Tradução pronta Viral Nezha: Gods Tremble, Tears Fall! / Assistindo ao Rebelde Nezha, Nezha Chora ao se Suicidar no Fengshen!: Capítulo 10

**Capítulo: O Grande Sábio e a Maldição do Céu**

O poderoso Sábio Supremo, aquele que comandava o respeito de todos, agora se via perplexo diante de um simples feitiço—a Maldição do Céu. Era algo tão insignificante que ele nem conseguia acreditar que não pudesse resolvê-lo.

Ele riu baixinho para si mesmo, decidindo não se estender no assunto.

Mas o Mestre Tongtian, muito menos delicado, não perdeu a chance de zombar dele:

– Parece que o "grande irmão" do outro mundo é bem fraquinho, hein? Nem consegue quebrar uma maldiçãozinha dessas! Hahahaha! Irmão, você é patético! Se é ruim, vai treinar mais!

Seu riso escandaloso ecoou pelo salão, cheio de deboche.

O Sábio Yuanshi ficou parado ali, o rosto queimando de vergonha e raiva, sem entender:

– Como um feitiço tão simples pode ser impossível para outra versão de mim? Será que eu sou tão incompetente assim?!

Até Nuwa, a deusa da criação, cobriu a boca para rir, ainda que muito mais discreta que Tongtian.

Ele cerrou os punhos, mas não tinha como rebater. Tudo o que podia fazer era aguentar as risadas do Mestre Tongtian e o olhar carregado de significado do Ancestral Hongjun.

***

**[No interior da Mansão Li, em Chentangguan, a destruição era completa: móveis quebrados, o balanço com uma corda faltando, paredes arranhadas e cheias de marcas, e a porta do quarto arrancada dos gonzos.]**

**[Ali estava o causador de todo o caos—Nezha, o menino-demônio, já um pouco mais crescido, deitado de lado no muro, murmurando um verso entediado:]**

– Ficar trancado é um saco, quebrar tudo é divertido... Já fiz isso mil vezes, e agora tô entediado.

**[A voz de sua mãe, Dona Yin, ecoou, acompanhada de guardas que vinham vê-lo:]**

– Nezha! O que você está fazendo em cima do muro?

– Não posso sair, ninguém brinca comigo... O que mais vou fazer senão olhar a vista?

**[Ele se virou devagar, revelando seu rosto marcante.]**

**[Franja reta, dois coquinhos no alto da cabeça, olhos grandes com olheiras escuras que davam um ar travesso e rebelde. Na testa, uma marca vermelha em forma de chama. Vestia um colete vermelho com padrões de lótus, calças marrom de bolinhas de fogo, cinto amarelo, colar dourado… e pés descalços, como um verdadeiro espírito livre.]**

***

**No mundo de "O Romance dos Três Reinos", no reino de Xiqi...**

Os generais se reuniam para discutir como lidar com os guerreiros excepcionais do exército de Shang. Nezha, entediado, só tinha olhos para o céu.

Quando viu a própria imagem na tela—com aquelas olheiras pesadas—ele quase caiu do cavalo.

– Caramba! Quem é esse aí? Como é que eu sou uma criança tão feia?!

Seus irmãos, Jinzha e Muzha, ouviram e não perderam a chance de tirar sarro.

– Irmão mais novo, você é feio que dói! – Jinzha se dobrou de rir, segurando a barriga.

– Concordo! Nunca vi alguém tão horrível! – Muzha soltou uma gargalhada.

Nezha ficou vermelho de raiva, cerrou os punhos e gritou:

– Se rirem de novo, eu espanco vocês!

Até Jiang Ziya e os outros generais se aproximaram, curiosos com o tumulto. Todos olharam para Nezha e, vendo aquela versão *única* dele, não conseguiram segurar o riso.

***

**[Mundo de "Dez Mil Piadas":**

Li Jing olhou para o próprio filho—Nezha, um *gigante musculoso com rosto de anjo*—e depois para a versão *feinha* do céu. A comparação foi inevitável.

Ele cobriu o rosto com as mãos e suspirou:

– Vocês dois têm jeitos diferentes de serem horríveis!

Pelo menos o Nezha do céu ainda *parecia* uma criança. Já o *seu* Nezha... Aquele corpo de um metro e oitenta, aqueles músculos de aço, aquela aparência de briga de bar—aquilo era humano?!

– Por que não trocam corpo e rosto, hein? Aí eu teria um filho normal!

Ele balançou a cabeça, resignado, como quem já desistiu de entender aquele destino engraçado—e bizarro.

***

**[Mundo de "Jornada ao Oeste": Festa dos Pêssegos Celestiais]**

Os imortais se divertiam no banquete enquanto assistiam às cenas do céu.

Quando o rosto *especial* de Nezha apareceu na tela, a plateia explodiu de risos.

– Hahaha! O *Grande General dos Três Lagos* é feio assim?! Cuidado para não assustar as crianças! – O Marechal Tianpen quase caiu da cadeira de tanto rir.

– Olha essa cara! Cadê a fama do belo Terceiro Príncipe?! – O General Juanlan revirou os olhos, sarcástico.

– Quem diria que o filho de Li Jing seria assim... O que o pai acha? – O Ancião Nanji cutucou Li Jing com o cotovelo.

As piadas voavam de todos os lados. Nezha, envergonhado, olhou para a própria imagem e ficou sem graça.

– Eu não sou nenhum galã, mas também não sou *tão* feio assim!

***

**[Mundo de "A Lenda de Nezha": Praia]**

A Pequena Dragão e Leizhenzi brincavam com Nezha na água quando viram a transmissão do céu.

– Aquele Nezha é bem feio, né? – A Pequena Dragão cobriu o riso com a mão.

– Pois é! Até eu sou mais bonito! – Leizhenzi concordou, rindo.

Nezha pulou de raiva.

– Esse aí *não* sou eu!

Seu rosto ficou vermelho de indignação.

Os outros dois riam sem parar.

***

**[Mundo de "As Aventuras de Luo Xiao Hei": Campo]**

Luo Xiao Hei e Nezha descansavam na grama quando a transmissão começou.

– Aquele Nezha feio é seu parente? – O gatinho preto perguntou sem rodeios.

O Nezha deste mundo era parecido em tamanho, mas muito mais simpático—nada daquela cara de bravo permanente.

– *Eu* sou Nezha! – Ele quase soltou fogo pelos olhos.

– Ah, desculpe! Não quis ofender. Só que *aquele* Nezha é muito feio—você é bem melhor. – Xiao Hei se apressou em explicar.

Nezha respirou fundo e soltou os punhos.

***

**[Voltando ao mundo de Nezha, na Mansão Li...]**

– Então, filho, o que você está vendo aí de cima? – Dona Yin tentou puxar conversa.

– Árvores, mato, flores... O que mais? Vou ficar olhando gente pelada correndo? – Nezha respondeu, fazendo bico.

Aqui está a tradução e adaptação do texto para o português brasileiro, com diálogos naturais e linguagem acessível:

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– Ai, só sabe brincar, vem cá que a mamãe brinca com você, que tal? – A Senhora Yin falava com paciência, tentando acalmar a criança.

– Ah, para com isso! – respondeu Nezha, sem se impressionar. – A senhora passa o dia ocupada caçando demônios e monstros. Hoje até apareceu, foi um milagre! Quando é que tem tempo pra brincar com criança?

– É... a mamãe errou. Eu queria mesmo passar mais tempo com você – disse a Senhora Yin, cheia de culpa, tentando acalmá-lo. – Mas tenho a responsabilidade de proteger a fortaleza, não consigo estar em dois lugares ao mesmo tempo... Já que hoje está tranquilo, que tal jogarmos peteca?

[A Senhora Yin saca uma peteca colorida.]

[Os olhos de Nezha brilham por um instante, claramente interessado, mas ele tenta disfarçar, descendo do muro com ar desinteressado:]

– Tá bom, já que você tá tão sem nada pra fazer, vou brincar um pouquinho.

– Olha só, filhão! – A Senhora Yin chuta a peteca com habilidade. Nezha a agarra no ar e começa a rebater, aos poucos se divertindo.

[Um dos guardas da família, parecendo saber de algo, se afasta rapidamente e traz uma armadura:]

– Senhora, talvez seja melhor vestir a armadura...

– Que bobagem! Vou brincar com meu filho de armadura? Peteca mata agora? – Ela rejeita a sugestão com um gesto.

[Nezha dá um salto mortal e devolve a peteca:]

– Mamãe, pega!

– Tá vendo! – A Senhora Yin estende as mãos animada, mas a força descomunal da peteca a arremessa como um projétil, esmagando-a contra o muro, que desmorona em pedaços!

– Mãe, você tá bem? – Nezha pergunta, preocupado.

– Tudo ótimo, chutou bem! – Ela se levanta dos escombros, olha para os dois guardas e murmura, envergonhada: – Melhor vestir mesmo...

[Mesmo de armadura, a Senhora Yin continua sendo rebatida de um lado para outro, enquanto as paredes do pátio racham e quebram a cada impacto.]

[No final, como surgem novos relatos de monstros, ela precisa partir com sua tropa para combatê-los.]

[Deixando Nezha sozinho, com uma expressão de solidão e tristeza.]

...

No mundo de "Dez Mil Piadas Sem Graça", na Fortaleza Chentang.

Li Jing observa a cena no céu onde sua esposa é maltratada pela peteca e não consegue disfarçar a preocupação:

– Nossa, essa peteca é mortal mesmo!

– Mas como esse Nezha do filme, tão pequenininho, consegue ter uma força descomunal dessas?

Ele então olha para sua própria versão de Nezha, um verdadeiro "brutamontes".

Faz sentido um músculo daqueles ter força, mas o Nezha do filme? Como?

Pelo menos sua versão "Hulk" de Nezha era mais comportada, sem mania de destruir a casa toda. Isso sim era um alívio!

– Papai, eu também quero brincar com você! – O Nezha musculoso, vendo a diversão do outro, abre os braços em um gesto carinhoso.

Li Jing vê aquele corpanzil se aproximando e grita em pânico:

– Nããão!

Antes que possa reagir, a mão gigante de Nezha já o atinge. POW! Um tapa que o lança como um foguete, descrevendo um arco no céu antes de esmagar-se no chão, levantando uma nuvem de poeira.

...

[Os portões da Mansão Li se abrem solenemente. A Senhora Yin e seus guardas saem em formação rigorosa.]

[Duas criaturas-guardiãs do tamanho de vasos antigos usam seus artefatos para abrir o campo de força, permitindo sua passagem.]

[A Senhora Yin se vira para elas com seriedade:]

– Escutem aqui, vocês duas! O Mestre Taiyi não colocou vocês aqui de enfeite. É pra guardar o campo de força e impedir que o Nezha saia aprontando por aí, entendido?

[O guardião de cabeça chata se apressa a responder:]

– Pode deixar, senhora! Eu cuido do lado sul. Da última vez, ele deve ter escapado pelo norte!

[O guardião de nariz enrolado revida, nervoso:]

– M-M-Mentira! O norte tá bem guardado! Se ele escapou, foi pelo seu lado!

– Ah é? Então tá me chamando de mentiroso? Quando o Mestre voltar, vou contar tudo! Incompetente!

– Só sabe acusar os outros, seu folgado!

– Já tô de saco cheio de você! Quer brigar?

– Bora, quem tem medo?

[Os dois guardiões brandem seus artefatos, prontos para a porrada.]

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Observações:

1. Mantive os nomes originais (Nezha, Li Jing, Taiyi) por serem reconhecíveis no contexto cultural.

2. Adaptei expressões chinesas para equivalentes brasileiros ("ah, para com isso", "tá vendo", "brutamontes").

3. Usei onomatopeias familiares (POW!) e termos como "Hulk" para a versão musculosa de Nezha, que soam naturais.

4. Preservei toda a ação e humor físico, essenciais para a cena.

5. Os diálogos ganharam naturalidade com contrações ("tá", "pra") e interjeições típicas.

http://portnovel.com/book/10/1695

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