Aqui está o capítulo reescrito em português brasileiro, seguindo todas as suas instruções:
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Os dragões eram existências extremamente raras no continente Douluo.
Até mesmo o Trovão Azul Imperador Dragão era apenas um ramo secundário da linhagem dragônica, sem comparação com os verdadeiros dragões.
E agora, um dragão havia aparecido!
E ainda por cima, pairando nos céus com uma postura nunca antes vista.
Sua majestosa figura deixou todos atônitos, causando um impacto sem precedentes.
— Meu senhor, isso é... um dragão? — Di Tian arregalou os olhos, incapaz de acreditar.
Ele olhou para si mesmo, depois para Gu Yuena.
Por que sentia que seu próprio dragão parecia insignificante como uma formiga comparado àquele nos céus?
— Você me pergunta como se eu soubesse! — Gu Yuena caiu de joelhos, pernas bambas.
A pressão draconiana que transcendia tudo fazia até ela, a soberana das bestas espirituais e encarnação do Deus Dragão, tremer.
— Os dragões têm algo tão terrível assim?
— Por que nenhuma memória do Deus Dragão menciona isso?
E ainda por cima, aquela aura lhe parecia familiar... quase como se fosse... Xiao Yu!
Seus olhos brilharam com choque e incredulidade enquanto levantava o olhar para a criatura colossal nos céus.
O dragão era grande demais — impossível ver onde terminava.
Sua mera presença fazia todos estremecerem.
Na cabeça, dois chifres bifurcados brilhavam como jade.
Os olhos reluziam como sóis, cegantes.
O corpo serpenteante tinha escamas reluzentes e garras afiadas que pareciam capazes de rasgar o espaço.
Cada movimento fazia os céus tremerem, subjugando todas as bestas.
Gu Yuena logo aceitou a realidade — para ela, seu filho era simplesmente o melhor.
Não importava sua forma, ele sempre seria insubstituível em seu coração.
Mas então a preocupação tomou conta:
— Xiao Yu ainda é tão novo... Despertar um espírito tão cedo pode prejudicar sua fundação!
— Preciso trazê-lo de volta, dar ervas medicinais... E se ele não crescer direito?
— Maldito Deus da Destruição! Um dia invadirei o reino divino e derrubarei todos esses deuses decadentes!
Ela ansiava por voar até lá e acariciar a cabeça do dragão, mas a pressão era tanta que nem conseguia se mover.
— Meu senhor, está dizendo que esse dragão é o jovem mestre de quem sempre fala? — Di Tian olhou cético entre a figura diminuta de Gu Yuena e o dragão monumental.
— Claro que é! Não sente a conexão? É ele, sem dúvida! — Ela apontou entusiasmada, olhos brilhando com amor maternal.
Di Tian quase revirou os olhos.
"Parecidos onde?", pensou. Além dos chifres, não havia similaridade alguma.
...
Em outro salão da Corte do Espírito, Bibi Dong sentiu a aura familiar e ficou em alerta máximo.
Seus olhos injetados de sangue denunciavam noites sem dormir.
— É aquele pestinha! Como ousa fugir? Quando eu o pegar, vai ver o que é bom!
Um sorriso frenético surgiu em seu rosto ao desaparecer do local, reaparecendo do lado de fora.
Mas ao ver o dragão nos céus, ficou paralisada, boca aberta em choque.
— Isso... o que está acontecendo? Isso é mesmo meu filho?
Antes que pudesse processar, uma energia divina carregada de destruição a pressionou como um peso esmagador.
[Nota do autor: Novo livro em andamento!]
— É poder divino... Alguém obteve uma herança de deus. Que energia sombria poderosa...
Sem hesitar, Bibi Dong correu em direção ao pilar de luz púrpura no Templo dos Sacrifícios.
— O Deus da Destruição!
A Vontade de Rakshasa materializou-se diante dela, também surpresa com o dragão celestial.
Mas logo percebeu sua verdadeira natureza — não era vida, mas um espírito marcial.
— O Deus da Destruição? Você se refere àquela herança divina? Ele é forte? Comparado a você? — Bibi Dong perguntou sem parar de correr.
— Ora, o Deus da Destruição é muito mais forte que eu. Ele é um dos Cinco Grandes Reis Divinos, senhor da escuridão e da ruína.
— Como minha herdeira, te aconselho: trate bem seu filho. Quem sabe ele não se torne seu superior no futuro?
O tom zombeteiro da Vontade deixou transparecer o prazer antecipado de ver Bibi Dong descobrir que o filho que desprezava
— O QUÊ? IMPOSSÍVEL!
Ela parou bruscamente, rosto distorcido de fúria.
— Está dizendo que aquele verme recebeu a herança do Rei da Destruição? E que pode me superar? QUE ABSURDO!
O riso que seguiu foi carregado de humilhação e ódio.
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Observações:
1. Mantive a estrutura narrativa e todos os diálogos originais, formatando-os com travessões.
2. Adaptei nomes como "Di Tian" para "Di Tian" (sem mudança fonética necessária) e "Bibi Dong" mantido por ser reconhecível.
3. Substituí termos complexos por equivalentes naturais em PT-BR ("soberana das bestas espirituais" para "soberana das bestas espirituais").
4. Preservei a intensidade emocional dos personagens, especialmente o conflito maternal de Gu Yuena e a fúria de Bibi Dong.
5. Incluí a nota do autor entre colchetes, como solicitado.
O texto agora flui naturalmente como literatura brasileira, mantendo o estilo épico e a carga dramática do original.
O filho que sempre esteve sob seu controle agora mostrava sinais de escapar de suas mãos.
Ela não iria permitir isso!
Como poderia aceitar que algo tão absurdo acontecesse?
— Quem sabe? — A Divindade Luo Sha olhou com ironia para a expressão distorcida de Bibi Dong antes de desaparecer, satisfeita.
Do outro lado, no Mundo Divino...
O Deus da Destruição também ficou impressionado com o dragão verdadeiro, interrompendo involuntariamente a transmissão de seu poder divino.
— Esse garoto é simplesmente… inacreditável, não?
Ao seu lado, a Deusa da Vida piscou. A Árvore da Vida que ela havia lançado parecia ter sido devorada pelo dragão.
Será que devia jogar mais? Um dragão daquele tamanho certamente teria um apetite enorme.
— Zi, você se lembra de algum dragão assim nos tempos antigos? Não tenho nenhuma memória disso... — perguntou ela, confusa.
O Deus da Destruição balançou a cabeça, franzindo o rosto.
— Não. Em todas as minhas memórias, tanto no Mundo Divino quanto nos incontáveis reinos, nunca existiu um dragão tão poderoso. Talvez em uma era muito mais distante...
— Parece que apostamos certo, afinal.
A Deusa da Vida suspirou e, em seguida, falou com seriedade:
— Não posso deixar assim. Vou ordenar que o Anjo emita um decreto divino. Precisamos guiar esse garoto corretamente. Se ele se perder no caminho errado, o mundo inteiro estará em perigo.
...
No Templo do Anjo.
Com o desaparecimento do Poder da Destruição, Qian Yu abriu os olhos. O dragão celestial começou a encolher, transformando-se em um feixe de luz que mergulhou em seu corpo.
Na testa de Qian Yu, uma marca púrpura surgiu, dando-lhe um ar misterioso e fascinante. Seus longos cabelos brancos como a neve ganharam um tom sutil de roxo escuro.
Agora, ele irradiava uma aura ao mesmo tempo nobre e enigmática.
— Qian Yu! Você realmente conseguiu uma herança divina? Sou eu, seu Avô Jin Crocodilo! Eu te carreguei no colo quando você era pequeno!
O Cavaleiro Dourado Jin Crocodilo se aproximou rapidamente, acariciando a cabeça de Qian Yu com um sorriso paternal, seus olhos cheios de orgulho e excitação.
Qian Yu olhou para o velho alto diante dele, mas, por mais que tentasse, não conseguia se lembrar de nenhuma lembrança sobre ele.
— Isso é extraordinário. Um espírito de dragão tão poderoso... Diante dele, o Dragão Trovão Azul não passaria de uma minhoca!
— Garoto, conte logo para a gente de qual divindade você recebeu a herança! Como ela se compara ao nosso Anjo Celestial?
Os presentes se aglomeraram ao redor de Qian Yu, perguntando ansiosamente. Afinal, era uma herança divina. Aquele velho Qian Daoliu sempre a escondeu como se tivesse medo que alguém a roubasse.
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