Ler The Ultimate Sniper God in All Professions / O deus atirador definitivo em todos os profissionais: Capítulo 8 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta The Ultimate Sniper God in All Professions / O deus atirador definitivo em todos os profissionais: Capítulo 8

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Eram nove horas da manhã quando a Ling Jie chegou cedo para pressionar Qiao Jingjing a jogar. Nas palavras dela, a Jingjing não tinha um minuto a perder. Afinal, ela mesma havia visto o nível de habilidade da garota no dia anterior.

Mas quando Qiao Jingjing usou uma série de habilidades básicas com fluidez para derrotar os monstros que no dia anterior a perseguiam por todo lugar, Ling Jie ficou chocada:

— Nossa, você melhorou bastante em uma noite!

— Isso não é nada! Espera aí, vou escolher um chefe no modo treino. — Qiao Jingjing, animada, selecionou os chefes que enfrentara no dia anterior. Xiao Nai lhe ensinara como derrotá-los e quais cuidados tomar. Naquela noite, enquanto não conseguia dormir, ela revisara mentalmente cada estratégia.

Jingjing nunca imaginara que, assim como nos tempos de estudo de atuação, quando analisava gravações de veteranos, agora faria o mesmo com jogos. Mas adaptou-se rápido. Afinal, se o céu lhe dera tanto talento para a beleza, podia ser um pouco mais mesquinho com o resto. Acabou adormecendo no meio da revisão.

— Você está mandando bem! — comentou Ling Jie.

— Claro! Agora domino as habilidades básicas da classe Atirador, especialmente as de Artilheira e Mecânica. — Enquanto falava, Jingjing executava os movimentos com perfeição, deixando o Goblin Trovejante sem chance.

— Que poção mágica você tomou para ficar tão boa? — perguntou Ling Jie, curiosa.

— Talento! — respondeu Jingjing, desferindo o golpe final no Goblin e recebendo uma avaliação triplo S.

— Incrível! — exclamou Ling Jie, surpresa.

Porém, logo notou algo estranho:

— Espera, ontem o A'Guo só te ensinou habilidades de Espadachim, não foi? Como está usando as de Atirador? Você treinou sozinha?

— Hehe... — Jingjing riu, um misto de orgulho e timidez. — Na verdade, encontrei alguém no jogo e me tornei aluna dele. Acho que meu mestre é melhor que o A'Guo. — Falou com tanto entusiasmo que parecia estar se elogiando.

— Duvido muito! — Ling Jie torceu o nariz, mas logo se preocupou: — Seu mestre é confiável? Não vai vazar nada?

— Relaxa, uso uma conta secundária, sem vincular a redes sociais. Ele nem sabe quem eu sou.

— Um amigo virtual? — Ling Jie franziu a testa. — Mas como ele te ensina?

— Por voz! Ele me explicou como usar as habilidades, prever movimentos e posicionamento. E olha só: nas primeiras horas após o servidor abrir, conquistamos quatro primeiras mortes juntos!

— Quatro?! — Ling Jie quase engasgou. — O A'Guo joga há anos e nunca conseguiu uma. Esse tal mestre realmente parece melhor. — Suspirou, lamentando: — Pena que seja só online. Seria ótimo tê-lo aqui para te ensinar pessoalmente. O progresso seria mais rápido.

Jingjing ficou quieta de repente. Afinal... Xiao Nai era uma pessoa real...

[Capítulo 21: O Mito que Nunca foi Superado... (Votos, por favor!)]

— Ei! Ei! Tá viajando? — Ling Jie cutucou a distraída Jingjing e, diante daquela carinha boba, não resistiu a apertar suas bochechas.

— Já vou... — resmungou Jingjing, com a voz distorcida pelos beliscões.

— Então vou cuidar dos meus afazeres. Adiei todos seus compromissos por enquanto. Aliás, já decidiu? Fica aqui ou vai para Xangai? Não se preocupe comigo. Se quiser ir, minha família e eu podemos nos mudar também.

— Obrigada, Ling Jie! Você é a melhor! — Jingjing atirou-se em seus braços, esfregando o rosto como um gatinho. Seus últimos filmes bombaram, dando-lhe recursos para comprar um imóvel. Sem talento para finanças, decidira investir em algo sólido: um apartamento em Xangai, onde poderia alavancar a carreira.

Mas Ling Jie tinha raízes em H City. Embora Jingjing pudesse partir sozinha, a agente tinha uma família para considerar. Ainda assim, estava disposta a se mudar por ela. Jingjing sentiu-se profundamente tocada.

— É o mínimo que posso fazer pela minha artista estrela. Quem mais eu mimaria, minha plantinha de dinheiro? — Ling Jie cutucou o nariz de Jingjing, fazendo-a rir.

— Mas sua plantinha decidiu ser sua vizinha! — anunciou Jingjing.

— O quê? Por que mudou de ideia? Já disse que está tudo certo comigo! Conversei com o A'Guo. A menos que... — Ling Jie encarou-a, suspeitosa. — Há outro motivo, não é?

Jingjing não podia confessar que queria ficar perto de seu mestre. Lembrou-se então da localização da casa de Ling Jie:

— Claro que tem a ver com você! E também... com o lugar onde você mora.

— Meu bairro? — Ling Jie pareceu confusa.

— Fica perto do clube Jia Shi, certo? Estou construindo uma imagem de garota gamer. Se descobrirem que moro ao lado de um clube profissional, será ótimo para o marketing!

— Verdade! Seria um ótimo gancho. Se superarmos essa crise, consolidará sua imagem como garota-propaganda do jogo e ajudará a conseguir o papel no filme do diretor Li.

— Então está decidido! Vamos, te mostro alguns apartamentos! — Ling Jie puxou Jingjing para a porta. Afinal, morando na região, conhecia cada imóvel disponível.

– Irmã Ling, espera aí. Zhu, você pode perguntar no nosso estúdio quem joga Glory? Preciso de alguém para ajudar a upar meu personagem, deixando-o no mesmo nível do meu amigo Yi Xiao Naihe – disse Qiao Jingjing, preferindo evitar os riscos de contratar um leveler externo. Decidiu que a equipe do escritório poderia se revezar, mesmo que fossem menos habilidosos. Pelo menos assim seu nível não ficaria para trás.

Enquanto Qiao Jingjing e a Irmã Ling saíam para ver um apartamento, Xiao Nai e Ye Xiu jogaram até as onze da noite. Assim que o delivery chegou, os dois devoraram a comida e seguiram para a casa de Xiao Nai.

A residência dele ficava ao lado da Lanhouse Xingxin. Como era próximo ao clube Jia Shi, a localização era excelente, com toda a infraestrutura por perto. O estádio onde ocorriam as partidas do Jia Shi ficava a poucos passos dali.

Xiao Nai entregou uma chave reserva a Ye Xiu antes de ir para seu quarto tomar banho e dormir. A casa era espaçosa: dois andares, cinco quartos, três banheiros (um deles dentro do quarto de Xiao Nai) e uma varanda grande no segundo andar, com vista para a vizinhança.

Ele mal ocupava todo aquele espaço. Antes, chegou a pensar em alugar os cômodos extras, mas receou problemas com inquilinos. Agora, com Ye Xiu morando lá, a casa ganhava um pouco mais de vida.

Os dois eram do tipo que dormiam assim que encostavam na cama. Dessa vez, só acordaram quando já estava escuro lá fora. Quando Xiao Nai se levantou, Ye Xiu acabara de receber outro delivery. Pelo jeito, ele também havia descansado bem. Xiao Nai não pôde negar: Ye Xiu tinha nervos de aço. Mesmo após tudo o que passara recentemente, ainda conseguia dormir tranquilamente. Realmente, só um profissional.

– Valeu pelo jantar – agradeceu Xiao Nai, pegando a refeição que Ye Xiu trouxera.

Eles comeram rapidamente e desceram para jogar o lixo fora. Era óbvio que nenhum dos dois tinha talento para cozinhar.

No caminho, Xiao Nai apresentou os outros colegas da lanhouse. Ye Xiu já conhecia a maioria, exceto Tang Rou, a melhor amiga da dona do local e única funcionária antiga que ainda dividia o alojamento ao lado do quarto de Chen Guo, a chefe.

Xiao Nai e Tang Rou mantinham apenas uma relação cordial. Quando ela estava por perto, Chen Guo não pedia para ele substituir nos jogos. Só quando Tang Rou se ausentava é que Xiao Nai era chamado. Além disso, ele nem sempre jogava na lanhouse – às vezes preferia ficar em casa. E como Tang Rou não se interessava muito por Glory, mesmo sabendo que Xiao Nai era habilidoso, nunca o desafiou.

Xiao Nai, por sua vez, também não tinha motivo para provocar uma garota. Assim, mesmo depois de quase um ano se conhecendo, os dois nunca haviam duelado de verdade.

Ao chegarem à lanhouse, encontraram o local completamente às escuras. Nenhuma tela estava ligada, mas o espaço estava lotado – até os corredores estavam abarrotados de espectadores. A única luz vinha de uma tela gigante, com mais de 200 polegadas, onde um vídeo era projetado. A narração ecoava pelas caixas de som, prendendo a atenção de todos.

Ninguém ali parecia lembrar que estava numa lanhouse. Assistiram em silêncio, como se fosse um cinema.

E nas caixas de som, o narrador repetia dois nomes que todos conheciam muito bem:

– Ye Qiu... Uma Folha no Outono...

As imagens mostravam os momentos de glória de Ye Xiu durante sua carreira profissional. O tom emotivo da narração destacava sua trajetória de dez anos no mundo de Glory – desde os tempos de jogador comum até se tornar um profissional, com todas as conquistas exibidas em sequência.

Três campeonatos da liga. Três vezes eleito MVP. Duas vezes como Melhor Atacante. Um prêmio de Golpe Final. E, da quarta temporada até sua aposentadoria, a parceria imbatível com Mu Cheng.

Ninguém na história da liga de Glory havia alcançado tantos feitos. O nome Ye Qiu representava o ápice do cenário competitivo – um mito que todos os jogadores sonhavam em superar, mas que permanecia intocável.

[Capítulo 22: A Discípula Rica (Votos, por favor!)]

– Agora, vamos relembrar juntos os momentos incríveis que o grande mestre Ye Qiu e seu personagem, o Deus da Batalha Uma Folha no Outono, nos presentearam – continuou o narrador, com voz pesarosa, em contraste com as cenas de vitórias espetaculares na tela.

Dessa vez, porém, o público não reagia com o mesmo entusiasmo de antes. Ninguém gritava ou vibrava. Apenas observavam em silêncio.

Porque sabiam que, desde o anúncio oficial da aposentadoria de Ye Xiu pelo Jia Shi ao meio-dia, tudo aquilo pertencia apenas às memórias.

Todos ali desejavam ter conhecido o lendário jogador que marcou sua juventude. Mas ele nem sequer aparecera na coletiva de despedida. Apenas o gerente do Jia Shi comparecera, com um documento de aposentadoria assinado por "Ye Qiu". A justificativa foi que ele recusara os cargos oferecidos pelo clube e decidira partir.

Enquanto as batalhas de Uma Folha no Outono continuavam no vídeo, o narrador mencionou a situação delicada do Jia Shi. Algumas pessoas na lanhouse começaram a chorar.

No mesmo dia, o clube anunciara que Sun Xiang seria o novo piloto do time. Enquanto isso, o antigo rei deixava o cenário de forma discreta, sem nenhum reconhecimento público.

Ye Xiu, ali presente, sentia um turbilhão de emoções. Por mais que tivesse saído de cabeça erguida, não estava satisfeito. Ele não acreditava que sua carreira tivesse acabado – apenas aceitara as condições impostas, pois não tinha escolha.

Se ficasse no clube como treinador, seria apenas uma questão de tempo até sua família vir buscá-lo de volta.

Ye Xiu via tudo com clareza. Ele sabia muito bem que o clube contava com o fato de que ele jamais aceitaria tal humilhação e escolheria sair. Mas, ao mesmo tempo, temiam que ele fosse para outra equipe, por isso forçaram sua aposentadoria – afinal, um jogador aposentado não poderia retornar às competições por um ano inteiro.

No final das contas, o que parecia cruel para ele era apenas negócios para o clube. E negócios não deveriam misturar sentimentalismos. O comercialismo de fato tornou Glory mais popular, mas também mais implacável...

No momento, tudo seguia o roteiro que o clube havia planejado desde o início. Quanto a lutar até o fim, Ye Xiu nunca tinha considerado essa possibilidade. Não é que ele não tivesse para onde ir – afinal, ele apenas havia saído de casa por vontade própria. A casa ainda estava lá, esperando por ele, com seu lugar garantido caso desejasse voltar. Mas Ye Xiu ainda não queria desistir tão rápido. Ele sentia que ainda podia continuar caminhando.

"Recuar um passo pode abrir novos horizontes", pensou. Claro que o passo que ele havia dado era bem grande, mas...

Ye Xiu olhou para Xiao Nai ao seu lado...

Quem poderia dizer que não era uma nova oportunidade?

Xiao Nai sentiu que alguém o observava e instintivamente olhou ao redor, mas não encontrou a origem do olhar. Finalmente, virou-se para Ye Xiu:

– Ei, Ye, que tal você dar uma volta para espairecer? Vou entrar no jogo primeiro.

Ele sabia que nada disso abalaria Ye Xiu de verdade, mas não custava sugerir um tempo para ele se recompor.

– Tá bom. Vá lá, eu sigo daqui a pouco – respondeu Ye Xiu.

– Ah, e leva uns lenços. A dona do café é sua fã número um. Ela deve ficar arrasada quando souber que você vai embora – disse Xiao Nai, entregando um pacote de lenços.

Antes que Ye Xiu pudesse responder, Xiao Nai já havia passado seu cartão de identificação e se dirigido à área para não fumantes para entrar no jogo.

Assim que entrou, Xiao Nai notou que seu discípulo estava online. E, para sua surpresa, o nível já estava praticamente igualado ao dele. Ele e Ye Xiu estavam quase alcançando o nível 19. Como "Algodão Doce" havia conseguido acompanhá-los tão rápido?

– Não tem trabalho hoje? Passou o dia todo jogando? – perguntou Xiao Nai.

– Mestre! Você entrou! Ah, é... minha situação é meio especial. Não tenho muito trabalho até a próxima atividade da empresa. Mas esse nível foi um power leveling. Passei o dia me mudando e ainda não terminei – respondeu Qiao Jingjing.

Na verdade, ela já havia se instalado no novo apartamento – um luxuoso condomínio perto do clube Jia Shi, no mesmo bairro que a sua empresária, Ling Jie.

No momento, porém, Qiao Jingjing estava imersa em pensamentos profundos diante do computador. As palavras de Ling Jie naquela manhã a haviam feito refletir. Se conseguisse que Xiao Nai a treinasse pessoalmente, seu progresso seria muito mais rápido. Agora, ela só precisava planejar como "convencê-lo" a aparecer.

Foi então que lhe veio uma ideia. Ao olhar o vídeo sobre Ye Qiu que ainda estava tocando em segundo plano, Qiao Jingjing inspirou-se. Respirou fundo – era hora de colocar suas habilidades de atuação em prática – e digitou:

– Então é verdade que o grande Ye Xiu se aposentou... Hoje, quando passei pelo clube Jia Shi durante a mudança, vi vários fãs chorando lá fora. Falando nisso, como ele está?

– Ah, o velho Ye? Relaxa, ele não é frágil assim. É um profissional. Mas... você está em H City? Se tiver tempo, aparece aqui na lan house! – surpreendeu-se Xiao Nai. Se ela passou pelo clube Jia Shi, só podia estar na mesma cidade.

– Adoraria, mas ainda estou na mudança. Aliás... mestre, você está livre agora? – perguntou Qiao Jingjing.

– Estou, por quê? – ele respondeu, curioso.

– Ainda tenho muita coisa para desempacotar. Vim jogar um pouco para dar uma pausa, mas... você poderia me ajudar? Moro com meus avós, mas eles já estão idosos, sabe? Não quero sobrecarregá-los – explicou ela.

Xiao Nai ficou sem palavras. Desde quando se pedia ajuda para um amigo virtual conhecido há um dia? Mas, sendo sua discípula, ele não podia deixá-la carregar móveis sozinha.

– Seus avós estão em casa? Se estiverem, eu vou aí te ajudar – disse ele, pensando que, enquanto Ye Xiu não voltava, não faria diferença.

– Obrigada, mestre! Moro no condomínio XXX, apartamento XXX... – Qiao Jingjing não hesitou em fornecer o endereço completo.

Xiao Nai: "..."

– Escuta, pequena discípula... você tem que ter noção de autoproteção. Eu sou basicamente um estranho na internet. Nunca passe seu endereço assim! – ele repreendeu, preocupado.

– Mas você é meu mestre! Desculpe... então, te espero, certo? – ela respondeu, fingindo-se arrependida.

Xiao Nai suspirou, tirou uma foto do endereço no celular, despediu-se e se preparou para partir.

Ele nunca tinha ido ao condomínio mencionado, mas sabia que era um dos mais caros da região. Não esperava que sua nova discípula fosse uma herdeira rica.

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Capítulo 23: Crescendo Sob os Holofotes

Ao sair da lan house, Xiao Nai esbarrou em Chen Guo, que retornava. Cumprimentou-a rapidamente e, ao deixar o local, avistou Ye Xiu encostado na porta, fumando.

– Já se recompôs? – perguntou Xiao Nai.

– Nunca foi um grande problema – Ye Xiu encolheu os ombros, observando sua postura. – Você tá saindo?

– Sim. Fui convocado para serviço pesado – respondeu Xiao Nai, resignado. Acenou para Ye Xiu e seguiu o endereço de "Algodão Doce".

Ele conhecia bem a área. Apesar de passar horas jogando, nunca negligenciara os exercícios físicos – prova disso eram seus definidos (mas desalinhados) "tanquinhos".

Num cruzamento, uma enorme tela exibia o comercial de joias estrelado por Qiao Jingjing. Xiao Nai sorriu. Sua coleguinha de escola tinha mesmo ido longe.

Enquanto ele caminhava tranquilamente, Qiao Jingjing estava em polvorosa.

– Xiaozhu! Traga aquela blusa! Não, a outra! – ordenava ela, trocando de roupa freneticamente.

– Jingjing, o que está fazendo? Brincando de dress-up? – a assistente cochichou, confusa.

— Esperando a empresa de mudanças — Qiao Jingjing riu, os olhos brilhando de diversão.

— Empresa de mudanças? Mas a gente já terminou de mudar tudo — Zhu, a assistente, franziu a testa, confusa, sua cabeça pequena tentando entender a piada.

Qiao Jingjing, já maquiada, virou-se para encarar Zhu e perguntou:

— E aí, o que achou?

Zhu ficou em silêncio, mas a expressão dizia tudo. Qiao Jingjing sorriu, compreendendo.

— Tá, tá, eu sei. Está muito carregado, né? — Virou-se de novo para ajustar a maquiagem, mexendo nos pincéis com destreza.

Quando Xiao Nai chegou ao portão do condomínio, avistou uma garota de uns vinte anos parada ali, claramente esperando alguém. A moça o viu também e ficou boquiaberta, impressionada com a beleza dele. Xiao Nai já estava acostumado com essas reações — sua aparência era a mesma de sua vida passada, e ele sempre chamou atenção desde criança.

Calculando que aquela devia ser sua discípula pouco precavida, ele se aproximou e perguntou:

— Algodão Doce?

A moça pareceu sair de um transe, abaixando rapidamente a mão que cobria a boca de surpresa.

— Ah, não! Não sou ela. Sou a assistente dela. Ela me mandou descer pra te receber — Zhu respondeu, ainda meio atordoada.

— Assistente? — Dessa vez, foi Xiao Nai quem ficou confuso. Algodão Doce não morava com os avós? De onde tinha saído uma assistente?

Mas ele não fez mais perguntas, apenas seguiu a tal "assistente" para dentro do condomínio.

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