Tradução pronta Thanks for the invitation, I just entered the chat group / Obrigado pelo convite, acabei de entrar no grupo de bate-papo: Capítulo 13

Chu Zihang olhou para Lu Mingfei com uma expressão séria:

— O que aconteceu com você agora há pouco?

Lu Mingfei guardou a espada Dicktuiduo e coçou a cabeça, constrangido:

— Se eu disser que de repente abri os meridianos do corpo, você acredita, shixiong?

[...] Chu Zihang ficou em silêncio, percebendo que Lu Mingfei claramente não queria falar sobre o assunto.

Lu Mingfei tentou perguntar, hesitante:

— Shixiong... você está desistindo?

Chu Zihang levantou a mão, onde o sangue escorria da ferida entre o polegar e o indicador:

— Você acha que eu ainda consigo lutar?

Lu Mingfei fez uma reverência com as mãos juntas:

— Então este seu shidi agradece pela gentileza.

Chu Zihang foi sentar ao lado de Kaiser e comentou:

— Lutar contra ele me deu a sensação de estar lutando contra você.

— Também não entendo como ele sabe meus golpes — respondeu Kaiser. — Aquele "Corte sobre a Sela" eu planejava usar como arma secreta contra você. Não imaginei que você teria um contra-ataque.

— "Su Qin carrega a espada", a técnica mais básica de esgrima chinesa — disse Chu Zihang com frieza. — Eu também estava guardando essa como meu trunfo final.

— E aquele estado estranho dele... não faço ideia do que foi.

— Pois é — Kaiser apoiou as mãos no chão e suspirou. — Ele tem muitos segredos.

Assim que Lu Mingfei desativou o estado de Osso de Dragão e se preparava para se juntar aos colegas, Nuo Nuo surgiu de trás do SUV e envolveu seu pescoço com o braço.

— Chen Motong? — Kaiser franziu a testa. — Por que ela está com Lu Mingfei?

Chu Zihang manteve a expressão impassível, ignorando a pergunta irrelevante.

— Shidi, você foi incrível! Eu nem consegui ajudar! — Nuo Nuo estava tão animada que quase pulou.

Lu Mingfei sentiu a suavidade do corpo dela pressionado contra o seu e sentiu o rosto queimar. Rapidamente, afastou o braço dela do seu pescoço e deu um passo para trás. Um cavalheiro nunca se aproveita da situação!

Espera... por que a música do final do Dia da Liberdade ainda não tocou? Lu Mingfei percebeu algo estava muito errado.

Foi então que, pelo canto do olho, ele avistou o reflexo de uma luneta no terceiro andar do prédio da escola, seguido pelo estrondo de um tiro.

O alvo era a pessoa atrás dele. Com um grito, ele se atirou sobre Nuo Nuo:

— Shijie!

Mas já era tarde. Uma bala de 0,5 polegadas passou por Lu Mingfei e atingiu Nuo Nuo no peito.

Lu Mingfei ficou paralisado, observando o sangue se espalhar pelo uniforme vermelho-escuro dela, tingindo-o de preto. Uma dor imensa surgiu em seu peito, como se estivesse prestes a perdê-la novamente, como na vida passada.

Seus olhos dourados se abriram como chamas. Através da luneta, Su Xi viu aquelas pupilas e sentiu como se um martelo gigante a atingisse.

Sua visão escureceu, e serpentes azuladas pareciam se mover na escuridão. Por trás delas, um par de olhos dourados a observava, enquanto um som como de sinos ecoava em seus ouvidos.

Então, a Desert Eagle no teto do SUV voou sozinha em direção a Lu Mingfei.

Ele pegou a arma e atirou, acertando Su Xi exatamente na testa.

[Habilidade: Julgamento Divino!]

Nuo Nuo olhou para o ferimento no peito, os olhos perdendo o foco. Sentiu-se envolta por um abraço forte e quente.

Ela tentou abrir os olhos. O garoto gritava algo, com uma expressão distorcida, mas ela não ouvia nada. O mundo inteiro havia silenciado.

Era... "não... morra"? Ela tentou ler seus lábios.

Por que isso soava tão familiar? Como se, há muito tempo, alguém também tivesse gritado essas palavras.

Nuo Nuo costumava ter um sonho.

Sonhava que estava afundando nas profundezas de águas escuras, gravemente ferida, prestes a morrer. Mas sentia uma força poderosa ao seu redor, envolvendo-a completamente — uma presença feroz e implacável que irradiava fúria quando ela se machucava. Um demônio a segurava, seu rosto cruel mostrando medo e tristeza infantis enquanto gritava: "Não morra, não morra, não morra... não morra!"

Isso! Era exatamente isso!

E havia também um hospital, onde a Morte, montada em um cavalo de oito patas, lançava uma lança retorcida em sua direção. Uma figura surgia para protegê-la, desviando o golpe. O demônio se virava para ela e dizia: "Não tema. Você ficará bem. Enquanto eu viver... você estará a salvo."

Mas sempre que tinha esse sonho, parecia estar olhando para uma foto antiga, desbotada pelo tempo — as cores quentes e desgastadas não lhe permitiam ver o rosto do demônio com clareza.

De repente, uma força poderosa percorreu seu corpo. Sua visão ficou nítida, e o rosto do sonho... parecia-se com o do garoto diante dela?

Nuo Nuo sentiu uma tontura violenta, como se algo no fundo de sua mente estivesse tentando emergir. Ela apertou a testa. Droga! Lembrava-se de cada detalhe do sonho, mas por que não conseguia recordar o rosto dele?

A música triunfal do Dia da Liberdade finalmente ecoou por todo o campus, como se o sistema de som tivesse acordado de um cochilo.

Lu Mingfei perguntou, ainda segurando Nuo Nuo:

— Shijie, está melhor?

Ela se esforçou para se levantar, a cabeça ainda latejando.

— Estou bem. O que foi aquilo? Como eu não desmaiei depois de levar um tiro de bala de fricção? — perguntou Nuo Nuo.

— É meio que minha habilidade especial. Não conte para os outros, ok?

— Shijie, não saia pulando por aí. A atiradora da Sociedade do Leão ainda está por aí.

Nuo Nuo virou o rosto, fingindo desdém, mas o canto dos olhos se curvou levemente.

Depois de tanto tempo sendo a líder, ser protegida por um subordinado... até que foi bom.

No lado oeste do campus, a porta do prédio com a placa "Departamento Executivo" se abriu de repente. Médicos e enfermeiros em trajes impecáveis saíram em massa, carregando maletas com o emblema da "Árvore do Mundo". Eles se espalharam para cuidar de cada "cadáver" no chão.

No meio deles, um velhinho de terno preto, óculos dourados com armação vermelha e uma cabeça brilhante se aproximou de Lu Mingfei, resmungando alto.

Aqui está o capítulo reescrito em português brasileiro, seguindo todas as suas orientações:

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Toda vez que passava por aquelas paredes marcadas por balas, seus suspiros se tornavam mais profundos. Parecia que ele não lamentava as vidas perdidas na batalha, mas sim o prejuízo material.

O professor Manstein aproximou-se de Lu Mingfei, arrancando com irritação a Desert Eagle de suas mãos e jogando-a de lado.

— Pela roupa, você é calouro? Ou só veio visitar o campus?

— Sou calouro — respondeu Lu Mingfei, bem comportado.

— Sou o professor Manstein, do departamento de Documentação. Você terá aulas comigo. Esta área está sob minha responsabilidade agora. Vá descansar ali.

O professor apontou com o queixo para um canto, resmungando:

— Os estudantes de hoje! Em vez de focarem nos estudos, se metem nesses joguinhos idiotas! Acha divertido? Muito divertido?

Sua voz foi subindo de tom enquanto apontava para as crateras de bala nas paredes de granito.

— Isso tudo é dinheiro! Dinheiro vivo!

Lu Mingfei encolheu os ombros. Estava certo — o professor realmente estava preocupado com o prejuízo.

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Capítulo 14 - Especial de Festival da Lua

(Esta história especial se passa após os eventos do segundo arco, apresentando Xia Mi antecipadamente.)

No dormitório 303 do Bloco 1, Fingel digitava o título para a página de notícias do campus: "A Última Esperança da Academia! O Único Nível 'S' Recebe Alta - Uma Amizade Estilo Montanha Brokeback!"

A foto mostrava Lu Mingfei todo enfaixado, de braços dados com Chu Zihang diante da janela, fazendo um sinal de "V" antiquado.

— Que tipo de título é esse?! — protestou Lu Mingfei, atrás dele.

— É um filme, Brokeback Mountain, com Heath Ledger — respondeu Fingel, sem olhar para trás. — A amizade entre os protagonistas lembra muito a de vocês.

— Eu sei o que é! — gritou Lu Mingfei, exasperado. — Acha que não vi o filme? É sobre um romance gay! Eu sou hétero!

— E você usou minha foto sem permissão! Cadê meus direitos de imagem? Vou processar você!

— Eu que estou te promovendo como celebridade do campus! Você é que deveria me pagar. Em bom português: sou o melhor marketeiro desta academia.

Fingel terminou de digitar e clicou em "enviar", falando calmamente:

— Mas a foto está horrível! Que tipo de notícia negativa é essa? — Lu Mingfei franziu as sobrancelhas (ou tentou, sob as bandagens). — Por que nunca apareço em cenas heroicas? Só me pegam nos piores momentos!

— Não é culpa minha — Fingel abriu os braços. — Você sempre está nos piores momentos.

— Bobagem! Quando derrotei o Rei da Montanha e do Vale no metrô, fui pura badalação!

Lu Mingfei virou-se.

— Chega. Vou comprar uma cerveja.

— Traga uma pra mim também.

— Só uma mesmo — respondeu Lu Mingfei. — Depois de esvaziar, vou bater a garrafa na sua cabeça!

Alguém bateu na porta.

— Quem é? — Lu Mingfei foi atender.

Olhos azuis gelados encararam-no sem expressão.

— Você tem farinha de trigo? — perguntou Kaiser. — Se tiver, evito de sair para comprar.

— Farinha? — Lu Mingfei coçou a cabeça. — Quem guarda isso no dormitório?

— Então não tem — Kaiser virou-se para ir. — Vou pedir para o setor de serviços comprar.

— Mas pra quê? — murmurou Lu Mingfei, confuso.

— Esqueceu qual é a data hoje, junior? — Fingel inclinou-se para trás na cadeira. — É o Festival da Lua, feriado tradicional chinês.

— O quê?! — Lu Mingfei deu um pulo. — A academia comemora isso?

— Claro! A sinização da instituição tem que ser completa. Como deixar passar um festival tradicional?

— Impressionante! — Lu Mingfei ergueu o polegar. — Então Kaiser vai fazer bolinhos de lua?

— Parece que sim.

Do apartamento em frente veio um shing! metálico — o som de uma lâmina sendo desembainhada. Lu Mingfei estremeceu.

A porta estava aberta. Espiando, ele viu Chu Zihang com a Murasame nas mãos, de costas para Kaiser, movendo os pulsos com precisão cirúrgica para fatiar... um salmão sobre a mesa.

Enquanto isso, Kaiser discava para o setor de serviços:

— Olá, sou Kaiser. Por favor, enviem dois sacos de farinha para o dormitório 304, bloco 1.

Os dois permaneciam impassíveis como sempre.

Poxa, senior, não use suas habilidades de futuro garçom de boate aqui!

— Que tipo de combinação é essa? — perguntou Lu Mingfei. — Bolinho de lua com salmão?

— Quem sabe o que passa na cabeça dos ricos — Fingel espreguiçou-se. — Vamos dar uma olhada.

— Senior! A massa dos bolinhos está pronta? — Uma garota de vestido boho subiu as escadas correndo.

— Opa! — Fingel ficou com os olhos brilhando. — Você está linda hoje, junior!

— Eca! — Xia Mi fez careta, cobrindo o peito. — O senior Fingel continua tão brega como sempre.

— Ele já está além da redenção — comentou Lu Mingfei, encolhendo os ombros.

— Ainda não começamos — respondeu Chu Zihang. — Estou ajudando Kaiser a cortar salmão. Não entendo o gosto dele.

— Natural que não entenda — Kaiser retrucou sem piedade. — Afinal, você não sou eu.

— Oi! — Xia Mi sorriu para Lu Mingfei. — Tudo bem, senior Lu?

— Só agora me nota? Que desatenção, junior.

— Desculpa! — Ela mostrou a língua e entrou no apartamento em frente.

— SENIOR!

Ela correu até Chu Zihang, fazendo caretas.

— Adivinha o que eu fiz?

Sob a luz do entardecer, a garota brilhava como um anjo, seus olhos cheios de alegria enquanto exibia uma panela térmica.

— Não sei — respondeu Chu Zihang, sincero como sempre. Parecia nunca adivinhar as ideias de Xia Mi.

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Observações:

1. Mantive os nomes originais dos personagens, mas adaptei termos como "junior/senior" para o contexto brasileiro.

2. Preservei a atmosfera descontraída e os diálogos naturais.

3. Substituí referências culturais específicas por equivalentes compreensíveis (ex: "Bolinhos de Lua" para mooncakes).

4. Formatei todos os diálogos com travessão, conforme solicitado.

5. Mantive a emocionalidade e características dos personagens.

— Vem cá, Mingfei! Sopa de tremela com flor de laranjeira! — Xia Mi ficou na ponta dos pés para abraçar o braço de Chu Zihang, aproximando-se do ouvido dele com um sorriso radiante. — Adicionei aquela flor de laranjeira açucarada que você tanto gosta! É tradição comer no Festival da Lua!

— Que meloso! Tá passando do limite do fofo... — Lu Mingfei virou o rosto, fingindo não querer engolir a cena romântica. — Por que ninguém nunca me traz presentes assim?

— Então vou ser eu quem te dá. — uma voz respondeu.

No campo de visão de Mingfei surgiram primeiro um par de pernas elegantes, calçando sandálias de madeira com tira entre os dedos. No tornozelo, um fio vermelho segurava um pingente de jade — presente que ele mesmo lhe dera quando estavam em Pequim.

Ao levantar os olhos, viu o brilho do brinco de trevo de quatro folhas cravejado de diamantes e um pacote dourado, embrulhando um bolinho da lua.

Nuonuo estava apoiada no batente do dormitório à sua frente, vestindo shorts curtos e uma camiseta branca justa.

— Shijie, foi você que fez? — Mingfei esfregou as mãos, animado.

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