Ler Shrouding the Heavens: Twelve Ancestral Witches, Axe Splits the Eldritch Abyss / Cobrindo os Céus: Os Doze Ancestrais Wu, O Machado que Fendeu o Planalto Sombrio: Capítulo 8 :: portnovel.com - novelas e light novels ler online

Tradução pronta Shrouding the Heavens: Twelve Ancestral Witches, Axe Splits the Eldritch Abyss / Cobrindo os Céus: Os Doze Ancestrais Wu, O Machado que Fendeu o Planalto Sombrio: Capítulo 8

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Na ponta do "machado", parecia que poderia cortar o espaço e o tempo a qualquer momento.

Mas, no fim, tudo voltava ao essencial, parecendo algo comum e simples.

Entre as sombras, uma figura surgia em seu interior, segurando o "machado".

O "machado", que antes era refinado sobre o Mar de Amargura, agora flutuava no centro da Fonte de Energia Divina.

Até mesmo Xuanming, o Ancestral Wu que antes ocupava o lugar central, teve de se mover.

— Machado de Pangu! — murmurou Li Qingxu.

Era esse seu objetivo final, algo que levaria muito tempo.

Segundo suas estimativas, mesmo no estágio do Mar de Amargura, ele mal conseguiria forjar uma forma rudimentar do machado.

Para refiná-lo completamente, teria que esperar pelo menos até o estágio do Dragão, quando a energia em sua coluna vertebral estivesse plenamente desenvolvida.

— O caminho é longo... — suspirou Li Qingxu, mas seus olhos brilhavam com determinação.

No dia seguinte, quando Ye Fan e os outros o viram, sentiram algo diferente.

Antes, Li Qingxu emanava um frio intenso de vez em quando, mas agora havia uma aura caótica, porém perfeita, ao seu redor.

— Você avançou de novo? — perguntou Pang Bo, incrédulo.

Não era suposto o cultivo ser difícil? Como em apenas três dias sua energia já parecia diferente?

— Vocês também, não é? Especialmente você, Ye Fan. Já abriu o Mar de Amargura?

Li Qingxu evitou mencionar que já havia alcançado o estágio da Fonte da Vida e, em vez disso, olhou para Ye Fan.

A energia vital dele pulsava como um rugido de dragões e elefantes.

De repente, seus punhos se chocaram.

— Boom!

O chão do lado de fora da cabana tremeu, e uma onda de energia violenta se espalhou.

A cabana de palha estalou e, em seguida, desabou com um estrondo.

— Caramba! O que vocês estão fazendo? A cabana foi pro espaço!

Pang Bo ficou pasmo.

Eles estavam conversando tranquilos e, do nada, começaram a trocar socos?

Li Qingxu e Ye Fan recuaram os punhos e trocaram um sorriso.

— Quantos por cento da força você usou?

— Cinquenta.

— Eu usei trinta.

— É mesmo? Vamos de novo?

Vendo os dois se encarando, Pang Bo só queria sumir. A cabana já tinha ido embora, e eles ainda queriam brigar?

E por que não o chamavam? Ele também tinha avançado!

O tempo passou, e mais um mês se foi.

A Caverna Lingxu realizou outra missão de treinamento, desta vez liderada pelo Ancião Wu Qingfeng e outro mestre.

— Lembrem-se: tenham cuidado. Nunca subestimem esta missão.

— No passado, muitos discípulos, em busca de ervas raras, se aventuraram fundo demais nas ruínas e viraram comida para bestas selvagens.

— Algumas delas nem mesmo nós, anciãos, podemos enfrentar. Portanto, não se arrisquem!

O Ancião Wu Qingfeng deu as instruções e partiu com mais de cem discípulos em direção às ruínas próximas.

Li Qingxu, Ye Fan e Pang Bo estavam entre eles. Pang Bo, inclusive, já havia sido declarado um "talento imortal" da Caverna Lingxu.

As ruínas eram uma terra antiga, com árvores gigantes e um ar primitivo.

O rugido de bestas ecoava ao longe, carregado de uma aura selvagem.

No céu, aves monstruosas circulavam, observando.

Mal entraram na floresta, alguém já encontrou uma erva medicinal.

— Não colham as que ainda são jovens — alertou o Ancião Li.

As árvores eram tão grossas que várias pessoas juntas não conseguiriam abraçá-las. Cipós grossos como coxas se enrolavam por toda parte.

Mais parecia uma floresta virgem do que ruínas.

— Uma cobra gigante!

Alguém gritou ao avistar uma serpente enorme, grossa como um barril e com escamas coloridas.

— Pshhh!

A cobra abriu a boca e cuspiu uma névoa venenosa.

O discípulo que gritou foi atingido e começou a gritar de dor.

Os outros recuaram assustados.

Quando a névoa se dissipou, só restavam ossos brancos e um líquido amarelo que queimava até as plantas ao redor.

O Ancião Wu Qingfeng chegou rapidamente e franziu a testa.

— Uma "Serpente Venenosa" logo na entrada das ruínas? Isso não é normal.

— Essa cobra é altamente tóxica. Cuidado.

— Sua vesícula é boa para elixires. Quem tiver habilidade, pode coletá-la.

O Ancião Li explicou aos discípulos.

Se já havia uma serpente assim na entrada, o que mais estaria lá dentro?

A morte de um discípulo logo no início deixou todos tensos.

— Não tenham medo, mas também não sejam imprudentes. Sangue e ferimentos fazem parte do treinamento.

— Flores de estufa precisam enfrentar a realidade cruel, ou nunca crescerão de verdade.

Os dois anciãos tentaram acalmar os discípulos, mas suas expressões estavam preocupadas.

Perder um discípulo logo no começo não era um bom sinal.

Capítulo 10 – Planejamento: Ervas e Carne de Cobra, Tudo Vem!

Nos dois dias seguintes, Li Qingxu e os outros encontraram dezenas de ervas, mas só conseguiram trocar por alguns frascos de "Líquido das Cem Ervas".

Infelizmente, para eles, aquilo não fazia diferença.

Depois de discutirem, decidiram se aventurar mais fundo nas ruínas. Só lá encontrariam ervas e bestas espirituais valiosas.

Deixaram a área segura e seguiram para uma região mais perigosa.

Lá, havia pássaros que cortavam o céu com relâmpagos... e um Rei Macaco coberto de escamas.

No fundo da floresta, rugidos de criaturas poderosas ecoavam de tempos em tempos, com um barulho ensurdecedor que só agora começava a diminuir.

Agora, nas profundezas daquela região em ruínas, tudo estava calmo. Se alguém se aventurasse lá, certamente encontraria algo extraordinário.

Assim que os três se aproximaram da área, avistaram centenas de serpentes venenosas grossas como troncos de árvores.

Nuvens de veneno pairando no ar corroíam o solo, deixando a floresta marcada por buracos e sulcos.

E do coração da mata, vinham rugidos baixos e contínuos, como se inúmeras bestas selvagens estivessem escondidas ali.

— O que está acontecendo lá no fundo? — perguntou Ye Fan, olhando para a multidão de criaturas e aves ferozes à distância, espantado.

Só Li Qingxu mantinha os olhos brilhantes, com uma expressão de antecipação.

Ele sabia que aquele era o Túmulo do Imperador Demônio. Todas aquelas bestas e aves haviam sido atraídas pelo Coração do Imperador Qing.

E nas terras mais profundas, os reis das bestas já estavam travando suas batalhas.

Como o túmulo ainda não havia se aberto, ele não tinha pressa de agir.

Depois de discutirem, os três decidiram se infiltrar na região — afinal, como diz o ditado, quem não arrisca não petisca.

Sem perder tempo, contornaram a área por quilômetros, escalando penhascos e desfiladeiros até finalmente chegarem ao coração da floresta, evitando o mar de feras e aves de rapina.

— Aqui dentro está tão quieto... — murmurou Pang Bo.

A região era repleta de árvores antigas e cipós entrelaçados, uma paisagem exuberante e primitiva.

Mas um silêncio mortal pairava no ar, como se todas as criaturas vivas tivessem fugido.

— Algo grande deve ter acontecido no centro das ruínas. Nem mesmo a luta entre reis das bestas causaria isso. Deve ser outra coisa — refletiu Ye Fan.

Pang Bo ficou intrigado, enquanto Li Qingxu fingiu surpresa com expressão calculada.

Sem demora, os três avançaram mais alguns quilômetros, cautelosos.

Afinal, não fariam toda aquela jornada atrás de ervas medicinais para voltar de mãos vazias.

As árvores ali eram ainda mais antigas e majestosas, como se o tempo não as tivesse tocado.

— Sssss...

Um som sibilante vinha de um labirinto de pedras, onde uma névoa colorida e fétida se espalhava.

— Uma cobra gigante! — exclamou Pang Bo, em voz baixa.

No meio das pedras, enrolada como uma corda maciça, estava uma serpente tão larga que dois homens adultos mal conseguiriam abraçá-la.

Ela cuspia uma névoa venenosa de cinco cores, agitada e inquieta.

— Não é uma cobra comum... Ela tem um chifre de jade na cabeça! — observou Ye Fan.

As escamas da serpente eram do tamanho de uma mão, iridescentes e brilhantes sob a luz do sol.

Mas o mais estranho era o chifre de jade em sua cabeça, que irradiava fios luminosos, como fios coloridos tecendo-se em sua mente, brilhando com um esplendor sobrenatural.

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