Ler Infinite Reincarnation: I am the Beast / Reencarnação Infinita: Eu sou o Monstro: Capítulo 6 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Infinite Reincarnation: I am the Beast / Reencarnação Infinita: Eu sou o Monstro: Capítulo 6

(Ctrl + esquerda) Capítulo anterior   |    Índice    |   Próximo capítulo (Ctrl + direita)

Bai Cangzhu esmagou o cartão com os dedos sem cerimônia.

[Você abriu o cartão de recompensa branco "Lâminas de Fei Lun"]

[Você recebeu 300 Pontos Dimensionais]

[Você obteve o Pergaminho Especialização em Armas Duplas (Raro)]

Com um movimento rápido do pé, Bai Cangzhu arremessou a cabeça do motorista inocente penhasco abaixo e, em seguida, empurrou o cadáver do espadachim também. Seus olhos se fixaram no pergaminho azul em sua mão.

[Especialização em Armas Duplas]

[Qualidade: Azul (Excelente)]

[Descrição: Um pergaminho que contém o conhecimento de uma técnica ancestral, permitindo dominar o uso de armas duplas.]

[Efeito 1: Se usado por alguém que não possui a habilidade, desbloqueia a Especialização em Armas Duplas Nível 1.]

[Efeito 2: Se usado por quem já domina a técnica, aprimora ligeiramente a habilidade.]

### Capítulo 7: Serpente Verde

O chamado "tempurá" não passava de um prato japonês em que os ingredientes — geralmente camarões, polvos ou até mesmo vegetais como berinjelas e aspargos — eram empanados e fritos. Claro, havia também versões mais exóticas, feitas com gafanhotos ou outros insetos.

No momento, Bai Cangzhu saboreava um tempurá comum, de camarão.

— Croc, croc.

A culinária japonesa costumava ser leve, o que não agradava muito ao seu paladar. Mesmo assim, esse prato era bem melhor do que os udons e takoyakis enviados por Tang Baduan.

[Você consumiu 10 pratos especiais neste mundo e completou o marco "Gourmet".]

[Gourmet: Ao consumir qualquer ingrediente, você recebe um bônus aleatório, cujo efeito varia conforme o alimento e o método de preparo.]

[Você desbloqueou os marcos subsequentes: Gourmet Clássico e Gourmet dos Extremos.]

[Gourmet Clássico: Consuma mais de 100 pratos lendários em diferentes mundos.]

[Gourmet dos Extremos: Consuma mais de 50 pratos bizarros em diferentes mundos.]

Bai Cangzhu limpou a boca e depois engoliu de uma vez a sobremesa, um pudim doce que estava ao seu lado. Esse tipo de doce, independente de onde fosse feito, sempre agradava.

[Você consumiu um prato e recebeu o bônus: "Percepção Aguçada" — Sua percepção aumenta levemente.]

O efeito era sutil, mas ele não se surpreendeu. Pudim era algo comum, nada excepcional. Se comesse carne de dragão voador, como a dos filhos do Grande Rei Piccolo, aí sim os benefícios seriam maiores.

Na visão de Bai Cangzhu, os "marcos" eram como conquistas de jogos — completá-los rendia recompensas especiais e abria caminho para melhorias futuras.

— Se é assim, realmente vale a pena buscar essas coisas nos mundos de missão.

*Tilin!*

O telefone antigo na recepção do *ryokan* tocou. Bai Cangzhu nem se deu ao trabalho de atender. Em vez disso, levantou-se e seguiu em direção à trilha da montanha.

A pousada no topo do monte estava vazia, exceto por ele. Aquele telefone era um sinal combinado entre ele e Tang Baduan.

Após matar o espadachim naquele dia, Bai Cangzhu retornou à cidade e pagou Tang Baduan para que ele avisasse sempre que alguém estivesse voltando.

Por precaução, ele também subornou o motorista, Fei Bo. Era óbvio que o homem tinha medo dele.

— Bem melhor do que ficar esperando na chuva como aquele espadachim.

Bai Cangzhu balançou a *katana* enquanto caminhava e cobriu o rosto com um lenço vermelho.

— Mais dois...

Naqueles dias, além de fazer Tang Baduan lhe trazer pratos especiais, ele já havia emboscado e matado três pessoas na trilha. Segundo Tang Baduan, outras duas haviam morrido durante suas missões.

Ou seja, dos oito participantes iniciais, só restavam dois vivos: o homem de meia-idade com a espingarda de cano duplo e a mulher que pegou o envelope primeiro.

Tang Baduan ainda o alertou:

— Essa mulher não é qualquer uma. Já era uma assassina conhecida no submundo... apelidada de Serpente Verde.

Bai Cangzhu ajustou o lenço e apertou o punho em volta da *katana*. Ele ainda não havia usado o pergaminho da especialização em armas duplas — afinal, não sabia que habilidades Taopaipai lhe ensinaria. Melhor guardá-lo por enquanto.

A fantasia era uma de suas táticas favoritas. Na trilha enevoada, com a visão prejudicada, muitos só prestavam atenção na *katana* e tomavam um tiro antes de perceber.

Bai Cangzhu não era do tipo obcecado por combate corpo a corpo. Pelo menos, não quando estava sóbrio. Na maioria das vezes, ele era extremamente calculista.

Logo, chegou ao ponto estreito da trilha, próximo ao penhasco, sem grades de proteção.

À distância, uma figura surgiu entre a névoa.

— Parece o homem da espingarda.

Bai Cangzhu sorriu por trás do lenço e avançou.

Durante o confronto pelo envelope, ele percebera que o homem manuseava a arma como um bastão, mas as mãos nunca saíam do gatilho.

Ou seja, ele era confiante em sua pontaria. Em uma luta a distância contra um atirador experiente como ele, uma simples pistola não seria suficiente.

— Bem-vindo de volta. Mestre Taopaipai me enviou para recebê-lo.

Bai Cangzhu soltou sua mentira enquanto a *katana* pairava ao seu lado.

O homem não respondeu. Continuou andando, com a espingarda ainda nas costas.

Bai Cangzhu franziu a testa.

— Será que ele caiu nesse papo furado?

De repente, ele parou. Com um movimento rápido, sacou o revólver prateado — *A Batida do Azar*.

*Pá!*

O tiro atingiu a cabeça do alvo, provavelmente ativando o efeito especial da arma.

Com a névoa densa, até mesmo o corpo caindo parecia desfocado. Bai Cangzhu cerrou os olhos e se agachou.

*Pá!*

Aqui está a tradução adaptada para o português brasileiro:

---

Assim que o corpo do homem de meia-idade caiu, a figura que estava escondida atrás dele finalmente se revelou. Na verdade, Bai Cangzhu percebeu que o homem com a espingarda que ele vira era apenas um cadáver desde o início – por isso não havia aparecido a notificação de eliminação.

– Era essa mulher que estava carregando o cadáver nas costas enquanto subia a montanha!

Bai Cangzhu viu vagamente a espingarda de cano duplo sendo levantada pelo verdadeiro atacante e instantaneamente se agachou, arremessando-se para frente. Nesse tipo de trilha montanhosa, enfrentar uma arma longa como aquela tornava muito mais perigoso recuar do que avançar.

Quando o disparo ecoou, Bai Cangzhu já estava em movimento. Até a fumaça branca que subia da arma parecia mover-se em câmera lenta para ele. Suas pupilas se dilataram enquanto segurava firmemente o facão e desferia um golpe lateral com força total.

— Zuum!

Sem nenhuma técnica refinada, apenas com seus músculos tensionados e uma força explosiva de mais de 300 quilos, Bai Cangzhu acelerou a lâmina a uma velocidade assustadora.

A mulher de cabelos longos arqueou o corpo como uma serpente, soltando a espingarda no mesmo instante em que a lâmina de aço cortava o ar – e em seguida, decepava o pescoço do cadáver ainda morno do homem.

— Ploft!

A cabeça voou pelos ares enquanto um jorro de sangue jorrava como um gêiser.

— Clang!

O golpe descontrolado de Bai Cangzhu continuou além do pescoço, atingindo a rocha da montanha com força suficiente para estilhaçar a lâmina.

— Louco! – amaldiçoou mentalmente a assassina conhecida como [Cobra Verde], ainda assustada com o golpe que quase partiu seu crânio ao meio.

Ela já suspeitava que o "teste" de Tao Baibai escondia um convite ao massacre mútuo. Por isso, após completar sua missão, ficou escondida nos arredores da vila em vez de subir a montanha. Ao ver três pessoas retornarem sem dar notícias, seguiu discretamente o atirador de meia-idade e o assassinou no nevoeiro, usando o cadáver como escudo. Nunca imaginaria que Bai Cangzhu não só era perceptivo, mas também um psicopata sem remorsos.

Com um empurrão, Cobra Verde lançou o cadáver decapitado contra Bai Cangzhu enquanto deslizava para frente num movimento fluido, quase como se estivesse pairando sobre o chão. Nas pontas de seus dedos, duas lâminas brilharam.

Capítulo 8: A Doença da Loucura

— Shiing!

Diante das lâminas, Bai Cangzhu soltou o facão quebrado e recuou rapidamente junto à parede rochosa.

Os ataques da mulher eram rápidos como o bote de duas cobras – muito além de sua capacidade de reação.

— Essa mulher é perigosa.

As estocadas das adagas continuavam falhando, e o veneno que Cobra Verde liberava se dissipava no ar. Isso a deixou tensa: aquele homem de olhos amendoados não era nenhum amador.

Mas ela persistia, deslizando os pés pelo chão úmido com movimentos precisos. Embora não fosse tão veloz, sua postura inabalável e trocas de peso fluidas permitiam que cercasse Bai Cangzhu de todos os ângulos.

Várias vezes ele tentou atacar suas pernas, mas sempre era repelido pelos golpes precisos. As táticas sujas de brigas de rua pareciam inúteis contra uma assassina profissional como ela.

Enquanto recuava, o coração de Bai Cangzhu acelerava – não por medo, mas pela adrenalina que o deixava mais ágil. De repente, ele parou de recuar, pisou na parede rochosa à esquerda e saltou por cima de Cobra Verde.

Uma manobra arriscada: a trilha tinha menos de um metro de largura, com um penhasco aberto de um lado e neblina úmida que tornava cada passo perigoso.

Cobra Verde ficou surpresa com a ousadia. Ela evitava saltos em combate – sua força estava nos movimentos terrestres.

Bai Cangzhu voou quase três metros, aterrissando atrás dela. Um brilho prateado surgiu em sua mão direita: o revólver.

— Bang!

Cobra Verde torceu o corpo como uma serpente, avançando de forma quase sobrenatural enquanto Bai Cangzhu recuava e disparava novamente.

— Bang!

O segundo tiro também errou – seus movimentos imprevisíveis pareciam neutralizar até mesmo o efeito especial [Porta da Desgraça].

Antes do terceiro disparo, ela já estava sobre ele. Com um movimento brusco da cabeça, desviou da bala enquanto sua mão direita atacava o rosto de Bai Cangzhu.

Ele desviou por um triz, sentindo o cheiro de veneno no ar. No mesmo instante, a arma desapareceu e suas mãos agarraram o braço dela. Com um salto para trás e um grito de esforço, Bai Cangzhu torceu com força total.

— Crack!

O som dos ossos quebrando foi mais suave que o esperado. Antes que pudesse reagir, Cobra Verde já se enrolava em seu corpo como uma trepadeira.

Sua flexibilidade era anormal – desde a torção que neutralizou o golpe de Bai Cangzhu até as pernas que agora se enroscavam em seu torso enquanto ela se posicionava atrás dele, tudo parecia além dos limites humanos.

— "Garoto, você tem força... continue se debatendo..." – sussurrou ela com um sorriso cruel.

http://portnovel.com/book/7/600

(Ctrl + esquerda) Capítulo anterior   |    Índice    |   Próximo capítulo (Ctrl + direita)

Discussão do capítulo:

Ninguém comentou ainda...
Para comentar Faça login ou Cadastre-se

Configurações

Pronto:

100.00% CP = 1.0

Baixar como arquivo .txt
Baixar como arquivo .fb2
Baixar como arquivo .docx
Baixar como arquivo .pdf
Link para esta página
Sumário da tradução
Interface de tradução
QR-code

Como usar:

  • Pegue um telefone celular com câmera
  • Abra um aplicativo de leitura de QR-code
  • Aponte a câmera para o código
  • Obtenha o link