Aqui está a tradução e adaptação do texto para o português brasileiro, seguindo todas as suas instruções:
---
[Shen Gongbao percebeu que algo estava errado e tentou agarrar Ao Bing, mas acabou sendo puxado para dentro do desenrolar dos eventos junto com o dragão.]
[Ele, sendo um guerreiro experiente, lançou seu chicote relâmpago e envolveu Taiyi Zhenren, arrastando-o também para o interior do Pergaminho das Montanhas e Rios.]
[Para sair dali, só havia uma maneira: usar o Pincel que Comanda a Natureza.]
[Os quatro começaram uma disputa frenética pelo pincel.]
[Depois de uma confusão generalizada, os feitiços e artefatos liberados pelos quatro os envolveram em uma enorme bola de gelo!]
[Shen Gongbao ficou com a cabeça de fora, Taiyi com o traseiro exposto, Nezha com um pé visível e Ao Bing com uma mão livre.]
[Com essas pequenas partes do corpo, os quatro continuaram a brigar pelo pincel.]
[Quando Ao Bing estava prestes a pegá-lo, Taiyi soltou um peido, usando a força do gás para girar a bola de gelo e impedi-lo.]
[Shen Gongbao não ficou para trás e começou a soprar com força para girar a bola.]
[Foi quando Taiyi soltou outro peido, e Shen Gongbao, que estava justamente inspirando profundamente...]
["Blargh..." Shen Gongbao ficou com os olhos revirados, espuma saindo pela boca.]
...
Todos nos diversos mundos que testemunharam a cena caíram na gargalhada!
– Ha ha ha ha ha!
– O Mestre Shen comeu um peido!
– Esse peido foi dos bons! O Mestre Shen vai ficar traumatizado com traseiros pelo resto da vida!
– Esses deuses brigando são hilários! Furadas no traseiro e peidos!
As versões de Shen Gongbao em todos os universos sentiram náuseas só de ver...
...
No mundo do Fengshen Yanyi, no campo de batalha.
Shen Gongbao estava pálido, como se realmente tivesse engolido um peido.
Curvado e vomitando, ele gritou para Taiyi Zhenren:
– Taiyi, você é nojento! Um imortal soltando peidos!
Mesmo sem ter realmente engolido, a sensação de nojo ficaria marcada nele para sempre.
Os soldados do exército Shang se afastaram com expressões de repulsa.
Os Senhores Celestiais da Ilha Jin'ao taparam os narizes, rindo com deboche.
Taiyi Zhenren, indiferente, balançou seu espanador e zombou:
– Se você não abrisse a boca, não teria comido!
Os outros Onze Imortais riam abertamente.
O que era um tenso campo de batalha agora estava cheio de risadas.
Jiang Ziya brincou:
– Te oferecem um peido celestial e você reclama! Se desertar e se render, meu irmão pode te dar peidos todo dia!
Shen Gongbao sentiu o estômago revirar novamente. Amaldiçoou mentalmente cada um deles, mas estava tão enjoado que mal conseguia falar.
...
No mundo da Lenda de Nezha, em Zhaoge.
O Rei Zhou e seus ministros caíram na gargalhada com a cena ridícula de Shen Gongbao.
O rei, com lágrimas nos olhos de tanto rir, apontou:
– Nosso Conselheiro é hilário! Comeu um peidão!
Wen Zhong, vendo a oportunidade, agarrou Shen Gongbao:
– Já que gosta tanto, prove o meu!
Segurando a cabeça do conselheiro, Wen Zhong soltou seu peido.
Shen Gongbao lutou para escapar, mas acabou levando o peido em cheio, desmaiando no chão.
A plateia riu ainda mais, transformando o momento em pura comédia absurda.
[24] "Se o destino for injusto, lute contra ele!" Dong Tianbao: "Meu destino é meu!"
[Nezha agarrou o Pincel que Comanda a Natureza com os dedos do pé, libertando todos do pergaminho.]
[A briga recomeçou.]
[Ao Bing, mesmo lutando contra Nezha e seus pais, dominava a situação e os arremessou para longe.]
[Transformando-se em um dragão, Ao Bing voou para o céu e quebrou os pilares de gelo que sustentavam a camada congelada sobre a cidade.]
[O gelo desabou como uma montanha, ameaçando soterrar toda a vila de Chentang.]
[Nezha, com os dentes cerrados, encarou o gelo que caía.]
[Liberando quase todo o poder da Pílula Demoníaca, seu corpo cresceu enquanto ele erguia os braços para segurar a massa de gelo.]
[Ao Bing pressionou com mais força:]
– Pare de lutar. Você nasceu da Pílula Demoníaca - isso é seu destino!
[O gelo cobria o céu, esmagando casas como se fossem de papel. Os moradores olhavam desesperados.]
– Que se dane o destino! Meu destino é meu!
[Nezha cerrou os dentes, chamas surgindo em seus olhos. Seu poder demoníaco atingiu o limite, e quatro braços extras brotaram de suas costas, sustentando o gelo.]
– Quem decide se sou demônio ou imortal sou eu!
[Chamas violentas subiram ao céu, derretendo completamente o gelo.]
...
A voz de Nezha ecoou pelos céus, cheia de determinação.
Ele jurou quebrar a maldição que o prendia, não importando os obstáculos.
Sua coragem impressionou até os deuses.
– Esse é Nezha, o maior rebelde do Céu.
– Poucos ousam desafiar o destino, mas Nezha é o mais famoso deles.
...
No mundo de Jornada ao Oeste, na Montanha das Flores e Frutas.
Sun Wukong voltara do Submundo após riscar seu nome do Livro da Vida e Morte.
Seus macacos comemoravam.
O Rei Macaco observou Nezha com admiração:
– Esse garoto tem fibra! Destino? Eu também vou desafiar o céu!
Sua voz ecoou com orgulho, tão alto quanto as nuvens.
Com seus pelos dourados ao vento, Sun Wukong personificava o título de Grande Sábio Igual ao Céu.
Ele e Nezha - um rei macaco, um príncipe humano - compartilhavam a mesma recusa em se curvar ao destino.
...
No mundo de O Mestre do Tai Chi, no acampamento militar.
Zhang Junbao e Dong Tianbao, outrora irmãos de armas, agora se enfrentavam com espadas em punho.
---
Observações:
1. Mantive todos os diálogos com travessões conforme solicitado
2. Adaptei nomes e termos para o português (ex: "Taiyi Zhenren" ficou como é por ser nome próprio)
3. Substituí interjeições sem sentido por expressões naturais em português
4. Preservei toda a ação e emoção do texto original
5. Mantive a estrutura literária e o ritmo narrativo
6. Todos os elementos cômicos e dramáticos foram conservados
7. O texto ficou com naturalidade para o leitor brasileiro
— Junbao, desde pequeno você sempre perdeu pra mim, seja em estratégia ou em artes marciais. Com o que vai me enfrentar? — Dong Tianbao brandiu a espada com arrogância. — Última chance. Vai se juntar a mim para conquistar o mundo?
— Firmeza no discurso não te salvará — rosnou, olhos gelados. — Já matei a Xiaodonggua, que diferença faz perder mais um irmão?
— Qualquer um que atrapalhar minha ascensão vai morrer!
Zhang Junbao, com postura imponente, bradou:
— Eu vou cumprir a justiça celestial, mesmo que tenha que passar por cima de você!
Tianbao observou no céu a figura de Nezha desafiando o destino. Uma gargalhada escarninha ecoou:
— Hahahaha! Até Nezha, um demônio de nascença, ousa desafiar o céu. Por que eu não poderia?
— Meu destino me pertence, não aos céus!
Seu riso transbordava ambição e loucura, o rosto distorcido em expressão aterrorizante. Os laços de irmandade se dissipavam no ar, substituídos pelo embate de ideologias irreconciliáveis. A batalha final começaria ali.
No mundo de Zhu Xian, perante o Tesouro Celestial.
Lu Xueqi, empunhando a Espada Celestial Tianya, barrou o caminho de Gui Li com determinação glacial:
— Nunca permitirei que esta relíquia caia nas mãos da seita demoníaca!
Gui Li sequer a dignificou com um olhar, fitando apenas a imagem de Nezha.
— Nezha também era uma incarnação demoníaca. Ele merecia morrer por isso?
Um sorriso sereno cruzou seus lábios:
— Sou demônio ou imortal? Isso só eu decido.
Sua tranquilidade carregava uma firmeza indomável. Xueqi vacilou por um instante, olhos cintilando com dúvida.
— Nezha tinha bondade no coração. Você é diferente!
Seus dedos apertaram o punho da espada. O confronto era inevitável.
[Sob um céu de tempestade, Nezha mantém Aobing preso com sua faixa mística... e então o liberta.]
[Relâmpagos cortam as nuvens, anunciando um tributo celestial ainda mais devastador que os gelos anteriores.]
— Você não tem medo do que eu posso... — Aobing engasgou, incrédulo. Ele tentou enterrar viva uma cidade inteira!
— Você que era a pérola sagrada, e eu o demônio, mas quem agiu com humanidade aqui? — Nezha cuspiu as palavras com desprezo. — Cadê sua coragem?
— Eu... sou da linhagem dos monstros. Desde o nascimento, meu destino...
— Mentira! — o garoto rugiu. — Opiniões alheias não valem nada! Quem você é, só você define! Isso que meu pai me ensinou. Se o destino for injusto, lute até o fim!
[Nezha rasga o talismã da troca de destinos.]
— Minha vida, minhas regras!
[Trovões ecoam. O tributo divino está prestes a cair.]
[Os olhos do casal Li Tremem de emoção.]
— Hoje é meu aniversário! Ninguém chora aqui! — Nezha gritou, enquanto lágrimas rolavam por seu próprio rosto.
Nas cortes celestiais, os deuses assistiam à rebeldia do garoto com divertido desdém.
"Lutar contra o destino injusto...", murmuravam.
"Que poder tem um menino contra o céu?"
"Juventude é sinônimo de arrogância!"
Risadas ecoavam nos salões de jade. A audácia de Nezha sustentava o espetáculo.
http://portnovel.com/book/10/1792
Disseram obrigado 0 leitores