Tradução pronta My underworld skills are 100% guaranteed to kill you in the millennium / Minhas habilidades no submundo são 100% garantidas para matá-lo no milênio: Capítulo 14

Os dois pensamentos se conectaram.

A resposta estava prestes a ser revelada.

— Será que, de costas para Su Chen, a habilidade dele não funciona?

— Em apenas três dias, Ye Yun já descobriu como neutralizar o poder de Su Chen?

— Faz sentido. Sempre suspeitei que a habilidade de Su Chen estivesse relacionada à alma, como aquelas técnicas de sedução e controle usadas por demônios. Se estiver de costas, deve funcionar.

— O irmão Ye Yun é incrível, com um olhar afiado que encontrou a fraqueza dele.

— Claro! O irmão Ye Yun está entre os melhores da capital. Como poderia ser comparado a vocês, provincianos?

— Vocês, guardas das províncias, podem até vencer uma ou duas lutas com truques baratos, mas os três primeiros sempre serão da capital!

Os guardas da capital ergueram a cabeça com arrogância.

Eles tinham motivo para se gabar.

Dos doze guerreiros de sétimo nível, seis eram da capital.

Todos os outros nove estados juntos mal conseguiam igualar seu poder.

E a mais forte, Gu Ling, também era da capital.

Nove dos dez representantes da capital chegaram a esta fase. Desde sempre, a capital manteve uma superioridade esmagadora sobre as províncias.

— O que há de tão especial? A capital só tem mais recursos porque é a sede.

— Em condições iguais, quem venceria ainda está para se ver!

Os guardas das províncias se uniram para torcer por Su Chen.

— Xiao Lengyu, e então?

Cai Qi olhou para ela com um sorriso triunfante.

A habilidade de Su Chen havia sido neutralizada.

Seu único trunfo, perdido.

— Desesperada?

Finalmente, após o abalo causado pela quebra do Espelho Celestial, seu humor melhorou um pouco.

— Cai Qi, você ainda é tão impaciente. Ainda não há vencedor.

Xiao Lengyu manteve a frieza, seus belos olhos fixos em Su Chen.

— Não sei qual técnica Su Chen está escondendo, a ponto de até sua tia não saber... Hmph.

Mais do que a vitória, ela estava curiosa sobre isso.

Na arena.

— Ye Yun, o que você está...?

O guarda prateado, o velho Wang, franziu a testa ao ver Ye Yun de costas.

— Velho Wang, as regras não exigem que os lutadores fiquem frente a frente. Não estou quebrando nenhuma regra.

Ye Yun não se virou nem por um segundo.

Não daria a Su Chen a menor chance de estabelecer contato visual.

— Tudo bem.

O velho Wang bateu no tambor pesado.

A luta começou.

Su Chen olhou para as costas de Ye Yun com uma expressão tensa.

— Ele descobriu...

— Ye Yun, pra quê isso? — Su Chen suspirou.

Pra quê tanto exagero?

Não era uma rivalidade mortal. Não havia necessidade de arriscar a própria dignidade.

— Você não faz ideia do que está fazendo...

Se ele mantivesse essa postura, as consequências seriam irreversíveis.

Ye Yun sorriu com desdém ao ouvir o tom sombrio de Su Chen.

— Su Chen, está com medo? Agora que está sem saída, teme a derrota?

Enquanto falava, Ye Yun sacou uma adaga.

A lâmina girava entre seus dedos com maestria.

— Não se preocupe. Vou dar tempo para você se exibir. Vamos brincar um pouco.

Seu tom não era gentil como o de Gu Ling.

— Eu te aviso: vire-se.

Su Chen falou com seriedade.

Se ele se virasse, no máximo se ajoelharia.

Caso contrário...

— Ha! Ridículo. Acha que, se eu ficar de costas, sua vantagem visual vai te salvar?

Ye Yun lançou a adaga ao ar.

— Esqueci de mencionar: minha técnica é a "Lâmina de Fogo", um poder de sétimo nível. Minha adaga é meus olhos.

A adaga flutuou, envolta em um chi vermelho e ardente.

Como chamas dançantes.

A adaga circulou ao redor de Ye Yun com movimentos fluidos.

Uma técnica de controle de armas impressionante.

Com uma habilidade dessas, ficar de costas não afetaria seu combate.

— Não precisa chegar a esse extremo.

Su Chen tentou avisá-lo uma última vez.

Era um caminho sem volta.

Se ele caísse, Su Chen também cairia.

Uma simples competição não valia uma humilhação eterna.

— Não posso me queimar...

Su Chen pensou rapidamente.

Se Ye Yun se humilhasse, tanto faz. O problema era ele mesmo.

Com tanta gente assistindo...

— Tão ingênuo.

Ye Yun riu com desprezo.

Controlou a adaga, que desenhou linhas flamejantes no ar, traçando padrões complexos e belos.

Mas não atacou Su Chen diretamente.

Ele estava brincando, como um gato com um rato.

Quanto mais humilhasse Su Chen, mais os mestres Cai Qi e Qin Li o recompensariam.

Ao mesmo tempo, Ye Yun ativou um escudo de chi vermelho.

Uma barreira protetora ao seu redor.

Ataque e defesa.

Ye Yun estava convencido de que controlava o ritmo da batalha.

Poderia marcar Su Chen quantas vezes quisesse, prolongar o jogo o quanto desejasse.

Nada sairia do controle.

Afinal, Su Chen não poderia se posicionar à sua frente.

A frente dele era fora da arena — e sair significava derrota.

Ye Yun abriu um leque com elegância, movendo-o suavemente.

Neste momento, imaginou todas as discípulas mais jovens olhando para ele com admiração e respeito.

— Shiing!

A adaga cortou o ar.

Deveria ter apenas passado por Su Chen, continuando o jogo de humilhação.

Mas desta vez...

Su Chen inclinou-se levemente.

Como se estivesse desviando.

A adaga cortou a flauta pendurada em sua cintura.

O instrumento caiu.

Su Chen, como se fosse natural, chutou a flauta em direção a Ye Yun.

Depois, sem olhar para ela, gritou:

— Olhe para a espada! Nove Golpes das Nuvens!

Mas, na verdade, ativou seu ataque secreto.

— **Golpe dos Mil Anos — 100% de acerto!**

...

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**Capítulo 15: Uma cicatriz que levará uma vida para curar.**

Cai Qi riu, satisfeita.

— Hahaha! Que falta de adaptação! Se Ye Yun não estivesse pegando leve, Su Chen já teria perdido.

— Xiao Lengyu, você protegeu demais Su Chen, não? Ele nunca enfrentou uma batalha real, nunca esteve entre a vida e a morte, certo?

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