Tradução pronta Viral Nezha: Gods Tremble, Tears Fall! / Assistindo ao Rebelde Nezha, Nezha Chora ao se Suicidar no Fengshen!: Capítulo 55

Num piscar de olhos, todos no palácio lançaram olhares de inveja para Shen Gongbao.

O próprio Shen Gongbao se ajoelhou rapidamente em agradecimento:

— Muito obrigado pela generosidade do rei!

No fundo, seu coração transbordava de alegria.

...

[— Uau! Isso... isso é muito valioso, irmão. Você está se aprimorando, então é melhor você comer, você come — disse Shen Xiaobao, estendendo o elixir para Shen Gongbao.]

[— Eu não gosto muito dessas coisas, prefiro... prefiro cultivar meu próprio poder! — Shen Gongbao fez um gesto grandioso. — Leve isso de volta e divida com a família.]

[— Se eu levar, o pai vai ficar bravo comigo! — Shen Xiaobao insistiu, empurrando a caixa de volta.]

[— Xiaobao, não está ouvindo seu irmão mais velho? — Shen Gongbao falou com firmeza. — Pegue o elixir e vá embora. Aqui é a frente de batalha... se você não for, vai atrapalhar meus comandos.]

[— Então... eu... vou indo — Shen Xiaobao acabou cedendo, guardando o elixir antes de partir.]

[Pouco depois, ele se virou e gritou:]

— Irmão, você vai se tornar um dos Doze Imortais Dourados! Eu também vou me esforçar!

...

Montanha Langlang.

Pequenos demônios trabalhavam cortando árvores para fabricar armas, preparando-se para enfrentar Sun Wukong e seu grupo, com o objetivo de capturar Tang Sanzang.

O porquinho-demônio suava enquanto cortava madeira, observando a imagem melancólica de Shen Gongbao longe de sua terra natal. Ele não pôde evitar se identificar.

Lembrou-se de si mesmo... e de sua mãe, que certamente estava em casa, preocupada com ele.

Por mais que fosse apenas um trabalhador braçal num lugar insignificante como aquele, em casa, ele era o tesouro do coração de sua mãe.

Seus olhos se encheram de lágrimas, que logo rolaram.

Ele havia deixado sua terra natal em busca de oportunidades para se destacar.

— Se ao menos eu pudesse me tornar um imortal, como o Shen Gongbao...

Mas os sonhos são belos, e a realidade, dura.

Ele e Shen Gongbao eram mundos aparte. Shen Gongbao era um imortal do Palácio de Jade, uma figura importante. Já ele... era apenas um porquinho-demônio, encarregado de cortar árvores.

O coração do pequeno demônio se encheu de amargura.

Até mesmo Shen Xiaobao, outro demônio, tinha um irmão poderoso que lhe dera um elixir e uma chance de entrar no Palácio de Jade.

Mas ele? Não tinha nada. Ninguém além de si mesmo para contar.

Era demais. A diferença entre eles era enorme.

O porquinho suspirou, seus olhos cheios de desesperança e revolta contra o destino.

— A vida é tão cansativa... Sinto tanta saudade de casa...

...

Mundo do Kung Fu Panda — Restaurante de Macarrão.

Po devorava seus bolinhos de massa com prazer, enquanto observava fascinado as cenas exibidas no céu.

Vendo as ações de Shen Gongbao, ele não pôde evitar um elogio:

— Ah Bao, você é incrível! Um exemplo para sua terra natal, o orgulho da sua família.

— Eu também quero ser assim! Fazer minha vila e meu pai se orgulharem de mim!

Exatamente naquele momento, os mestres do Palácio de Jade estavam escolhendo o próximo Guerreiro Dragão. E Po sentiu o coração acelerar.

Sonhou acordado, imaginando-se no papel.

Prisão de Tai Lung.

Tai Lung, libertando-se de suas amarras, observou Shen Gongbao na tela e zombou:

— Heh. Você não passa de um trapaceiro. Que tipo de exemplo é esse? Não é diferente de mim — faz de tudo para alcançar seus objetivos.

Shen Gongbao almejava se tornar um dos Doze Imortais Dourados. Tai Lung sonhava em ser o Guerreiro Dragão.

Ambos lutavam por seus objetivos, mas a realidade os derrubava vez após vez.

— Vou recuperar tudo o que é meu! — Tai Lung saltou da prisão, rindo em triunfo.

[54] "Ainda comendo? Lá vem quem vai acabar com a farra!"

Xiao Zuanfeng: "Não existe mais justiça? Drogas e lutadores substitutos?"

Han Laomo: "Isso eu também sei fazer."

[Acampamento dos Marmotas]

Sob a luz do sol, uma colônia de marmotas vestidas em trapos saía de suas tocas, trabalhando diligentemente.

Seus pequenos corpos se moviam pela terra. Algumas erguiam machados com patinhas curtas, mas fortes, para cortar madeira — mas erravam o golpe, acertando um companheiro. Logo, as duas começavam a brigar.

Em frente a uma panela de pedra surrada, um grupo cozinhava. Algumas jogavam ingredientes, enquanto outra segurava uma colher, servindo as que aguardavam na fila — e até punindo uma marmota mais gananciosa.

Toda a colônia aproveitava aquele momento de paz.

Até que, de repente, uma figura caiu do céu, levantando uma nuvem de poeira.

Quando a poeira baixou, revelou-se Nezha.

— Eu sou Nezha, o Terceiro Príncipe! Domador de demônios e executor de justiça! Hoje vim eliminar o mal — criaturas demoníacas, preparem-se para morrer!

Nezha completou sua sequência de movimentos de entrada com maestria.

Mas as marmotas continuaram comendo, sem sequer olhar para ele.

...

Os Deuses do Multiverso observavam Nezha sendo enviado para "eliminar" as marmotas. Todos ficaram sem palavras.

Na memória dos deuses, apenas demônios que causavam caos precisavam ser eliminados.

Aquelas criaturas eram pequenas, viviam do próprio trabalho, vestidas em farrapos e mal se alimentando.

Diante de tais seres, muitos deuses até jogariam algumas moedas de esmola antes de seguir adiante.

E essa era a missão de Nezha?

Que tipo de prova era essa?

— Esses são os demônios que a seita Chan precisa eliminar?

— Não pode ser... o que essas marmotas fofinhas fizeram de errado?

— Elas já são pobres demais... por que exterminá-las?

Os deuses sussurravam entre si, confusos e desapontados com a missão dada a Nezha.

...

Montanha Langlang.

O porquinho-demônio, ainda cortando árvores, ficou chocado ao ver a missão de Nezha.

Aqueles bichinhos redondos e peludos, com olhares inocentes e confusos, eram claramente inofensivos.

Por que exterminá-los?

Apenas por serem demônios?

O coração do porquinho se encheu de indignação. Ele gritou:

— O que essas criaturas fizeram de errado? Por que destruir suas casas?

Sua voz ecoou pelo vale, carregada de revolta.

— Até os deuses são tão injustos?

Ele olhou para o céu, seus olhos cheios de desesperança.

Não conseguia entender por que vidas inocentes sofriam assim.

Mundo da Pequena Noiva Raposa.

Dongfang Yuechu, com sua força impressionante, derrotou inúmeros monges da Aliança do Caminho Único e salvou Wangquan Fugui.

Wangquan Baye, furioso, brandiu sua espada e atacou, gritando:

— Traidor! Aliado de monstros! Você mancha o nome da nossa família! Você tem que morrer!

Sua lâmina atravessou sem piedade o corpo de Dongfang Yuechu, que tentava proteger Wangquan Fugui.

Com sangue escorrendo pelo canto da boca, Dongfang Yuechu olhou para os esquilos-da-mongólia no céu e sorriu com desdém:

— O que há de errado com os espíritos animais? Esses pequenos esquilos já fizeram algum mal a alguém?

— O povo do Reino Marítimo sempre viveu em paz com os humanos, mas vocês os julgam sem nenhuma razão!

Seu olhar perfurava Wangquan Baye, como se quisesse arrancar à força aquele preconceito e teimosia do coração dele.

[...]

[Sem receber atenção dos monstros, Nezha sentiu que sua honra foi desafiada. Ele derrubou a tigela de comida de um esquilo e apontou para o nariz dele, gritando:]

— Achou que ia comer em paz? Hora de pagar o pedágio!

[O esquilo, vendo sua comida no chão, soltou um guincho de raiva:]

— AAAAAH!

[No mesmo instante, todos os esquilos ergueram a cabeça, alertas.]

[Eles então se afastaram, abrindo caminho para revelar o líder deles, sentado em um trono desgastado.]

[O chefe dos esquilos era pelo menos duas vezes maior que os outros, e sua voz ecoou como um trovão:]

— Quem foi o louco que veio causar confusão no morro dos esquilos?

[Nezha riu e bateu no peito, provocando:]

— Então você é o chefe? Vem cá, deixa eu te mostrar o que o grande Nezha pode fazer!

[Um esquilo magricela, parecido com um gambá, pulou de raiva:]

— Esse moleque tem mais coragem que juízo! Chefia, ensina uma lição pra ele!

[O líder jogou sua tigela para trás, pegou um porrete de pedra do tamanho de um humano e marchou em direção a Nezha.]

[Nezha rapidamente abriu um frasco e engoliu uma pílula do sono.]

[Desmaiando, sua alma foi substituída pela de Ao Bing, e sua expressão se tornou séria e imponente.]

[...]

Em vários mundos, as pessoas que antes criticavam duramente os testes da Seita Chan começaram a rir quando ouviram o guincho do esquilo.

— É assim que um esquilo grita?

— Nunca ouvi um desses fazer um barulho tão engraçado!

As risadas se espalharam, e o grito do esquilo, sem querer, quebrou a tensão no ar.

[...]

No mundo de O Urso, na Floresta dos Ursos, o Urso e seu irmão estavam relaxando com os amigos ao redor de uma árvore quando ouviram o guincho.

Aquela voz esquisita foi tão hilária que eles caíram no chão, rolando de tanto rir.

— HAHAHA! EU NÃO SABIA QUE ESQUILO GRITAVA ASSIM! — urrava o Macaco Rei, batendo no chão.

O Urso apontou para o Esquilo e berrou:

— Vamos, Esquilo! Faz igual! Grita você também!

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