Tradução pronta My underworld skills are 100% guaranteed to kill you in the millennium / Minhas habilidades no submundo são 100% garantidas para matá-lo no milênio: Capítulo 15

Xiao Lengyu nem estava prestando atenção.

A mão dela já estava no cabo da adaga.

A energia interna circulava em seu corpo, garantindo que, se Ye Yun fizesse qualquer movimento para machucar Su Chen, ela poderia intervir.

Abaixo do ringue.

As colegas e irmãs mais velhas que torciam por Su Chen.

Estavam ficando cada vez mais quietas.

Isso era o esperado em uma luta entre um guerreiro de oitavo nível e um de sétimo nível — a diferença era tão grande quanto um adulto brincando com uma criança.

Su Chen chutou a flauta longa que havia sido cortada pela adaga.

A flauta girou no ar e voou em direção a Ye Yun.

Mas ninguém prestou atenção nela.

Uma flauta sem energia interna não tinha poder algum.

Não faria nem cócegas em um mortal, muito menos em um guerreiro de sétimo nível protegido por energia e aura.

Su Chen também não olhou para a flauta.

Como se tivesse sido apenas um chute qualquer.

Em vez disso, com expressão séria e energia pulsante, ele sacou sua espada com um gesto imponente e gritou:

— Corte das Nove Nuvens!

A espada brilhou com energia.

Ye Yun riu por dentro.

Ele não estava nem um pouco preocupado com o ataque de Su Chen.

A diferença de nível era sua segurança.

Continuou abanando seu leque com pose elegante.

E ouviu o som da flauta se aproximando por trás.

Isso só fez ele rir mais.

Isso?

Se essa flauta sequer fizesse sua aura tremer, ele, Ye Yun, iria...

— Hã?

— AAAAAAH!

Um grito agonizante escapou da boca de Ye Yun, totalmente fora de controle.

Um som que vinha da alma.

— AAAAAAH!!!

Ao redor do ringue, gritos de espanto ecoaram sem parar.

Mas depois dos gritos...

Todos ficaram mudos.

Incluindo os guardas dourados no palanque, veteranos de muitas batalhas, que agora estavam boquiabertos.

Olhando fixamente, sem acreditar.

A enorme praça, cheia de centenas de pessoas, ficou em silêncio absoluto.

Dava para ouvir um alfinete cair.

— I-isso... i-isso...

Ninguém conseguia formar uma frase completa.

Porque o que estavam vendo era simplesmente inacreditável.

No ringue, Ye Yun, antes tão elegante, agora estava curvado para frente, com o traseiro empinado.

E uma flauta longa.

Enfiada nele.

Mais da metade já havia entrado.

Ye Yun estava completamente em choque, os olhos vazios, a dor e o desconforto insuportáveis.

Ele sentia uma vergonha e desespero como nunca antes.

— Eu... eu...

Ele virou a cabeça com dificuldade.

E viu que agora tinha um "rabo".

Sim.

Ali mesmo, atrás dele.

— AAAAAAH!

Ye Yun gritou sem pensar, os olhos escurecendo, o mundo girando.

Ele sentiu como se já estivesse morto.

E preferia estar.

Morto, tudo acabaria.

Morto seria melhor.

— Como a flauta... como... — Os espectadores não conseguiam nem falar.

Eles olhavam.

E sentiam aquele constrangimento que fazia você querer fugir.

Uma cena assim.

Ninguém tinha visto antes.

Os mais sensíveis já haviam tapado os olhos, incapazes de encarar, sentindo que suas almas haviam sido manchadas.

— Hã?

Su Chen parecia confuso, chocado, incrédulo.

Uma mistura de expressões passou por seu rosto, como se não conseguisse acreditar no que via.

— Ye Yun, o que aconteceu com você? — Ele perguntou, preocupado e perplexo.

Ao ouvir a voz.

A alma de Ye Yun, que já havia subido aos céus, voltou ao corpo.

Seus olhos sem vida recuperaram um pouco de foco.

— Su Chen, o que você fez comigo? Seu canalha, usar um truque desses! Eu juro que vou te destruir, eu vou... — Ye Yun berrou, completamente fora de si.

Su Chen ergueu as mãos, inocente.

Antes que ele pudesse falar.

As colegas mais novas já estavam protestando.

— Ye Yun, pare de culpar o Su Chen! Foi você que se moveu!

— É! Você tem aura de sétimo nível, como uma flauta sem energia ia passar por ela?

— Você está claramente tentando armar contra o Su Chen!

— Que pessoa nojenta, usar um método desses... você é pervertido?

— Você não tem tendências... sabe, né?

— Eca...

E não eram só as meninas.

Até os outros guardas verdes estavam olhando para Ye Yun com nojo.

Melhor manter distância. Alguém com esses gostos... assustador.

— Não é verdade! Vocês estão mentindo! — Ye Yun estava vermelho de raiva, o rosto quase roxo.

— Cai Qi, seu discípulo é nojento. Tal mestre, tal aluno — Xiao Lengyu olhou para Cai Qi com desdém.

Cai Qi, completamente sem reação.

Gritou:

— Isso é calúnia! CALÚNIA!

— Deve ter sido um acidente... — Os outros guardas dourados estavam com os rostos contraídos.

Mas todos tinham visto claramente.

A flauta girando.

E Ye Yun se movendo sozinho, como se estivesse indo ao encontro dela.

E sua aura não fez nada para impedir.

Parecia até que ele tinha... permitido.

E mesmo que fosse voluntário, acertar naquele lugar, com tanta precisão...

Era algo de um em um milhão.

— Eu peço para trocar de oponente. Isso me deixa enjoado — Su Chen guardou a espada.

O velho Wang, o juiz, estava completamente sem palavras.

Em toda a sua longa vida.

Ele nunca tinha visto algo tão absurdo.

Mas o pedido de Su Chen fazia sentido. Até ele achava que seria cruel forçar Su Chen a continuar lutando contra Ye Yun.

— Hahaha, os guardas verdes da capital são mesmo avançados. Que coisa mais criativa.

— Será que eles treinam isso entre si? Porque o Ye Yun foi tão... natural.

— Ainda bem que somos da província.

— Ye Yun vai ficar famoso agora. Na história da Guarda das Roupas Bordadas, ele é o primeiro.

As vozes ecoavam nos ouvidos de Ye Yun.

Seu corpo inteiro tremia, violentamente.

Os olhos reviraram.

E ele desmaiou.

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