Depois de explicar a missão, ele se levantou e saiu.
Como um dos Campeões da região, Rowan não precisava de muitas orientações.
Quando Alder saiu, Rowan ficou refletindo sobre a tarefa que tinha pela frente.
— A Equipe Plasma, hein?… Que complicação. E ainda por cima temos que lidar com o Rei N, não com o verdadeiro líder, Ghetsis.
As lendas da região de Unova são únicas, representando a verdade e o ideal.
O dragão da verdade, Reshiram; o dragão do ideal, Zekrom.
As crenças de N eram capazes de despertar Zekrom, o dragão do ideal.
Mas os desastres causados por essas criaturas lendárias na vida real eram muito mais assustadores do que nos jogos.
Para enfrentar Zekrom, seria necessário Reshiram.
Além dessas duas lendas, ainda havia Kyurem, o dragão do gelo.
Rowan não tinha certeza de como a Equipe Plasma agiria no mundo real.
— O maior problema dessas organizações sombrias é que elas realmente conseguem manipular as lendas…
No mundo Pokémon, as lendas eram a maior ameaça.
— Por enquanto, vamos ter que ir passo a passo.
Lidar com uma organização poderosa como a Equipe Plasma, cheia de treinadores habilidosos, não era algo que pudesse ser resolvido da noite para o dia. Exigia planejamento.
— Pelo menos isso significa que posso acompanhar Mei em sua jornada. Será que isso conta como turismo com dinheiro público?
Capítulo 66: O Encontro
Investigar a Equipe Plasma e frustrar seus planos era a missão de Rowan como um dos Campeões.
Para ele, a tarefa era aceitável.
Além de poder viajar com Mei, ele não precisava dividir seu time de Pokémon para proteger diferentes áreas, como outros Campeões faziam.
Alder, por exemplo, carregava apenas um de seus Pokémon principais consigo. O resto estava espalhado por Unova, prontos para agir caso necessário.
No dia seguinte, Rowan contou tudo a Mei.
Assim que terminou de explicar, os olhos dela brilharam:
— Então quer dizer que você pode viajar comigo por Unova?
Rowan sorriu e confirmou:
— Isso mesmo. Minha missão exige que eu viaje pela região, então faz sentido irmos juntos.
— Que ótimo! Mas agora vou ter que preparar mais coisas… — Mei já estava organizando tudo para a viagem, que originalmente faria sozinha. — Vou voltar e adicionar mais itens à lista.
— Eu posso cuidar da minha parte…
— Não! — Mei franziu o rosto, irritada. — Você não é nada cuidadoso com essas coisas. Vou preparar tudo.
— Tá bom, tá bom… — Rowan não insistiu, vendo sua expressão determinada.
Mei saiu pulando de felicidade para terminar os preparativos.
Enquanto isso, Rowan levou seus Pokémon para treinar. Depois de trabalhar com eles e aprimorar sua aura, entrou no grupo de conversa.
Desde que Satou Kazuma entrou no grupo, tudo havia ficado mais divertido.
Kazuma passava os dias escrevendo guias detalhados para Subaru, que, segundo ele, já haviam ajudado a aumentar bastante o nível de afinidade com Reinhard.
Além disso, Subaru também conseguira melhorar seu relacionamento com Rem por conta própria. Kazuma nunca se intrometia nos sentimentos dos outros, fosse amor ou amizade—ele só dava dicas.
Quando Rowan entrou no grupo, Kazuma estava reclamando:
— Vocês não têm ideia de como minha equipe é péssima! Uma deusa inútil que só pensa em beber, sempre endividada e ainda me faz pagar as contas dela. Tem também uma maga que só sabe explodir coisas e fica sem energia depois de uma única magia. E ainda tem uma cavaleira masoquista… Ai, minha vida!
Era claro que Kazuma ainda estava no começo de sua aventura no outro mundo, sofrendo especialmente por causa de seus colegas de grupo.
Rowan riu e comentou:
— E ainda reclama de estar cercado de garotas bonitas?
— Bom, ter belas moças por perto até que é legal — Kazuma admitiu. — Mas eu prefiro as mais gentis, sabe? De preferência que me chamem de "onii-chan". Mas olha, não sou um lolicon, tá?
Rowan não perdoou:
— Nem disfarça, Kazuma. Merece mesmo o título de "nojento".
Kazuma era famoso por suas atitudes absurdas—roubar calcinhas com habilidades de ladino, deixar suas companheiras completamente encharcadas…
— Como você sabe disso?! Ah, claro, você sabe de tudo… Mas isso é tudo difamação, tá?
Rowan, rindo: — Ah, é mesmo? Porque eu sei que…
Kazuma, desesperado: — Perdoa, Rowan! Não fala mais nada, por favor!
Rowan: — HAHAHA!
Luffy, aparecendo do nada: — O que é "nojento"?
Rowan respondeu: — Luffy, você resolveu seus problemas?
Luffy: — Resolvi! Foi difícil, mas acabamos com a situação em Fishman Island. Aqueles itens de cura do grupo são ótimos! Logo a gente zarpa de novo, mas agora dá pra organizar aquela festa. Vocês vêm?
Luffy nunca esquecia de uma boa festa.
Kazuma, animado: — Festa? Bora! Aproveita, me ensina a usar Haki? Acho que não consigo aprender ninjutsu.
Ele sabia que o chakra em Naruto vinha da Árvore Divina—algo que ele, como um forasteiro, talvez não pudesse dominar. Mas o Haki era mais viável.
Luffy: — Todo mundo pode vir! E se quiser aprender Haki, eu ensino.
Luffy nunca foi de guardar segredos quando se tratava de ajudar os amigos.
Kazuma: — Valeu, futuro Rei dos Piratas!
Luffy: — Hahaha! Ainda não cheguei lá, mas com certeza vou conseguir!
Kazuma sabia como agradar—Luffy ficou visivelmente animado.
Luffy: — Espera só eu arrumar tudo e em dois dias chamo todo mundo! @todos, apareçam!
Tanjiro: — Queria muito ir, mas a Kanao me convidou pra sair…
Na verdade, ele queria participar, mas sua irmã insistiu que ele tinha que ir ao encontro com Kanao primeiro. Ele não tinha coragem de recusar nem o pedido da irmã nem o convite da garota.
Kazuma, revoltado: — Ah, é assim? Convidado por uma garota linda? Rowan, vamos queimar esse herege!
Rowan, rindo: — Eu também tenho uma amiga especial, então desculpa aí, mas o herege aqui é você, Kazuma!
[Fim do Capítulo]
— Porra, você merece morrer mesmo! — Hezhen rosnou os dentes, visivelmente irritado.
Subaru Natsuki também apareceu na conversa:
— Esses dias tô bem de boa, acho que dá pra arrumar um tempo.
Hjalt:
— Eu também posso ir... será que dá?
Assim que viu a mensagem, Hjalt já foi conversar com Frieren. Quando descobriu que muita gente ia, ela deixou ele ir experimentar a aventura.
Luffy respondeu animado:
— Claro que pode!
Naruto deu o balão:
— Acho que não vou conseguir, tô fora da vila e metido numa enrascada. Não vou ter tempo livre tão cedo.
Luo Wen perguntou:
— Já começou sua jornada pelo mundo?
Naruto não viu motivo pra esconder:
— Isso, igual o Ero-sennin. Tô procurando respostas.
Luo Wen refletiu um instante antes de responder:
— Se for viajar mesmo, preste atenção não só nos ninjas, mas também nas pessoas comuns. Aqueles que vivem sob as sombras dos shinobis.
Naruto estranhou, mas aceitou:
— Beleza, vou ficar de olho.
Dos sete membros do grupo, dois estavam ocupados. Os outros cinco, incluindo Luo Wen, marcaram de se encontrar no mundo do Luffy.
[Pena que o chat ainda não permite levar outras pessoas...] Luo Wen lamentou mentalmente. Só dava pra levar criaturas como os Pokémons que estivessem dentro das Pokébolas. Queria ter levado a Junie pra conhecer.
[Carne do mundo dos piratas...] Ele quase babou só de lembrar.
Três dias depois, Luffy chamou todo mundo:
— Tá tudo pronto aqui! Vocês podem vir agora?
Luo Wen respondeu na hora:
— Bora!
Hezhen também tava pilhado:
— Já tô preparado! Vou tentar trazer a Aqua dessa vez.
Ele lembrava que Luo Wen tinha dito que talvez desse pra levar "bençãos" pra outros mundos. Como o mundo do Luffy era seguro, era a chance perfeita pra testar.
Os outros também confirmaram presença.
Assim que Luo Wen pediu a transferência, foi instantâneo. O mundo começou a se dissolver ao seu redor.
CAPÍTULO 67: O DESAFIO DE ZORO
Ao chegar no mundo de One Piece, Luo Wen apareceu direto no Sunny, o navio dos Chapéus de Palha.
Assim que pisou no convés, seus Pokémons Aegislash e Dragapult materializaram ao seu lado.
Mais três figuras surgiram junto:
Um homem de casaco vermelho, cabelos ruivos e uma cicatriz escura na testa, parecendo bem tranquilo. Era claramente Hjalt, de Frieren: Beyond Journey's End.
Um rapaz de uns 17 anos, vestindo um traje de mordomo com uma aura meio depressiva. Sem dúvida era Subaru Natsuki, provavelmente usando o uniforme da mansão Roswaal.
E por fim, um garoto de 15-16 anos, cabelo castanho, olhos verdes, roupas de aventureiro com uma capa verde. Ao lado dele, uma garota lindíssima de cabelos azul-água, vestido curto e meias longas.
Era Sato Kazuma e sua "benção" - a deusa da água Aqua, famosa por sua inteligência duvidosa. Kazuma tinha conseguido trazê-la pro mundo pirata, confirmando a teoria de que poderes inerentes ao usuário podiam ser transportados.
Luffy ficou radiante:
— Uaaah! Todo mundo veio! Vamos fazer um banquete!!!
O capitão pirata, vendo cinco pessoas a mais no convés, já queria começar a festa. O entusiasmo dele deixou os novatos meio atordoados, mas todos seguiram pro convés principal.
Aqua sussurrou pra Kazuma:
— Ei, Kazuma, o elemento água aqui é super potente! Tô muito mais forte que no nosso mundo.
Kazuma nem se surpreendeu:
— O mundo é basicamente um oceano gigante, né.
Aqua esfregou as mãos:
— Hmm, então você vai precisar da minha proteção, hein? Quando voltar, me compra aquele saquê caro que eu vi...
[Clássica deusa idiota] Luo Wen teve que segurar o riso.
Kazuma revirou os olhos, mas se segurou por causa da plateia.
Enquanto Luffy quebrava o gelo naturalmente, tanto os tripulantes quanto os visitantes ainda estavam meio tímidos.
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