Tradução pronta Lucky Gamer, So What If I’m Reckless? / Jogador Sortudo, Qual é o Problema de Ser Audaz?: Capítulo 1

**Jogador Sortudo, Qual o Problema em Ser Exuberante?**

**Autor: Limão no Pé do Limoeiro**

**Também conhecido como: Jogador de Anime, Qual o Problema em Ser Exuberante?**

**[Anime] [Foco no Cotidiano] [Várias Heroínas]**

**Personagens:**

- **Miyamizu Rokuta**: *"Este é um mundo pacífico e comum."*

- **Yotsuya Miko**: *"…O quê?"*

Quando um encontro inesperado faz Miko chorar de susto, Rokuta de repente começa a enxergar coisas estranhas — como espíritos malignos usando seu corpo como churrasqueira ou se escondendo debaixo da cama à noite…

Isso já passou dos limites! Rokuta decide agir e pressiona o botão *[Iniciar Jogo]*, algo que sempre enxergou desde criança.

**[Convite recusado… Ativando convite forçado]**

**Kaguya-sama**: *"—Ai, ai, ai! Por que tem zumbis aqui?!"*

**Hayasaka**: *"—Senhora, por favor, declare seu amor logo! Se continuar assim, eu vou acabar cedendo à tentação!"*

**Fujiwara Chika**: *"—Traidores! Brincando sem mim? Eu também quero!"*

**Yotsuya Miko**: *"—Chega. Acaba com tudo."*

---

**Volume 1: O Sortudo Sou Eu?**

**Capítulo 1: A Colega da Frente é a Eri**

O sol brilhava, e a brisa da primavera levantava saias pelo caminho, provocando gritinhos e um clima de agitação no ar.

*"—Era só uma calcinha de segurança? Que decepção!"*

A voz ecoou no ouvido de Eri, deixando seu rosto vermelho num instante. Ela virou com um olhar furioso para o garoto de cabelos negros atrás dela, que carregava a mochila num ombro só.

Ele sorriu, descontraído, e acenou:

*"—Bom dia, Eri!"*

*"—Bom dia—"*

…Perai.

Por que eu respondi?!

Eri franziu o rosto. Se não fosse pelo movimento na rua, ela já teria usado seus rabos-de-cavalo para chicoteá-lo.

*"—Aliás, você não costumava usar calcinha de segurança antes, né? O que mudou? Estragou meu dia agora…"*

*"—Hmph!"*

Ela forçou um sorriso seco:

*"—O que você acha que mudou, Miyamizu?"*

*"—Ah, será que é por causa daquela vez em que eu—"*

*"—CALA A BOCA, SEU IDIOTA!"*

Eri se arrependeu na hora. Ela já sabia que ele era sem noção — por que foi perguntar?!

Foi depois daquele *incidente*… Quando ele ainda teve a audácia de elogiar, na frente dela:

*"—Listras azuis e brancas também são ótimas. Obrigado pelo banquete!"*

Na hora, Eri ficou petrificada.

Quando recuperou os sentidos, a vergonha foi tanta que ela quase explodiu. Depois, ao refletir, notou que ele dissera *"também"*… e, ao questioná-lo, o infame respondeu:

*"—Ah, eu já vi várias vezes. Mas fica tranquila, Eri, seu segredo está seguro comigo. Só eu sei!"*

Meu Deus…

O que eu fiz para merecer um colega de trás desses?!

Desde então, Eri nunca mais deixou de usar calcinha de segurança.

Fim da lembrança.

Ela olhou de soslaio para Miyamizu e resmungou:

*"—Ele só fica assim porque gosta de mim. Mas se ele se declarar… eu vou rejeitá-lo na hora! Vai sofrer!"*

Apesar de Miyamizu ser bonito e sentar atrás dela…

Era inútil.

Ela era fiel ao seu amor de infância! Nunca trairia!

Aliás…

Hoje à noite, ela terminaria aquele mangá dela — a história em que ele a ameaça com fotos comprometedoras e a obriga a fazer coisas indecentes… Ia vender como água!

Imaginando a cara dele ao descobrir que virou protagonista de um mangá adulto, Eri soltou um sorrisinho malicioso.

*"—Eri, que risada pervertida é essa?"*

*"—N-Não é da sua conta!"*

*"—Hahaha! A Eri hoje está tão fofa quanto sempre. Nota dez!"*

*"—Hmph!"*

Eri bufou, mas, já que ele a elogiou, decidiu perdoá-lo.

Claro que era nota dez!

Ela, Eri, era a garota mais fofa do mundo!

---

Dentro da escola, Miyamizu diminuiu o passo. Eri notou, mas não ligou.

Na verdade, preferia assim.

Se ficassem muito próximos, poderiam gerar rumores desnecessários.

Nisso, Eri admirava ele.

Apesar de ser insuportável às vezes, ele sempre mantinha uma distância segura, nunca causando problemas ou constrangimentos.

Feliz, ela trocou de sapatos.

Do outro lado, Miyamizu fechava seu armário quando uma voz suave surgiu:

*"—Miyamizu, pode me ajudar?"*

*"—Ah, claro."*

Ele olhou para a garota ao lado — Kato Megumi — e abriu o armário dela, que ficava logo acima do seu.

Se ele não estivesse ali, ela teria que se esticar para alcançar.

*"—Kato-san está linda como sempre hoje."*

*"—Miyamizu, sempre dizendo coisas estranhas…"*

*"—Nada disso."*

Ele observou enquanto ela se abaixava para calçar os sapatos, os cabelos caindo suavemente.

*"—Você precisa ter mais confiança. Pra mim, você sempre foi a *Santa Megumi*."*

*"—E a Eri?"*

*"—Cachorrinha loira."*

*"—…?"*

Kazumi piscou os olhos e sorriu, comprimindo os lábios:

— Se a Ririri ouvir isso, vai ser um problemão.

— Relaxa, não tô nem aí — respondeu Rokuhara, curvando-se para pegar os sapatos que Kazumi tinha tirado.

Ao ver aquilo, Kazumi abriu a boca, mas recuou um passo em silêncio, olhando instintivamente em volta.

Quando percebeu que ninguém estava prestando atenção, soltou um suspiro de alívio disfarçado.

[Nossa, sério…]

Se o Rokuhara faz uma coisa dessas, alguém pode acabar entendendo errado…

E ele nem parece incomodado com meus sapatos, ainda por cima—

— Ei, o que você acha que tá fazendo?!

O rosto de Kazumi ficou levemente corado num instante, e ela agarrou o pulso dele com um sorriso doce, porém firme:

— Rokuhara, chega, tá bom?

— ??? — ele franziu a testa, confuso, até entender a insinuação. Então, com uma cara fechada, resmungou:

— Ah, para com isso, Kazumi. Você acha mesmo que eu tava querendo cheirar seu sapato?

— E não estava? — ela manteve o sorriso, inclinando a cabeça. — Com você, nunca se sabe, né?

http://portnovel.com/book/13/1633

Discussão do capítulo:

Ninguém comentou ainda...
Para comentar Faça login ou Cadastre-se