explicações dos anciãos, todos compreenderam o que era tal constituição.

Outrora, o Corpo Sagrado da Era Antiga era incomparável, mas agora havia se tornado inútil.

Li Qingxu permanecia imóvel, permitindo que os anciãos o examinassem.

— Oh? Por que o corpo dele é tão estranho?

— Parece um Corpo Sagrado, mas também tem traços de um Corpo Divino... e há uma aura primitiva misturada?

Capítulo 4: O Templo Espiritual Xu

Os outros anciãos se reuniram ao redor, curiosos, mas por mais que investigassem, não conseguiram decifrar que tipo de constituição era aquela.

No final, o Templo Espiritual Xu escolheu Pang Bo e Li Qingxu.

Graças a Pang Bo, o grupo também aceitou Ye Fan, mesmo considerando seu corpo inútil.

O resto foi dividido entre os outros templos.

Pouco depois, mais de uma dúzia de arcos celestes rasgaram o céu noturno, desaparecendo ao longe.

O grupo do Templo Espiritual Xu partiu apenas no dia seguinte, levando Li Qingxu e os outros, cavalgando os raios divinos.

A velocidade era alucinante, com montanhas e rios desaparecendo rapidamente sob seus pés.

Finalmente, pararam diante de um conjunto harmonioso de montanhas imersas em névoa.

Era um lugar de paz abundante, com bosques exuberantes, pavilhões esculpidos entre as árvores, cachoeiras cristalinas e garças dançando no ar, tudo imerso em uma aura natural.

À frente, uma grande rocha verde exibia dois caracteres antigos: **Ling Xu!**

Diziam que aquelas eram ruínas deixadas desde a Era Antiga, apenas levemente adaptadas por gerações posteriores para se tornarem um local de cultivo abençoado.

Li Qingxu e os outros passaram pela rocha e adentraram a névoa sagrada.

O cenário se transformou completamente, como se tivessem entrado em um mundo espetacular, um universo inteiramente novo.

Enquanto pisava nos degraus de pedra verde, Li Qingxu sentiu algo estranho dentro de si.

Seu corpo inteiro parecia relaxado, os poros se abrindo, especialmente abaixo do umbigo, onde um calor intenso pulsava.

Ele sabia que ali jazia a veia do dragão de Donghuang — e que o Imperador Qing, que desejava transformar a Torre da Desolação em um domínio imortal, agora vagava por essas profundezas.

— Ah, que pena...

Li Qingxu lamentou internamente. Se pudesse ficar ali por mais tempo, sentia que seu **Mar de Amargura** se abriria naturalmente.

Após subir os degraus de pedra, diante deles se estendiam montanhas deslumbrantes, banhadas por uma aura espiritual densa.

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