Tradução pronta I, the Elf King, Join the Chat Group / Eu, o Rei Elfo, entro no grupo de bate-papo: Capítulo 67

— Pelo menos vai servir de lembrança — pensou Kazuma, olhando para sua camiseta de time que quase foi queimada pela Aqua para se aquecer.

A noite passou e o momento em que a Baleia Branca apareceria se aproximava.

Subaru Natsuki olhava freneticamente para o horário no celular, mesmo com o alarme programado. Ele tremia de medo de perder o momento — na última vez, ele havia morrido justamente nas garras daquela criatura e sabia muito bem o terror que ela representava.

E agora, ainda por cima, ele precisaria servir de isca para atraí-la.

Percebendo o estado de Subaru, Kazuma decidiu aliviar a tensão com uma brincadeira:

— A gente tá basicamente enfrentando um chefão de jogo, né? Todo mundo reunido aqui só pra derrubar um monstro que ameaça o mundo... até que parece.

Subaru, sendo um otaku veterano, entendeu perfeitamente a referência e sorriu, aliviado.

— Hah... hah, realmente parece mesmo.

Um pouco da tensão se dissipou.

Kazuma deu um tapa nas costas dele.

— Relaxa, a Aqua pode ser burra, mas ela é ótima em curar. Até se você estiver com um pé na cova, ela te salva. Vai lá e faz o seu papel de isca sem medo.

Hutzel também se aproximou.

— Frieren me disse uma vez que o medo não é algo ruim. Foi justamente o medo que guiou eles até o fim, na derrota do Rei Demônio e na salvação do mundo.

Rowen sorriu confiante.

— Pode ficar tranquilo, a gente tá aqui. Já viu o que esse elfo é capaz, né? Uma baleiazinha dessas a gente resolve.

— Obrigado... — Subaru respirou fundo, olhando para Rowen, Kazuma e os outros. O medo ainda estava lá, mas agora ele sentia determinação. Ele não podia recuar agora.

O tempo passou lentamente até que, no meio da noite, o alarme do celular tocou.

Todos ficaram em alerta.

— A baleia vem?

— Cadê? Por que a gente não vê nada? Será que não veio?

Armas foram erguidas enquanto olhares ansiosos varriam o entorno. Os mais velhos, de cabelos brancos, encaravam o céu com ódio nos olhos — muitos deles haviam perdido entes queridos para a criatura.

Então, um som ecoou.

— Uuuuuuu...

Um lamento agudo, profundo, quase melancólico, cortou o silêncio.

Quando ergueram os olhos, uma sombra colossal bloqueou a lua — um monstro de mais de 50 metros, com o corpo coberto por pelos brancos e uma presença ancestral que fazia até os mais corajosos tremerem.

Crusch, no comando, gritou:

— CHEGOU! PREPAREM-SE PARA O COMBATE!

— VAMOS!

Subaru foi um dos primeiros a agir, montado na mesma besta terrestre que Rem. A Baleia Branca, criada pela Bruxa, sentiu o cheiro da influência dela em Subaru e avançou direto contra ele.

Rem não hesitou — seu ataque atingiu a criatura, fazendo jorrar sangue. Subaru então acelerou, atraindo a baleia para longe, abrindo espaço para os outros atacarem.

Por trás deles, Wilhelm, um veterano de cabelos prateados, pulou dezenas de metros no ar e caiu sobre a criatura, golpeando-a com uma fúria alimentada por anos de ódio — sua esposa, a heroína de uma geração passada, havia sido morta pela Baleia Branca.

Hutzel, guerreiro nato, não ficou para trás. Com seu machado, ele avançou quase tão rápido quanto Wilhelm, lançando seu golpe:

— Golpe Relâmpago!

Os outros não demoraram a agir.

— Borracha, borracha...

— Jutsu do Vento...

Crusch continuou coordenando:

— Tropa mágica, ATACAR! Forçem a baleia a cair!

Uma chuva de magias atingiu a criatura.

— Uuuuu...

Sob o ataque massivo, até a resistente Baleia Branca gemeu de dor, sua velocidade diminuindo, até que os golpes de Hutzel — um verdadeiro monstro em termos de força bruta — a fizeram tombar.

Mas havia um que não se mexera.

Rowen. Não por hesitação, mas porque algo muito mais perigoso chamara sua atenção.

— Arquidiáconos do Culto da Bruxa... e são TRÊS?

Diante dele, três figuras sinistras se posicionavam: um homem de cabelos brancos, outro de cabelos verdes e uma criatura baixa, de gênero indefinido, com cabelos que cobriam quase todo o corpo.

Os Arquidiáconos do Culto da Bruxa — a mais temível organização do mundo, fiéis às Bruxas, entidades que governavam as próprias regras da realidade.

E ali estavam três deles.

Preguiça. Gula. Orgulho.

As coisas haviam ficado complicadas...

Capítulo 95: A Ambição do Orgulhoso e a Fúria do Dragão

Os três Arquidiáconos se aproximavam.

— Preguiça... tanta preguiça... — O Arquidiácono da Preguiça, Romanée-Conti, falava como um louco, os dedos cravados no próprio rosto, as pálpebras esticadas para baixo em uma expressão aterrorizante.

— Coisa estranha... devorar, mastigar, triturar... vou comer essa coisa estranha! — O Arquidiácono da Gula, Ley, exibia dentes afiados como os de um tubarão, sua mente tão perturbada quanto a do companheiro.

Ser um Arquidiácono exigia... insanidade.

— Segundo nossas informações, vocês nem existiam... De onde vieram? — O Arquidiácono do Orgulho, Corniás, era o mais "normal" dos três.

Um monstro de século anos, possuidor de trezentas "esposas" — todas virgens até a morte, por nunca terem sido sequer tocadas.

Nos eventos originais, os três apareceriam após a batalha contra a Baleia, atacando Crusch e o grupo que levava o corpo da criatura — incluindo Rem, que estaria ferida.

Mas agora...

Estavam todos ali, muito antes do previsto.

E o pior?

Entre os três, o mais perigoso era, sem dúvida, o Arquidiácono do Orgulho.

Ele era um arcebispo do Culto das Bruxas, mas, quando se tratava de combate, era ainda mais poderoso do que a própria Bruxa da Ganância, Echidna. Segundo o autor, Echidna não era páreo para ele.

Se os doze arcebispos das Bruxas lutassem entre si, ele seria o último a sobreviver.

Até mesmo na história original, ele havia matado uma vez o homem mais forte do mundo, o atual Espadachim Sagrado, Reinhard. Claro, Reinhard possuía a bênção da ressurreição, então mesmo a morte não o detinha.

— Ei, ei! Por que você não está me ouvindo? Está distraído? Está me ignorando? Como ousa me ignorar! — Colônia parecia irritado. Num instante, o vento levantou poeira e pedras, e um ataque quase imperceptível se dirigiu a Rowan.

De repente, Aegislash apareceu, erguendo seu escudo. Uma barreira verde-azulada se formou, bloqueando o ataque com facilidade.

Tanto as Bruxas quanto os Arcebispos do Pecado possuíam habilidades que funcionavam como leis da realidade.

O ataque de Colônia vinha de uma autoridade temporal chamada "Coração do Leão", que permitia que qualquer matéria mantivesse sua velocidade inicial indefinidamente — algo terrível e normalmente imparável.

Vendo seu ataque ser defendido, o rosto de Colônia escureceu. Fazia séculos que alguém bloqueava seu golpe com tanta facilidade, sem sofrer nenhum dano.

— O que é essa habilidade? Como você conseguiu bloquear meu ataque? Por que conseguiu bloquear meu ataque?! — Ele atacou novamente, mas desta vez Aegislash tankou o golpe com seu próprio corpo, sem nem precisar usar Proteção.

No modo escudo, Aegislash tinha uma resistência física assustadora.

— Como consegui bloquear? Simples — você é fraco demais. — Rowan provocou de propósito.

Colônia, o Arcebispo da Ganância, sempre falava sobre "não desejar nada", mas na verdade tinha uma necessidade extrema de reconhecimento. Ele queria desesperadamente a aprovação dos outros.

Negá-lo só o deixava mais furioso.

Enquanto a raiva poderia fazer outros personagens despertarem poderes ocultos, no caso de Colônia, ela só o deixava mais burro.

— Preguiça... Preguiça! Dois ataques e nenhum funcionou... Que preguiça! — Romanée-Conti também entrou em ação. Seu ataque, chamado Mão Invisível, consistia em tentáculos negros e intangíveis que saíam de seu corpo para atacar.

Os tentáculos invisíveis se estenderam em direção a Rowan, tentando contornar Aegislash.

Rowan realmente não conseguia vê-los, mas podia sentir algo se aproximando.

E não apenas isso.

— O Poder da Aura, eterno em meu coração!

Ao ativar o Poder da Aura, ele conseguiu enxergar claramente o movimento dos tentáculos.

— Use o Golpe de Asa para cortar esses tentáculos... mas deixe um passar.

Se Rowan conseguia sentir os ataques, Aegislash, com sua vasta experiência em batalha, também podia.

O Pokémon hesitou por um instante, então desapareceu. Um clarão de lâmina cortou o ar, e vários tentáculos caíram no chão. Quando reapareceu, apenas um tentáculo havia conseguido chegar perto de Rowan.

Mas esse único tentáculo foi facilmente agarrado por Rowan, que revestiu sua mão com o Poder da Aura.

— Esse ataque até que é interessante... mas ainda inútil.

Romanée-Conti arranhou o próprio rosto com os dez dedos, murmurando incessantemente:

— Preguiça... preguiça... A Mão Invisível foi cortada... foi agarrada... que preguiça... Quem é você?!

— Habilidades baseadas em regras são mesmo legais... mas, infelizmente, as minhas também são.

Gosta do Proteção, que bloqueia 100% dos ataques?

Gosta do Golpe de Asa, que tem 100% de precisão?

A Mão Invisível era de fato invisível... mas, uma vez que Aegislash a travou, o Golpe de Asa, sendo um ataque infalível, a acertaria.

Nesse aspecto, era ainda mais eficiente do que no mundo Pokémon.

Enquanto isso, o Arcebispo da Gula também havia começado seu ataque, brandindo uma adaga enquanto corria em direção a Aegislash.

O Arcebispo da Gula era na verdade um trio de irmãos. Sua autoridade permitia devorar a alma e as memórias do oponente, apagando sua existência do mundo e fazendo todos se esquecerem dele.

Na história original, foi assim que a empregadinha de Subaru Natsuki desapareceu — devorada pela Gula, seu existência foi apagada, e só Subaru, amado pela Bruxa, se lembrava dela.

E aquela não foi a primeira vez. Antes, ela havia sido engolida pela Baleia Branca, uma criatura criada pela Bruxa da Gula, que possuía uma autoridade similar.

Claro, a autoridade do Arcebispo da Gula tinha uma grande limitação: ele precisava saber o nome verdadeiro do alvo e ter capacidade de devorá-lo.

Na história original, só com a ajuda do Arcebispo da Ganância é que ele conseguiu devorar Rem instantaneamente.

— Dragapult, é sua vez. Não deixe ele tocar em você. — Com a velocidade de Dragapult, o Arcebispo da Gula não teria a menor chance.

Enquanto Aegislash lidava com a Preguiça, Dragapult enfrentaria a Gula.

Na verdade, nem era um confronto — diante dos dois Pokémon, tanto a Preguiça quanto a Gula estavam sendo completamente esmagados.

Com Dragapult levando a sério, o Arcebispo da Gula foi derrotado instantaneamente, perdendo a capacidade de lutar.

A Preguiça não estava muito melhor. Rowan havia agarrado um de seus tentáculos, e quando ele tentou puxá-lo de volta, sentiu uma força aterrorizante — o tentáculo não se mexeu. Sem opção, ele dissipou o tentáculo para tentar reiniciar o ataque.

Mas o que o esperava era o contra-ataque de Aegislash.

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